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O 'laranja' do Panamá e a desonestidade intelectual da Globo

Por Motta Araujo

DESONESTIDADE INTELECTUAL - A Rede Globo e o jornal O GLOBO estão praticando desonestidade intelectual com matérias sobre um suposto "LARANJA" na sociedade off shore que controla o Hotel St.Peter em Brasília, com isso querendo melar o emprego de José Dirceu. Os fatos a Globo conhece mas OMITE.
 
1.Sociedades off-shore em paraísos fiscais: a GLOBO conhece de cor e salteado porque as usa normalmente. Essas sociedades, exatamente como essa que controla a sociedade que administra o Hotel Saint Peter, são constituídas por escritórios de advocacia especializados, para abrir a sociedade é preciso ter diretores RESIDENTES NO PAÍS onde a sociedade foi registrada, então esses escritorios USAM FUNCIONÁRIOS do escritório para assinar os documentos constitutivos da sociedade, é PRÁTICA USUAL em todas esses paraísos fiscais.
 
2.Os funcionários que assinam os documentos constitutivos como diretores NÃO SÃO DONOS DE NADA, a assinatura deles é uma simples formalidade, é ABSOLUTAMENTE REGULAR, não há delito algum nesse procedimento, os acionistas da sociedade são os que detem as cautelas de ações e não que consta como diretor.
 
3.O emprego de José Dirceu não tem absolutamente nada a ver com esse assunto que a GLOBO está tentando misturar com uma questão totalmente alheia ao emprego do José Dirceu.
 
4.O que será que José Dirceu fez contra a GLOBO? É demais, mandar alguem ao Panamá para levantar esse assunto, acharam algo PERFEITAMENTE REGULAR e dramatizaram como enredo de novela.

 

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DUCO

Minirreforma

Minirreforma EleitoralEleições 2014: censuradasO projeto aprovado pelo Congresso Nacional prevê punição para quem "ofender" candidatos. Uma arma para impedir críticas aos políticos burgueses rejeitados pelo povo
 Aécio neves segura arma da PM. repressão é com ele
 (Foto: Imagem da internet)

A minirreforma eleitoral (Projeto de Lei do Senado nº441), aprovada pelo Congresso Nacional, foi apontada por congressistas como sendo algo limitado e, estes por consequência, apelidaram-na de “perfumaria”. O projeto que agora depende da sanção presidencial parece que não agradou nem ao governo, nem à oposição de direita. O PT, por exemplo, publicou o seguinte em sua matéria: “Líder do PT lamenta timidez da minirreforma eleitoral aprovada no Senado”, publicada em no site do partido: “Num texto considerado “tímido” pela bancada petista, a minirreforma eleitoral — que chegou a tramitar sob o vistoso nome de ‘reforma política’— passou longe de temas como o financiamento das campanhas, a instituição do voto emlistas partidárias e até mesmo da permissão ou não para as coligações (pt.org.br, 21/11/13).

Neste texto, no entanto, não há críticas a um artigo introduzido pelo PSDB e que ataca os direitos democráticos da população. Uma enorme capitulação, uma vez que a proposta foi idealizada por Aécio Neves, possível candidato tucano para a presidência, e que visa, evidentemente, a prejudicar Dilma Rousseff na disputa. Mas nem quando o ataque aos direitos da população está voltado para prejudicar o próprio PT, esse partido é capaz de enfrentar a direita.

Quando o projeto começou a tramitar no Congresso, Aécio Neves propôs que fossem incluídas medidas para que mensagens críticos a candidatos fossem controladas. Esta informação foi divulgada pelaAgência Senado, que escreveu: “Por sugestão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), [Romero] Jucá acrescentou ressalva à manifestação livre das posições políticas nas redes sociais. O autor das declarações deverá responder civil e criminalmente por eventuais ofensas e agressões a terceiros e a Justiça Eleitoral poderá ser acionada e determinar a retirada do comentário na internet”.

Por fim, o “trabalho sujo” acabou não sendo feito por Romero Jucá, mas pelo correligionário de Aécio Neves, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). O senador paraibano inclui o seguinte no projeto:

“Art 57 – A -  É permitida a propaganda eleitoral na internet, nos termos desta Lei, após o dia 7 de julho, do ano da eleição.

“Artigo 57- D...

“§ 3º - Sem prejuízo das sanções civis e criminais aplicáveis ao responsável, a Justiça Eleitoral poderá determinar, por solicitação do ofendido, a retirada de publicações que contenham agressões ou ataque a candidatos em sítio da internet, inclusive redes sociais.”

De acordo com o texto aprovado por Cunha Lima, o disseminador da "ofensa" será condenado a pagar uma multa entre R$ 5mil e R$ 30 mil e a prisão de seis meses a um ano. Já o contratante seria condenado a pagar multa que varia de R$ 15 mil a R$ 30 mil e prisão de dois a quatro anos.

A desculpa, como sempre, é a defesa da “honra” do candidato, que estaria sendo protegido de açõesque buscam denegrir e caluniá-los. No entanto, este artifício pode facilmente ser utilizado para impedir criticas políticas, uma vez que a defesa da “honra” é algo vago. Esta matéria, por exemplo, poderia ser alvo de punição caso estivéssemos em período eleitoral. Trata-se de censura pura e simplesmente.

A preocupação de Aécio Neves e da direita de uma forma geral com a internet tem explicações na conjuntura política atual. Em diversas oportunidades ficou provado que a imprensa capitalista está, quase na sua totalidade, apoiando o candidato do PSDB, como mostra a diferença da cobertura do julgamento do “mensalão” e do caso do “helicóptero do pó”. Apesar das evidentes relações de Aécio Neves com o caso, tal fato sequer foi mencionado no noticiário dos principais jornais, revistas, telejornais etc. Tentaram omitir até mesmo a relação entre a carga de quase meia tonelada de cocaína e a família Perrela, patrões do piloto, donos do helicóptero e da propriedade em que o carregamento foi  apreendido.

Neste sentido, a internet representa um espaço mais livre, onde o repúdio da população à direita aparece com maior evidência. Esta é a necessidade de Aécio Neves e do PSDB em censurar a expressão a rede mundial de computadores na eleição presidencial do ano que vem.

A liberdade de expressão, direito democrático fundamental, é uma arma contra a direita, que gostaria de ter o monopólio total e esclusivo da comunicação e impedir toda e qualquer contestação política. O avanço da censura é proporcionalmente inverso ao avanço da crise da direita e da contestação a ela. Quanto mais ameaçada, mais ela se vê obrigada a retirar direitos da população para manter a situação sob controle. É preciso organizar uma mobilização contra este projeto e, desta forma, barrar mais este ataque a todo o povo brasileiro.

 

 

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BlackFire

Julgamento válido ou não,

Julgamento válido ou não, prisão válida ou não, perseguição política ou não, como v6 se sentiram ao perceber que esse mesmo indivíduo iria receber dinheiro provindo de paraíso fiscal? E se fosse o caseiro?

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Antonio Volta

Desonestidade intelectual?

Desonestidade intelectual? Menos, apenas desonestidade...

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Felipe Arieira Baia

Infelizmente há no Brasil

Infelizmente há no Brasil pessoas como vocês que para conseguirem qualquer coisa, usam de tudo para tê-la, o mensalão existiu fato, Lula pediu desculpas, fato. Não consigo entender a ganancia ultrapassar a ética, homens e mais homens morreram na confiança que seu líder fez a escolha certa, e na verdade nada havia de certo... A história nos ensina que tudo que é feito de maneira errada, o efeito na população é devastador. Não estou defendendo GLOBO, até por que eu os odeio, mas criticarem uma notícia tentando fugir da realidade, da impunição que está prestes a acontecer, isso se chama camaradagem, e isso, é errado, é beneficio de uns em quanto outros não o tem. Olhem o que vocês plantam, para depois não reclamarem da colheita.

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Jotage

Arapuca panamenha

Como a arapuca panamenha, dona do Hotel onde iria trabalhar o Zé Dirceu é dona de 30% da Abril, (os "jornalistas" da veja podem trabalhar para ela), logo vão dizer que o Dirceu é o dono da veja e o Barbosa o colocou na cadeia para proteger o LULA.

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Hendrix

O texto nao trata do mensalao

Meu caro, seu comentario nao tem nada a ver com o texto em questao.  O texto nao versa sobre a existencia ou nao do esquema do mensalao. O texto trata da desonestidade intelectual da Globo que noticia um fato normal e faz um circo para dar dramatizar o mesmo. Da ares de grande esquema.

Devemos considerar os seguintes fatos:

A contratacao de Dirceu nao tem nada a ver  com o uso off shores pela administradora do hotel. A emissora faz parecer que Dirceu que armou tudo.

Com tantos casos muito mais suspeitos para noticiar e investigar a emissora foi charfundar a empresa que empregou Dirceu. Nada de errado em investigar, eles investigam o que queiserem mas por todos os olofotes nisso e abafar esquemas muito maiores e mais graves poem em xeque a honestidade intelectual e a imparcialidade.

Qualquer que fosse a empresa que empregasse Dircceu sofreria o mesmo tipo de investigacao. Por que? Acho otimo que denunciem esquemas mas o que motiva uma empresa jornalistica a investigar tao seletivamente assim? Existem milhares de empresas no Brasil. Material pra investigar tem muito mas eles preferem direcionar a pauta para perseguir adversarios politicos.

A Globo denunciou um estratagema do qual ela mesma faz uso extensivo. Faz parecer o maior crime do mundo mas esquece de dizer que ela eh adepta da pratica. Que etica jornalistica torta eh essa? Usando da mesma tatica as organizacoes Globo sonegarm MEIO BILHAO DE REAIS.

De qualquer forma eh bom que o senhor cobre, fiscalize e se informe. Espero que continue cobrando honestidaade de todos mas espero tambem que o faca de forma menos seletiva.

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A questão é política e não jurídica

Embora seja flagrante a ilegalidade da junta militar instalada para fazer os últimos arremates neste julgamento de exceção, fico me perguntando se ao ficarmos debatendo isso levaria a algum lugar, é como se, em plena ditadura militar, ficássemos debatendo a legalidade da Justiça Militar. Como ficar discutindo atos dentro de um processo injusto, ilegal e de exceção. Justiça boa é justiça justa, o que não foi o caso desse julgamento de exceção. Só sei que a mídia está repetindo o mesmo script da ditadura militar, não muda nada: Estamos diante de um golpe do judiciário, os presos políticos são os mesmos, parte da população aplaudindo os torturadores faz-se presente, o modus operandi da elite tupiniquim para solapar as conquistas do povo brasileiro e manter a ferro e fogo seu status quo é o mesmo, que tal discutirmos por aqui:

Do golpe militar às Diretas-Já 
Do Blog do MiroO golpe militar de 1964 serviu aos interesses – ideológicos, políticos e empresariais – dos barões da mídia. Com exceção do Última Hora, os principais jornais, revistas, emissoras de TV e rádio participaram da conspiração que derrubou João Goulart. O editorial da Folha de S.Paulo de 17 de fevereiro de 2009, que usou o neologismo “ditabranda” para qualificar a sanguinária ditadura, ajudou a reavivar esta história sinistra – além de resultar num manifesto de repúdio com 8 mil adesões de intelectuais e na perda de mais de 2 mil assinantes. Afinal, não foi apenas a Folha que clamou pelo golpe. Vários livros documentaram a participação ativa da mídia, inclusive listando veículos e jornalistas a serviço dos golpistas [9]. Os editoriais da época escancararam essa postura ilegal.  “Graças à decisão e heroísmo das Forças Armadas, o Brasil livrou-se do governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo a rumos contrários à sua vocação e tradições... Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares”, comemorou o jornal O Globo. “Desde ontem se instalou no país a verdadeira legalidade... A legalidade está conosco e não com o caudilho aliado dos comunistas”, afirmou, descaradamente, o Jornal do Brasil. “Escorraçado, amordaçado e acovardado, deixou o poder como imperativo de legítima vontade popular o Sr. João Belchior Marques Goulart, infame líder dos comunos-carreiristas-negocistas-sindicalistas”, disparou o fascistóide Carlos Lacerda na Tribuna da Imprensa. Na sequência, alguns veículos ingeriram seu próprio veneno e sentiram a fúria dos fascistas, que prenderam, mataram, cassaram mandatos e impuseram a censura. Lacerda, que ambicionava ser presidente, foi escorraçado pelos generais. Já o Estadão, com a sua linha liberal-conservadora, discordou do rumo estatizante do regime e teve várias edições censuradas. Este não foi o caso do grupo Frias, que tornou a Folha da Tarde “uma filial da Operação Bandeirantes”, a temida Oban, e no jornal de maior “tiragem” do país devido ao grande número de “tiras” (policiais) na sua redação [10]. Também não foi o caso da Rede Globo, que ergueu seu império graças ao irrestrito apoio à ditadura [11]. Até quando a ditadura já dava sinais de fraqueza, a TV Globo insistiu em salvá-la.  Leia maishttp://ditaduraverdadesomitidas.blogspot.com.br/2013/03/do-golpe-militar-as-diretas-ja.html

 

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...spin

 

 

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MThereza

Fiz um comentário extamente

Fiz um comentário extamente nessa linha. Estamos legitimando o "julgamento" do mensalão, ao discutir apaixonadamente os efeitos colaterais. Só acho que as coisas estão um pouco menos fáceis do que em 1964,  para os gopistas,  por causa da internet, dos blogs sujos. Mas o cenário e os personagens são os mesmos. Inclusive a alta popularidade da Dilma, que o Goulart também tinha - maior até. jb serve à perfeição, como representante do contra "tudo isso que esta aí".

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Syk4Ryo

Pior para a Globo e o PIG em

Pior para a Globo e o PIG em geral é a descoberta de que a TRUSTON é também a empresa que comprou a TV da Abril Comunicações S/A, em 2012. Faltou comunicação dentro do PIG antes da viagem do Wladimir para o Panamá. Eu tô morrendo de rir dessa história. :)

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Marcus Queiroz

Então é maracutaia nos dois

Então é maracutaia nos dois casos ?

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Motta Araujo

Continuam os comentarios

Continuam os comentarios confusos, isto é como ensinar criança na escola primaria.

Repassando a lição:

 

O PRESIDENTE - da offshore é quem assina os documentos de abertura e o contrato social. Não é o dono, não está escrito em lugar nenhum que ele é dono de nada, assina as cautelas de ações em nome da sociedade e as entrega ao DONO.

O DONO - É quem figura nas cautelas como acionista ou se for ao portador (pode em alguns paises) é quem tem as cautelas trancadas no cofre. É o dono mas não é o Presidente, raramente o DONO é diretor da offshore, o nome dele não aparece, aliás essa é uma razões pelas quais ele comprou uma off shore.

O REPRESENTANTE LEGAL NO BRASIL - Pode ser o proprio dono ou geralmente um advogado residente no Brasil com CPF e procuração passada em cartorio. A offshore só pode atuar no Brasil tendo um Representante Legal oficial no Brasil.

LARANJA - E quem se faz passar por dono, se apresenta como dono. O Presidente de uma off shore NÃO SE FAZ PASSAR POR DONO, portanto não é laranja. Para o GLOBO o Presidente da off shore é LARANJA porque o GLOBO quer confundir seus leitores. Eles sabem que o Presidente da off shore NÃO É DONO, portanto não é Laranja, mas eles fazem de conta que não sabem, embora sejam todos P.... VELHAS do mundo das off shores.

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Sua distinção está correta,

Sua distinção está correta, mas incompleta.

Faltou mencionar que, em boa parte dos casos, as offshore são utilizadas para camuflar patrimônio ilícito; e, principalmente, faltou mencionar que o "representante legal no Brasil", também conhecido como procurador, muitas vezes é o verdadeiro dono da offshore, ou pessoa de sua estrita confiança (testa-de-ferro).

Qualquer dúvida, consultar https://www.coaf.fazenda.gov.br/downloads/Livro_Casos_-_Casos.pdf/view  

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BlackFire

"O Presidente de uma off

"O Presidente de uma off shore NÃO SE FAZ PASSAR POR DONO, portanto não é laranja."

Perfeito! Muito obrigado por me tirar dessa confusão.

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É fundamental não deixar-se

É fundamental não deixar-se pautar por essa camarilha.


A pergunta que não quer calar e que deveria ser repetidamente feita, para que sintam-se sempre incomodados, é por que a Globo rapídamente chega ao Panamá e nem lentamente chega a Suiça?  

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... e nem ao Espírito

... e nem ao Espírito Santo... onde 450 kg de farinha alucinógena foram encontrados num helicóptero caído... aeronave essa pertencente a um umbilical aliado de Aécio Neves... nem chegou lá e principalmente esqueceu que 450 kg de cocaína é farinha pra dedéu.

Abração!

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LARANJA DO SAINT PETER

LARANJA DO SAINT PETER COMPROU TVA DA ABRIL

EXCLUSIVO _ Documentos oficiais obtidos pelo 247 mostram que Grupo Abril vendeu operação da TVA em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba para o mesmo grupo estrangeiro que comprou, em Brasília,o hotel Saint Peter; a Compor, que arrematou as concessões de tevê de Giancarlo Civita, é controlada pela Truston, panamenha; a Truston tem como auxiliar José Euguenio Silva Ritter (à esq.), que vem a ser o 'proprietário' do hotel que ofereceu emprego para José Dirceu, ex-presidente do PT; conexão Panamá tem mesmo coloração ideológica ou é apenas um atalho comercial legalizado?; politização da normalidade; fac-similes
4 DE DEZEMBRO DE 2013 ÀS 18:51

247 – Documentos obtidos com exclusividade pelo 247 mostram que dias atrás, mais precisamente em 20 de novembro, o Grupo Abril consolidou em última instância a venda das operações da TVA em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba – três das principais praças comerciais do Brasil – para nenhuma menos que a Truston International Inc.

Trata-se, a Truston, da controladora da Compor Communications Holding Ltda., empresa norte-americana que tem como única acionista a própria Truston. Fácil de entender, não tão simples de rastrear nos meandros das legislação nacionais (Brasil, EUA e Panamá), internacionais e acordos comerciais multilaterais e bilaterais. Um novelo. 

A um tanto complexa conexão é importante politicamente, mas, do ponto de vista comercial, não parece ter problemas. Afinal, contou com a aprovação, no dia 20, depois de três anos de processo correndo, do Cade. 

A Compor é a mesma companhia que foi apontada, em rede nacional, na noite da terça-feira 3, no Jornal Nacional, da Rede Globo, como contratante do auxiliar José Euguenio Silva Ritter. Cidadão panamenho, ele seria o 'laranja' que tornou-se proprietário do hotel Saint Peter, em Brasília. Sem provas contra a participação de Dirceu numa insinuada triangulação, a Globo associou os personagens para carregar no ar de suspeita contra Dirceu.

O hotel, como se sabe, convidou o ex-ministro José Dirceu para trabalhar em suas instalações.

A um tanto complexa conexão é importante politicamente, mas, do ponto de vista comercial, não parece ter problemas. Afinal, contou com a aprovação, no dia 20, depois de três anos de processo correndo, do Cade. 

Para que se entadam as implicações da venda da TVA, o que se tem é uma forte suspeita de o Grupo Abril lançou mão de uma empresa que usa 'laranjas' para fazer seus negócios. Ao menos, foi assim que Silva Ritter, que trabalha para a Compor, no Panamá – por sua vez controlada "por um único acionista, a Transpor" – foi apresentado no Jornal Nacional de ontem. Sendo assim, a Compor, de Ritter, pode ser vista, por meio de seu "único" acionista controlador, a Trasnpor, como a companhia que adquiriu, do Grupo Abril, o filé mignon da TVA.

Na política, a crítica de que o ex-presidente do PT José Dirceu tivera um convite para trabalhar vindo de uma empresa nacional – o hotel Saint Peter – controlada por um 'laranja' estrangeiro pode se espalhar. Na mesma medida, chega ao maior grupo editorial do País, numa operação de compra e venda obscura de muito maior vulto. 

Na edição de terça-feira 3, o Jornal Nacional mostrou que José Eugênio Silva Ritter mora num bairro pobre do Panamá, onde trabalha como auxiliar de escritório numa empresa de advocacia, a Morgan y Morgan, há mais de 30 anos. Ele disse ter ciência de que seu nome está envolvido em diversas empresas no mundo todo.

"Trabalho na Morgan y Morgan e eles se dedicam a isso", disse. Apesar de ter a clara intenção de implicar o ex-ministro José Dirceu, contratado pelo hotel, a reportagem não traz nenhuma acusação direta contra ele (leia mais aqui).

Em texto postado no endereço veja.com. o blogueiro Reinaldo Azevedo procurou fazer pressão para o STF não conceder direito ao trabalho no Saint Peter a José Dirceu. A prevalecer a posição dele, de bloqueio a brasileiros em empresas controladas por companhias off-shore no Panamá, como fica Azevedo em relação ao Grupo Abril e sua conexão TVA?

http://www.brasil247.com/+lvydy

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O tal José Ritter JAMAIS se

O tal José Ritter JAMAIS se apreentou como proprietario do hotel, a expressão ""proprietario" não existe no mundo globalizado, vale só no mundo dos salões de cabeleireiros e botecos, empresas grandes não tem ""proprietarios"",

tem estruturas juridicas, geralmente complexas.

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Lucienne

A melhor defesa é o ataque.

A melhor defesa é o ataque. Então a Globo ataca para desacreditar o adversário. O caminho das pedras? Ela conhece muito bem, porque é useira e veseira de todas as "técnicas" de sonegação.

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Menos, André

Que a globo está sendo parcial, e está interessada em sacanear o Dirceu, para "melar" o emprego dele, não há a menor dúvida.

Agora, daí a dizer que o contrato social do hotel está "regular", há uma larga distância...

Ora, obviamente o contrato foi feito de modo a ocultar o verdadeiro nome do proprietário: assim, constitui-se uma offshore, coloca-se um laranja como dono de suas cotas, só pra constar, mas o procurador, aquele que pode movimentar as contas, administrar etc, é o verdadeiro dono (ou homem de confiança do dono).

Dessa maneira, o verdadeiro dono não precisa declarar à Receita ser dono da offshore (e do Hotel, por consequencia). O "dono", oficialmente, é o jardineiro panamenho. 

Esse expediente é extrememente comum, de fato, utilizado para evasão fiscal, para lavagem de dinheiro e até para o registro de aeronaves e embarcações. Mas é, sim, irregular à luz da legislação brasileira.

Infelizmente, o clima de fla-flu que domina o cenário político faz com que, para se defender das sacanagens da globo, folha e cia,. a esquerda tente tornar legítimas atitudes à margem da lei.

 

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Vou explicar de novo, o

Vou explicar de novo, o diretor ou presidente panamenho NÃO É O DONO das ações, está claro?

O dono das ações é que detem as cautelas numeradas e assinadas.

A empresa panamenha por sua vez não administra o hotel,ela é cotista da sociedade brasileira que administra o hotel, deu para entender?

Prta a panamenha atuar no Brasil como cotista da empresa que administra o hotel ela precisa ser REGULAR no Brasil, tem que ter procurador residente e contribuinte no Brasil, conhecido da Receita.

O prédio por sua vez não é da empresa panamenha.

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No contrato social do hotel,

No contrato social do hotel, a offshore panamenha consta como titular de 499.999 cotas.

Quem é o titular dessa offshore? Lembro que offshores com cotas cartulares ao portador estão em extinção, por pressão principalmente dos EUA em sua "guerra ao terror".

Tudo indica que é o tal brasileiro que, no mesmo contrato social do hotel, declara possuir apenas 1 cota, no valor de R$ 1.

Se ele declarou à Receita ser o dono das cotas da offshore, perfeito, não há irregularidade alguma.

Agora, se não declarou, trata-se, no mínimo, de evasão fiscal. Ou coisa pior.

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aliancaliberal

Engraçado acho que ninguém

Engraçado acho que ninguém leu afinal o livro do Amaury Ribeiro Jr, como os conceitos mudam de acordo com a necessidade. No livro ele demoniza as offshore, hoje todos em defesa das offshore.

A MENTIRA: Empresa offshore é tratada como algo criminoso, algo feito para burlar regras e lavar dinheiro. As CINQUENTA E SETE primeiras páginas do livro são para citar casos para demonizar esse tipo de empresa.

A VERDADE: Há padarias e avícolas que podem ou não cometer crimes e isso não significa que donos de padaria ou avícola sejam criminosos. Dois exemplos bem simples de offshores: Petrobras International Finance Co, da Petrobras; e American Merchant Bank, do Banco do Brasil. As duas instituições são sediadas em Cayman.

Mas, segundo o autor, as Ilhas Virgens Britânicas seriam usadas exclusivamente para a lavagem de dinheiro, o que é uma verdadeira maluquice. Ao todo, foram abertas 700 MIL companhias desse tipo (incluídas as do Banco do Brasil e da Petrobras).

Sobre essa tática de usar uma parte para incriminar o “todo”, falaremos no capítulo da semana que vem. Por hoje, basta deixar claro que VÁRIAS E INÚMERAS empresas totalmente honestas e corretas tem, sim, offshores. A lei permite e é legítimo.

***

A MENTIRA: Uma das vítimas do livro é “acusada” de ter usado “lavanderia de dinheiro” por meio de uma empresa chamada “Citco”, e o autor aproveita para acusar simulação de aquisição de cotas e vínculo com terceiros (pág. 57 e seguintes).

A VERDADE: Não há qualquer vínculo, nem mesmo um único encontro, entre as pessoas que o autor alega serem ligadas (esse truque também será pormenorizado na semana que vem, por meio de exemplos ilustrativos bem interessantes).

Mas o pior é o seguinte: a Citco é uma das maiores administradoras de fundos de investimentos do mundo, com mais de 640 bilhões de dólares em ativos sob sua administração. Existe há mais de 75 anos, tem mais de 5 mil funcionários e está presente em 44 países. Vejam aqui (ou façam uma busca no google).

Seguindo o roteiro manjado que percorre o livro todo, o autor trata a tal Citco como uma empresa “corsária”. Não, não é. É uma das líderes de seu segmento no mundo todo. Mas o autor põe como “prova de vínculo” entre pessoas que não se conhecem o fato de que ambas seriam clientes da Citco, a tal empresa presente em QUARENTA E QUATRO PAÍSES. Por essa “lógica”, seria a maior quadrilha do mundo (faltando apenas o autor dizer qual o crime cometido e, claro, comprová-lo. Dica: não há nada disso).

***

A MENTIRA: Por intermédio do Orbix, um dos acusados pelo autor teria procurado o respaldo do “The Bank of New York Mellon” e, depois, teria vendido esse fundo, em 2010, durante a campanha eleitoral, para a João Fortes Engenharia, que já seria SÓCIA do Mellon.

A VERDADE: Não houve qualquer simulação, é pura acusação fajuta do autor. Além de tudo, É OBRIGAÇÃO LEGAL que todos os fundos de investimento sejam administrados e controlados por uma instituição financeira. A Mellon, apontada no livro, faz esse trabalho. Como ela é baseada no Rio de Janeiro, todos os fundos administrados por ela têm o seu endereço.

Ela é a responsável perante as autoridades locais pelas atividades do fundo, sendo elas Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários, Receita Federal e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA).

O “The Bank of New York Mellon”, citado como foco de pirataria financeira, está presente em 34 países e 5 continentes, atende a mais de 100 mercados, com 48.000 funcionários. É uma empresa líder em seu ramo de atuação, com US$ 25,9 trilhões em ativos sob sua custodia e administração.

Importante: a BNY Mellon Corporate Trust é o administrador judicial e agente responsável pela oferta de títulos no mercado internacional de capitais da Petrobrás.

Trata-se de uma instituição financeira regulada pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA); nos Estados Unidos, pelo Federal Reserve (FED – ou banco central americano) e pela US Securities and Exchange Commission (SEC – equivalente a nossa Comissão de Valores Mobiliários).

A construtora João Fortes seria, segundo os difamadores, sócia do Mellon. É óbvio que isso nunca aconteceu. Mais ainda, essa empresa não pertence mais à família do ex-deputado tucano Márcio Fortes DESDE 2007. E o Orbix, também apontado no livro, nunca recebeu investimentos da empresa, tampouco foi controlado por ela.

A má-fé é tamanha que os difamadores e caluniadores acusam a João Fortes de ter COMPRADO O CONTROLE do gigante “The Bank of New York Mellon”. Quem conhece minimamente a área sabe a dimensão do ridículo. E autor disso tudo é a quem chamam de “especialista” e autor da “reportagem da década”. Vindo de quem veio…

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a questao das offshores

Aliança, quanto às questoes da offshore, concordo com você. Antes, ter aberto uma conta em offshore era sinal de 

que havia mutreta em algum lugar ( vide o livro do Amaury ). Agora nao é mais. É bom a gente decidir se abrir

contas em paraísos fiscais é ilegal, ou imoral, ou nao é.   Mas A Privataria Tucana vai bem além disso, nao é.?  Teve

transferência de valores entre várias contas, reinternalizacao de dinheiro no Brasil, a sociedade das Verônicas. E muitas

outras coisas.

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aliancaliberal

" Teve transferência de

" Teve transferência de valores entre várias contas, reinternalizacao de dinheiro no Brasil, a sociedade das Verônicas. E muitas outras coisas."

Não entrei no mérito, mas o livro não se sustenta  não existe sociedade entre as verônicas, elas apenas trabalharam juntas. 

 

A MENTIRA: Uma das vítimas do livro é “acusada” de ter usado “lavanderia de dinheiro” por meio de uma empresa chamada “Citco”, e o autor aproveita para acusar simulação de aquisição de cotas e vínculo com terceiros (pág. 57 e seguintes).

A VERDADE: Não há qualquer vínculo, nem mesmo um único encontro, entre as pessoas que o autor alega serem ligadas (esse truque também será pormenorizado na semana que vem, por meio de exemplos ilustrativos bem interessantes).

Mas o pior é o seguinte: a Citco é uma das maiores administradoras de fundos de investimentos do mundo, com mais de 640 bilhões de dólares em ativos sob sua administração. Existe há mais de 75 anos, tem mais de 5 mil funcionários e está presente em 44 países. Vejam aqui (ou façam uma busca no google).

Seguindo o roteiro manjado que percorre o livro todo, o autor trata a tal Citco como uma empresa “corsária”. Não, não é. É uma das líderes de seu segmento no mundo todo. Mas o autor põe como “prova de vínculo” entre pessoas que não se conhecem o fato de que ambas seriam clientes da Citco, a tal empresa presente em QUARENTA E QUATRO PAÍSES. Por essa “lógica”, seria a maior quadrilha do mundo (faltando apenas o autor dizer qual o crime cometido e, claro, comprová-lo. Dica: não há nada disso).

***

A MENTIRA: Por intermédio do Orbix, um dos acusados pelo autor teria procurado o respaldo do “The Bank of New York Mellon” e, depois, teria vendido esse fundo, em 2010, durante a campanha eleitoral, para a João Fortes Engenharia, que já seria SÓCIA do Mellon.

A VERDADE: Não houve qualquer simulação, é pura acusação fajuta do autor. Além de tudo, É OBRIGAÇÃO LEGAL que todos os fundos de investimento sejam administrados e controlados por uma instituição financeira. A Mellon, apontada no livro, faz esse trabalho. Como ela é baseada no Rio de Janeiro, todos os fundos administrados por ela têm o seu endereço.

Ela é a responsável perante as autoridades locais pelas atividades do fundo, sendo elas Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários, Receita Federal e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA).

O “The Bank of New York Mellon”, citado como foco de pirataria financeira, está presente em 34 países e 5 continentes, atende a mais de 100 mercados, com 48.000 funcionários. É uma empresa líder em seu ramo de atuação, com US$ 25,9 trilhões em ativos sob sua custodia e administração.

Importante: a BNY Mellon Corporate Trust é o administrador judicial e agente responsável pela oferta de títulos no mercado internacional de capitais da Petrobrás.

Trata-se de uma instituição financeira regulada pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA); nos Estados Unidos, pelo Federal Reserve (FED – ou banco central americano) e pela US Securities and Exchange Commission (SEC – equivalente a nossa Comissão de Valores Mobiliários).

A construtora João Fortes seria, segundo os difamadores, sócia do Mellon. É óbvio que isso nunca aconteceu. Mais ainda, essa empresa não pertence mais à família do ex-deputado tucano Márcio Fortes DESDE 2007. E o Orbix, também apontado no livro, nunca recebeu investimentos da empresa, tampouco foi controlado por ela.

A má-fé é tamanha que os difamadores e caluniadores acusam a João Fortes de ter COMPRADO O CONTROLE do gigante “The Bank of New York Mellon”. Quem conhece minimamente a área sabe a dimensão do ridículo. E autor disso tudo é a quem chamam de “especialista” e autor da “reportagem da década”. Vindo de quem veio…

***

A MENTIRA: Um dos acusados pelo livro teria aberto empresas no exterior e isso teria a ver com grana das privatizações.

A VERDADE: Eis mais uma prova da falta de noção, pois trata-se de cidadão brasileiro nascido na França, que atuou profissionalmente nos EUA a partir de 1990 e apenas se mudou ao Brasil em 1998. A acusação – pasmem! – é de que abriu empresa no exterior em 1996. Deveria fazer como? Esse Amaury é uma fera! Ah, sim: OBVIAMENTE, não houve qualquer grana de privatizações.

***

A MENTIRA: O autor, com seus métodos não exatamente ortodoxos, tenta atribuir a uma empresa acusada algum “ilícito”, mencionando dívida com a Previdência Social – trazendo documentos que “provariam” isso e mencionam parte de um processo.

A VERDADE: Amaury NÃO MOSTRA O DESFECHO DO PROCESSO. Quem quiser, pode consultar: tramitou no TRF da 3ª Região sob o número 2006.03.00.078805-3. O dado é público. E o acusado pelo autor foi excluído do processo, baixado definitivamente e qualquer um pode ver isso.

E há uma diferença ABISSAL entre dívida fiscal e sonegação. Sonegar é esconder, que vem a ser exatamente o contrário de declarar. A dívida é uma obrigação declarada e reconhecida pelo próprio contribuinte às autoridades. Sonegação é um crime fiscal, no qual jamais incidiu a empresa acusada.

E EXATAMENTE para pagar as dívidas tributárias, ela recorreu ao REFIS (Lei 11941/09), tendo obtido o parcelamento dos pagamentos e, agora, não enfrentando qualquer processo judicial de natureza fiscal.

Amaury não fala do resultado do processo, não fala nada sobre a realidade dos fatos. Parte de uma premissa falsa para chegar a conclusões evidentemente falsas.

***

A MENTIRA: O autor acusa uma de suas vítimas de manter uma sociedade com outra pessoa e, depois, alega uma dinheirama como capital social da empresa no Brasil.

A VERDADE: NUNCA HOUVE SOCIEDADE. Nem nada perto disso. As duas vítimas do livro faziam parte de um mesmo Conselho de Administração, ou seja, eram subordinadas a acionistas e ao CEO – NUNCA NEM PODERIAM SER SÓCIAS ENTRE SI. O “especialista”, porém, aponta que sim (apostando na ingenuidade ou má-fé do leitor).

O documento que “comprova” a ligação de uma das acusadas com o dinheiro presente no Brasil diz respeito ao estado financeiro da empresa em 2006 (documento obtido em março de 2011). Acontece que a vítima do autor SE DESLIGOU DA EMPRESA EM 2001!

Ele “prova” o capital da empresa EM 2006, e não (ÓBVIO!) a presença de quem acusa como sócia, diretora ou qualquer coisa. Mais do mesmo do estilo Amaury: documentos que não provam o alegado, mas buscam causar aquela “impressão de coisa oficial”.

***

A MENTIRA: O autor do livro acusa uma de suas vítimas de ter montado um fundo de investimentos em Trancoso, “ORB”, e “às vésperas” da candidatura presidencial de 2010.

A VERDADE: Não se trata de fundo Orb, nem em Trancoso, mas sim o Fundo Orbix Macro FIF e… EM DOIS MIL E TRÊS (2003, para os leitores de Amaury). Importante salientar que o regulamento do fundo foi devidamente aprovado pelo Banco Central e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

***

A MENTIRA: O autor alega que uma série de fatos constariam do RELATÓRIO DA CPI DO BANESTADO (com apontamento especial na página 139).

A VERDADE: O relatório, POR OBRIGAÇÃO PROTOCOLAR, reproduz uma denúncia do Procurador Luiz Francisco de Souza (um velho conhecido de quem tem alguma memória). Não é texto RELATÓRIO DA CPI, mas sim TRANSCRIÇÃO DA DENÚNCIA – que, claro, não condenou ninguém. É a acusação travestida, por falta de conhecimento ou má-fé do autor, em “relatório da CPI”.

O mais engraçado é que o próprio livro alega que o documento é “sigiloso” (provavelmente para dar aquele ar de algo revelador…), mas não percebe que, NOVAMENTE, recai sobre o autor aquilo de divulgar sigilos de forma não exatamente abonadora – valendo reiterar que esse “documento”, como todos os outros, é inócuo. A parte que acusa o alvo político do livro NÃO É RELATÓRIO, mas transcrição de uma ação que NÃO PROSPEROU.

***

MAIS VERDADES: Reproduzimos aqui a nota pública já divulgada por Veronica Serra, que esclarece alguns outros pontos importantíssimos e, definitivamente, fica comprovado que o livro é uma grande fraude:

- Nunca estive envolvida nem remotamente com qualquer tipo de movimentação ilegal de recursos.

- Nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal; fui, isto sim, vítima dos crimes de pessoas hoje indiciadas.

- Jamais intermediei nenhum negócio entre empresa privada e setor público no Brasil ou em qualquer parte do mundo.

- Não fui sócia de Verônica Dantas, apenas integramos o mesmo conselho de administração.

Faço uma breve reconstituição desses fatos, comprováveis por farta documentação.

2. No período entre Setembro de 1998 e Março de 2001, trabalhei em um fundo chamado International Real Returns (IRR) e atuava como sua representante no Brasil. Minha atuação no IRR restringia-se à de representante do Fundo em seus investimentos. Em nenhum momento fui sua sócia ou acionista. Há provas.

3. Esse fundo, de forma absolutamente regular e dentro de seu escopo de atuação, realizou um investimento na empresa de tecnologia Decidir. Como conseqüência desse investimento, o IRR passou a deter uma participação minoritária na empresa.

4. A Decidir era uma empresa “ponto.com”, provedora de três serviços: (I) checagem de crédito; (II) verificação de identidade e (III) processamento de assinaturas eletrônicas. A empresa foi fundada na Argentina, tinha sede em Buenos Aires, onde, aliás, se encontrava sua área de desenvolvimento e tecnologia. No fim da década de 90, passou a operar no Brasil, no Chile e no México, criando também uma subsidiária em Miami, com a intenção de operar no mercado norte-americano.

5. Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão. Ao contrário do que afirmam detratores levianos, sem provar nada, a Decidir não era uma empresa de fachada para operar negócios escusos. Todas e quaisquer transações relacionadas aos aportes de investimento eram registradas nos órgãos competentes.

6. Em conseqüência do investimento feito pelo IRR na Decidir, passei a integrar o seu Conselho de Administração (ou, na língua inglesa, “Board of Directors”), representando o fundo para o qual trabalhava.

7. À época do primeiro investimento feito pelo IRR na Decidir, o fundo de investimento Citibank Venture Capital (CVC) – administrado, no âmbito da América Latina, desde Nova Iorque – liderou a operação.

8. Como o CVC tinha uma parceria com o Opportunity para realizar investimentos no Brasil, convidou-o a co-investir na Decidir, cedendo uma parte menor de seu aporte. Na mesma operação de capitalização da Decidir, investiram grandes e experientes fundos internacionais, dentre os quais se destacaram o HSBC, GE Capital e Cima Investments.

9. Nessa época, da mesma forma como eu fui indicada para representar o IRR no Conselho de Administração da Decidir, a Sra. Veronica Dantas foi indicada para participar desse mesmo conselho pelo Fundo Opportunity. Éramos duas conselheiras (e não sócias), representando fundos distintos, sem relação entre si anterior ou posterior a esta posição no conselho da empresa.

10. O fato acima, no entanto, serviu de pretexto para a afirmação (feita pela primeira vez em 2002) de que eu fui sócia de Verônica Dantas e, numa ilação maldosa, de que estive ligada às atividades do empresário Daniel Dantas no processo de privatização do setor de telecomunicações no Brasil. Em 1998, quando houve a privatização, eu morava há quatro anos nos Estados Unidos, onde estudei em Harvard e trabalhei em Nova York numa empresa americana que não tinha nenhum negócio no Brasil, muito menos com a privatização.

11. Participar de um mesmo Conselho de Administração, representando terceiros, o que é comum no mundo dos negócios, não caracteriza sociedade. Não fundamos empresa juntas, nem chegamos a nos conhecer, pois o Opportunity destacava um de seus funcionários para acompanhar as reuniões do conselho da Decidir, realizadas sempre em Buenos Aires.

12. Outra mentira grotesca sustenta que fui indiciada pela Polícia Federal em processo que investiga eventuais quebras de sigilo. Não fui ré nem indiciada. Nunca fui ouvida, como pode comprovar a própria Polícia Federal. Certidão sobre tal processo, da Terceira Vara Criminal de São Paulo, de 23/12/2011, atesta que “Verônica Serra não prestou declarações em sede policial, não foi indiciada nos referidos autos, tampouco houve oferecimento de denúncia em relação à mesma.”

13. Minhas ligações com a Decidir terminaram formalmente em Julho de 2001, pouco após deixar o IRR, fundo para o qual trabalhava. Isso ressalta a profunda má fé das alegações de um envolvimento meu com operações financeiras da Decidir realizadas em 2006. Essas operações de 2006 – cinco anos após minha saída da empresa – são mostradas num fac-símile publicado pelos detratores, como se eu ainda estivesse na empresa. Não foi mostrado (pois não existe) nenhum documento que comprove qualquer participação minha naquelas operações. Os que pretendem atacar minha honra confiam em que seus eventuais leitores não examinem fac-símiles que publicam, nem confiram datas e verifiquem que nomes são citados.

14. Mentem, também, ao insinuar que eu intermediei negócios da Decidir com governos no Brasil. Enquanto eu estive na Decidir, a empresa jamais participou de nenhuma licitação.

Encerro destacando que posso comprovar cada uma das afirmações que faço aqui. Já os caluniadores e difamadores não podem provar uma só de suas acusações e vão responder por isso na justiça. Resta-me confiar na Polícia e na Justiça do meu país, para que os mercadores da reputação alheia não fiquem impunes.” 

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MThereza

A gente aqui discutindo se o

A gente aqui discutindo se o emprego do Dirceu é legal ou não e o escândalo do linchamento do "mensalão" do PT vai se firmando como real e verdadeiro. Não sei se me faço entender.

Os fatos de Dirceu e outros precisarem de um emprego em Brasília, de Genoíno ter renunciado para não dar mais espaço para achincalhe por parte do sr. presidente da câmara, (que, diga-se de passagem,  é dono de uma "repetidora" ou afiliada da globo no RN e não pode perder essa boquinha), decorrem dos desmandos do presidente do stf, da pequenez dos demais ministros, da falta de reação do congresso nacional, de se ter permitido que o "julgamento" fosse iniciado e chegasse ao ponto que chegou. Estamos sendo pautados pela mídia velha. Não adianta esbraverjarmos contra os casos do trensalão tucano em SP, do mensalão tucano em MG, do mensalão do dem no DF, do helicóptero transportando drogas (que pelas notícias divulgadas entrou sozinha no veículo automotor isento de IPVA), da privataria, da compra de reeleição, entre outras coisas.

Estamos brigando contra os efeitos colaterais de uma obscenidade. Os advogados do blog podem esclarecer se já não é hora de levar o caso às cortes internacionais, do Pizolatto soltar o verbo na Itália. Precisamos desnudar o stf perante a parcela da sociedade que está se deixando levar por esse moralismo velhaco, leviano, seletivo e inútil.

No mais, é PT em 2014, de ponta a ponta.  

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pois é...

moralismo cujo principal objetivo é o de afastar o legislativo da política..................

 

a bem da verdade, maioria nem sabe a diferença entre usar mal e fazer mau uso da política

 

merecem mesmo, porque é muito perigoso para a Democracia também

 

merecem mesmo, porque só negociam

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já perceberam...

motivo de unirem-se aos mais fortes, ao 3 e ao 4

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Aposentado Invocado e RedeCastor com Malware

Caro Nassif e demais

Os blogues do Aposentado Invocado e RedeCastorphoto, até então normal, estão aparecendo que possuem o Malware.

O que está acontecendo??

Alguém sabe?!

Saudações

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Jose Farkas

Duas ou mais pessoas de

Duas ou mais pessoas de qualquer nacionalidade podem registrar uma sociedade anonima no Panama.

http://www.oas.org/juridico/spanish/mesicic3_pan_ley32.pdf

Dizer que e' necessario um cidadao panamenho para isso e' que e' "desonestidade intelectual"!

 

Sim, esta empresa possui centenas de empresas registradas dessa forma. O proposito e' esconder quem e' o dono da empresa. Geralmente ligada a corrupcao e lavagem de dinheiro, mas nao necessariamente. Neste caso a suspeita basta pra deixar qualquer um de cabelo em pe'.

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A empresa e o apartamento de Joaquim Barbosa

José, pelas deduções da Globo, o correto é que incluamos neste rol de mafiosos o Barbosa, o Google e quase a totalidade das empresas, no caso de Barbosa ele foi além e usou imóvel de propriedade pública como sede da sua Off Shore, o que fere o Código da Magistratura:

A empresa e o apartamento de Joaquim Barbosa em Miami, por Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

 Empresa de araque em Miami

Empresa de araque em Miami

O texto abaixo, publicado em julho passado, viralizou agora, dada a truculência de JB. Aos leitores do DCM que não o tenham lido, aqui uma nova chance.

E mais uma vez Joaquim Barbosa aparece em meio a uma controvérsia.

Para sonegar imposto, ele abriu uma empresa nos Estados Unidos ao comprar uma casa em Miami calculada em 1 milhão de reais.

A empresa se chama Assas JB Corp, e os brasileiros souberam dela pela Folha de ontem.

A sonegação derivada da Assas JB é, a rigor, um problema americano. Com ela, JB transmite a seus herdeiros a casa sem os impostos habituais.

Vai ser interessante observar como as autoridades dos Estados Unidos – neste momento lutando fortemente para evitar mecanismos de sonegação – lidarão com a Assas JB.

No Brasil, você tem um duplo efeito colateral.

O primeiro é moral: tudo bem um presidente do STF recorrer a uma mentira – uma empresa não existente – na ânsia de burlar o Fisco?

O segundo é legal: o Estatuto do Servidor trata da questão de empresas privadas. Proíbe “participar de gerência ou administração de empresa privada, de sociedade civil, ou exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário”.

Você fica em dúvida, ao ler, se a exceção — no caso de acionista como JB — é para tudo ou apenas para o comércio. Na internet, a proibição tem sido lembrada, mas sem o complemento confuso.

O que é fato é que é mais um embaraço para Joaquim Barbosa e outra mancha para a reputação de um homem que posou como um Catão para os brasileiros no julgamento do Mensalão.

Em todo o mundo, nas questões tributárias, está sendo feita hoje uma distinção entre o que é “legal” e o que é “moral”.

Nos últimos 30 anos, grandes empresas em todo o mundo encontraram brechas para reduzir ao mínimo os impostos pagos. Recorreram a paraísos fiscais.

Empresas como Google, Microsoft e Apple, para ficar apenas em alguns exemplos, carregam contabilmente quase todo o seu faturamento bilionário para países em que a carga fiscal é quase nula.

É legal? Sim. É moral? Não.

O governo britânico está dando combate a esse tipo de coisa. Recentemente, o caso do Google foi analisado no Parlamento.

A deputada Margaret Hodge, presidente do Comitê de Contas Públicas, assinou um relatório cheio de informações.

“O Google vem tendo enormes lucros no Reino Unido. Mas, apesar do faturamento de 18 bilhões de dólares entre 2006 e 2011, pagou o equivalente a apenas 16 milhões de dólares em impostos para o governo do Reino Unido.”

Continuou a deputada:

“O Google descaradamente argumentou perante este comitê que seu regime fiscal no Reino Unido é defensável ​​e legal. Alegou que suas vendas de publicidade são realizadas na Irlanda, e não no Reino Unido.”

“Esse argumento é profundamente inconvincente e foi minado por informações de denunciantes, incluindo ex-funcionários do Google, que nos disseram que a equipe baseada no Reino Unido está envolvida nas vendas de publicidade. O pessoal na Irlanda simplesmente processa as contas.”

Ainda a deputada:

“Diminuiu também nossa confiança no HMRC [o equivalente à Receita Federal]. É extraordinário que o HMRC não  tenha questionado o Google sobre a incompatibilidade total entre suas receitas e seus impostos no Reino Unido.”

“O HMRC precisa ser muito mais eficaz no combate a estruturas corporativas artificiais criadas pelas multinacionais com nenhuma outra finalidade que não para evitar impostos.”

O governo inglês quer que o Google pague imposto direito

O governo inglês quer que o Google pague imposto direito

A empresa criada por Joaquim Barbosa enquadra-se exatamente aí: não tem nenhum outro propósito que não seja evitar impostos.

No caso de JB, o debate fiscal se soma ao dos privilégios desfrutados pelos magistrados – e de usos e costumes altamente questionáveis.

Recentemente, soube-se que ele usou verba pública para viajar de Brasília ao Rio para ver um jogo da seleção brasileira.

Viu no camarote de Luciano Huck, hoje chefe de seu filho na Globo. Existe aí um claro conflito de interesses.

A Globo, como o Google, tem práticas fiscais extremamente agressivas. Há uma pendência bilionária na Receita sobre uma trapaça fiscal da Globo em que a compra de direitos de transmissão da Copa de 2002 foi contabilmente tratada como um investimento no exterior.

Caso esta questão, ou qualquer outra da Globo, chegue ao Supremo, qual a isenção de JB para julgá-la?

E não só dele, aliás. O novo integrante do Supremo, Luiz Roberto Barroso, trabalhava até recentemente para a organização que faz o lobby da Globo, a Abert.

A Justiça brasileira tem, para prejuízo do interesse público, relações de grande promiscuidade.

 relações complexas

Com Huck: relações complexas

Não há muito tempo, empresas privadas e públicas patrocinaram um encontro de juízes federais em um resort na ilha de Comandatuba, sul da Bahia.

No encontro, os juízes ocuparam apartamentos de luxo e bangalôs cujas diárias variam entre 900 e 4 mil reais. Os participantes tinham direito a levar acompanhantes.

Os participantes podem julgar casos fiscais em que as empresas patrocinadoras da boca livre sejam réus. Isso configura um monumental conflito de interesses.

Na mesma linha, o jornal Lance revelou há algum tempo que a CBF pagou todas as despesas de um torneio de futebol entre juízes federais espalhados pelo país.

Não era a primeira vez que a CBF oferecia mimos a magistrados, notou o jornal. Ficaram tristemente famosos os vôos da alegria promovidos pela CBF nas Copas do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, e em 1998, na França.

Altos funcionários da Justiça, acompanhados de suas mulheres, ficaram em hotéis cinco estrelas pagos pela CBF.

Como lembrou o Lance, Ricardo Teixeira, então presidente da CBF, foi condenado, em agosto de 2000, a seis anos de prisão por prestar informações falsas às autoridades.

Só que a sentença ficou tanto tempo parada no Superior Tribunal de Justiça que prescreveu, e Ricardo Teixeira se livrou da condenação.

Quem fiscaliza as práticas dos magistrados? A mídia deveria fazer isso. Mas quase não faz. Como fiscalizar os passos de alguém que foi classificado como o “menino pobre que mudou o Brasil”, como fez a Veja na época do Mensalão?

Há esparsos esforços de investigação da mídia. Um deles, no calor dos protestos de junho, veio do Estado de Minas.

Assinalou o jornal:

“Com salários na casa dos R$ 28 mil, os ministros do STF têm direito a cota de passagens que deve ser gasta em viagens oficiais, mas pode ser estendida a parentes, quando, diz uma resolução interna de 2010, a presença deles for indispensável. Os magistrados e também os representantes do MP têm ainda benefícios como auxílio-alimentação, licença remunerada para estudar no exterior e duas férias por ano de 30 dias cada – com direito a um terço a mais do salário por período.”

Continuou o jornal:

“Como se não bastassem tantas regalias, alguns ainda têm direito a certos “mimos”, como um “assessor de check-in”, funcionário especializado em agilizar os voos no aeroporto de Brasília de senadores e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). De terno e gravata, ele providencia o cartão de embarque, o despacho das malas e ainda carrega as bagagens de mão. Tudo para evitar que essas autoridades tenham que enfrentar filas ou se misturar aos demais passageiros.”

“Um contraste não só com a rotina do trabalhador, mas também com a dos colegas da Suécia, onde os parlamentares não têm direito a assessores, secretária, carro oficial. Lá, o que lhes cabe é apenas um apartamento funcional de até 40 metros quadrados, com cozinha e lavanderia comunitárias.”

A mídia é leniente na fiscalização a magistrados. O que fazer então?

Claudio Abramo, coordenador da Transparência Brasil, entende que compete à sociedade mesma exercer a fiscalização. A sociedade tem que cobrar firmemente transparência nos gastos públicos, diz ele.

“Esse negócio de ter carro, motorista e regalias paralelas é tipicamente latino. E não é apenas para compensar os salários pagos no setor público. Quem ocupa esses cargos quer ser distinguido como ocupante de um cargo de nobreza, com símbolos exteriores de prestígio”, afirma Abramo.

No mundo, dois homens extraordinários estão dando um exemplo formidável na questão de privilégios.

Mujica e seu fusca são uma inspiração

Mujica e seu fusca são uma inspiração

Um deles é o Papa Francisco, que viajou de classe econômica de Buenos Aires para o conclave que o elegeu para o Vaticano.

O outro é Pepe Mujica, o presidente do Uruguai, que vive em seu sítio modesto e não no palácio presidencial, e dirige seu próprio Fusca.

Quem sabe os homens públicos brasileiros se inspirem em tais figuras?

Enquanto isso não ocorre, para lembrar a boa recomendação de Claudio Abramo, compete à sociedade cobrar transparência, transparência e ainda transparência

 

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...spin

 

 

Senhores e escravos

Um homem. Um só homem e sua história. Preso. Contra toda a direita do Brasil. Uníssona.

É coisa para poucos.

Mas enquanto os abutres correm na sua direção o Brasil avança. A passos lentos, porém progressivos, até o momento, para tornar-se um país menos desigual.

Enquanto estiver vivo, aparentemente, não tombará.

Chamará para si toda a responsabilidade sobre os erros e acertos da esquerda.

E assim seguirá lutando. A luta por uma pátria livre. Uma geração. Um sonho.

Hasta la victoria siempre !

O escravo* sem medo é senhor da história.

*posto que preso

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A guerra da elite tupiniquim é contra a mudança do status quo

Este é que o problema: O status quo que a elite tupinquim não permite mudança, farão de tudo para solapar as conquistas do povo brasileiro, se perceberem de vez que não chegarão ao poder através do voto, corremos um grande risco de um golpe para derrubar Dilma uma vez que o golpe do judiciário não vai dar em nada, a não ser na vingança contra os petistas presos.

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...spin

 

 

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Jossimar

Já faz uns quatro anos que o

Já faz uns quatro anos que o Paulo Henrique Amorim afirma que está em andamento no brasil aquilo que ele chama de "golpe de estado da direita".

Segundo ele, o objetivo final do golpe seria prender o LULA e tirar o PT do governo central.

Este golpe seria dado através do Judiciário.

Parece que ele está certo.

Presos políticos já temos vários novamente.

Me parece que as arbitrariedados do Joaquim são cometidas de propósito. Se alguém que conhece a Lei, agride esta Lei a todo instante, não pode ser ignorância, tem de ser má fé.

Acho que estão testando até onde podem ir. Se sentirem que ao derrubar o governo do PT através do judiciariozinho não haverá reação popular, não hesitarão em derrubar.

Aí, seremos iguais a honduras e paraguai e teremos um grande motivo de orgulho. Seremos BANANEIROS.

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leonardo brito1960

O jogo sujo da Globo

A inteção é denegrir ainda mais a imagem do condenado Dirceu. A imprensa deste país pinta e borda e a Globo, pinta, borda e faz renda. Já passou da hora para que o governo tome coragem e mude as regras que regem a imprensa e jogue duro contra estes malfeitores da desinformação. Acho que a Globo ano invés de ir ao Panamá para investigar a origem do hotel que contrataria o Dirceu, deveria ir também na Suiça investigar as falcatruas dos tucanos que desviaram bilhões do Metrô de SP. Aproveitar a visita à Suiça e investigar a vida de Ricardo Teixeira, a Fifa e a CBF, nos informando em detalhes o que realmente aconteceu com esta gente. Será porque ela não faz isso ?

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interesse seletivo do PIG

esqueceram o helipóptero

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pedro paulo souza

Pois é, esta é a pergunta de

Pois é, esta é a pergunta de 1 milhão : O que foi feito de tão grave contra o PIG, elite e seus sanguessugas, para terem tanto ódio e sede de vingança contra o PT ?????

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Paulo C. P. Z.

como não tem nada a ver?

Primeiro, gostaria de registrar que acho sensacional a presença da Globo em vários episódios relevantes. Acontece um tsunami ou um tufão, está lá alguém da Globo, acontece um crime brutal num rincão distante, está lá um repórter da Globo, e assim por diante. Poucos assuntos de relevo não são reportados pela Globo.

A Globo é reconhecidamente o mais competente jornalismo do Brasil e uma das melhores empresas do mundo neste departamento. Não gostaria de estar aqui defendendo a Globo, por que não é esta a ideia, mas tive que fazer esta introdução para contextualizar. É impossível negar a importância e a competência do seu jornalismo. Vc, militante, pode não gostar, mas deve reconhecer este fato.

Quantas outras investigações, notícias, análises políticas e criminais a Globo fez que redundou em prisões e fim de esquemas de corrupção ou outros crimes? Reflita honestamente e responda. Ah é, petista bom não assiste a Globo, né?! até parece.

Agora, quando a notícia, a investigação ou o comentário político atinge alguém do núcleo político do mensalão, os militantes querem fazer parecer que a única pauta investigativa desta empresa é o PT. Querem fazer parecer uma perseguição e coisas do tipo.

Este assunto "emprego do Zé Dirceu", pelas circunstâncias nebulosas que o envolvem, é importante sim.  Se não é para os militantes do PT ou simpatizantes, é para o resto da população.

O mensalão é um destes temas importantíssimos para o país, o Zé Dirceu era o homem forte do "intocável" Presidente Lula, o crime que já está em fase final de julgamento, com sentenças prolatadas, por estas e outras há muita coisa a ser noticiada, investigada e acompanhada por todos os brasileiros.

Além da corrupção, o que dá asco é ver um cara como Zé Dirceu entregue aos esquemas que sempre criticou, vivendo de consultoria a empresas capitalistas, etc, etc. Se tem alguém que está à direita, apesar do discurso, é o Zé Dirceu. Nesse sentido, o Genoíno é muito mais honesto.

Não dá pra ignorar que o esquema do mensalão envolveu presidente (dona) de Banco, altos executivos, e políticos de outros partidos.

Se me lembro de alguma coisa da época que Zé Dirceu era oposição, Banco nenhum prestava. Por que, então, está envolvido com o BMG e o Rural? Estes eram bons?

Outro assunto que a oposição petista criticava era a corrupção, defendia a ética e coisa e tal. Agora tudo foi por água abaixo? Sim, porque só quem esqueceu do que o transformou em alguém importante para o país, não vai atinar a eticamente suspeitíssima contratação pelo tal Hotel. Não vou nem falar de outros crimes que, vou ficar só na ética, que deveria ser o suficiente para fazer com que Zé Dirceu rejeitasse este emprego.

O mensalão "petista", por ter sido praticado no mais alto escalão do Governo, ter batido à porta da Presidência da República, é sim o assunto mais importante do Brasil. ah, e o mensalão mineiro?

Aí os críticos devem ter em mente duas coisas. A primeira é que ainda não há sentença sobre o assunto. Então não dá pra fazer muita coisa a não ser noticiar o andamento ou a paralisia (morosidade) do processo. A segunda é que os petistas não podem ser contraditórios. Se defendem a tese de que não existiu o mensalão "petista", então não há razão para acreditarmos no mensalão mineiro. Pela lógica do argumento deveríamos esquecer este outro mensalão em andamento. Há uma terceira hipótese. Se for comprovado o mensalão mineiro, não seria o caso de tornar o mensalão petista indiscutível?

Em função destes argumentos, os petistas deveriam ficar menos ansiosos pelo mensalão mineiro, nem deveriam se ocupar muito deste assunto para evitar mais esta contradição.

Quando falam do STF ignoram que muitos ministros foram nomeados por Lula ou Dilma, esquecem que, enquanto um tinha ânimo acusador outros adotavam postura de advogado de defesa. Esquecem também que o mesmo ministro (decano) que foi aplaudido por acatar os embargos infringentes bradou em alto e bom som que havia uma quadrilha, chamou a todos de quadrilheiros. Duvido que ele faria isso sem provas.

Além do mais, não dá pra ficar elogiando ou se baseando nas opiniões de intelectuais de esquerda, militantes, nem dá pra acreditar na análise feita pelos advogados de defesa como se fossem as balizas da justiça.

Outra coisa importante é que muitos acreditam nas versões de Zé Dirceu e outros, em especial porque eles não confesssaram. Vão esperar que um criminoso confesse um crime? Nem todos fazem isso, e muitos fazem para obter benefícios na punição. O fato de Zé Dirceu não confessar não significa que o crime não aconteceu.

Por fim, se pensarmos no Brasil e não no Zé Dirceu ou no núcleo político do mensalão, vamos lembrar que corrupção não é bom, que é um crime e que nenhum partido ou político pode praticar atos ímprobos oui crimes desta natureza.

O PT e seus militantes parecem ter saudades da época que eram estilingue. Agora que são governo devem aguentar as consequências, responder pelos erros e progredir no sentido de não cometer outros.

O Brasil precisa de políticos e práticas políticas decentes. Chega de impunidade. Ou não? Chega de corrupção. Ou não? Chega de achar que o emprego do Zé Dirceu não é suspeito. Ou não?

Quando forem me responder, não precisa me acusar de "direita", de "velhinho" ou sei lá mais o que. Basta ficar no plano dos fatos e das ideias. Tentar me desqualificar por ter falado da Globo ou por supostamente, na ideia de vocês, ser de direita, não é suficiente. Eu poderia ficar desqualificando a todos com os mesmos argumentos, mas vocês já se autodesqualificam quanto agridem os outros.

Era mais ou menos isso que queria dizer.

abs

 

 

 

 

 

 

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João Jorge

Poderia escrever uma página

Poderia escrever uma página inteira para rebater teus argumentos, mas vou ficar só no aspecto do jornalismo profissional porque reconheço que na questão do julgamento da AP 470 não são os argumentos, provas e contraprovas ou falta de provas que vão determinar a inocência dos réus em relação aos crimes que lhes foram imputados.

Salta aos olhos que foi um julgamento de exceção, direcionado para condenar os réus, com o apoio da mídia empresarial..

Portanto, quero afirmar que o jornalismo da Globo é muito  incompetente. Vou dar só um exemplo

Pizzolato fugiu do país 45 dias antes da decretação de sua prisão.

O jornalismo da Globo hibernou durante 45 dias e dormiu mais ainda no dia em que foi decretada a  prisão de Pizzolato..

Na noite desse mesmo dia, um jornal eletrônico, o Correio do Brasil, noticiou que Pizzolato havia fugido para a Itália.

A Globo só deu a notícia no outro dia, depois da "caneta" que sofreu do Correio do Brasil.

Como é que um jornalismo com a estrutura da Globo não conseguiu manter um mínimo de acompanhamento do Pizzolato para dar um grande furo jornalístico.

Naquela instituição de mídia empresarial só existe jornalista de escritório. São uns típicos metrossexuais que se exibem como jornalistas. Tanto é verdade que a rede Globo faz campanha de publicidade para torná-los celebridades. Jornalista celebridade: é ridículo. São poucos os que tem algum estofo intelectual para competir com os jornalistas da mídia alternativa.

Eles apenas se dedicam à arte de selecionar as notícias para formar uma opinião pública contra os seus adversários políticos. E mesmo assim estão perdendo quase todas as batalhas desde que obtiveram uma vitória quando do debate eleitoral Collor X Lula.

É verdade que o seu antijornalismo obteve uma vitória no julgamento da AP 470. Uma vitória de Pirro, pois perdem cada dia mais audiência e não conseguem retirar o PT do poder central. Em nenhum momento deram espaço para o outro lado, para o lado dos réus, para as defesas: isto por acaso é bom jornalismo.

Meu caro: acredito que você assiste muito pouco a Globo.

Eu, realmente, parei de assistir. Desisti. Não há vida inteligente naquela organização. Chega de perder meu tempo..

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Prezado, vc até parece ser um

Prezado, vc até parece ser um cara bem intencionado. O seu problema é que vc não possui o domínio dos fatos. Só por isso já está desde logo absolvido.

O assunto primordial, neste post, é José Dirceu. Neste ponto, você dita:

"O fato de Zé Dirceu não confessar não significa que o crime não aconteceu."

Que argumento mais estranho é esse?

Na sua concepção, se ele confessar, então, obviamente, aconteceu.

Ele não confessando,  ainda na sua concepção, "não significa que o crime não aconteceu."

A saída para o Zé Dirceu, então, é provar a sua alegada inocência?

Vc consegue se imaginar numa situação de ter que provar que NÃO fez algo?

A dona Globo, que vc elogia, utilizou destes mesmos expedientes que os donos do hotel se utilizam para pagar menos impostos num contrato da compra dos direitos da copa do mundo.

Pelo seu raciocínio, então, não se deve confiar em nenhum funcionário da Rede Globo. A relação entre os funcionários da Rede Globo e a RedeGlobo será sempre suspeita.

Neste quesito, em particularr, não te absolvo. Vc é culpado por acreditar nestes manipuladores.

Como isto não é crime, não precisa tentar me provar sua inocência. Vc realmetne é um inocente, pois, como já disse, não possui o domínio dos fatos.

 

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Beto

E o competentissmo jornalismo

E o competentissmo jornalismo investigativo da  globo desvendando o caso do helicoptero do po?

E o competentissmo jornalismo investigativo da  globo vasculhando os meandros escabrosos do trensalao?

E o competentissmo jornalismo investigativo da  globo no escandalo do iss da prefeitura paulista?

O jornalismo da globo e bom mesmo em distorcer, desinformar, confundir, mentir descaradamente, dissimular...

Nojento!

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Informe-se

Vão esperar que um criminoso confesse um crime? 

Por isso as provas materiais colhidas durante a investigação são mais valiosas do que qualquer confissão. E contra Dirceu não há qualquer indício de que ele tenha cometido qualquer crime. Nem o Tribunal de Exceção de Nuremberg cometeu tanta discricionariedade, pois até ministros de Hitler foram absolvidos por falta de provas, e olhe lá que estava em julgamento os piores crimes contra a humanidade e não um esquema de caixa 2 eleitoral que arrecadou uma merreca em comparação aos bilhões do trensalão tucano, os réus não se ficaram com a grana, os seus sigilos foram quebrados etc. Infome-se. Não seja papagaio do pig.

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...spin

 

 

Vc pode ateh achar q o

Vc pode ateh achar q o jornalismo da Globo eh isento, vc pode ateh acreditar q eles denunciam todos com isomia, vc pode ateh achar que o Bonni nao manipulo o debate LulaxCollor. Tbm, vc pode acreditar que todo o discurso dos Villas, Manglis, Sardenbergs, Mirians, waacks, et caterva estah isento de ideologia, ao contrario de nos. Vc comete o erro de associar poder aquisitivo com a essencia do bom jornalismo. Uma coisa interessante, jah qUE AGlobo eh onipresente, pq ele nao foi ateh a Suica ver o trabalho do ministerio publico? Pq ela nao apareceu em Miame para ver o caso do ap do Quinzao? Este ultimo tem tao ou mais relevancia do que o hotel. Ah! Mas a Globo eh neutra, ela nao soh vai atras dos"relevantes".

 

 

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Ques as forças maiores me livrem de linchar o devido processo legal

Tô fora

Francy, eu também não morro de amores por uma empresa que foi fruto da ditadura, se alimentou disso da mesma forma que agora se alimenta do "mensalão"(além de ter-se alimentado também da grana do valerioduto), a Globo não paga o fisco apesar de ter uma fortuna de mais de 52 bilhões de reais, o que não poderia ser diferente com o monopólio da comunicção, que exerce a ferro e fogo, desse "padrão de qualidade" cujo objetivo é mamar mais e mais e deixar o povo na miséria e além do mais não respeita a democracia, quero é distância,  tô fora.

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...spin

 

 

Patético

Por baixo, muito por baixo, 80% das empresas brasileiras utilizam-se desse esquema. Entre outras coisas para não pagar impostos no Brasil e em alguns casos, sonegar mesmo. É patético ver a Globo (uma das maiores clientes de offshores de Miami) fazer uma reportagem "denunciando" isso. Pior é tratar a sua cada vez menor audiência como se todos fossem débeis mentais.

Tentando avacalhar o Zé Dirceu, a Globo acabou abrindo a sua retaguarda de forma irreversível.

Preparem-se que vem muito chumbo por aí.

Nesse aspecto a "reportagem" da Globo foi excelente. Os 20 mil de Dirceu vão revelar muitos bilhões do Brasil passeando pelo Caribe...

Plim Plim...

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Zanchetta

Quer um lugar mais fácil para

Quer um lugar mais fácil para lavar dinheiro que um hotel? É só declarar uma ocupação de 100 apartamentos por dia a mais que realmente teve e teremos em torno de R$ 100.000,00 lavados por dia...

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Nota-se que o comentarista

Nota-se que o comentarista desconhece as verdadeiras lavanderias de dinheiro. R$ 100.000,00 x 30dias= R$ 3.000.000,00/mês o que dá R$ 36.000.000,00/ano. Isto é um balde diante das lavanderias do sistema financeiro, grandes empreiteiras e empresas como Globo e outras.

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webster franklin

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Motta Araujo

Negativo. Cada hospede é

Negativo. Cada hospede é OBRIGADO a se registrar numa ficha-padrão da Embratur, onde consta endereço, RG, CPF e o como pagou, de cada 20 hospedes, 19 pagam com cartão de credito, que tem registro, filiação, CPF, seria uma lavanderia muito complicada.

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NNN

Cadastros à venda

André, aqui em Sampa, nas imediações da Sta. Ifigência e nas barbas da delegacia do DEIC, são vendidos/comprados pencas de cadastros com RG, CPF, etc.

Ou voce acredita que a Receita cruza os dados dos hotéis com os da Embratur?

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Lavagem de dinheiro em hotel?

Lavagem de dinheiro em hotel? Isso é coisa para remediados. Estamos falando de bilhões (quiçá trilhões)...

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Restaurantes também entram no

Restaurantes também entram no mesmo esquema!

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