O melhor e o pior dos grandes cineastas, por Luis Nassif

Uma dica para os cinéfilos.

Em vez de Netflix, Amazon Prime e outros, passe a usar melhor os pacotes das operadoras. No meu caso, é a Vivo – mas o modelo deve ser o mesmo para as demais.

O pacote da Vivo inclui o Telecine, HBO, Universal e outros. A caixinha tem um HD de bom tamanho, que permite a gravação de qualquer filme. Basta entrar no canal, estudar sua programação, selecionar os filmes e dar o comando de gravar.

Já tenho mais de 150 filmes gravados, que posso acessar a hora que quiser. Dentre eles, os filmes do Telecine Cult, que passa preciosidades diárias, dentre elas os melhores e os piores filmes dos principais cineastas da história.

É curioso conferir.

De Alfred Hitchcock gravei os melhores, “O Homem que Sabia Demais”, “Marnie, Confissões de uma Ladra”, “Os Pássaros”, “Janela Indiscreta”, “Trama Macabra”. E também dois filmes menores, produzidos provavelmente com o patrocínio do Departamento de Estado, em plena guerra fria: “Cortina Rasgada” e “Topazio”.

O grande Stanley Kubrick, de “2001, Odisseia no Espaço”, “Spartacus”, “O Iluminado”, “Nascido para Matar”, “Glória feita de sangue” aparece também com “A Morte Passou por Perto”, de uma mediocridade assustadora, mas de um Kubrick começando, aos 26 anos.

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