O pobre Alexander de Almeida, rei do camarote da Vejinha

O video do tal “Rei do Camarote” – capa da Veja-SP – está gerando campanhas de Facebook contra o tal empresário.

É crônica de uma morte anunciada.

No rosto, no olhar inseguro, nos afagos dos puxa-sacos, nos requebros desengonçados, é evidente um sujeito instável, frágil como um pilar de cristal prestes a quebrar, sustentando uma tonelada de expectativas familiares frustradas.

Não é de hoje que esse tipo de jornalismo explora a figura do alpinista social ou dos novos ricos sem pedigree. É fórmula fulminante, que gera leitura e repercussão, garante tiragem para a revista e desmoralização para os ricos de grana e pobres de discernimento.

Se  uma revista tipo a  Piauí dedicar  um de seus belos perfis ao Alexander, não encontrará nada diferente de outros candidatos a celebridades.

Pelo aperitivo, é rico sem pedigree. Ou seja, a família venceu dando murros, abrindo caminho à força, por mérito próprio ou por picadas pouco visíveis. Seja qual for a origem da fortuna, de agora em diante será dissecada.

Essas epopeias familiares nascem de pais fortes, sem complexo de inferioridade, com garra superior à dos que entram na vida empresarial escorados nas redes de proteção das relações sociais e familiares.

Esses pais exigem a mesma garra dos filhos.

Por conta da ascensão econômica, os filhos passam a frequentar novos ambientes sociais. E entram em um mundo estranho, de milionários como eles, mas com história, verniz e maneiras mais sutis de atender a egos inflados. E, aí, o complexo explode o ego em mil pedaços.

Leia também:  A era do autoritarismo líquido

Sente-se inferiorizado no novo ambiente, em que todos são ricos, mas alguns têm pedigree e sente-se inferiorizado no ambiente familiar, em provável disputa com irmãos mais fortes que atenderam às expectativas dos pais.

A única saída será procurar outro ambiente, no qual possa se destacar pelo único diferencial que tem: o dinheiro. E aí se mete até o pescoço no ridículo.

Mas o pior está por vir. O processo de criação de celebridades traz no seu bojo o prazer da destruição posterior. São os dois momentos de maior destaque do grande show da mídia: o momento da criação e o momento da destruição do personagem.

Que as empresas desse pobre coitado tenham total solidez e que o caminho familiar para a fortuna tenha total transparência para poder resistir à devassa que se seguirá a esse show de ridículo.

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197 comentários

  1. Alguém sabe a origem desse

    Alguém sabe a origem desse cara, empresário de que ramo, empresa(s), etc? Só para lembrar, dinheiro não aguenta e nunca aguentou desaforo. 

  2. O porta voz da casa grande quatrocentona…

    Arf, este blog hoje tá-que-tá…

    Primeiro os quatro mil textos sugeridos pelo gunter, o que nos sugere que os donos estão viajando…

    Agora este texto h-o-r-r-o-r-o-s-o…

    Que diferença faz se é noveau riche ou ancien riche?

    Santo zeus…

    Que crônica de costumes ridícula é esta…? Sob o argumento do desmonte do ridículo playboy sem pedigree, o editor do blog recita a etiqueta da tradição… A dos ricos COM pedigree…

    Como se os cachorros latissem diferente, ou na hora de aliviar suas necessidades o resultado fosse mais cheiroso…

    rsrsrs…

    é, este blog já teve dias melhores…

    • Prezada
      não seja superficial

      Prezada

      não seja superficial e apressada. O que justifica a exposição desse pobre coitado, o mote que produz esse duplo movimento – o de expor o sujeito ao ridículo e, mais tarde, destruí-lo – é justamente o preconceito da sociedade paulistana com a falta de pedigree. Ao menciona-lo estou atrás de uma explicação para o ridículo, não o de endossar o preconceito. 

      • E o Scarpa?

        O Chiquinho Scarpa tem pedrigree e é tão caricato quanto esse Alexandre, só diferem nas modas peculiares a cada geração. E o “conde” sempre atraiu a mesma curiosidade embasbacada de certo tipo de mídia. O mais ridículo é a Veja reduzir-se a uma Caras piorada.

        • Pedigree de onde? Não tem

          Pedigree de onde? Não tem nenhum, é origem imigrante, como grande parte dos paulistas.

      • Ops, mordeu a isca…

        Senhor Nassif, releia bem o trecho que Vossa Mercê escreveste:

        “(…)Ao menciona-lo estou atrás de uma explicação para o ridículo, não o de endossar o preconceito. (…)”

        Se Vossa Mercê já julgou (ridículo), você já endossou uma visão hierárquica de mundo…

        Mas na medida que Vossa Mercê é um homem DO BEM, o seu preconceito se expressa sob a forma da comiseração dita humanista, e não como o nariz torcido dos quatrocentões, é verdade.

        Leia um pouco antes: (…)o preconceito da sociedade paulistana com a falta de pedigree(…)”

        Ora bolas, então você, DE FATO, acredita que haja pessoas com mais ou menos pedigree, só não tolera o preconceito da forma como outros diferentes de você o expressam…

        hum-um, entendi…deixa pr’á lá

        De minha parte, está tudo explicado…

        Titia não imagina como em um país onde 20 ou 30 milhões de pessoas não conseguirá fazer uma refeição no dia de hoje, e amanhã, depois de amanhã, e quem sabe talvez, depois do depois de amanhã, nossas preocupações sejam entender os jeitos e trejeitos da elite paulistana, tanto os que latem com ou sem pedigreee.

        Mas como eu sempre digo, quem sou eu para ensinar o Senhor Nassif algo, não é mesmo?

    • Titia

      costuma ser muito divertida, embora, à vezes, os calores da idade possam trazer uma dose a mais de acidez.

      Mas tenho dado boas risadas.

  3. Que pedigree????

    Nassif,

    Pelo que conheço da elite brasileira, “de família” ou não, com pedigree ou não age da mesma forma com o mesmo pensamento e as mesmas atitudes. Não existe diferença entre novos ricos, alpinistas sociais como este “Rei do Camarote” e os antigos ricos, de tradicionais famílias.

    Pelo que pude observar ao longo da minha vida como músico, fazendo a festa desses riquinhos (com pedigree ou não) é sempre este conteúdo vazio, cheio de clichês, superficial, sem qualquer tipo de reflexão ou análise por parte do palhaço que se acha o tal por ser “Rei do Camarote”.

    Seja qual for a família nobre, ou sem família nobre, com estudo, ou sem estudo, uma grande parcela da elite brasileira (incluindo aí famílias de “quatrocentões”, grandes fortunas e etc.) age neste conteúdo vazio ensinado pelo “Rei do Camarote”. Realmente a origem humilde não absolve estas pessoas, porque a prática é do meio dos ricos, que sempre foram ricos e gostam de demonstrar isso, ou seja a quase totalidade da elite brasileira. Desde os tempos de colônia a atitude é a mesma e os pobres colonos da elite brasileira (Européia de sangue nobre) se esforçam para dizer que tem o mesmo dinheiro que os “nobres” e fazem isso se comportando como os nobres.

    Então a Veja publica as dicas do “Rei do Camarote” porque acha sinceramente que este deve ser o modo de agir da elite, pois assim sempre foi ao longo da história. A Veja (no pensamento editorial dela claro) está na verdade prestando um “serviço de utilidade pública”.

    • Não é assim. Vc nunca ouvi

      Não é assim. Vc nunca ouvi falar de uma festa dada por Amador Aguiar. Quando suas duas filhas adotivas casaram ele pediu junto com o convite que não se enviassem presentes e o dinheiro para isso se desse a instituições de caridade.

      Os filhos de Wlater Moreira Salles, bilionarios todos, não exibem riqueza , dois deles são cineastas de alto nivel.

      Grande parte da elite empresarial brasileira é discretissima e faz tudo para não aparecer.

      Olavo Setubal e Antonio Ermirio de Moraes sempre foram empresarios discretos e nada exibicionistas, assim com os Lafer, os Feffer, os Salomone, os Biagi, os Ometto, Lehman e seus socios e centenas de outros. Uma vez Jorge Lehman estava com a esposa e filho a caminho de Buzios, o posto de serviço onde abastecia foi assaltado, os ladrões levaram a

      carteira de todos os motoristas que estavam no posto, menos a de Lheman, porque o carro dele era uma Variant velha e Lehman já era então um dos homens mais ricos do Brasil, os larões devem ter achado que o fulano do carro era um pobretão.

      Esses das Ferraris e baladas são ultra-novos-ricos, muitas vezes é dinheiro de corrupção ou negocios proximos da corrupção ou negocios “fast track”, de tiro rápido , caipiras enriquecidos e bregas que subiram tambem adoram se exibir.

      Um dos fiscais do golpe dos 500 milhões foi com a namorada no hotel Unique e pediu o vinho mais caro da carta, de R$4.000, o que leva um sujeito a fazer isso? 99% dos vinhos ultra caros do mundo são vendidos a novos ricos, Lord inglês é historicamente sovina, não rasga dinheiro nem para salvar a vida, a Rainha Elizabeth II faz vistoria nos corredores do Palacio de Buckingham para apafar luzes e economizar na conta, é uma coisa atavica, a Monarquia é mão fechada, a Rainha Vitoria tinha horror a desperdicio.

      O exibicionismo das Ferrari e vinhos de 3.000 dolares é GENERALIZADO em paises muito pobres e quanto mais o pais é civilizado e evoluido, como Inglaterra. Holanda, Alemanha,  Austria, Suissa , menos se vê exibicionismo, e algo cultural, que vem de berço e de seculos de guerras, conflitos e refinamento cultural.

      Uma coisa é uma bela casa com coleção de obras de arte que não é para exibir, é para o deleite de quem mora na casa, outra coisa é pegar dinheiro de corrupção e comprar Lamborghini para mostrar, essa é uma doença de pais atrasado, nos EUA carro não é algo simbolico para mostrar importancia.como tambem não  é grife, nos EUA o status de high society se dá pelo estilo de vida, sofisticação cultural, refinamento nos modos e atitudes, a aristocracia americana dos Rockefeller, Mellon, Vanderbilt, Du Pont é conhecida porisso e não pelo dinheiro que eles tem mas que já não é tão grande como foi no passado.

      • ai…ai…ai…

        Dá pena de ver tanto contorcionismo para justificar manias de rico…

        O problema não é se o rico assoa o nariz em público, ou cospe no chão, mas o fato de existirem pessoas que podem comprar ferraris, mesmo que não queiram, e outras que não conseguem comprar comida…

        A estética do rico civilizado do AA é de doer…

        Então o teatro e as peças (horrorosas) de Antônio Ermírio não foram todas uma celebração de seu ego?

        Hu-hum, então os Moreira Salles são finíssimos e discretérrimos…claro, inclusive na hora de declarar os impostos devidos na fusão com o Itaú…que coisa mais chique sonegar, não????

        Hu-hum, então o dono da Inbev é exótico e anda de carro velho?

        Sei, então o negócio de bens de altíssimo luxo é só para novo rico brega????

        Uai, titia pensou que este ramo estava mais para funcionar como lavanderia de dinheiro de todo tipo de rico, tanto dos com, como dos sem pedigree…

        1/3 do PIB nacional (fonte: International Tax Justice Network) está dormindo em algum paraíso fiscal, e aí, é só coisa de rico de mau gosto????

        Tem razão, o gosto por obras de arte, bebidas finas, etc, vem de berço nas elites europeias…tanto é que nas guerras expansionistas, na primeira chance, eles roubam e saqueiam todos os tesouros…Coisa de gente chique…barbaramente chique…

        Ai meus sais…

  4. O mais “novo rico” que substitui o Eike ?

    Queira Deus, que os exibicionismos noturnos e as farras exuberantes deste novo rico, não termine como as do mais ex-rico(quse biliárdio) brasileiro, Eike Baptista, que da mesma maneira que propulsou-se na mídia, caiu com a mesma velocidade, com que subira.

  5. MEIGO!

    Seu Nassif, não pegue pesado com esse rapaz mui meigo. Quer fazer um favor ao cara? Arruma uma entrevista dele com a Mônica Bérgamo. Ela iria tirar bem máis pérolas do moço porque, vamos combinar, ele tem conteúdo, muito conteúdo. Quando crescer quero ser igual a ele. Aliás, a cereja do bolo foi quando ele confessou que transou no banheiro do camarote. É meu sonho de consumo. Morri de inveja! Abrs.

  6. Ainda bem que ele tem

    Ainda bem que ele tem dinheiro. Se fosse arrumar emprego seria complicado porque nem o português ele sabe falar corretamente. E ele dá pinta. Sua sexualidade masculina é meio duvidosa. Pobre menino rico. 

  7. Concordo inteiramente. O

    Concordo inteiramente. O garoto é um completo DESPREPARADO. Se tirar o dinheiro, até parece um garoto qualquer (que ainda não terminou o segundo grau, e não sabe o que fazer da vida)  

    Enquanto êle pensa que está “devorando”, está sendo DEVORADO. Botou a família inteira SOB os holofotes. ;/

    Mané!

  8. O caso das amantes (mistress)

    O artigo está bombando no Asia Times. Mulherada é luxo lá como cá.

     

    No quick fix for China’s mistress culture

    Thorsten Pattberg 

    Speaking Freely is an Asia Times Online feature that allows guest writers to have their say. Please click here if you are interested in contributing. 

    There is something I must tell you about China: It is rather morally creative in the usage of its women. 

    There isn’t a hotel, massage parlor, ktv, or conference hall in town that isn’t frequented by “little sisters” (xiaojie), escort personnel (baopo), hostesses (peinv), or other types of prostitutes (jinv). There’s a name for any relationship a female plaything may fall into: 

    Here are the “second wives” (er laopo), women [who may have

    family or kids but] who indulge in extramarital affairs with men, married or not. Then we have “the thirds” (disanzhe) who are casual love affairs only. 

    The queen of all female roles, however – in direct competition with the faithful “wife” (laopo)- is the “mistress” (qingren). The mistress, a femme fatal, not only embodies adventure and carnal pleasures, but is also the surest status symbol a man can wish for: She shows you have money! 

    Technically, only married men can have mistresses; otherwise, if the gentleman is single, we would refer to his female company – however many of them- as simple “girlfriends” (nvpengyou). The Chinese tradition of maintaining mistresses is based on what good Christians would refer to as adultery – a sin; yet in China it is mere custom – a habit. 

    Consequently, when Westerners first come to China, they are utterly perplexed by the strict division here between marriage, romance, and sex – for which, in Chinese thinking, of course (at least) three different types of women are required. 

    Xu Qiya, a Jiangsu party official, had clearly set a local record with 140 mistresses; we know because he kept a sex diary; but he isn’t an inventor: In fact, I have yet to meet a dulcet Chinese girl who has not been offered a gift from a married man at some time. At least, that’s what they told me. 

    Accepting any gift from a married man, whether it being a handbag, jewelry, a car, a trip to the beaches of Hainan, is the unspoken agreement of becoming the mistress of that benefactor. It is the lure and excitement of an extraordinary life-style – luxurious, free, illicit, and irresponsible – that drives ever more 20-somethings not to marry, or at least to postpone it until their bodies become less marketable. 

    Those entrepreneurial women, of course, fill the pool of potential future mistresses in China to the brim. If a woman is not married by the age of 26, she “expired” and is usually stigmatized as “leftover woman” (shengnv). 

    Now let us talk about the situation of the Chinese married man. Post-marital infidelity is encouraged in China just as pre-marital sex is encouraged in Europe. In comparison to the West, only very few wives in China will file for divorce upon discovery of her husband’s infidelity. It is rather sad. 

    In China, sex and power are a pair. State-run Xinhua News recently found that 95% of all corrupt officials in China also kept mistresses. And Tom Doctoroff, an economist, estimates that second wives probably account for one-third of China’s entire consumption of luxury goods. 

    Let us talk about China’s capital, Beijing. From top to bottom, it isn’t a place for connubial happiness: It’s a very patriarchal society (there is mistress culture, but no such things as mister culture), and some of the most powerful men, including the Communist Party of China, create and procreate here, trailed by legions of businessmen, scholars, diplomats, and entrepreneurs, who mostly see no problem in renting a maid for warming their pillows. 

    In fact, the magazine Business Insider quoted a vice-ministerial-level official who insisted that “there is no official at his level who doesn’t have at least a few lovers” It is a must-have. 

    The victim is the young woman of China. As her feelings for any particular man dwindles (they are all cheaters, no?), she too becomes emotionally detached, and regards being a mistress as a form of business, or transactions of favors – a form of consumerism. 

    There are several grades of “maintaining” (baoyang) a mistress: The cheapest, of course, is to bed a university student. She is young, flexible, poor, and full of romantic ideas in her head. She will eventually marry a fellow classmate, but until then she may want to sneak out and bag a sugar daddy in Wudaokou, Zhongguancun, or Shaoyang district. 

    Next is the working woman. She is independent, has experience, and owns or rents her own place. (She might be even married, but, with her husband banging the next hostess at the local karaoke bar, she probably thinks what the heck.) 

    Perhaps the highest cost of maintenance goes to the trophy mistress (huaping, a “flower pot”). Her goal and profession is to conquer the most powerful man she can find at a time. It’s a life-style – it’s her religion. Enormous financial resources, and a good amount of drama, are necessary to snag such high-profile gold digger. 

    It has been observed that many Chinese women opt out of the Chinese tradition of cheating husbands and try to find a foreigner, preferably from a traditional monogamous society like Western Europe. Those “foreigners” (laowai) may also cheat on their spouse, of course, but for individual reasons, not, as is the case in China, as a social prescription or norm. 

    And so the mistress culture of China lives on, from vulgar to lustrous and glittering, and if the endless supply of young women for successful men does not ebb – and if women don’t divorce – the husband and his lovers will happily drive the market for luxury goods, hotel rooms, and publications about mistresses, and, almost as an afterthought, minister to their ethical ruin. 

    Speaking Freely is an Asia Times Online feature that allows guest writers to have their say. Please click here if you are interested in contributing. Articles submitted for this section allow our readers to express their opinions and do not necessarily meet the same editorial standards of Asia Times Online’s regular contributors. 

    Dr Thorsten Pattberg is a research fellow at The Institute for Advanced Humanistic Studies, Peking University.

     

    • “The Chinese tradition of

      “The Chinese tradition of maintaining mistresses is based on what good Christians would refer to as adultery – a sin; yet in China it is mere custom”

       

      O autor querendo desmerecer a cultura chinesa, e ainda compara com o cristianismo… tsc tsc tsc

      Agora que a China está jogando o jogo ao qual foi forçada a jogar, via invasão ocidental durante a dinastia Qing, os descendentes dos invasores querem criticá-la.

      A busca incessante do lucro está globalizando tudo e acabando com os costumes, que dos chineses não eram esses.

       

       

  9. Assassinato de Reputação

    Assistindo o vídeo fica evidente que a Veja editou a coisa exatamente para detonar o infeliz. A escolha das músicas tipo “traz a bebiba que pisca” e “rich bich” deixa isso bem claro.

    Será que ele é só esse boboca solitário mesmo? Não esqueçam: Estamos comentando sobre uma reportagem da Veja (Vejinha).

    O que ele faz com a grana que tem é problema dele. Já conheci pessoas assim. Querem comprar amizades, ser o centro das atenções. É um comportamento humano até bem comum. Quem nunca conheceu pessoas deste tipo? O fim deste roteiro a gente já está cansado de saber: O dinheiro acaba  os “amigos”  desaparecem.

    O problema aí não é o comportamento do cara e sim o que a Veja fez. Começou a assassinar até a reputação de anônimos endinheirados.

    Todo cuidado é pouco com a famiglia Civita.

  10. Inveja

    Um dado super relevante citado pelo moço: Ele já transou…. kkkk e foi no banheiro! kkkkk

    Na verdade eu sinto que o pessoal ficou com inveja do rapaz, pois ele é inteligente, descolado, rico, humilde… soube até que ele participou dos protestos contra Haddad… exigiu que os preços das passagend fossem reduzidos. 

  11. O POBRE BRASILEIRO
    Rio de Janeiro, 4 de novembro de 2013 O POBRE BRASILEIRO (Cláudio José)  O pobre é um sofredor Sofre na mão dos poderosos Sofre na mão dos espertalhões O seu dever é votar, sem reclamar O seu dever é eleger, quem não o representa O pobre deveria se rebelarO pobre deveria gritar, independência ou morte O pobre deveria mudar, o que está errado O pobre deveria mudar sua história Escrever para todo mundo ouvir Sou pobre, mais não sou gado Sou pobre, mais não sou bobo Sou pobre, mais sou honesto  Sou pobre, mais sou o futuroSou pobre, mais sou genteSou pobre, mais tenho fé Sou pobre, mais faço o bemSou pobre, mais não sou babaca Sou pobre, mais tenho sonhosSou pobre, mais tenho identidade Sou pobre, mais brasileiro de coração. 

  12. Existe algum indício de que

    Existe algum indício de que ele ganhou o dinheiro por corrupção? Ele está gastando sua fortuna de forma ilícita?

    Respondidas essas duas perguntas, caso negativas, que ele seja feliz da forma que desejar.

    Vi muito preconceito no texto do Nassif. Por ser um novo rico, ele deve se portar da forma que a elite estabelecida se comporta? Por que? Algumas dessas tradicionais famílias gastam 10 vezes mais do que ele em festas – de gosto duvidoso – para filhos de 1 ano.

    O interessante é que há poucos dias vi uma nota na imprensa sobre uma conta de 16 mil reais pendurada por um filho de 17 anos do Eike em uma boate, em pleno processo de quebra da empresa do pai. Não vi uma nota a respeito neste blog.

     

    • Quanto custava mesmo as

      Quanto custava mesmo as garrafas de conhaque francês que um ex-presidente do povo consumia na residência presidencial ?

      To lembrando que no meio daque confusão com cartões corporativos, alguns gastos da residência oficial foram expostos.

      Salvo engano era R$ 24.000,00 cada garrafa.

      Novos ricos ?

      Ricos  ?

      ?

      Em um pais de miseráveis como este, não há como discordar que o desperdício de dinheiro cause indignação.

      Porém, melhor que um doido deste gaste o dinheiro que ele ganha de forma ilícita, do que ver este mesmo dinheiro sendo gasto por quem não tem capacidade financeira para fazê-lo.

      • Já começou a aparecer os

        Já começou a aparecer os “achistas” que “salvo engano” nunca conseguem trazer dados reais à discussão.

        Também pudera, para quem acha lícito o cara gastar o dinheiro ganho de forma “ilícita”….

        Foi apenas mais uma confusão, salvo engano.

    • Eu não pedi ao sujeito me

      Eu não pedi ao sujeito me informar soubre como ele gasta seu dinheiro. 

      Mas como ele resolveu atraves da midia me dar conselhos de comportamento eu adquiri o direito de perguntar: 

       

      DE ONDE VEM O DINHEIRO? DA MAFIA DOS FISCAIS? TRAFICO? EMPRESA FORMAL? 

    • resposta as duvidas desse advogado do capeta

      O “Rei dos Camarotes”, um história cheia de furos

      10 de novembro de 2013 | 02:46
      O repórter Joaquim Carvalho fez – e publicou no Diário do Centro do Mundo – o jornalismo que a Veja não fez, antes de colocar na sua capa o “Rei dos Camarotes”, com aquela bobajada que diz. Se o fizesse, ao menos poderia expor as contradições do dinheiro gasto fácil e a forma  como é conseguido.Se um pateta como aquele é uma realidade, nada de errado em mostrá-lo. Mas mostrá-lo sem sua inteireza, gastando um dinheiro que não se sabe como e de onde vem, é totalmente irresponsável. Torrar R$ 50 mil por “balada”, R$ 200 ou 300 mil por mês neste exibicionismo é demais para um simples agente de despachantes ou tomador de carros de inadimplentes  – a revista não esclarece se pela via judicial ou por outros meios.Se Alexander Almeida ganhar, líquido, dois mil reais por recuperação, excluídos custos e impostos  – e são carros usados, note – precisaria de 100 a duzentos carros recuperados por dia só para a conta das boates. Se isso for dez por cento de tudo o que ganha – e gastando com Ferraris e carros blindados, não gasta pouco – são dois mil carros por mês ou algo como 40 mil veículos por mês.Isso é mais do que o pátio de uma grande montadora comporta.Jornalismo deve ser equilibrado, mas jamais acrítico. Senão é só badalação e bajulação.Vira apologia da idiotice.

      O Rei do Camarote na vida real

       Joaquim de CarvalhoNa semana passada, a Veja São Paulo apresentou Alexander Augusto de Almeida, o Rei do Camarote. Pela reportagem, se soube que ele tem uma Ferrari e gasta até R$ 50 mil numa balada.Num vídeo complementar ao texto, postado no Youtube, Alexander Almeida diz quais seriam os 10 mandamentos do rei do camarote.É necessário vestir-se com roupa de gripe, ter um bom carro, comprar champanhe e se fazer acompanhar por celebridades etc etc, entre outras coisas que se resumem numa só: ter muito dinheiro para gastar.Mas, cinco dias depois da publicação da reportagem e da postagem no Youtube, os responsáveis pelos quase 4,5 milhões de acessos na internet continuavam sem saber direito de onde Alexander tira o dinheiro que sustenta seu reinado.O site Tijolaço revelou que Alexander é o que, na gíria do comércio, se chama de zangão.Ele tem uma empresa, a 3A Organização de Despachos, que trabalha para os bancos “ferrando” as pessoas que compram o carro e não conseguem pagar as prestações.A 3A de Alexander localiza o veículo e o encaminha para leilões.O banco recupera o que perdeu e Alexander ganha uma comissão. Quanto maior a inadimplência, melhor para Alexander.Algumas empresas oferecem serviço de consultoria para ajudar compradores de automóveis em dificuldade a não cair nas garras do zangão.Cobram em média R$ 1.500 para negociar o refinanciamento da dívida ou entrar com ação.Uma dessas empresas é a Acord Consultoria.No mercado há cinco anos, ela poderia ocupar qualquer um dos mais de 2 milhões de imóveis cadastrados na prefeitura de São Paulo, mas funciona em um prédio de três andares na rua Almirante Calheiros, 312, no Tatuapé, em São Paulo, que pertence – adivinha a quem? – a Alexander Augusto de Almeida.O êxito dos negócios da 3A de Alexander depende basicamente do fracasso da renegociação ou da ação judicial da Acord. Esta não perde nunca, pois recebe adiantado.O dono da Accord, Erick Arlindo, me disse que não sabia que Alexander era o dono do prédio que ocupa desde janeiro de 2012. “Eu aluguei na Evidence Imóveis, pago R$ 20 mil por mês, e não conhecia este senhor”, afirmou.Coincidências acontecem… Quer outra? A 3A Organização de Despachos é quase vizinha da Accord. Alexander trabalha em outro prédio que pertence a ele, na rua Apucarana, 1.155, também no Tatuapé.Ao contrário de Alexander, seu senhorio, Erick, é um homem reservado, que não quer exposição. Ele ocultou a sede da empresa no Google Street View.A existência da Accord passaria despercebida não fosse um descuido.O empresário que a Veja São Paulo viu gastando R$ 50 mil numa balada devia R$ 55 mil de IPTU do prédio onde está a sede da Accord.Blogueiros encontraram uma publicação no Diário Oficial do Município de São Paulo, de novembro do ano passado, em que a prefeitura cobra o débito.Na sexta-feira, não havia mais registro da dívida.Mas, em relação ao imóvel onde está a 3A Organização de Despachos, a situação continua complicada.O prédio tem pelo menos 1.000 metros quadrados de área construída, ocupa três andares, e é usado exclusivamente para atividade comercial.O IPTU anual ali seria de, no mínimo, R$ 30.000,00 por ano, levando-se em consideração o tamanho e o uso comercial.Mas, no cadastro do IPTU, o prédio aparece com área construída de 100 metros (um décimo) e uso residencial. O IPTU anual é R$ 2.790,00.Se o cadastro na prefeitura estivesse atualizado, ele pagaria pelo menos dez vezes mais.É uma fraude tributária, mais um descuido revelado que vai para a conta do Rei do Camarote.Eu entrei em contato com dois de seus advogados e com a 3A, mas ele não quis falar. O rei vai ao programa Pânico no domingo. Houve boatos de que ele fosse uma invenção dos comediantes. Poderia ser também uma tentativa de “limpar” sua imagem (como alguém vai limpar a imagem indo ao Pânico é um mistério).Seu advogado me garantiu que não, seu cliente era aquilo mesmo — “um cara legal”. O grande problema é que a história de Alexander é mais cheia de buracos do que um queijo emmental.Por: Fernando Brito Do Blog TIJOLAÇO.  POSTADO POR ÀS 10:03 

       

  13. Putz nao entendo a razao de

    Putz nao entendo a razao de algo tao babaca chamar tanta a atençao

    Veja só o numero de post sobre essa materia! rs

    Ja teve assunto ANOS LUZ mais sério que agonizaram com 2 ou 5 comentarios

    como se vê a galera gosta mesmo de opinar sobre coisas absolutamente insignificantes..

    • Inclusive você!

      Cara, cuida da sua vida, e para de julgar os outros por um minuto.

      Você vai se sentir mais leve. #ficadica

    • Rs. Nessa eu vou concordar

      Rs. Nessa eu vou concordar com você. Mas o pessoal aqui tem fixação pela Oia. Às vezes, quando entro no blog do Nassif, sinto-me como se estivesse num consultório médico.

    • Odio de radicais?!
      Do resto

      Odio de radicais?!

      Do resto entao, so pena.  Seu link diz que ele proprio nao se tocou a respeito do quanto estava sendo ridicularizado (“ironizado”) por Veja.  Ele fala em sentencas simplinhas, sem nocao sequer linguistica de como se comportar.

      Tou com uma pena incrivel.

  14. Revista Veja – Denúncia ou Propaganda do nababesco?

    Não se iludam: atrás da campanha feroz na internet, há uma imensa hipocrisia de muitos (não todos, claro) que malham o sujeito que torra R$ 50 mil numa noitada. Ou seja: descem o cacete porque herdaram o estilo neocon (a manada do linchamento exaustivamente denunciada por Nassif) de alguns jornalistas da velha mídia, principalmente a Veja. Mas no fundo, acabam reverenciando e até participando disso. Digo isto porque, no início do ano, vi um “riquinho” compartilhar, via Facebook, uma matéria da “praia VIP” que saiu na Veja Rio em fevereiro. Quem lê a Veja sabe que não é de hoje que a revista da Abril exibe matérias – forjadas de “como é caro!” – mostrando o estilo nababesco de jovens. A matéria da Veja Rio a que me refiro é sobre a “praia dos riquinhos” (sic) na zona sul do Rio. Forjando, bem de leve, ser uma “denúncia” contra a gastança, a matéria na verdade é a glorificação das pessoas que podem pagar R$ 250 para ter direito ao espaço “VIP” na praia ou R$ 20 mil por um camarote na praia. Tudo para ficar numa área só de “gente bonita” e com muito dinheiro pra gastar. Nos comentários do ‘Face’, só gente ‘Veja Style’ maldizendo quem paga R4 5 mil por um espumante, segundo o quadro da Veja sob o título “Dói no Bolso”. Hipocrisia pouca é bobagem. Abaixo, o link para a matéria. 

    http://vejario.abril.com.br/edicao-da-semana/aqueloo-beach-club-forte-de-copacabana-734411.shtml

  15. Novos ricos vs Velhos ricos?

    Pra Veja, não é suficiente usar a revista para falar mal do Brasil, de moradores da periferia, de militantes de movimentos sociais, de beneficiários de programas de transferência de renda, de pobres no geral, de minorias e de todos que não simpatizem com doutrinas de extrema-direita e que de algum modo consigam pensar por si mesmos.

    Tem que usar a “Vejinha” para agradar as “zelite” “massa cheirosa” com esta matéria de mau-gosto, estereotipada, em que usa UM rapaz inseguro para provar, com papel passado e tudo, que os “novos-ricos”, ou “emergentes”, nunca se igualarão ao refinamento, a superioridade cultural e educacional, bem como possuir a etiqueta e os bons-modos dos donos do “velho-dinheiro”.

    Breguice por breguice, listo os “pecados” de etiqueta cometidos pelos tradicionais moradores do circuito Jardins-Morumbi-Vila Nova Conceição-Higienópolis. 

    Garanto que são muito piores do que os do nosso “Rei do Camarote”:

    -Organizou e engrossou a “Marcha com Deus pela Família e Liberdade”, em 1964, que afundou o país em 21 anos de Regime Militar;

    -Depois se arrependeu, mas ainda mantém ditadores falecidos como nomes de ruas, avenidas e rodovias estaduais;

    -Prometeu o êxodo de “800 mil empresários”, caso o sapo barbudo ganhasse em 1989;

    -É contra a instalação de metrôs em seu bairro, com medo da “gente diferenciada”;

    -Aplaudiu efusivamente a construção das “rampas anti-mendigo” na entrada da Paulista;

    -Não gosta de povo, de samba, de pagode, de tudo que cheire cultura popular, mas quando vai pro exterior fala que é fã de Bossa Nova;

    -Ridiculariza o “Rei da Balada” pela ostentação, mas faz a mesma coisa pra provar pra norte-americano e europeu que não é um “pobretão que mora no meio dos cipoais e dos índios”;

    -Elege, financia, puxa-o-saco, há quase 20 anos, de políticos do PSDB como governadores do Estado;

    -Não paga imposto, mas vive reclamando da carga tributária;

    -Reclama também do aumento do IPTU, apesar de sempre ganhar umas 10 vezes mais com a especulação imobiliária promovida pelos bancos de investimento aos quais são clientes;

    -Reclama de qualquer medida voltada aos mais pobres, dizendo que é “favorecimento”, mas só recorre a empréstimo bancário se for do Bndes;

    -Diz amar o cinema “cult”, o teatro de vanguarda, mas só patrocina enlatados da Globo, porque dá mais dinheiro;

    -Lê Veja e Caras;

    -Tem filhos que também dirigem Ferrari’s, gastam R$ 50.000,00 numa balada e vivem cercados de seguranças, mas só acha brega quando um “emergente” ousa fazer o mesmo.

    Bem, a lista segue “ad eternum”, mas como se pode ver, o “Rei do Camarote” ainda é um iniciante. Ele um dia aprende com os mestres a se superar na sua “breguice”.

  16. Ostentação

    O excesso de ostentação desse rapaz demonstram o quanto ele é vazio. Pelo menos é o que ele aparenta ser.

    Isso não é inveja da minha parte. Que ele gaste o dinheiro dele como quiser e puder. 

    Se ele administrar os negócios dele como ele administra a vida pessoal dele, certamente, em breve estará degustando cidras.

    O excesso de exibicionismo, seja por meio de tecnologia, seja por meio de uma revistinha, o deixa vulnerável em tudo e a tudo. 

    Espero que ele também use essa grana para fazer de bom para humanidade. Afinal, para ele isso não custa nada.

     

     

     

     

  17. 04/11/2013 – 11h07Após roubo,
    04/11/2013 – 11h07

    Após roubo, bandido abandona na rua Porsche avaliado em R$ 330 mil

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    FELIPE SOUZA
    GIOVANNA BALOGH
    DE SÃO PAULO

    A polícia conseguiu recuperar na noite de ontem (3) o Porsche Boxter S que havia sido roubado de um empresário de 50 anos no sábado (2) à tarde na Aclimação, zona sul de São Paulo.

    O veículo, segundo a própria vítima, foi recuperado em uma travessa da avenida Lins de Vasconcelos e praticamente não foi usada pelo assaltante. “Ele só usou o carro para fugir mesmo. A quilometragem não mudou quase nada”, diz o dono do veículo, que pede para não ser identificado.

    A vítima, que elogiou a agilidade da polícia no caso, conta que teve uma arma apontada para a cabeça pelo criminoso. “Estava no lugar errado na hora errada”, diz a vítima que teve ainda o celular e o relógio roubados. O homem estava com a capota do carro conversível aberta quando foi rendido.

    “Ele [assaltante] encostou a arma na minha cabeça e disse: ‘Desce, senão eu te mato’. Eu estava sozinho e saí do carro sem reagir”, afirmou.O empresário conta que mora em Moema, na zona sul, e estava ali a passeio.

     Arquivo Pessoal Criminoso rouba celular e relógio de empresário e leva Porsche avaliado em R$ 330 mil

    O dono do veículo optou em não fazer seguro do carro, que vale cerca de R$ 330 mil. Segundo ele, os vendedores da loja onde comprou o carro importado sugeriram não ser necessário fazer um seguro para o veículo pois o Porsche chama muita atenção e não seria roubado.

    “Meus filhos até me perguntaram se eu não tinha medo de andar sem carro blindado. Mas o comprei para lazer e não pensei que roubariam um carro difícil de ser repassado”, afirmou.

    Ao ser questionado sobre a criminalidade em São Paulo, o empresário disse que está surpreso com a ousadia dos bandidos. “Estamos vivendo em total descontrole. Agora, eles roubam até um carro que chama atenção em plena luz do dia. Isso é muita cara-de-pau.”

  18. O Fim da Abril

    tinha que ser a Veja mesmo. Sinto vergonha de uma época da vida ler essa revista. Fazem uma matéria fútil, com um cara que nem identidade tem. Dá dó de ver a matéria. O cara fica sozinho todo momento do vídeo, já tem 39 anos e fica bancando de playboyzinho de 18 anos. As menias ficam olhando pra ele com nojo o tempo todo. É, HOJE EM DIA O DINHEIRO NÃO TÁ COMPRANDO NEM AMIZADE E MORAL… PARABÉNS VEJA PELA RELEVANTE MATÉRIA DO ”BOÇAL DO CAMAROTE”!

  19. joelhaço.
    nassif. foi de analista de bagé. 

    joelhaço.

    ..

    pergunta cruel.

    o cara aí..

    já comeu alguém de grátis?..

    patético.

    ..

    mas atenção.

    coxinhas de baixos teores..

    não comemorem.

    voces são piores.

    muito piores.

    ..

    • então Francisco

      eu fiquei na dúvida, os R$ 50.000,00 são só pra balada, mas o “pograma” é contabilizado a parte é claro. senão volta pra casa com o segurança!!

      mas veja que essa ostentação tem efeito, o cara já pegou uma na noite!!

      só pode ser mentira, não existe otário assim no mundo.

  20. Que beleza…

    …é por isso que eu sempre digo: eu gostaria de ser FILHO de rico, e não o próprio rico, pois o filho não precisou trabalhar pra ter a vida que tem, vai lá e dilapida tudo. Que beleza.

  21. Tão ridículo quanto…

    … o perdulário que resume a vida ao “consumo, logo existo” é ver a ostentação humanista dos amigos do povo.

    Estes dois grupos possuem um traço em comum, a tentativa de se diferenciar dos meros mortais. Para um é a demonstração da riqueza, para outros a crença que pensam de modo autônomo “igual e fraterno”, fulgurando sob a luz da razão. Somente o amigos do povo conhece a verdade… e quer que acreditem que a descobriu por si mesmo.

    Enquanto um se afirma pela carteira ou o outro pela crença que os demais revereciam o seu cérebro funcional e independente. Como podemos ver em alguns comentários aqui…

    Os idiotas deveriam dar-se as mãos. Os ricos vazios financiando os militantes estufados de empáfia, de preferência no Gulag Spa. Lá manteriam a forma com dietas vazias e diálogos ocos.

     

     

     

  22. Erros de português…

    O rapaz não coloca o “s” em plurais e acha que champanhe dá “instatus” …É, pensei que a Veja já houvesse chegado ao fundo do poço, mas eles continuam a cavar…

    Paciência.

    • A mesma Vejinha colocou um

      A mesma Vejinha colocou um peruassa analfabeta que só tira fotos segurando copo de “xampanha”, ai como é quique,

      o que será que a VEJINHA pretende com essas xaropadas? Ja teve capa da “Praia dos Bacanas”,  e outras coisas do  genero,, estao literalmente avacalhando com S.Paulo, esses folcloricos com alguns trocados no bolso NÃO são o “mainstreeam” de São Paulo, são os chacrinhas da sociedade paulistana mas quem vê no resto do Brasil pensa que São Paulo é só essa bregolandia., tem sim mas não são o “core” de S.Paulo, tem muita gente com dinheiro e sem educação ou refinamento mas não eles que frequentam as boas galerias de arte, o maximo deles é a balada ou loja  de carro importado.

      • Cite um oscar de filme

        Cite um oscar de filme estrangeiro ou nobel de literatura que esta elite quatrocentona trouxe pro país. Compare nosso cinema com o argentino, ou a quantidade de livrarias existentes em Buenos Aires e São Paulo, só pra citar um vizinho bem próximo nosso.

        Esta pretensa “superioridade cultural” da elite que você fala é só adorno para aparecer bonito na capa da Veja, ou da Caras, ou no Amaury Júnior. Vira, no final, instrumento de manipulação política, igual a Veja acabou de fazer com o “Rei do Camarote”, humilhado por não fazer parte da turma seleta.

        A cultura popular brasileira trouxe muito mais frutos que esta massa cheirosa que você tece loas o tempo todo.

        Que hay coisas boas que a elite fez (como a “Semana da Arte Moderna”), hay, mas a análise tem que ser comparativa, e, ao compararmos, deparamos com esta pobreza de um setor dominante que despreza o Brasil e sempre tem os olhos voltados ao norte. Coisa de colonizado cultural mesmo.

        • Queísso, as livrarias de São

          Queísso, as livrarias de São Paulo estão melhorando muito! Não só são cada vez maiores e em maior número, mas o que tem dentro está também cada vez mais variado. Tem livro que eu só achava na Cultura do Conjunto Nacional, e hoje está em todo lugar.

          Concordo que são espetacularizadas, mais um pequeno templo ao consumo, onde mais, em shoppings, mas é melhor do que era antes. Confesso que não sei como tantas filiais da Livraria da Vila se sustentam, mas saí de uma delas um dia com o “Romance da Pedra do Reino” reeditado depois de anos, livros do Ziraldo, e o Memorial de Aires (que não havia lido porque havia parado de cair no vestibular, confesso).

          A pena mesmo é que a produção nacional ainda é a do lugar com menos livrarias do que Buenos Aires, mas nesse mundo da Amazon em que aquela tão celebrada aqui nos anos 90 Barnes & Noble é uma empresa concordatária, acho animador que tantas livrarias tenham aberto em SP, de onde há anos saí, mas ainda visito de vez em quando.

        • Filme ou Nobel de Literatura

          Filme ou Nobel de Literatura não tem nada a ver com elite economica e social e sim com elite intelectual, que não é tema deste post. Quanto a livrarias, SP tem excelentes e muitas, Buenos Aires tem a Ateneo e pouca coisa mais mas em compensação tem o peronismo e a Kircher, uma decadencia a que fomos poupados, o destino nos poupou tambem do culto ao caixão, ao cemiterio,  ao tumulo, ao vestido de viuva e outras loucuras argentinas.

  23. Deboche da Veja

    O que o Nassif não percebeu foi que a Veja não fez apologia ao cara, mas sim um grande deboche, com um fina ironia que ódio que tem pela revista não lhe permite ver. A edição do vídeo mostra o sujeito em dancinhas ridículas e sendo acariciado e encochado por outros homens, enquanto a maioria dos “amigos” o ignora solemente apesar de tirarem vantagem dele.

    As músicas de fundo são um toque especial de ironia, porque vão de críticas à ostentação pueril a uma com o grudente refrão “rich bitch”, passando pelo mais imbecil dos funks. Tá na cara que a Veja fez uma “trollagem” genial do cara. Mas ainda considero muito a possibilidade de ser um viral, como aquele brilhante viral do Chiquinho Scarpa, que prometeu enterrar um carrão no jardim, mas nos deu a melhor mensagem pró doação de órgãos que eu já vi.

    • “A edição do vídeo mostra o

      “A edição do vídeo mostra o sujeito em dancinhas ridículas e sendo acariciado e encochado por outros homens, enquanto a maioria dos “amigos” o ignora solemente”:

      A frequentadora da boate seriamente “encara” o…

      O guardacostas dele!

  24. Bonança e calote

    Por isso paises civilizados, se ainda não aprovaram, estão debatendo a taxação das grandes riquezas, é o mínino que estas empresas podem fazer em termos de cumprimento de seu papel social previsto na CF, por aqui a Igreja foi contra o projeto, o que é um absurdo, nem mesmo 000000000000,1% de CMPF para custeio da saúde  dos pobres eles aceitam pagar,  além disso pagam o que devem ao fisco, a Vale deve mais de 35 bi, o Itau mais de 17 bi, a Globo, Natura outra bolada, eles devem mais de meio trilhão de reais à União, e ainda dizem que não aguentam pagar impostos, então ta, vai prá Escandinávia então

    • Complexo

      Cara, não confunda as coisas. Não venha com imbecilidades de esquerda, dizendo que o governo tem que taxar as empresas pra não acontecer coisas como essa. O imbecil é empresário por acaso.  O que ele faz na balada é feito por politicos, jogadores de futebol, etc etc.

      Ele é ridiculo, disso ninguém tem dúvida. Mas daí a vir dizer que se o Estado taxasse o dinheiro do cara não existiria esse tipo de comportamento é uma atitude imbecil e , pra não dizer, levemente invejosa.

      Não traga à discussão a tão comum “luta de classes” brasileira, em que o rico é do mau, e o pobre é explorado, etc etc.

      • Enfiar a mão no bolso não mata ninguém

        Que ele continue imbecil  mas, como diria Cláudio Lembo, que ele meta a mão no bolso para, a título de distrituição de renda, contribuir com o seu país, isso seria no mínimo didático, além do fato de que  meter a maão no bolso não mata ninguém, a propósito:

        Não mata ninguém

        Uma minúscula tributação sobre as grandes fortunas em nada incomodaria o sono dos mais ricos e poderia ser um grande reforço para a saúde pública e o combate à misériapor Maurício Thuswohl publicado 04/04/2013 12:35, última modificação 14/05/2012 18:57  

        Fotomontagem com original de Anne Rippy/Getty Images

        Bandeira histórica dos partidos de esquerda no Brasil, a criação de um Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) está prevista na Constituição Federal de 1988, mas, subordinado à aprovação de uma lei complementar para entrar em vigor, até hoje não se tornou realidade. O debate sobre a taxação das grandes fortunas no país, no entanto, voltou à tona no segundo semestre de 2011, com a mobilização do Congresso Nacional em torno da regulamentação da Emenda 29, que fixou os percentuais mínimos que União, estados e municípios devem investir no setor de saúde. Defensores e críticos dessa modalidade de tributação, praticada em outros países, voltaram a tornar públicos argumentos de uma discussão que deve ganhar corpo.

        Em 1989, o Senado aprovou um projeto de lei complementar (PLC), de autoria do então senador Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), que determinava a imediata entrada em vigor do IGF, mas continha imperfeições aos olhos da esquerda. Por exemplo, permitir que os valores pagos fossem deduzidos do imposto de renda. Na Câmara, o projeto acabou substituído por outro, elaborado por deputados do PSOL, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em junho de 2010 e pronto para ir a voto em plenário. No entanto, dorme em alguma gaveta da Mesa Diretora à espera de uma decisão política que destrave a discussão.

        Paralelamente, no âmbito do debate sobre a Emenda 29, a ideia de tributar grandes fortunas como forma de garantir recursos à saúde se materializou em 2011 em outro PLC, nº 48, do deputado Dr. Aluizio (PV-RJ), que cria a Contribuição Social das Grandes Fortunas (CSGF). Relatora do projeto na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) apresentou emenda para que toda a arrecadação proveniente da CSGF seja direcionada exclusivamente a ações e serviços relacionados à saúde e os valores recolhidos encaminhados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) para financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a deputada, a CSGF atingiria cerca de 56 mil contribuintes com patrimônio superior a R$ 4 milhões.

        O relatório de Jandira prevê nove alíquotas para a CSGF, a serem pagas anualmente: 0,4% (entre R$ 4 milhões e R$ 7 milhões); 0,5% (acima de R$ 7 milhões a R$ 12 milhões); 0,6% (de R$ 12 milhões a R$ 20 milhões); 0,8% (de R$ 20 milhões a R$ 30 milhões); 1% (de R$ 30 milhões a R$ 50 milhões); 1,2% (de R$ 50 milhões a R$ 75 milhões); 1,5% (de R$ 75 milhões a R$ 120 milhões); 1,8% (de R$ 120 milhões a R$ 150 milhões); e 2,1% para aqueles com patrimônio acima de R$ 150 milhões.

        A deputada ressalta que as alíquotas podem produzir um efeito considerável sobre a arrecadação e de baixíssimo impacto para os contribuintes atingidos face à evolução patrimonial: “A Receita Federal informa que ao longo de 2009 – ano de crise – o patrimônio das pessoas que superava a casa dos R$ 100 milhões elevou-se de R$ 418 bilhões para R$ 542 bilhões – 30% de crescimento em um único ano. Nesse contexto, uma tributação adicional de 2% representa muito pouco para esse diminuto segmento social, mas representará um significativo aporte de recursos para a saúde pública, que atende 190 milhões de brasileiros”, diz Jandira.

        Se for aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família, o projeto da CSGF ainda terá de passar por outras duas comissões antes de ir a votação em plenário, em um trâmite que provavelmente se estenderá pelo primeiro semestre de 2012. O objetivo dos parlamentares defensores da proposta é evitar que se repita a situação do outro PLC, aquele a hibernar na gaveta da Mesa Diretora. 

        Cinco mil famílias

        Elaborado pelos deputados do PSOL Chico Alencar (RJ), Ivan Valente (SP) e Luciana Genro (RS, atualmente sem mandato), o projeto do IGF busca regulamentar o inciso VII do artigo 153 da Constituição Federal e determina que o imposto incida sobre todo patrimônio superior a R$ 2 milhões. Para os contribuintes com patrimônio entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões, a taxação prevista é de 1%, progredindo para 2% (entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões), 3% (de R$ 10 milhões e R$ 20 milhões), 4% (de R$ 20 milhões e R$ 50 milhões) e 5% para fortunas acima de R$ 50 milhões.

        Na elaboração dos projetos da CSGF e do IGF, os parlamentares utilizaram como base para seus cálculos os dados da Receita Federal de 2008. Segundo o órgão, o universo das grandes fortunas no Brasil estaria assim distribuído: são 26.206 contribuintes com patrimônio entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões; 10.168 (entre R$ 10 milhões e R$ 20 milhões); 5.047 (entre R$ 20 milhões e R$ 50 milhões); 1.327 (entre R$ 50 milhões e R$ 100 milhões) e 997 com patrimônio superior a R$ 100 milhões.

        Um documento frequentemente usado como base para as discussões sobre a taxação de grandes fortunas no país é o estudo Atlas da Exclusão Social: os Ricos no Brasil, organizado por Marcio Pochmann, André Campos, Alexandre Barbosa, Ricardo Amorim e Ronnie Aldrin, de 2005. Segundo os pesquisadores, que analisaram o período de 1980 a 2000, apenas 5 mil famílias brasileiras possuem um estoque de riqueza equivalente a dois quintos de todo o fluxo de renda produzido pelo país ao longo de um ano. Essas famílias, de acordo com o Atlas, detêm um patrimônio equivalente a 42% do PIB brasileiro e dispõem cada uma, em média, de R$ 138 milhões. 

        Combate à pobreza

        Professor de Direito Tributário da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Bruno Macedo Curi recorre ao que classifica como “raiz ideológica da tributação das grandes fortunas” para lembrar que entre os objetivos da República explicitados na Constituição estão a erradicação da pobreza e da marginalização e a redução das desigualdades sociais: “O combate à pobreza, portanto, é algo caríssimo ao constituinte, a um ponto tal que se buscou um instrumento tributário próprio para tal fim. Por isso, toda a receita decorrente da arrecadação do IGF está previamente vinculada, também por norma constitucional, à constituição do Fundo de Combate à Pobreza”.

        Em relação às iniciativas em trâmite na Câmara dos Deputados, Curi diz que são dois tributos sobre o mesmo fato gerador: “A Constituição não proíbe a identificação de fatos geradores entre imposto e contribuição, o que tecnicamente resolveria o problema. Mas, se já há resistência política por parte do Congresso Nacional para a instituição de um gravame sobre as grandes fortunas, problema maior ainda teremos ao se tratar de dois gravames distintos.

        O especialista afirma que o ideal seria que o IGF prevalecesse sobre a CSGF: “Pela importância dada ao combate à pobreza, a prioridade é a instituição do imposto sobre grandes fortunas, em vez da contribuição. Até porque há correntes que entendem que a Previdência não existe para ser superavitária, sendo mesmo um ônus estatal. Já o combate à pobreza é unânime como um dever estatal e estabelecido pela Carta Magna como um objetivo a ser perseguido pela República”.

        Segundo Curi, não representaria uma dupla tributação sobre o imposto de renda. “Ele não tributa a renda, mas sim o capital. Não há, portanto, duas incidências sobre o mesmo bem. São conceitos próximos, mas distintos: enquanto renda é a disponibilidade de acréscimo de patrimônio (tributável pelo IR), a grande fortuna é o patrimônio em si. Desse modo, se uma pessoa detentora de grandes fortunas não tiver acréscimo de patrimônio ao longo de um ano-calendário, não pagará imposto de renda, mas pagará o IGF. O tributo, portanto, atua diretamente sobre o patrimônio daquelas pouquíssimas pessoas físicas que, por concentrarem grande parte da renda nacional, dificultam a redução das desigualdades. Por isso é tão assustador”, diz.

        E ser assustador para os detentores de grandes fortunas, segundo ele, revela o calcanhar de aquiles do IGF: a possibilidade de provocar fuga patrimonial do país. “Esse é um ponto crucial. O imposto não possui autorização constitucional para incidir sobre o patrimônio localizado fora do país, ao contrário do imposto de renda, que tem previsão constitucional para isso. Assim, é preciso haver uma emenda constitucional destinada a evitar a previsível evasão de divisas. Até porque, quanto maior o patrimônio do cidadão, tanto maior será sua mobilidade”, diz o professor, para quem uma alternativa possível, mas não ideal, seria a União aumentar o IOF sobre certas remessas de dinheiro para o exterior. “Mas isso, infelizmente, não é à prova de fraudes e demandaria maior esforço de fiscalização.”

        Experiências internacionais

        A prática de tributar grandes fortunas já existe ou existiu em outras partes do mundo. As experiências mais marcantes são as de Alemanha e França, países que, coincidentemente, estão na linha de frente da tentativa europeia de salvar sua moeda única. Centralizadas pelo governo federal a partir de 1922, as tributações na Alemanha tinham como base as declarações de patrimônio global dos contribuintes, válidas por três anos, com alíquotas entre 0,7% e 1%: “Na Alemanha, o tributo sobre o patrimônio atinge contribuintes que dispõem não apenas de bastante dinheiro, mas também de poder econômico e político. Sua compreensão original era de um complemento do imposto de renda, incluindo posteriormente as pessoas jurídicas”, afirma o advogado e pesquisador Ueren Domingues de Souza no estudo Imposto sobre Grandes Fortunas.

        Apesar de suas virtudes, esse tipo de imposto foi considerado “confiscatório” na Alemanha e declarado inconstitucional pelo Tribunal Constitucional em 1995. De lá para cá, o órgão aguarda o processo de regulamentação de novas regras, por parte do governo, para que volte a ser cobrado. Na França, o sistema ainda em vigor, conhecido como Imposto de Solidariedade sobre a Fortuna, tem alíquotas progressivas de 0,5% a 1,5% e incide sobre o patrimônio líquido de pessoas físicas, residentes ou não no país. Nesse modelo, que existe em sua forma atual desde que foi recriado pelo então presidente François Mitterrand em 1988, o próprio contribuinte declara seus bens para que o imposto seja cobrado.

        (incide apenas sobre bens considerados “luxuosos”), está sujeito a um teto de 77% da renda tributável e tem uma extensa lista de isenções. Outros países europeus que adotam algum tipo de tributação sobre fortunas são Áustria, Suécia, Finlândia, Islândia, Luxemburgo, Noruega e Suíça. Países como Holanda (2001) e Dinamarca (1996) o aboliram em um passado recente e, há mais tempo, Itália (1947) e Irlanda (1978) o deixaram de lado.

        Nos países anglo-saxões, de tendência mais liberal, a taxação sobre grandes fortunas nunca pegou. Na Inglaterra, as discussões sobre a criação se estenderam no Parlamento de 1960 a 1974, quando foi formada uma comissão especial para decidir sobre o tema: “A comissão constatou que a instituição de um imposto sobre grandes fortunas viria a substituir imposto sobre patrimônio já existente, o que impediu sua adoção”, afirma Domingues de Souza. Nos Estados Unidos e no Canadá, esse tipo de debate foi abandonado na primeira metade do século 20, mas ambos possuem sistemas próprios de impostos (conhecidos como property tax) que incidem a propriedade e não sobre o patrimônio global dos contribuintes.

        Entre os principais países emergentes, a África do Sul e a China não contam com tributação de grandes fortunas. Na Índia, existe desde 1957 um imposto anual sobre o patrimônio líquido com alíquotas que variam entre 1% e 5% sobre os bens das pessoas físicas e jurídicas que excedam um limite estabelecido pelo governo. O modelo indiano, no entanto, isenta da cobrança do imposto propriedades agrícolas, obras de arte, bens de uso pessoal e até um imóvel do contribuinte, desde que comprovadamente habitado por ele. 

         

  25. quando eu vejo algo como o

    quando eu vejo algo como o desse rapaz,  tento ignorar a superficialidade do mesmo e me concentrar naquilo que REALMENTE ME AGRIDE.   Qual seja, eu estou na mesma aliquota do IR dele.

     

    ALO ALO DILMA. Mire-se no Haddad e comece a valorizar o conceito de justica fiscal. IMPOSTOS DIRETOS SAO PRA ISSO..  O Haddad alterou o IPTU  e vc poderia criar as faixas pros milionarios, chegando ate , quem sabe, os 50%  para as super rendas. Talvez o rapazola gastará “somente”  25.000 reais na noitada o que vai deixá-lo “menos alegrinho” mas com certeza o mesmo idiota.

     

    Avantagem disto tudo é que nao pegaremos no pé somente “deste pobre coitado”. Pegaremos no pé tb da elite do pedigree que se esforça para, entre pretensoes inclusive intelectuais, parecer o que nao é, OU SEJA, UMA ELITE COMPROMISSADA COM A NAÇAO. 

     

    E de quebra podemos aplicar a grana em saude na periferia (champanhe por medicos, por ex.) e desonerar a classe media baixa. 

    ESTA SERIA A GRANDE VIRTUDE DESTA “REPORTAGEM”.

    • Você realmente acha que ele paga IR???

      Amigo, sinto lhe informar que RICO no Brasil NÃO PAGA IMPOSTO, sabia??? Acha que ele está esbanjando dinheiro de onde??? 

  26. O absurdo do absurdo…

    Assistindo ao vídeo passa-se a impressão de que é uma daquelas comédias como ‘porta dos fundos’. A intenção foi essa: tornar jocoso.

    Toma-se um indivíduo caricatura de si mesmo, monitorado e altamente direcionado por quem dirige a matéria. O aspecto caricatural é sugado até o último fio por quem o produziu. Temos assim uma especíe de personagem do Woody Allen naquele filme ‘Os Trapaceiros” misturado com a personagem que a Mia Farrow fez no filme (também de Woody Allen) ‘A Era do Rádio’. 

    O fio condutor do vídeo está na insegurança que se percebe do rapaz. Ali, ele tinha um script a cumprir. Não fosse ele, seria um outro riquinho que faria o mesmo. Observe-se que a matéria é somente ele e a música. A Veja teve o cuidado de não falar nada, de não tirar sarro do rapaz, pois ela sabia que o resultado já seria esse. A insegurança do rapaz ao falar de seus requisitos para uma noitada é o mote central de todo o vídeo. A ideia óbvia é mostrar como uma pessoa ‘nova rica’ fica perdidinha com dinheitro na mão. Seriam todos assim?

    A Veja se invoca representante de uma elite. Ela crê piamente que representa um ponto de vista sofisticado. Sua ideia é susurrar nos ouvidos de seus amigos justamente aquilo que eles querem ouvir: “Vocês são bacanas, aquele lá é um babaca…”

    Nem cabe julgar os pensamentos do rapaz, pois a intenção da Veja foi esta mesmo: ridicularizar sem dizer uma palavra, induzindo aos leitores que gerem o código que ela própria previu.

     

     

     

    • Aleluia

      Isso sim foi uma análise sensata da postura da Veja em vez da recriminação colérica e burra de extrema esquerda tão comum por aqui.

  27. Fala sério!!  Eu hein…não

    Fala sério!!  Eu hein…não vou gastar meu rico tempinho pra fazer qq analise que seja da Veja nem da figura..pra mim os dois se merecem!!  Tô fora….

  28. Rei da mediocridade

    O cúmulo do vídeo é ele dizer que que criticar ele é pura inveja; como alguém iría ter inveja de uma criatura totalmente vazia que nem simpatia tem, um total desocupado que nunca precisou batalhar por nada, não passa de um pobre coitado que acha que viver é só balada, bebida, mulher bonita, carrão importado, não sei o que sinto mais se é nojo ou pena de um sujeito desses que compra  falsos amigos, vive uma vida totalmente inútil e irresponsável já aos seus 39 anos, ele não passa de um nada com dinheiro na mão pra gastar, verdadeiro desperdíçio de oxigênio, tira o dinheiro desse sujeito ele não vai servir pra mais nada, até um cão vira latas tem mais serventia que um sujeito desses.

  29. Rei do camarote

    Prezados,

    esse sacripanta conseguiu o que queria: notoriedade. Hoje, há milhares de pessoas, eu inclusive, jogando fora preciosos minutos de suas vidas, discutindo tamanho espetáculo classe Z de imbecilidade e vulgaridade.

     

  30. É ótimo que algo assim aconteça

    Na verdade a Veja – involuntariamente – prestou um serviço a nação, porque é importante que as pessoas aprendam e vejam que uma vida dedicada ao consumismo é uma vida vazia.

    Esse vídeo é uma lição pra todos nós, ao assisti-lo além de sentir vergonha alheia, fui ficando cada vez com mais pena do camarada. 

    O vídeo ensina;

    – 1 Não há dinheiro no mundo que faça você deixar de ser ridículo e idiota. Portanto vá estudar, vá ler, andar de bicicleta, plantar, fazer artesanato, trabalhar, conviver com a família, ajudar uma instituição de caridade, enfim fazer qualquer coisa que REALMENTE agregue valor a sua vida.

    – 2 A alienação faz mal a saúde espiritual e mental das pessoas

    – 3. Este país ainda precisa caminhar muito pra ser realmente justo em termor de distribuição de renda.

    • Perfeito!

      Sua análise está perfeita! Só faltou acrescentar que a Veja também é inútil, divulga conteúdo zero. Vivemos numa cidade tão carente de tudo, e a vejinha se presta ao ridículo de propagandear um mané de gosto duvidoso e fútil! Quer fazer bonito? Pega essa grana toda e vai fazer caridade num asilo, com certeza ele vai fazer muito bem pra muita gente, vai conseguir impressionar mulheres de conteúdo, e de quebra vai ficar rico de valores que ele deveria esbanjar, e ainda pode abater do imposto de renda!! Com 39 anos ele ja deveria ter encerrado essaa fase deslumbrada… Coitado. pobre homem rico

    • Falácia do espantalho?

      Seguindo tua lógica:

      Um negro assaltou um cara e ainda tem gente contra o racismo.

      Um bandido matou um criança e ainda tem gente contra a pena de morte para todos os bandidos.

      Que tal?

      • Você não entendeu, eu falei

        Você não entendeu, eu falei foi de repartição da riqueza.

        Tem gente que reclama do IPTU mas não reclama do restaurante caro. O imposto não é o principal fator do encarecimento dos produtos e serviços, em alguns casos metade do preço final é o lucro.

        Quero que a bandidagem se exploda (inclusive dentro da polícia) e sou a favor da redução da maioridade penal.

  31. O cara mora sozinho. Veste-se

    O cara mora sozinho. Veste-se só. Sai de casa só. Dirige só a sua Ferrari 82. Tira foto só na entrada da balada. bebe e dança só no camarote, embora o tal camarote pareça lotado.

    Diz que uma vez  transou na balada, no banheiro.

    Provavelmente, muito provavelmente, volta pra casa de manhã só. Dirigindo só a sua ferrari. E vai pra cama só e desperta só.  Talvez uns cinco ou dez  mil  a menos na conta bancária.

    Qual a novidade? Existem outras dezenas de outros manés como o nosso herói nas noites paulistanas. Em Moema, Vila Olímpia, Baixo Augusta, Madalena.

    Personagem de folclore urbano. Não vale post nem comentários tantos. Muita vela, pouco defunto.

  32. Os ricos de dinheiro e pobres de espírito!!!

    Concordo totalmente com as críticas a esse absurdo…

    No entanto, acho que muito mais absurdo e ridículo é constatar que muita, mas muita gente desta cidade sonha e adoraria ser como esse “coitado sem noção”…

    Ele, assim como as ridículas “mulheres ricas” são o mais puro retrato e sonho de consumo da “burguesia” (nossa, quanto tempo não usava essa expressão!) paulistana…

    Os ricos de dinheiro e pobres de espírito!!!

  33. Haja estômago!

    A matéria poderia se aprofundar, o que faz este sujeito? É um empresário, ok, mas de quê? O cara tem o direito de fazer o que quiser com o seu dinheiro, desde que este tenha uma origem lícita e que declare todos os seus bens e movimentações. Se atuasse num órgão fiscal, esta matéria da veja, com um conteúdo bem vazio- o que não me surpreende, serviria para acompanhar se os registros deste sujeito estão regulares ou não… Enfim, me surpreendo com “empreendedores” que “rasgam” dinheiro, tão contraditório numa economia onde a maior parte dos empresários se queixa dos altos impostos, dos custos trabalhistas e do próprio risco do negócio… Intrigante, não é mesmo?

    A sociedade está tão decadente que a capa de uma das revistas mais “querida” da classe média decadente enaltece esta contradição vergonhosa… Haja prostituição e estômago para contribuir para este tipo de publicidade: Culto ao vazio e desperdício.

    .

    • O cara trabalha com

      O cara trabalha com recuperação de veículos de consumidores inadimplentes. Ou seja, ferra com quem acreditou no Lula e comprou um veículo pelas famigeradas prestações a perder de vista.

      • Compra quem quer amigo…

        Compra quem quer amigo… Ninguém foi forçado a dar uma de zé mané e comprar um carro que não pode pagar!

        Mas a verdade mesmo é que você e mais uns aí morrem de medo do nove dedos… Já são 10 anos chorando a morte da bezerra…

        • Não.Ninguém foi obrigado a

          Não.Ninguém foi obrigado a comprar nada, nem a votar nele. Mas as pessoas, sobretudo as menos letradas, votam e compram porque a propaganda é muito bem feita, sobretudo a aparição na tv, em 2008, na base do compre que o Lula garante.

          • O mesmo pode se dizer do

            O mesmo pode se dizer do governo FHC e sua paridade com o dolar,muita gente comprou carro,pretação baratinha,ai veio a conta da mentira,e muita gente se ferrou,muito ,mas muito mais que no governo Lula.è so ver as estatisticas de inadimplencia,cheques devolvidos.Voçe deve estar igual a Danuza Leão,”revoltadim”,porque o porteiro do prédio tem carro zero,e vai para Paris.

      • como tirar leite da pedra lascada

        fez uma inteligente sagaz leitura econômica (diria que uma análise notícia furo do mercado de carros financiados ipi reduzido) nas entrelinhas do post perdido em busca da fama estúpida…coisa que o analista econômico dono do blog passou batido, talvez, por estar morrendo de inveja afetado nas ideias sagazes, por conta do novo-riquinho despachante da zona leste cercado de gostosas e lindas mulheres…

      • como tirar leite da pedra lascada

        O cara trabalha com recuperação de veículos de consumidores inadimplentes. Ou seja, ferra com quem acreditou no Lula e comprou um veículo pelas famigeradas prestações a perder de vista.

        ulderico

        fez uma inteligente sagaz leitura econômica (diria que uma análise notícia furo do mercado de carros financiados ipi reduzido) nas entrelinhas do post perdido em busca da fama estúpida…coisa que o analista econômico dono do blog passou batido, talvez, por estar morrendo de inveja afetado nas ideias sagazes, por conta do novo-riquinho despachante da zona leste cercado de gostosas e lindas mulheres…

         

      • o cara…

        Ei Ulderico, (isto é nome ou remédio pro estomago?) você deve ter se ferrado com o governo Lula, né não? Apostou na catastrofe e se deu mal não é? Viúvas de FHC sempre que tem espaço chingam o governo, isto é dor de cotovelo. Vai dormir babaca!

         

        • Magnésio,minha

          Magnésio,minha santa, 

          admoeste,

          condene,

          censure,

          corrija,

          deprecie,

          desaprove,

          maldiga,

          repreenda,

          reproche,

          reprove,

          ofenda,

          faça o que

          quiser e

          seja feliz,

          só não chingue,

          que xingar

          é com xis…

           

           

  34. Invejinha

    Senti uma invejinha de leve por parte do escritor deste artigo. Tirando de fato as verdades aqui descritas, quer dizer que só os “tradicionalmente” ricos podem se dar ao luxo de usufruir e eventualmente demonstrar sua riquesa? 

    • Você não entendeu: os

      Você não entendeu: os tradicionalmente ricos não fazem esse papelão. É coisa de berço…

      Há maneiras mais sutis de demonstrar riqueZa…

  35. Inveja

    Assumo: estou com inveja do Alexander. Tenho inveja de quem anda de Ferrari. É que sou obrigado a dirigir uma Mercedes McLaren, porque meu pai não quis me comprar a Ferrari que eu tanto sonhava. Tenho inveja do Alexander também porque, nas festas que dou no meu camarote da Fórmula 1 em Mônaco, só vai mulher feia. E ninguém dança funk. O Alexander me causa inveja também porque anda apenas com dois seguranças. Eu tenho doze seguranças permanentes. Inclusive três são russos que trabalhavam para o Putin. Por fim, o que mais me inveja no Almeida é esse sobrenome… O meu é Batista.

  36. Outro milionário da era Lula.

    O vídeo é engraçado. E o cidadão parece boa gente. Tem pinta de cunhado meio sem noção.

    O que me chamou a atenção foi a origem da fortuna dele : recuperação, para bancos, de veículos de consumidores inadimplentes.

    Há um tempo eu disse aqui que a farra do consumo via crédito irresponsável estava no fim, sendo a busca e apreensão de veículos um termômetro inegável.

    Taí.

    • como tirar leite de pedra lascada

      fez uma inteligente sagaz leitura econômica (diria que uma análise notícia furo do mercado de carros financiados ipi reduzido) nas entrelinhas do post perdido em busca da fama estúpida…coisa que o analista econômico dono do blog passou batido, talvez, por estar morrendo de inveja afetado nas ideias sagazes, por conta do novo-riquinho despachante da zona leste cercado de gostosas e lindas mulheres…

    • Aguarde um pouco mais

      O cara parece ser boa gente?

      Nada sei sobre como se formou a fortuna dessa família, porém, pelo pouco que sei da área de recuperação, ela costuma ser barra pesada em alguns segmentos, envolve inclusive alguns policias nem sempre “bay the book”.

        • Li o Ulderico e comentei com

          Li o Ulderico e comentei com alguém que a deusa da inteligência não o tinha visitado quando nasceu. O garoto do lado, filho da minha amiga, perguntou se Ulderico rimava com “penico”. Ele está aprendendo rimas na escola. “O que é isso, menino???”, censurei. A mãe, como todas as mães, corou-se de vergonha e pediu desculpas. O Ulderico diz bobagens, mas não merece essa rima rica.

    • Aguarde um pouco mais

      O cara parece ser boa gente?

      Nada sei sobre como se formou a fortuna dessa família, porém, pelo pouco que sei da área de recuperação, ela costuma ser barra pesada em alguns segmentos, envolve inclusive alguns policias nem sempre “bay the book”.

    • Você matou a charada.

      Você matou a charada.

      Tá explicado porque a Veja trollou o cara.

      Alexandre é cria do lulismo, e tudo relacionado ao lulismo a revista picha. 

  37. história contemporânea das mentalidades

    dez anos de fhc mais dez do lulopetismo culminou nesse resumo de ópera-bufa:

    o novo-rico bebê lindo da mamãe – um despachante de carro usado de caloteiros usurpados por banqueiros oriundi da out  zona leste paulistana – eternizado triunfal brega-chic no úrtimo!  nos seus 15 minutos de fama warhollywoodianos: uma paris hilton d.e.s.l.u.m.b.r.a.n.t.e na capa da veja sp dos últimos tempos…

    [ “temos intelectuais mais conhecidos por serem… intelectuais, no mesmo sentido em que Paris Hilton é famosa por ser… famosa.” Tony Judt ].

    [ “o mundo muda segundo o foco de atenção.” John Cage ].

    pois é…estamos todos condenados focados na estupidez burguesa flaubertiana.

  38. O rei do camarote

    Não creio que exista alguém tão ridículo assim. deve ser mais uma pegadinha igual a do Chiquinho Scarpa, ou coisa que o valha. Logo mais saberemos.  Desculpem, mas um sujeito assim, desprovido de qualquer charme,  de fala mole e que dança mal,  não c*m& ninguém, mesmo tendo uma Ferrari, só pagando e bem. Triste. Até agora não sabia o que era “vergonha alheia”, agora sei.

    • Eu vou acreditar- na verdade,

      Eu vou acreditar- na verdade, preciso- que o indivíduo está fazendo uma ironia, tal qual o Antonio Prata em seu artigo da folha, ou como também noticiado e replicado aqui no Nassif, lançou uma bomba semiótica para quem quisesse engolir. Ou então vale a máxima: o mundo não é mais fantástico que a gene imagina, mas sim mais que a gente consegue imaginar.

  39. TITIA MORGANA PROFANA

    Queres saber de uma boa? Eu comia esse menino meigo no banheiro do camarote dele e nem cobrava por isso! Faria de grátis…hehehe…só para prestar-lhe um favor.

    Fui…

  40. É num tá fácil pra ninguém, o

    É num tá fácil pra ninguém, o sujeito com 39 anos conta uma coisa meio pesada… transou no banheiro na balada…. E eu besta, esperando o resto… com um hipopótamo, uma araponga, se equilibrando em cima de bola, possuído pelo capeta… Nada… era só isso mesmo. Com quase 40 anos!!! E, ainda conta isso prá todo mundo!!!!

    • Trollagem

      Sei não, mas isto parece ser meio fake.

      O cara é meio tonto mesmo, mas com uma Ferrari na garagem, R$ 50.000,00 por noite e outras cositas más, é bem óbvio que o perfil dele não é do que se deslumbra com um ‘feito’ desses da transa no banheiro. Com a grana toda na mão, o cara tem permissão da casa e garotas disponíveis para fazer sexo até em cima do balcão do bar.

      No vídeo, foi tudo feito tangenciando o ridículo (até a música, aqueles dances grudentos dos anos 90), e o seu personagem, beirando a caricatura.

      Há tempos atrás, um sujeito gravou um vídeo dizendo que se apaixonou por uma moça que conheceu numa balada de SP, estava apaixonado e pedia ajuda dos internautas para encontrá-la, compartilhando o seu apelo. Um monte de gente compartilhou, várias meninas suspiraram dizendo que enfim, surgiu um cara que prestava, mas no final, era uma propaganda de celular da Nokia.

      Isto não invalida a crítica feita pelo Nassif e as discussões deste tópico. Mas..

       

    • Pois é, e pra essa

      Pois é, e pra essa “façanha“ ele precisou de uma Ferrari, roupas caras, pagar bebida pra todo mundo da mais cara. Deu até pena …. Ele é tao pobre .. tao pobre ,… que só tem dinheiro …. 

  41. Havia uma época no Rio que

    Havia uma época no Rio que Vera Loyola era o must, explico, Vera era uma jovem senhora que emergiu socialmente galgando os degraus da fama, do consumo e do deslumbramento, frequentava os programas de tv tipo, Hebe, Gimenez, Galisteu e que tais, sempre a falar de sua cachorrinha Fifi, da padaria Biruta, entre outras futilidades mais.

    Lembrando que Fifi, a cachorrinha, era paciente de um veterinário em Nova York, Vera ía com freqüência a Nova York para que Fifi fosse medicada.  Até que Inácio, filho de Vera foi seqüestrado, e solto felizmente sem maiores seqüelas.  Não sei que fim teve Vera, a cachorrinha Fifi, a padaria Biruta que ficava na Avenida das Américas entre Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes.  Só tenho uma certeza Vera sabia conversar, conjugava os verbos nos tempos corretos, sabia usar o plural, concordância e regência, no trato com as palavras, não freqüentava baladas, talvés porque naquela época não se constituía  um modismo frequentar baladas.

     Ao ver a figura caricata desse rapaz se expondo ao ridículo, (parece um filho bastardo do Putin) empregando mal as palavras sem conseguir formular bem as frases, se dizendo pegador, mas rodeado de homens a fazer-lhes carinhos explícitos, então pensei, não se faz mais emergentes como antigamente. Essas figuras desaparecem da mesma forma como aparecem, ninguém sabe de onde vem e ninguém sabe para onde vão, são figuras passageiras, como passageira é a vida vazia que cultivam.   

    • Certeza……me lembrou um

      Certeza……me lembrou um pintinho bem pintinho mesmo…….só que vermelho…..vermelho de vergonha….. do dono.  Como pode dar um atestado desses…e de livre e espontânea vontade.  Socorro…..que português é esse que ele fala….??  

  42.  
     
    [ silogismo.

     

     

    [ silogismo. ]

     

    dinheiro. é meio.

     

    quem vive pro dinheiro. é medíocre.

     

    ..

     

    e pedigree. 

     

    é coisa de cachorro. pet.

     

    [ aliás. pet shop people. virou praga. delirante. 

     

    ..

     

    os vejeiros. sabujos.

     

    armaram a sacanagem. com o coitado.

     

    pra deleite dos burga ‘ilustradinho’. os midiotas encabrestados.

     

    que tentam passar por melhores. ou menos péssimos. que o pobre pateta.

     

    – ‘vejeiros folhudos globistas. não desesperem. tem sempre alguém pior.’

     

    essa a piada. sem graça.

     

    ..

  43. É cafona? Um

    É cafona? Um pouco…talvez…mais ou menos…

    O supra-sumo do ridículo é ser capa da Veja, da Vejinha então…

    • Discordo

      A Veja é o local perfeito para esse tipo de reportagem. Aliás, ela – Veja – deveria se dedicar a esse tipo de reportagem. Vai ganhar rios de dinheiro.

      Ainda, um soco no estômago esse texto do Nassif. Sucinto, um modelo de artigo. Parabéns.

  44. Imaginem os funcionários

    Imaginem os funcionários desse cidadão, que devem ganhar um piso salarial, ouvindo uma coisa dessas… 

  45. EIS A REPORTAGEM ESCRITA

    COMPORTAMENTO

    Os sultões dos camarotes

    Eles aparecem de Ferrari, são escoltados por seguranças particulares dentro das boates e chegam a torrar 50 000 reais em uma só balada

    O empresário Alexander de Almeida, de 39 anos, não faz parte do time das celebridades da capital. No universo das melhores casas noturnas daqui, porém, ele recebe tratamento digno de estrela. É conhecido como um dos paulistanos que mais esbanjam dinheiro nesse circuito boêmio. Costuma chegar a endereços como a boate Pink Elephant, no Itaim, acelerando sua Ferrari avaliada em 1,2 milhão de reais. Do carro de trás, um Porsche Cayenne, saem três seguranças particulares. Na volta para casa, um dos profissionais assume o volante da Ferrari. Todos eles entram sem passar por revista e se dirigem diretamente para o principal camarote,com capacidade para vinte pessoas.

    Em uma balada recente por lá, o relógio marcava 0p0 e a pista ainda estava começando a encher quando a turma apareceu. “Hoje você vai ver o que é uma festa de verdade”, anunciou Almeida, enquanto mostrava no aplicativo Instagram algumas fotos de seu universo particular: casa de praia no Guarujá (“A Sabrina Sato gravou por lá para o programa Pânico na TV ”), viagem ao Rio em avião fretado (“Mais conforto, esquema top e sem fila”) e imagens em outras noitadas, muitas noitadas.

    Ele abre os trabalhos, digamos assim, pedindo cinco garrafas de champanhe Veuve Clicquot e duas de vodca Cîroc, além de latinhas de energético. Aos poucos, algumas meninas começam a rondar. Vão se acomodando na mesa e, as mais espertas, cumprimentam o dono do pedaço como se fossem velhas amigas, mesmo sem conhecê-lo. Um promoter chega ainda com mais moças. Como em um passe de mágica, Almeida, que tem mais pinta de personagem de comédia adolescente americanana linha American Pie do que de Cauã Reymond, parece virar um galã global, tamanho o assédio ao seu redor. “Não vou ser hipócrita, gasto dinheiro para chamar a atenção das gatas”, assume. “E tem uma coisa: eu gosto de vodca, mas elas ficam impressionadas mesmo é com champanhe.”

    Para comprovar sua tese, ele estala os dedos, chama a garçonete e encomenda de uma tacada só outras quinze garrafas de Veuve Clicquot e duas de Cristal. Todas chegam à mesa com velas acesas irradiando fogos, como ocorre sempre que alguém faz um pedido extravagante como esse na Pink Elephant. “A coisa vai ficar quente”, exultava o rapaz, distribuindo brindes e olhares. “Uma vez, transei dentro da boate”, contou. No fim daquela noite, pagou uma conta de 25 000 reais, que passou no cartão de débito. Duas semanas depois,voltou ao mesmo lugar e bateu seu recorde pessoal, desembolsando o dobro desse valor.

    Morador de um apartamento no Jardim Anália Franco, na Zona Leste, decorado com mármore no chão e cristais Swarovski nos banheiros, ele é proprietário de uma empresa despachante que presta serviços a instituições financeiras ligados à recuperação de carros de clientes inadimplentes, entre eles a atualização dos documentos e o transporte dos veículos até os locais de leilão. “Bancos como Votorantim, Pan e Itaú estão entre os meus clientes”, afirma. No circuito de baladas, ao lado da Pink Elephant, a Royal, também localizada no Itaim, é uma de suas prediletas. Em setembro, durante um show dos Racionais MC’s por lá, pediu 100 garrafas de champanhe. “Chego a gastar entre 200 000 e 300 000 reais por mês em baladas”, orgulha-se. Para efeito de comparação, ele torra cinco carros Eco Sport zero-quilômetro na boemia. “Casei cedo e não podia sair. Agora que estou solteiro curto a vida”, justifica.

    A metrópole tem mais de 180 baladas, mas menos de dez delas oferecem ao público muito rico o que eles querem: exibir-se para as mulheres e os amigos. As principais se concentram entre Itaim e Vila Olímpia, como Disco, Provocateur, Villa Mix (um freguês famoso do local é o craque Neymar, que comemorou por lá seu último aniversário). “Quem compra camarote vê chover mulher do seu lado”, conta Wellington Dissei, 26 anos, que vai pelo menos duas vezes por semana à Wood’s, na Vila Olímpia, especializada em música sertaneja. Wellington sempre fica no camarote, ao preço de 2 500 reais por noite, com seu primo Renato. Os dois são herdeiros de uma construtora. Numa recente noite de sexta-feira, em menos de meia hora após terem chegado, os rapazes passaram a ser rodeados por meninas jovens de não mais que 25 anos. Elas pediram para beber champanhe rosé e passaram a chamar Wellington carinhosamente de “Well”. “Esta é a primeira vez que vejo esta menina na vida”, dizia ele, todo sorrisos. Renato, seu primo, também tirava onda de sultão. “Adoro a música daqui”, contava, com uma garota pendurada em seu cangote. Nenhum dos primos tem o padrão de beleza mister Universo. As garotas que frequentam esses ambientes, no entanto, não parecem tão preocupadas com isso. “Os caras chegam colocando pulseira na gente, convidando para ir para o camarote”, afirma a estudante Elisa Fuks, de 19 anos, uma bela morena de lábios carnudos e corpo mignon. “Tem cara feio com um bom papo, então não vou apenas aos espaços reservados dos bonitos.”

    O padrão atual de gastança impressiona até quem já viveu dos negócios da boemia, como é o caso do empresário José Victor Oliva, que comandou entre os anos 80 e 90 a boate mais sofisticada da cidade, o Gallery, nos Jardins. “Existem as pessoas que sabem das coisas e as cafonas. Gastar 25 000 reais em uma balada é fora de moda”, diz ele. Os funcionários das casas noturnas da atualidade não parecem se incomodar com as extravagâncias desse tipo de gente. “Uma vez, vi caras pedirem Veuve Clicquot para jogar no chão, de farra, como se fosse sapólio para limpar o piso”, conta Débora Souza, hostess de camarote da Pink Elephant. A tolerância tem uma explicação. Os reis dos camarotes ajudam a engordar — e muito — os lucros. “Mais de 50% do nosso faturamento vem desses espaços vips”, diz Vivian Alves, gerente da Provocateur. Ela anda com um rádio e dois celulares pela balada.

    Há algumas semanas, em uma quinta, o equipamento dela tocou no início da noite. Era Stephano Costa, 29 anos, herdeiro da Uniesp, rede com mais de 100 faculdades no país, quem chamava. “Vivian, a balada está vazia. Vai continuar assim?”, questionou. Entre uma taça e outra de Dom Perignon Luminous (1 800 a garrafa), ele informa, esforçando-se para soar natural: “A minha camiseta é da marca Givenchy”. Stephano curtia a onda ao lado do amigo Hagop Guerekmezian Filho, 27 anos, vice-presidente da empresa de plásticos do pai, “que emprega 20 000 pessoas”. A estratégia é nunca ficar nos lugares até depois das 3 da manhã. “Os caras ficam bêbados provocando quem está no camarote”, explicou Guerekmezian Filho. Do alto de sua experiência na área de diversões, aproveitou para criticar a oferta da capital. “De zero a 10, dou nota 5 para a noite de São Paulo”, disse. “Nem sempre há DJs bons, a estrutura de som deixa a desejar e aqui só tem a nata de São Paulo, enquanto Ibiza atrai gente importante do mundo todo.” Guerekmezian Filho tem uma agenda internacional. “Em maio, vou para Cannes durante o festival de cinema, no fim de julho fico em Saint-Tropez e, no começo de agosto, passo uma semana na Espanha.” Ainda tem mais. “No Halloween, em outubro, gosto das festas de Nova York.” Ele de-tes-ta falar em valores gastos em baladas, mas a diversão sempre começa a partir dos 3 000 reais. “Na semana passada, gastei 10 000 dólares em uma boate de Las Vegas.”

    Algumas festas itinerantes de música eletrônica também investem nos espaços vips, caso da Deep e da The 400 Club. “Sem esse serviço, os melhores clientes nem aparecem”, diz Rubens Nigro, sócio da The 400 Club, cujos camarotes custam de 4 000 a 8 000 reais. A última edição de seu evento ocorreu no Espaço Metropolitan, no Brooklin, em setembro. Mesmo com boa infraestrutura, os amigos de Rodrigo Pina, Ronald Campos Jr. e Henrique Merlin levaram um segurança particular. Esse personagem tem determinadas funções. Uma delas é servir de pombo-correio ao chamar meninas da pista de dança para o camarote, além de barrar engraçadinhos que usam a namorada para abastecer seu copo. Na festa da The 400 Club, o segurança particular teve outra atribuição: interveio quando um funcionário da balada quis tomar o vidro de lança-perfume de um conhecido deles que dava umas baforadas. Tal funcionário não apenas desistiu do confisco como aceitou um agrado: uma nota de 100 dólares.

    O empresário Renato Ratier, dono do D-Edge, na Barra Funda, avalia que esse exagero de gastança foi inspirado no comportamento dos notívagos de Nova York. “A onda começou por lá com homens ricos querendo mostrar poder e com mulheres interessadas em conquistar esse tipo de cara.” Marcus Buaiz, sócio da Royal e da Provocateur, vê a privacidade e o conforto como os melhores benefícios dos camarotes. Daí ter criado na Royal um com entrada privativa. O espaço também tem banheiro e cabine para DJ. “Lá eu recebo amigos como Ronaldo e Anderson Silva”, informa. Ainda que a conta seja salgada no fim da noite, a estratégia de impressionar funciona. “Isso é coisa de homem solteiro”, define Alexander de Almeida. “Ninguém quer ir para casa sozinho depois de torrar tanto dinheiro.”

     

     

    Os dez mandamentos da área vip

    A cartilha para chamar atenção nos lugares mais caros

    1 – Ser solteiro. O principal objetivo de quem compra camarote é atrair mulheres e, no fim da noite, eleger uma delas para levar para casa.

    2 – Beber champanhe como se fosse água. Para chamar a atenção das meninas, eles pedem várias garrafas de uma só vez. Vodca e uísque são coadjuvantes.

    3 – Ser competitivo. Se o vizinho de camarote pediu três garrafas de champanhe, ele manda vir cinco. Se o pedido for de dez, aumenta para quinze. Essa disputa é estimulada pelas atendentes, de olho na gorjeta.

    4 -Ter carrão. Ferrari, Lamborghini, Defender e BMW X 6 ajudam a fazer uma chegada triunfal na porta da balada, ainda mais se o possante estiver sendo pilotado pelo motorista particular.

    5 – Andar escoltado por seguranças. Há quem chegue às casas noturnas com três deles. Os armários ajudam a controlar o entra e sai do espaço vip.

    6 – Esbanjar. Mostrar pelo Instagram fotos de sua casa de praia e da última viagem a Saint-Tropez, na França, faz parte do xaveco típico de um sultão de camarote.

    7 – Ser generoso. Eles servem bebidas caras a moças que acabam de conhecer. Algumas, aliás, aproximam-se apenas para pegar um drinque e depois voltar para a pista de dança.

    8 – Ser amigo dos promoters. São eles que recheiam os camarotes de meninas lindas e solteiras. Muitas delas travam uma disputa para ver quem beija o mais bonito e rico da noite.

    9 – Não precisar bater cartão. Seja jogador de futebol, seja empresário, seja filhinho de papai, é fundamental poder acordar, após a balada, depois do meio-dia.

    10 – Ter amigas “famosas”. Eles a-do-ram falar das “celebridades” que são suas amigas. A apresentadora, modelo e atriz Helen Ganzarolli é um nome que aparece com frequência

    Os preços e as características dos serviços das maiores casas da cidade

    DISCO

    Quantos camarotes: 19

    Preço: de 2 000 reais (destes, 1 700 reais consumíveis) a 6 000 reais (5 500 consumíveis)

    Público: há jovens de sobrenomes poderosos. As meninas têm o mesmo tom do cabelo da Lalá Rudge

    PINK ELEPHANT

    Quantos camarotes: 11

    Preço: de 4 000 a 25 000 reais (tudo consumível)

    Público: playboys que curtem foguinho no champanhe e escutam de Naldo a David Guetta

    PROVOCATEUR

    Quantos camarotes: 11

    Preço: de 4 000 a 10 000 reais (consumíveis 3 000 e 7 000 reais, respectivamente)

    Público: interessados em música eletrônica, sobretudo house

    ROYAL

    Quantos camarotes: 6

    Preço: 2 500 reais (1 700 consumíveis) , 3 500 reais (2 700 consumíveis) e 6 000 (4 000 consumíveis)

    Público: jovens de até 25 anos que usam roupas justas para exibir os músculos

    WOOD’S

    Quantos camarotes: 11

    Preço: a partir de 2 500 reais(1 900 consumíveis)

    Público: jogadores de futebol, atores, sertanejos e periguetes em geral

    THE 400 Club (festa itinerante)

    Quantos camarotes: 12

    Preço: de 4 000 a 8 000 reais, com metade do valor consumível

    Público: eclético, que usa de All Star a Christian Louboutin

     

  46. conteúdo

    O blog hoje está com baixo índice de conteúdo. Quando a mídia tradicional não é pautada, tem-se a impressão que falta assunto…No outro blog (não progressista) estava  mais interessante.

    Na Folha de hoje tem :

    Espionagem e imperialismo, por BResser Pereira.

    Tem :Agência brasileira espionou funcionários estrangeiros.

    Tem :Entenda o que compõe o chamado custo Brasil

  47. A Vejinha e o bisnaga

    A Vejinha e o bisnaga conseguiram o que queriam…….ta todo mundo falando…….

    A Vejinha faz esse tipo de reportagem a mais de 20 anos, me lembro bem quando fez uma dos “Petutinhos”de São Paulo, com os bons partidos da cidade…..

    Agora se o bisnaga Alexandre, trabalha e ganha seu dinheiro honestamente, tem todo o direito de fazer o que quiser com ele, o resto é crítica de quem não pode ou tem inveja!!!

    Pior que isso é político que usa o “nosso” dinheiro, fruto de desvios e corrupção e faz a mesma coisa em Paris!!!!!!!!

    Mas esse bisnaga deveria ter aprendido algo com o Eike…..

  48. Como bem disse o Ulderico,

    Como bem disse o Ulderico, esse aí tá pegando carro sem dono, depois do oba-oba da indústria automobilistica.

    Mas ainda é peixe pequeno. Tem muito neguinho se preparando é para pegar imóveis supervalorizados (ou superdesvalorizados, como queiram) também sem dono.  

    Daí que eu quero ver a choradeira,

  49. o rei do camarote da vejinha

     

    Horrorizada com a revista e com o sujeitinho. Difícil desvendá-lo… rapaz feio, desengonçado, vulgar ao extremo. Inacreditável que tenha 39 anos e que seja empresário (de quê???). Ganha dinheiro com a “infelicidade” de inadimplentes, o que não é nada louvável. Sequer merece o champanhe que ingere, pois nem sabe o gênero da palavra. Os 10 mandamentos dele são simplesmente ridículos e vergonhosos. Baita cara pobre, morando na zona leste, mas se gabando de ter cristais Swarovski nos banheiros. Tão temeroso de seu comportamento que precisa estar cercado de seguranças. Nossa, mas ele transou no banheiro da boate. Que proeza, não??? Ele acha que está curtindo a vida…

    Se eu fosse sua mãe, morreria de vergonha por ter um filho tão pequeno.

    Se fosse seu pai, o deserdava.

    Se fosse meu irmão, proibiria de entrar na minha casa.

    E pensar que sua única defesa é dizer que as pessoas sentem inveja.  

     

    Definitivamente, o momento atual pede o maior número de visualizações na internet. Custe o ridículo que custar.

  50. o rei do camarote da vejinha

     

    Horrorizada com a revista e com o sujeitinho. Difícil desvendá-lo… rapaz feio, desengonçado, vulgar ao extremo. Inacreditável que tenha 39 anos e que seja empresário (de quê???). Ganha dinheiro com a “infelicidade” de inadimplentes, o que não é nada louvável. Sequer merece o champanhe que ingere, pois nem sabe o gênero da palavra. Os 10 mandamentos dele são simplesmente ridículos e vergonhosos. Baita cara pobre, morando na zona leste, mas se gabando de ter cristais Swarovski nos banheiros. Tão temeroso de seu comportamento que precisa estar cercado de seguranças. Nossa, mas ele transou no banheiro da boate, que proeza, não??? Ele acha que está curtindo a vida…

    Se eu fosse sua mãe, morreria de vergonha por ter um filho tão pequeno.

    Se fosse seu pai, o deserdava.

    E pensar que sua única defesa é dizer que as pessoas sentem inveja.  (O tamanho da pequenez.)

    Definitivamente, o momento atual pede o maior número de visualizações na internet. Custe o ridículo que custar.

    • Rei do camarote e a vejinha

      Cara Mari, vc tem toda a razão. Além de tudo o que este podre menino rico representa, o seu dinheiro nada produz –  empregos,  investimentos sociais, nada… Acho que nem pertence à categoria de empresários.

       

       

  51. Só achei que faltou ter um

    Só achei que faltou ter um adesivo TELEXFREE na Ferrari… hahaha   Com toda essa gastança o “grande feito” foi ter pego um piriguete no banheiro???? kkk  Nem vou perder meu tempo com isso.

  52. Encontrar na rede não

    Encontrar na rede não consegui, mas há algum tempo o GNT mostrou um documentário sobre jovens MUITO ricos na Inglaterra. Inclusive com dois indivíduos com atitudes praticamente idênticas Sinceramente, as diferenças parecem perfumaria…

  53. Decadencia ou Classe C – S (Suwarovsky)

       O rapaz pode ser até ridiculo em ter pago este “mico” para vejinha, mas para quem sai em São Paulo, varias noites por semana, há mais de 30 anos ( tenho 53), já teve bares, é sócio de balada, este tipo de personagem é comum, sempre foi – alem dele existem varios, e são ótimos: sustentam varias casas, levam um monte de “amigos” e “amigas” ( todos na aba do Mané – ele paga e não discute), quer ser aceito, até paga para isto – MAS, nunca será, somente irá sobreviver, no meio da fauna “descolada” e “baladeira” – Jardins & Vila Olimpia – enquanto estiver pagando.

        Até serei chato, o carinha é uma face da ascenção social baladeira, quebra o que vivenciei, não é um Chiquinho Scarpa, ou mesmo um Olacyr de Moraes, Luciano Huck, L. Szafir etc.., é da ZL, nem mesmo jogador de futebol ( os melhores em gastar ) ou cantor de sertanejo/forró universitário – nem mesmo está “ficando” com modelos, ou melhor: starlet de novela da Globo ( o que dá para ele alcançar neste quesito (mulher), estacione em uma bailarina do Faustão, ou alguma garota da “bancada Silvio Santos” – excluem-se as filhas do “patrão”).

         Ele errou, foi capa da vejinha, portanto nunca será capa da Caras – talvez pegue uma da Quem, a sub-Caras, ou alcance o apice da ascenção: será entrevistado pelo Amaury Junior.

         P.S.: Vcs. são muito chatos, deixa o cara se espalhar – em seis meses ninguem vai lembrar que ele existiu.

  54. Serei bem honesta, não

    Serei bem honesta, não acredito que seja fruto da expectativa dos pais, muito pelo contrário. Já vi em várias famílias pessoas com esse tipo de comportamento. Todas, sem exceção, eram filhos de novos ricos. Estes não esperam muito dos filhos, querem que estes tenham tudo o que os pais nunca tiveram e sem o sofrimento. O que se cria é uma geração  que nunca foi obrigada a trabalhar, estudar e criar responsabilidades. Além de uma baixa autoestima, há muita insatisfação pessoal e poucos problemas reais e poucos sonhos verdadeiros, o conjunto da obra é o estado depressivo em que ele se encontra. 

  55. O choque

    Ser rico no Brasil está sendo motivo de chacota.De fato, esse status que a minoria da população alcança, está passando dos limites da pretenção. Os pobres podem se sentir orgulhosos de não terem o poder aquisitivo tão abastado, como esse pobre (espiritualmente) Alexander de Almeida. A que ponto chega um empresário, dito tão bem sucedido. É de ficar horrorizada! Um homem de 39 anos se expor, lamentavelmente, ao ridiculo chega a dar pena. Vejam só, ele conta ”mentiras” e ele mesmo se orgulha das próprias…Quem seria a” vagabunda” que aceitaria transar com milionário dentro de uma banheiro de uma balada? Meu Deus! A que ponto chega o ser humano em busca de confortar o ego. Os considerados ricos, hoje em dia, estão perdendo a noção do ridiculo, do idiota, do estranho, do desnecessario. Esse homem não precisa zelar pela integridade fisica, ele precisa de tomar um choque de realidade.

  56. Eu tenho dinheiro para

    Eu tenho dinheiro para comprar uma Ferrari, para beber champagne como refrigerante e para torrar 50k numa noite…
    Mas eu também tenho cérebro e prefiro não comprar uma Ferrari para andar nessas ruas esburacadas e nesse trânsito lento de São Paulo, não bebo champagne como refrigerante porque faz mal à saúde e não gasto 50k numa noite porque com o mesmo dinheiro eu faço doações, ajudo pessoas e construo amizades reais, me sinto feliz de verdade ajudando quem precisa (nenhuma balada dá a mesma alegria e felicidade, acreditem) ao invés de pagar bebida pra um monte de puxa-saco e falsos amigos…
    Também não transaria num banheiro de balada, simplesmente porque gosto de conforto e preferia mil vezes levar a mulher para um bom motel e ficar lá um final de semana inteiro do que uma rapidinha num banheiro de boate, apertado e sem o menor conforto…
    No fundo, a maioria dos que me conhecem, acham que não tenho nada, porque nunca ostento, nunca fico andando com roupinhas de marca (porque elas estragam mais rápido e desbotam na primeira lavada), meu carro 1.4 de 2009 funciona bem e não me dá dor de cabeça…
    Assim, consigo ter paz de espirito sabendo que tenho uma conta no banco bem gorda e ao mesmo tempo não sou foco de inveja, sequestros-relâmpago e coisas do tipo..
    Vendo tudo isso, o mínimo que me resta é sentir pena desse rapaz, que parece ser rico de dinheiro e muito pobre de espírito…

    • Muito bem, o Brasil precisa de mais brasileiros como vc.

      Não sou rico, tenho uma casa e um croosfox 1.6 com o ipva atrasado, está na garagem, luto todos os dias para ter o que realmente preciso para ser um pouquinho feliz, apesar de não conhece-lo me orgulho de vc, pra vc tiro o meu chapeu…

       

    • Parabéns pelo comentário e

      Parabéns pelo comentário e pelas atitudes, em um mundo cada vez mais competitivo vemos patetas pagando mico dessa natureza quase que diariamente.

      O coitado do “rei do camarote” não deve ter ideia do quanto sem noção ele é.

      Contudo, sabe-se lá de onde ele consegue todo esse dinheiro para esbanjar, pois, qualquer um que enriquece com o trabalho arduo, tem noção do valor do dinheiro e não sai por ai jogando ao vento, pois da mesma forma que dinheiro chama dinheiro o mesmo não aceita desaforo.

       

       

       

       

    • Concordo

      Concordo com o que vc disse, sou uma pessoa que batalho dia após dia, estou satisfeita com meu gol 1.0, e concluindo minha faculdade com o suor do meu trabalho, esse cara é tão futil que a unica coisa que ele tem é apenas dinheiro… nada além disso..

      • Submissão é genética dos brasileiros.

        Você ter seu carro 1.0, pagar uma fortuna nele comparando os valores pagos no mesmo carro em um outro país de 1º mundo, ainda que nesses paises nem é vendido carros 1.0, e dizer que faz faculdade ,pra quando concluir o curso, ser mais um que pega todo o investimento pago durante a faculdade, e vende esse conhecimento adquirido durante este tempo por uma mão de obra barata!… sinto dizer, mas você é muito mais pobre em conceitos doque aquele que aparece no video.

        • Cara, o que importa é ser

          Cara, o que importa é ser feliz com o quê você tem…
          Não é vantagem sair  do conforto da matrix se não tem como você saber que fora da matrix  é tudo real…

          Eu sou a favor do povo fazer o seu papel e fiscalizar/exigir o/do estador e não sair revolucionando tudo.

    • Parabens pela resposta! Nao
      Parabens pela resposta! Nao tenho tanto dinheiro assim, mas o pouco que tenho ajudo quem precisa. Me sinto muito melhor do que ostentar para sociedade para sentir um ser superior.

  57. Esse tipo de materia e bem

    Esse tipo de materia e bem tipica de paises sub desenvolvidos , onde o dinheiro esta concentrado na mao de poucos e ostenta-lo de forma abundante ganham repercursoes desses meios de comunicacao que de uma certa forma pretendem desviar o foco da atencao de seus leitores dos  problemas sociais e politicos do pais  com  artigos estupidos , banais e humilhadores como esse.

    Nao quero entrar em merito aqui nas condicoes pisicologicas desse pobre coitado sem nocao , poia ainda prefiro acreditar que  tenha sido um ato de impulso como tantos outros dessa sociedade rica e esbanjadora que  gastam milhoes enquanto o resto do pais  passa fome.

    O que esse cara gasta nao chega perto do dinheiro roubado pelos governantes de nosso pais , a unica diferenca nesse caso e’ que os politicos preferem a discricao dos atos.

    Nao estou aqui julgando condicao social , se esse dinheiro foi ganho com merito ou nao , mas sim a forma com que as pessoas gostam de se gabar perante a ele.

    Nao acredito que com tanta coisa acontecendo no Brasil um veiculo de comunicacao como a veja sao paulo se sujeita a publicar isso , disfarcando os problemas e escondendo cada vez mais  as falcatruas que acontecem a cada dia diante de nossos olhos.

    O que me revolta nesse assunto e’ a forma com que ele vem sendo tratado ! ao invez de prestarem atencao no disperdicio , promovem esse ser humano como mais um astro temporario , que daqui a pouco sera esquecido em meio ao seu dinheiro e engolido pela arrogancia e prepotencia.

    Ele e’ apenas mais um bastardo filhinho de papai que em meio a muitos procuram comprar sua felicidade , “amigos” em uma noite se esquecendo que no dia seguinte tudo volta ao normal e o vasio que sente por dentro o consome empulsionando para repetir a dose na noite seguinte!

    Viver em um mundo de ilusao , falsidades e solitario e o reflexo de uma sociedade pobre em espectativas que em meio a tudo isso se acham no direito colocar o estatus a cima da qualquer integridade e carater.

     

  58. JURA Q ELE ACHA Q É HETERO?

    JURA Q ELE ACHA Q É HETERO? DESCULPA TENHO AMIGO GAY MAIS MASCULO Q ESSE AI, PELO AMOR DE DEUS QUAL O PROBLEMA DO NOSSO PAIS????KKKKKKKK

  59. O “Rei” do camarote
    Mais um na enorme lista de “celebridades” (quem?). E falta de noticia ou a nossa imprensa esta amarrada pelo rabo? Pelo nível da cultura nacional, esse cara ainda vai render muita matéria….. Pena.

  60. Vamos estudar

    Estava no site uol e vi uma pesquisa interessante. Lá apontava que cerca de 47% da riqueza mundial estava concentrada em 0,74% da população de nosso planeta. Considerando o número de habitantes mundiais isso dá 450.000 mil pessoas que detem quase metade da riqueza do mundo. Essa reportagem ofendeu, no meu ponto de vista, o ego de muitas pessoas que sequer possuem um automóvel. Eu não possuo automóvel e tampouco consigo gastar 100 reais em uma balada, até porque estou desempregado e o seguro desespero acabou (a grafia está correta). Contudo o que ocorreu com esse empresário foi deixar em evidência o que vemos acontecer em nosso dia a dia, que é a diferença das classes sociais. Na internet, terra de ninguem, as pessoas são valentes e escrevem o que der na telha sem pensar sobre o assunto e tampouco sobre o veículo. A revista veja, diga-se de passagem a mais sensacionalista e parcial que conheço, foi tema de um trabalho acadêmico justamente criticando o modo como considerou os fatos de um caso de notoriedade nacional, e emitiu sua opinião sem qualquer embasamento técnico-cientifico. Ela simplesmente não é concebida para as classes menos favorecidas da sociedade, percebe-se isso pelos anuncios veiculados no semanário que são obviamente direcionados as classes mais favorecidas. Dentro desse contexto aparece essa reportagem, que em nenhum momento se preocupou com a figura humana desse empresário, que não pode ser condenado por ter disponível em sua vida, bens e valores que a maioria da sociedade nem sonha em alcançar. Mas é claro que se as pessoas ricas se utilizassem dos meios normais para se divertirem, elas certamente seriam rotuladas como pobres!!!!!! Não sejamos idiotas, o rico mora na mansão e o pobre na favela. O rico anda de ferrari e o pobre de onibus ou a pé. O rico viaja pelo mundo, o pobre vai, quando vai, a praia fazer farofada. Ou seja, as coisas são como são, e querer diferente é ser idiota pois seria a mesma coisa que desejar que esse país parasse de dar tanta atenção ao futebol (pobres) e se focasse mais em educação (rico). 

    • Realmente precisa-se estudar

      Esse crítico de fato precisa estudar. 0,74% * 7 Bi = 51,8 milhões de pessoas detém 47% da riqueza mundial. Ou seja ele colocou um número 100 vezes menor (450.000) para fazer seu argumento. Precisa estudar muito mais antes de escrever.

  61. Esse cara tem uma vida tão

    Esse cara tem uma vida tão vazia que não tem nem um amigo pra impedí-lo de botar esse vídeo patético (que pensei ser ficção, tipo Porta dos fundos) na internet.

    • Podridão humana

      Eu pensei exatamente a mesma coisa que você!!! E algo tão abjeto e nonsense que imaginei ser uma trollagem bem articulada. Mas é verdade!!!

  62. Apenas mais 1

    Se esse cidadão fosse pobre ou pertencente a classe média , certamente estaria desfilando pelas ruas com seu gol 1.6 , exibindo um “FUNK” no último volume…….É apenas mais um babaca como tantos, mas com muito dinheiro.

    • Isso mesmo, realmente todo e

      Isso mesmo, realmente todo e qualquer ser humano que tenha algum bem sai exebindo pra qualquer um, ostentando superioridade seja ela qual for, é um querendo pisar no que está abaixo de sua “condição”. 

      É o fim de mundo você circular nas periferias, é “mano” folgado que para no meio da rua com seus sons insurdecedores com músicas de péssima qualidade se achando o maioral sem pensar que possa estar incomodando o próximo, se tem um celular melhor que o do outro já é motivo para se exibir, e a outra parte mesmo com um aparelho bom quer ter um igual ou melhor. instinto? Talvez, os animais tem isso, se é mais forte, tem o chifre maior que o outro sai desfilando e enfrenta qualquer um que possa desafiá-lo.

      É uma pena, seja rico ou pobre sempre terá aquele babaca querendo mostrar superioridade!

      Status é comprar coisas que você não quer, com o dinheiro que você não tem, a fim de mostrar pra gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.

       

  63. Vídeo Fake

    Esse vídeo é fake. O personagem é sutilmente caricato ao ponto de despertar dó de sua arrogância. As animações inseridas em forma de vinheta são mal diagramadas e não estão centralizadas, acompanhando o deboche e um tom de “elegância” desconcertada que o personagem tenta demonstrar. Algo como, tem alguma coisa fora do lugar, mas não sei o que é. Isso é feito de forma pensada por quem elaborou o vídeo.

    A cena em que ele fala do banheiro é nitidamente um trecho de esquete humorística. 

    Por mais incrível que pareça, o vídeo tira um sarro de uma classe média que enriqueceu e procura se tornar pseudo famosa. O mais triste é saber que pessoas assim realmente existem, ainda que eu arrisque todas as fichas de que esse sujeito montou um personagem para uma campanha. Provavelmente está atrelado a um programa de tv que ganhará com isso, uma empresa com produtos, ou a um novo canal da própria revista, ou ainda a um escritório de consultoria.   

    Mas que o vídeo é fake, isso é. 

    • Fake?… e daí?

      Dizia Aristóteles que o fundamental na criação narrativa nunca foi a veracidade, mas sim a verossimilhança.

      E é isso que torna essa peça narativa exemplar, independente de qualquer que seja a veracidade factual.

      Ela é absolutamente verdadeira porque expressa de forma exemplar uma visão de mundo coerente e legitimada por um extrato social que a compartilha (o que inclui aqueles que ambicionam, ainda que em fantasia distante, pertencer a ele).

      Esse é o Matrix-realmente-existente, o Blade-Runner e o Avatar do endinheirado e fútil mundo paulistano do consumo conspícuo (a repetição farsesca dos anos loucos da classe ociosa descrita por Veblen).

      A marcha dos séculos muitas vezes é pródiga em ironias, por mais que isso seja desconcertante para quem olhe de fora.

      • Fake na Veja!?

        A Vejinha não veicularia um vídeo fake. Quem acompanha, já viu diversas reportagens para o público A. Esporadicamente lançam a Veja Luxo (ou algo assim) focada para este público.

        • Fake na Veja?

          entre o absoluto e o relativo existem diferentes nuances, e Veja habiat o limbo do relativo “fake” com cara de verdade, um dos veículos de midia mais manipuladores do mundo, extrato de m… pura

    • Fake?

      É tão fake que ele apagou suas contas sociais e instagram né espertinho?  Os poucos “amigos” famosos que ele tem , disseram que ele está triste, e não sai mais de casa, o pórprio sterblich que aparece no vídeo zoa com a cara dele, falando que nme são tão amigos assim, ele estava bêbado e apareceu no vídeo de passagem… Se informe antes de afirmar que algo é fake.

      • Isso bate tantas mil vezes no

        Isso bate tantas mil vezes no ridículo que também só posso crer em armação. Agora, se for verdade, ah, como eu queria ser um agente da Receita…já estaria na porta desse rapaz.

        • Triste é ver pessoas se incomodar com quem tem pra gastar.

          Na visão financeira “sou pobre”, mas moralmente tenho grande valor, e analisando a sua critica com relação a este cidadão, sinto que você é só mais um tão comum entre os pequenos. Dizer que se trabalhasse na Receita Federal, já iria de encontro a ele, é mostrar que você é somente mais um hipócrita que favorece o enchimento dos cofres públicos com manipulações abusivas garantidas por lei feita por outros hipócritas, que no final, usam uma pequena porcentagem em pról da população, e uma imensa porcentagem destinada ao próprio consumo, e que em muitos casos promovendo festas que ultrapassam muito os R$50.000,00 que o Alexander diz gastar numa balada.

          E  esses que promovem essas festas com valores muito acima, estão usando o dinheiro que é “seu” e de todos que você conhece, então fica minha pergunta: Quem realmente se mostra um Imbecíl, aquele que gasta seu próprio dinheiro em uma festa, ou aquele que apoia os corruptos a gastar o dinheiro dos outros? 

        • Que inveja hem? Queria ter o
          Que inveja hem? Queria ter o poder dos fiscais contra pessoas que sobem pelo próprio esforço.

    • Julgamento

      Posso garantir que a pessoa no vídeo não é “fake”. Fui funcionária dele por alguns anos, e ele realmente tem muito dinheiro, ele realmente tem uma ferrari, e ele realmente vai nessas baladas toda semana. 

      Só que ninguem conhece a história dele. Ninguém sabe que ele veio de uma familía que nao tinha dinheiro, e tudo isso que ele tem hoje foi conquistado por ele sozinho. Então, qual o problema de gastar do jeito que ele bem entende, o que ele tanto lutou para conseguir ? Ele ajuda muitas pessoas, muitas instituições. Ele faz a parte dele. Acho que as pessoas julgam sem conhecer. Eu mesma, julgaria se nao o conhecesse, mas enfim. Espero só que algumas pessoas reflitam. Tantos politicos roubando do NOSSO dinheiro, e esbanjando mais do que o “Rei do Camarote” e ninguem fala nada. Ele pelo menos esbanja o dinheiro dele. 

       

      Bjj 

  64. Guardadas as devidas

    Guardadas as devidas proporções, é uma espécie de Eike Batista, colocando coleiras com seu nome em mulheres famosas, enfeitando a sala de sua casa com carros de luxo, etc.

    Figuras exemplares do subdesenvolvimento crônico de que sofre a elite brasileira.

  65. Fake? (2)

    Voces realmente acham que uma revista como a Veja gastaria a capa de uma edição com uma historia fake? Com que proposito?

  66. “Conheci um homem tão pobre,

    “Conheci um homem tão pobre, mas tãp pobre que a única coisa que ele tinha era dinheiro.”

  67. Pensamento do dia…

    Pense nisso:

     

    “Era uma vez um cara tão pobre, mas tão pobre, mas tããããoooo pobre… que só tinha dinheiro…”

  68. E os governantes?

    Ah, se tanta gente se revoltasse da mesma com os governantes que gastam nosso dinheiro, quanto se revoltam com este que gasta o dinheiro que é dele próprio. 

    • E de onde vem sua segurança

      E de onde vem sua segurança de que isso não acontece? As pessoas se revoltam com os governantes e também com esse cara. Aliás, tente dar uma lida de onde vem o dinheiro “dele” que você parece não ver problema. Ele é lobista, ganha dineiro facilitando o trabalho dos bancos que exploram todo mundo pra gerar os maiores lucos do país. E, se você acha tão bobo se preocupar com esse cara, porque está comentando aqui? Vá para frente da sede do governo de sua cidade e faça algo, ao invés de ficar de mimimi na internet.

  69. A voces que gostam de tomar com da VIDAS das pessoas e dele.
    Existem pessoas cujas vidas são meras
    existências, dai o desejo de cuidar da vida
    alheia, criaturas, ao invés de falar, prestar
    atenção na vida das outras pessoas, usem esses
    esforços para tornar suas próprias vidas mais
    interessantes.
    .
    oque voce pensa sobre mim nao ira mudar quem eu sou, mas ira mudar meu conceito sobre voce.
    .
    sejam logicos ninguem trabalha por ninguem.

  70. Não sou favorável ao outing.

    Não sou favorável ao outing. Considero que todos têm o direito de manter a sua sexualidade resguardada em âmbito privado. Ninguém é obrigado a assumir publicamente a sua homossexualidade, por exemplo. Isso vale para qualquer orientação sexual, frise-se.  A vida ou a orientação sexual das pessoas é algo totalmente privado, não há dúvidas quanto a isso.

    No entanto, nada disso tem relações com o perfil que nega a sua orientação sexual, inclusive para si mesmo.

    Eu sinceramente acho que o Rei do Camarote deveria “sair do armário”. Retirando Freud do baú, o estilo de vida dele pode ser uma reação de sublimação à repressão de sua sexualidade homoafetiva bastante latente.

    Se fizesse isso, talvez ele fosse mais feliz sem precisar de tanta ostentação.

    Antes que interpretem mal, não estou vinculando a homossexualidade a um perfil fútil. Estou dizendo que talvez o perfil do Rei do Camarote tenha relações com uma homossexualidade não vivenciada da forma que deveria. É uma afirmação diferente.

    No mais, concordo que ele faz com o dinheiro dele o que quiser. Mas este não é exatamente o ponto. Ele poderia queimar o dinheiro dele na fornalha. O problema é ostentar isso como se fosse alguma coisa digna de atenção ou um símbolo de sucesso na vida, de inteligência e etc. O que eu vejo é um sujeito tentando aparecer não pelo que é, mas pelo que tem. Sempre quando alguém faz isso, evitando mostrar quem verdadeiramente é, desviando a atenção do seu ser, as observações do velho judeu de Viena insistem em ecoar.

    Há algo de desconsertantemente intuitivo na psicanálise. Negam-lhe, com razão, o caráter científico (as críticas espistemológicas de Karl Popper são as mais conhecidas).

    Mas a grande verdade é que verdades existem, independentemente do método científico. Freud sabia disso muito bem.

  71. Pode ser uma “pegadinha”

    Eu já ouvi comentários informando que o Rei do Camarote seria uma pegadinha dos caras do Pânico.

    Não sei se isso é verdade. Pode ser.

    Apesar desse tipo de ostentação não ser exatamente uma novidade, o Rei do Camarote conseguiu bater todos os recordes em termos de falta de senso de ridículo.

    • Ja era

      Pela lebre que estão levantando a cada dia sobre esse sujeito, ele está FERRADO! Agressor, pilantra, sonegador! Vixi…qlqr momento vai ser preso.