O presidente e a cachaça

Simplesmente não acredito. Passaram-se 8 anos e o preconceito com o “operário bebedor de cachaça que virou presidente” ainda é usado por colunistas que são de uma destreza em despejar preconceito que ficam no limiar da lei.
Josias de Souza devia sair às ruas (pode chamar o Gilmar Dantas) para ver que a cachaça, símbolo de pobreza e miséria em tempos passados (aqueles que o Serra não quer que se veja no retrovisor), se tornou uma bebida muito apreciada mundialmente. Lembro bem que era difícil ver garrafas de cachaça em gôndolas de supermercados e lojas de bebidas pois conspirava contra o estabelecimento. Hoje temos exemplares rivalizando lado a lado com vinhos, whiskies e champagnes de todo o mundo.
Parou no tempo? Tem medo das ruas? Tem medo de povo? Favela só virtual?
Respeito é o que faltou para com o nosso presidente neste 8 anos e mesmo com tudo que Lula agregou de bom inclusive a este colunista, Josias de Souza, ele se vê no direito de ainda tripudiar nossos presidente e vice no seu prazer em beber cachaça.
Segue o falta de respeito.

Findo o mandato, Lula vai ‘chispar’ e ‘beber cachaça’
Blog do Josias

A quatro meses e doze dias de deixar o governo, Lula começa a planejar o futuro. Incluiu em seus planos o vice José Alencar.
A primeira providência, disse ele, será desocupar os palácios. Ele terá de deixar o Alvorada. Alencar, o Palácio do Jaburu:”Eu e você vamos deitar no dia 1º [de janeiro de 2011] à noite nas nossas casas, porque nós temos que dar a posse aqui e chispar. Você pode tratar de desocupar o Jaburu e eu de desocupar o Alvorada”.
A segunda iniciativa será celebrar a ausência dos fotógrafos que os perseguiram durante o par de mandatos:
“Quando eu e o José Alencar deixarmos o Palácio do Planalto, nós vamos tomar um gole da cachaça fabricada por ele, chamada Maria da Cruz. Sem nenhuma preocupação se a imprensa vai fotografar”.
Lula pronunciou os chistes em discurso num evento de contabilistas, realizado num hotel de Brasília.
O discuso pode ser ouvido aqui, na íntegra. Na parte “séria”, o presidente voltou a jactar-se de seus feitos. E lamentou não ter conseguido aprovar a reforma tributária. Debitou o insucesso ao “inimigo oculto”.

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