O samba da OTAN doida

     Em qualquer campanha de vendas de material de defesa, o equipamento ter a qualidade de “testado em combate real” agrega valor, vai dai que hoje (29/03/2011) o ministro da defesa da Suécia (que não faz parte da OTAN, formalmente, mas age junto), disse que é do interesse da Suécia participar da operação multinacional que pretende libertar o povo libio das mãos do ditador sanguinário, o ex-amigo M. Kadaffi

      O apoio se traduzirá, caso aceito, em 8 aviões Gripen C/D, 1 Hercules C130 e um SF340 A&W Eriye – se tal acontecer será a primeira utilização do Gripen em combate (contra o que não sei, Kadafi não tem mais aviões no céu)

       Pergunta interessante: Se a resolução da ONU é para que as forças internacionais protejam o povo libio, como esta força irá atuar agora, pois os insurgentes/rebeldes/libertadores (chamem como quiser) estão atacando o reduto principal da tribo de Kadafi, a cidade de Sirte (onde ele inclusive nasceu), e os “civis” desta região libia apoiam o governo de Tripoli, será que a coligação irá protege-los dos revolucionários anti-kadafi?

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