Petroleiros iniciam greve nacional neste sábado, 1 de fevereiro

Categoria reivindica à Petrobrás demissões ocasionadas pela paralisação de fábrica de fertilizantes no Paraná e o descumprimento de acordos trabalhistas

Foto: Reprodução/FUP

Jornal GGN – Os trabalhadores da Petrobras, de 13 sindicatos parte da Federação Única dos Petroleiros (FUP), irão iniciar nos primeiros minutos deste sábado, 1 de fevereiro, greve nacional por tempo indeterminado. A manifestação é contra a demissão em massa ocasionada pela paralisação da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen) e o descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), estabelecido em novembro passado.

De acordo com nota, a federação nacional e os 13 sindicatos encaminharam o comunicado da paralisação à gestão da Petrobras e subsidiárias, destacando que a categoria vai “garantir o abastecimento da população durante todo o movimento grevista”.

Os trabalhadores criticam que, mesmo com o acordo de cláusulas que impedem as demissões em massa sem negociação prévia com o sindicato, a organização vem realizando privatizações e fechamentos de unidades estratégias. 

Com a greve, a categoria reivindica a paralisação da Fafen-PR, anunciada pela Petrobrás em 14 de janeiro. Segundo a federação o fechamento da unidade vai provocar a demissão de 1000 pessoas e, por isso, a situação “deveria ter sido previamente negociada com os sindicatos que representam os trabalhadores da unidade, como determinado pela cláusula 26 do ACT da Ansa”.

Dessa forma, os petroleiros pedem que a Petrobrás cumpra as negociações obtidas no fechamento do ACT, em novembro de 2019, mediado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). 

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