Pitaco de humanidade

    Messi: “Como embaixador da #UNICEF, não posso jogar contra pessoas que matam crianças #palestinas inocentes. Tivemos que cancelar o jogo porque somos humanos ”.

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    11 comentários

    1. Pode ser…ou ele pode estar

      Pode ser…ou ele pode estar levando em consideração que a próxima Copa vai ser realizada em riquissimo país árabe…

    2. Linda charge sobre um gol de placa
      Por essas e muitas outras que vou torcer pela Argentina, entre outras, nesta copa.
      Melhor não tentar imaginar o que a seleção da CBF faria na mesma situação.
      Parabéns ao jogador Messi e à seleção Argentina. E ao seu povo por ainda poder se orgulhar de seu time e seus jogadores como representantes do que seu país tem de melhor.

      Sampa/SP, 07/06/2018 – 12:09

        • Futebol clube, não, empresa capitalista
          Agradeço pela lembrança mas minha intenção ao chamar de seleção da CBF se deve ao fato de que, ainda que a Globélica seja dona de muita coisa no país, a instituição oficial que representa o futebol nacional é a CBF, e não podemos esquecer que essa condição é o que torna a situação desonesta, pois corre-se o risco de, mesmo sem querer, naturalizar a cooptação de instituições, públicas, privadas ou mistas, por interesses diversos de sua finalidade. Como bancos e empresários que querem substituir os poderes públicos na formulação de políticas públicas, especialmente na educação, ou emissoras de TV de empresas oligopolistas que querem substituir a consciência e o imaginário populares pela manipulação dos afetos na dimensão pública da convivência social: indignação, comoção ou êxtase coletivos, onde nossa catarse também foi privatizada.

          Que lembremos, como você fez muito bem, que a Globélica se apossou de bens públicos essenciais indevidamente, mas não esqueçamos a origem desta distorção.
          A seleção, oficialmente, é da CBF porque é a responsável institucional. Não chamei de brasileira por não reconhecer que ainda mantém a representatividade nacional, e popular. Não chamei de seleção da Globélica para não reforçar essa condição, depois que o país perdeu a vergonha na cara, pode se tornar motivo de orgulho e não de denuncia da fraude – o que ela já faz de maneira tão profissional que muitos talvez nem vejam o mal que há nisso, como na área cultural com seus produtos audiovisuais. Reforçar que é da CBF nos relembra de que o amor ao futebol é um afeto público e coletivo, mas quem convoca a seleção e representa o esporte é esta instituição privada, para que saibamos que é dessa relação pouco discutida que a Globélica consegue lucrar nas duas faces da moeda, explora o amor para garantir os lucros. Não é dessa duplicidade que decorrem tantas coisas que marcam o futebol-negócio ? Lojas de times que cobram fortunas por uma camisa oficial, ingressos caríssimos para estádios luxuosos cuja prioridade é a transmissão das imagens como uma experiência de entretenimento remoto, alimentados pelo talento, pela desigualdade de condições e pela brutalidade dentro e fora de campo, sustentados por essa alienação fundamental: qual o papel da paixão quando a máquina capitalista invade poros e anestesia consciências? Lembro de pouquíssimas vezes ver o presidente do sindicato de jogadores profissionais falando da realidade nada glamourosa que é de onde saem todos os craques. A grandeza de Messi é demonstrar não ter esquecido dessa origem e dessa realidade que só passa na TV para manter a audiência cativa pelo sentimentalismo, afinal é isso que mantém o negócio girando.
          Obrigada pela atenção e pelo lembrete.

          Sampa/SP, 08/06/2018 – 14:37

    3. Não sei se Messi refletiu


      Não sei se Messi refletiu bastante sobre sua decisão, pois é extremamente corajosa, considerando o poder que há do outro lado do muro.

    4. #

      Eu já gostava desse cara. Sujeito humilde que não se deslumbra com a fama e não se mete em polêmicas, até porque fala pouco.

      Agora ele mostrou a todos que tem grandeza. Provou que é gênio dentro e fora dos campos.

       

    5. + comentários

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