Proporção de pessoas ocupadas afastadas do trabalho voltou a cair

Dados do IBGE mostram que percentual nos últimos dias foi de 10,1%; abaixo dos 12,5% da semana anterior e dos 19,8% dos primeiros dias de maio

Foto: Reprodução

Jornal GGN – O total da população ocupada e não afastada do trabalho foi estimada em 71 milhões de pessoas, em alta tanto em relação à semana anterior (69,2 milhões) quanto frente à semana de 3 a 9 de maio (63,9 milhões). Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Entre essas pessoas, 8,9 milhões (ou 12,5%) trabalhavam remotamente, contingente que ficou estatisticamente estável frente à semana anterior (8,6 milhões ou 12,4%) e em relação à semana de 3 a 9 de maio (8,6 milhões ou 13,4%).

A projeção da população ocupada no Brasil chegou a 81,8 milhões no período de 28 de junho a 04 de julho, mantendo-se estável em relação à semana anterior (82,5 milhões de pessoas) e queda em relação à semana de 3 a 9 de maio (83,9 milhões de pessoas). O nível de ocupação foi de 48,1%, estável frente à semana anterior (48,5%) e com queda em relação à semana de 3 a 9 de maio (49,4%).

Segundo os dados divulgados, cerca de 8,3 milhões (10,1% da população ocupada) estavam afastados do trabalho devido ao distanciamento social. Esse contingente teve redução em relação à semana anterior (10,3 milhões ou 12,5% da população ocupada) e frente à semana de 3 a 9 de maio (16,6 milhões ou 19,8% dos ocupados).

A população desocupada foi estimada em 11,5 milhões de pessoas, recuando frente à semana anterior (12,4 milhões), mas cresceu em relação à semana de 3 a 9 de maio (9,8 milhões). Com isso, a taxa de desocupação ficou em 12,3% para o período de 28 de junho e 4 de julho, estável em relação à semana anterior (13,1%) e com alta frente à primeira semana de maio (10,5%).

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A taxa de participação na força de trabalho ficou em 54,9% entre 28 de junho e 4 de julho, o que indica queda em relação à semana anterior (55,8%) e estabilidade na comparação com a primeira semana de maio (55,2%).

Já a população fora da força de trabalho (que não estava trabalhando nem procurava por trabalho) era de 76,8 milhões de pessoas, com aumento em relação à semana anterior (75,1 milhões) e estabilidade frente à semana de 3 a 9 de maio (76,2 milhões). Nessa população, cerca de 28,7 milhões de pessoas (ou 37,4% da população fora da força de trabalho) disseram que gostariam de trabalhar, acima do visto na semana anterior (26,9 milhões ou 35,9%) e, também, frente à semana de 3 a 9 de maio (27,1 milhões ou 35,5%).

 

 

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