PSB convida Alckmin e Flávio Dino, Doria não descarta aliança com Ciro e Tasso cogita Planalto

“A gente não pode descartar nada. Temos que ter uma visão um pouco mais sublimada das questões partidárias", diz Doria sobre Ciro

Crédito: André Carvalho/CNI.

Jornal GGN – A segunda-feira (26) traz notícias de movimentações nos bastidores políticos com vistas às eleições de 2022. Segundo informações dos portais Valor Econômico e Revista Fórum, o PSB tenta atrair para suas fileiras o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Dino teria sido convidado para disputar o Senado em 2022 pelo PSB, já que está encerrando seu segundo mandato como governador. Já Alckmin é cortejado para encabeçar a chapa com o PSB pela disputa do governo de São Paulo, tendo Márcio França como canditado a vice-governador. O convite já foi feito ao tucano, segundo confirmou o próprio França ao Valor. O deputado federal Bira do Pindaré (PSB-MA) disse que Flávio Dino do PSB seria um ganho para o campo progressista, e sinalizou que o partido correria na raia da candidatura de Lula à Presidência em 2022.

Já o PSDB continua dando sinais de que pretende construir alianças e ampliar o campo da centro-direita. Depois de afirmar ao deputado Orlando Silva que para derrotar Jair Bolsonaro, “sentaria até com Lula” em 2022, o governador paulista João Doria, desta vez, não descartou uma aliança com Ciro Gomes (PDT).

“Nesse momento, a gente não pode descartar nada. Temos que ter uma visão um pouco mais sublimada das questões partidárias, eleitorais e até ideológicas. Colocar o Brasil em primeiro lugar e manter esse pensamento até o limite do possível. Qual é esse limite? A meu ver, será novembro, um ano antes do pleito eleitoral”, disse Doria, segundo o jornal O Dia.

Ao mesmo tempo em que Doria afirma que gostaria de vislumbrar um nome alternativo a Lula e Bolsonaro até novembro de 2020, o senador Tasso Jereissati (PSDB) admite, pela primeira vez, que poderia disputar as prévias do PSDB para concorrer ao Palácio do Planalto em 2022. O partido já tem Doria e o governador Eduardo Leite como pré-candidatos. A informação foi publicada pelo jornal O Globo.

Ciro, na semana passada, subiu mais um degrau na corrida presidencial, ao fechar um contrato de R$ 250 mil ao mês com o ex-marqueteiro do PT, João Santana. O publicitário, preso e condenado pela Lava Jato, cuidará da imagem de Ciro por um ano. Ainda não está claro se Santana fará a campanha do pedetista.

Nesta segunda (26), o PDT anunciou que começará a publicar uma série de vídeos nas redes sociais, formatados para cada segmento do público brasileiro, com o objetivo de discutir propostas para o Brasil. Em paralelo, no Youtube, o partido exibirá uma mini-série biográfica sobre seus principais quadros, começando com a história de Ciro, que será apresentada em 8 episódios.

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