Saúde privada no Brasil tem mais leitos que Itália e França

Brasil registra uma média de 70% de isolamento social entre as classes A e B. Nas classes D e E, o índice é de 40%

Jornal GGN – O médico infectologista Júlio Croda, que trabalhou com Luiz Henrique Mandetta e agora assessora o governador João Doria, está otimista. Ele disse à jornalista Mônica Bergamo que o fato de o coronavírus ter circulado primeiro em regiões de alta renda ajudou a “conter a onda explosiva de contaminações”.

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Segundo ele, isso ocorreu, em parte, porque o isolamento nessa classe social foi “eficiente”, “retardando a chegada da doença à periferia, onde ele é mais difícil de ser efetivado.”

E, neste cenário, a rede de saúde privada brasileira demonstrou capacidade de atendimento superior a de outros países que têm mais mortes por COVID-19.

“No Brasil, diz ele, o número de leitos de UTI no sistema privado, que atende aos mais abastados, é de 48 para cada 100 mil habitantes —maior do que o da Itália, com 13,5 leitos para 100 mil habitantes. Ou que o da França, com 11 leitos para 100 mil habitantes”, anotou a jornalista.

Ainda segundo Croda, hoje, o Brasil registra uma média de 70% de isolamento social entre as classes A e B. Nas classes D e E, o índice é de 40%.

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