Setores menos produtivos ganham espaço no PIB brasileiro, por Paulo Gala

O Brasil dos últimos 10 anos caminhou na contramão do desenvolvimento econômico

Setores menos produtivos ganham espaço no PIB brasileiro

por Paulo Gala

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Uma maneira interessante para se entender o que é desenvolvimento econômico é pensar em termos de sofisticação produtiva. São ricos e desenvolvidos aqueles países capazes de produzir e vender no mercado mundial bens complexos. São pobres aqueles apenas capazes de produzir e vender coisas simples e rudimentares. Por isso o desenvolvimento econômico pode também ser entendido como a capacidade de uma sociedade de conhecer e controlar técnicas produtivas, especialmente nos mercados mundiais mais relevantes. Para isso os setores produtivos mais sofisticados e complexos devem ganhar espaço no PIB em relação aos setores tradicionais e de baixa complexidade. Nesse sentido, o Brasil dos últimos 10 anos caminhou na contramão do desenvolvimento econômico.

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1 comentário

  1. Manipulação da taxa de câmbio e a confiabilidades nos dados públicos.

    Pode se iniciar um caminho para dolarização dos preços na economia, em um processo semelhante ao da década de 80 do século passado, quando ocorreram os expurgos nos índices de inflação afetando a correção dos indexadores da economia, como a ORTN.

    Os agentes econômicos sem a bússola dos indicados oficiais, afetados pela credibilidades, podem iniciar um refúgio no dólar, em deterioração da moeda nacional, afetando principalmente os salários e a demanda interna.

    Apesar de hão haver uma significativa dívida externa pública, temos uma divida do setor privado de cerca de US$ 500 bilhões, e importações da ordem de US$ 180 bilhões anuais, mais do suficiente para provocar uma total desorganização na economia.

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