Sobrepreço de itens contra coronavírus pode atingir R$ 1,9 bilhão

Projeção da CGU considera compra de itens básicos para o trabalho dos profissionais de saúde, além dos custos com gestão de hospitais de campanha

Foto: Reprodução

Jornal GGN – Uma avaliação realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU) projetou em torno de R$ 1,9 bilhão o sobrepreço em compras realizadas para o combate à Covid-19 por estados, capitais e outras grandes cidades desde o início da pandemia, em março.

A análise da CGU considera a compra de itens básicos para o trabalho de profissionais de saúde, como máscaras, aventais e medicamentos, além dos custos relacionados à gestão de hospitais de campanha em 357 cidades e entes federados. Somados, os contratos chegam a um total de R$ 13 bilhões.

Segundo o jornal O Globo, o aumento da demanda global pode ter contribuído para o registro de preços mais elevados, mas também existem indícios de conluio e má-fé entre empresas e agentes públicos.

Embora algumas compras relatadas na avaliação da CGU tenham sido interrompidas antes de se tornarem alvo de ações policiais e do Ministério Público, algumas operações ativas que vão exigir um acompanhamento mais próximo: anotação da Controladoria afirma que 12 dos 30 maiores fornecedores – que somam R$ 4,4 bilhões em compras – apresentam um contrato social inferior a 10% da contratação assinada ou são companhias de pequeno porte.

 

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3 comentários

  1. Existe um problema básico a ser enfrentado: Não se pode,evidentemente,excluir as espertezas e malandragens de agentes públicos sejam eles de que nível for. Contudo,é preciso lembrar que muitas dessas compras foram feitas em períodos de pânico generalizado no mundo. Basta lembrar do sequestro de equipamentos promovidos pelos falcões do norte.
    Nesse contexto fica valendo a lei da oferta e da procura e,como sabemos,o ágio aumenta muito.
    A questão central não deveria ser essa. deveria ser o porquê do desgoverno não ter se preparado com a antecedência necessária mesmo sendo sabedor das necessidades provocadas por essa pandemia e que ela atingiria nosso país. No resumo temos que o desgoverno foi o grande indutor do sobrepreço e da corrupção. É essa a avaliação que entendo que deve ser feita.

  2. ‘ E Conheceis a Verdade. E a Verdade Vos Libertará ‘. Novamente Bandidos e Corruptos se esbaldam entre Crimes, provocando a Indústria da Histeria, prolongando a NecroPolítca destes 40 anos de farsante Redemocracia. LABORATÓRIOS E INDÚSTRIAS MULTINACIONAIS INTERNACIONAIS agradecem à farra do Dinheiro Fácil Logicamente uma grande parte repassada aos comparsas AntiCapitalistas Brasileiros (matéria neste Veículo, há alguns dias, mostra que vida criminosa anticapitalista de José Serra já dentro da Estrutura de Poder, começa com parceria e cumplicidade de Laboratórios Noruegueses. A Mesma Noruega e sua 1.a Ministra, tão decentes, que só querem o bem da “Nossa” Amazônia. Sem outros interesses, muito menos capitalistas, é claro!!) Os milhões e milhões de reais flagrantemente pegos com Secretário de Saúde do Governo Witzel no RJ é outra prova da só existe nesta falácia, nesta farsa p puro interesse quanto à saúde do Povo Brasileiro. Gripezinha de Inverno? Jamais !! Isto é coisa do Bolsonaro. A Roubalheira só não é maior que a cara de pau e a histeria. Pobre país rico. Os mesmos que tentam dar crédito à Epidemia, mostram na Página seguinte, não passar de porta aberta ao crime, histeria e farsa da NecroPolítica. Mas de muito fácil explicação.

  3. As mamatas já existiam antes da pandemia…
    única novidade foi a fato de terem comprado de quem não apresentavam as mínimas condições para garantir a entrega

    truque dos canalhas do governo e da prefeitura foi encurtar o prazo para entrega, impossível de atender pela quantidade que pediram, de forma a eliminar todos os concorrentes que não faziam parte da quadrilha

    Todos os fornecedores honestos e que tinham condições de entregar, mas no prazo que a quantidade exigia, e que foram obrigados, ou levados a abrir mão de fornecer, cansaram de alertar os patifes de que a coisa toda era impraticável.

    Fala aí prefeito e governador RJ: quanto mais a gente comprar, mais barato fica. Ficou?

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