Transparência dos partidos políticos segue como tabu

Legislação ainda é insuficiente, e políticos evitam atuações para dar mais visibilidade ao uso de recursos públicos

foto: Reprodução

Jornal GGN – O debate em torno da transparência dos partidos políticos segue um desafio no Brasil: entidades que atuam em torno da proposição de reformas e regras de transparência consideram que a legislação brasileira ainda é insuficiente, e que existe pouca cooperação por mais transparência no uso de recursos públicos.

O problema é antigo e, segundo o jornal O Estado de São Paulo, existem diversos conceitos a serem considerados: alguns consideram que a adoção de regras mais severas de transparência podem afetar a autonomia partidária, conceito que definiu como princípio a liberdade às siglas depois da ditadura.

Na prática, tal autonomia permite aos partidos o direito de definir suas escolhas políticas e análises de viabilidade sem a necessidade de intervenção do Estado. Partidos como MDB, PT, PSDB, PDT, Podemos e PSL chegaram a anunciar em anos anteriores que adotariam critérios de transparência usados no mundo corporativo, mas nada ainda saiu do papel.

A principal matéria sobre o tema em debate no Congresso é um projeto de lei de autoria do senador Antônio Anastasia (PSDB), que quer obrigar partidos a cumprirem uma série de normas para aumentar a transparência e evitar atos de corrupção.

 

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