Trump ignora Ernesto Araújo e parabeniza Eduardo Bolsonaro pelo “trabalho” sobre a Venezuela. Assista ao discurso

"O trabalho que você fez nesse curto período de tempo é fantástico. Sei que seu pai admira, posso te assegurar isso. Obrigada. Trabalho fantástico", disse Trump

Jornal GGN – O jornal The Guardian disponibilizou no Youtube a íntegra do pronunciamento em conjunto de Donald Trump e Jair Bolsonaro, durante passagem do presidente brasileiro pelos EUA, nesta terça (19).

Após o discurso, a imprensa questionou a Bolsonaro se ele apoiará uma eventual intervenção militar americana na Venezuela, mas o presidente se recusou a responder. “É uma questão de estratégia. (…) Certas informações não podem ser debatidas de forma pública.”

Trump, por sua vez, disse que “todas as possibilidades estão em aberto”.

Na sequência, dentro da mesma questão sobre a Venezuela, Trump ignorou a presença do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araujo, no local do discurso e coletiva de imprensa, e parabenizou apenas Eduardo Bolsonaro pelo “fantástico trabalho” que tem feito como diplomata informal.

“(…) O filho do presidente Bolsonaro tem sido fantástico. Você poderia se levantar, por favor? O trabalho que você fez nesse curto período de tempo é fantástico. Sei que seu pai admira, posso te assegurar isso. Obrigada. Trabalho fantástico.”

O discurso de Bolsonaro começa a partir dos 20 minutos.

5 comentários

  1. O post reflete a mesma batida de tecla conferida pela Sra. Natuza Neri na Globonews agora tarde: frita-se o chanceler e, por conseguinte, secundaria-se o Itamaraty a meras “questões burocráticas”. Eduardo Bolsonaro agradece (“Falem de mim, falem mal de mim, mas falem de mim”).

  2. Esse Ernesto lembra o outro Ernesto do samba do Adoniran Barbosa: “nois fumo e não encontramo ninguém”. Kkkkkkk

  3. RESUMÃO de Washington: Trump manda o Bolsonaro esculhambar a China, mas … faz acordo com a China. E o Brasil destrói o que tem de melhor: a agro-indústria… alguém consegue me explicar o que os brasileiros ganhamos com isso? O que ganhamos não sei, mas o que cedemos nessa viagem enche uma bela lista: vistos, taxação 0 para o trigo deles, Embraer, base militar … Minha impressão é que se os gringos pedirem com jeitinho, a República de Curitiba condena a Odebrecht a construir o muro no México!!

  4. Ernesto Henrique Fraga Araujo, bibliófilo de “deep web” (mais precisamente, “dark web”), parece ser “o” ou “um dos” ghost writers do australiano genocida que abriu fogo contra uma centena de pessoas em mesquitas da Nova Zelândia, matando covardemente metade delas.

    Relembre-se o pesadelo em matéria publicada em:
    “Atirador da Nova Zelândia se diz ‘homem branco comum’ e ‘fascista’. Texto atribuído ao autor do massacre em mesquitas menciona Donald Trump como’símbolo de uma identidade branca renovada’.
    Por Da redação. access_time15 mar 2019, 16h57 – Publicado em 15 mar 2019, 13h14

    “Com um manifesto publicado na internet, o suspeito de cometer o atentado nas mesquitas de Christchurch, na Nova Zelândia, exalta sua ideologia anti-imigração e cita o terrorista de extrema direita que matou 77 pessoas na Noruega há oito anos. No texto, ele também se descreve ora como um “fascista etnonacionalista”, ora como um “homem branco comum” que decidiu tomar uma atitude. [destaque-se esse trecho…]
    No texto, ele elogia o presidente americano, Donald Trump, como “um símbolo de uma identidade branca renovada”, mas não como um “líder político”. Após o atentado, o presidente americano manifestou condolência aos neozelandeses. “Nós somos solidários ao povo da Nova Zelândia e a seu governo contra este ato perverso de ódio.”
    O autor da postagem, que teria nascido na Austrália, é o mesmo homem que matou pelo menos 49 pessoas em um massacre contra fiéis muçulmanos nesta sexta-feira, 15, segundo os investigadores. Ele assinou o texto como [nome circunstancialmente retirado em respeito aos mortos e aos sobreviventes].
    No documento de 74 páginas, publicado em uma plataforma virtual na chamada “dark web”, onde circulam informações e negócios ilegais, e em um perfil no Twitter, o suspeito menciona [o] supremacista que explodiu um carro-bomba em Oslo e atirou em jovens que participavam de um acampamento do Partido Trabalhista local em uma ilha perto da capital da Noruega.
    No texto do manifesto, o atirador das mesquitas sustenta que teve um “breve contato” com o criminoso europeu, ocasião em que teria recebido a “benção” de [o genocida de Oslo], preso e condenado a 21 anos de reclusão por seus crimes.
    [O genocida autor do recente massacre], de 28 anos, publicou o manifesto com o título de “A Grande Substituição”. A escrita expõe um discurso inflamado sobre o “genocídio branco” e lista os diversos objetivos do ataque, incluindo a criação de “uma atmosfera de medo” contra os islâmicos. O autor ainda culpa a imigração de muçulmanos pela “decadência” da cultura da Europa Ocidental.
    No documento, ele não se identifica como australiano, preferindo exaltar mais genericamente suas “raízes brancas”. “As origens de minha língua são europeias, minha cultura é europeia, minhas crenças políticas são europeias, minhas crenças filosóficas são europeias, minha identidade é europeia e, mais importante, meu sangue é europeu”, escreveu.” [destaque-se esse trecho…]

    Agora, basta comparar com excertos, pinçados, do papel higiênico decorado intitulado “Trump e o Ocidente”, de autoria do mesmo ernesto [nome apenas aludido circunstancialmente em respeito aos mortos e aos sobreviventes, etc.], atual “subminigstro de adulação aos EUA”, chanceler do Brasil (Cadernos de Política Exterior ano III, número 6, 2º semestre 2017 – Trump e o Ocidente. Ernesto Henrique Fraga Araújo. Acessado em: ).

    Se acharem que está forçado ou “fora de contexto”, basta passar o olho em todo o rolo do mesmo papel higiênico.

    “O presidente americano interpreta, nesse grito [“Libertem a Pátria!”], uma fusão do nacionalismo com a fé, a fé como parte integrante do sentimento nacional e vice versa […]”
    “Ela [“Nossa ideologia “liberal” pós moderna”] (ainda) não pune as expressões de fascismo com a internação em gulags ou com a execução sumária, mas sim com o ridículo, com o ostracismo, com o descrédito público, com a execução sumária de sua persona política senão de sua pessoa física […] ”
    “Trump deixa bem claro que, sem a aliança espiritual, esse braço armado é inútil.”
    “O inimigo do Ocidente não é a Rússia nem a China, não é um inimigo estatal, mas é sim principalmente um inimigo interno, o abandono da própria identidade, e um inimigo externo, o islamismo radical […]”
    “[…] na visão ocidentalista de Trump. O presidente quer submeter o Ocidente a uma terapia de recuperação da personalidade perdida.”

    “Trump não fala de “valores universais” ou algo assim, porque em sua visão não existem “valores universais” que se superponham à identidade de cada nação e de cada civilização.” [destaque-se esse trecho… nem mesmo a vida humana é considerada valor universal…]

    “O patriotismo pertence, portanto, à essência do Ocidente. Não foi pensado pelos filósofos, foi sentido pelos homens diante do perigo da morte – e não esqueçamos que, para os que conhecem a “metafísica da guerra” [sic] conforme a expressão de Julius Evola, o grito que nasce no peito de um homem na hora da batalha é sagrado, não provém dele, mas lhe é inspirado pelo deus.”

    “Só quem ainda leva a sério a história do Ocidente, só quem continua sendo ator e não mero espectador[…]” [destaque-se especialmente esse trecho…]

    “Trump não quer ocidentalizar as outras civilizações, quer apenas que deixem a civilização ocidental em paz para que ela possa recuperar se e reencontrar o seu vigor.”
    “Somente um Deus poderia ainda salvar o Ocidente, um Deus operando pela nação – inclusive e talvez principalmente a nação americana. Heidegger jamais acreditou na América como portadora do facho do Ocidente, considerava os EUA um país tão materialista quanto a União Soviética e incapaz da autopercepção metafísica indispensável à geração de um “novo começo”, como ele dizia, essa refundação do Ocidente que repetiria em outros termos o primeiro começo gerado pelos antigos gregos. Talvez Heidegger mudasse de opinião após ouvir o discurso de Trump em Varsóvia, e observasse: Nur noch Trump kann das Abendland retten, somente Trump pode ainda salvar o Ocidente.”

    [os colchetes são deste que ora comenta o post]

    Pra não dizer que não falei das flores, destaca-se a nota de pé de página, nº 4, p.350, do mesmo papel higiênico:
    “A mesma degradação atingiu a palavra “mito”, mythos, que originalmente significava uma narrativa fundacional criadora de sentido para a vida e de comunicação com os planos mais altos da existência, e hoje significa simplesmente uma invencionice, uma mentira.”

    Mas… mitos hoje são realmente apenas mentiras pra quem não entende Platão.

    PS: Favor encaminhar este aceno para juristas, filósofos, etc., e para o Tribunal Penal Internacional de Haia.

  5. Desculpem, mas não se pode negar a fala de Tramp, digo, Trump de que nunca EEUU e Brazil estiveram tão próximos:
    A proximidade entre os pelos pubianos americanos e o anus brazileiro é nula…
    A comunidade bozonária está exultante!
    O último a sair acende a luz, por favor…

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