UM PACTO NACIONAL e o fora CUNHA

 

O Brasil precisa desse Pacto de Transição, antecipando 2018 para 2017. A redução de um ano de mandato e a prorrogação dos mandatos de prefeitos para um ano, viabilizam as eleições gerais que reorganize a expressão majortária de poder para conduzir a nação para as reformas necessárias.

Desde 2013, a crise de governabilidade já anunciava que o vitorioso de 2014 só tinha um caminho: o da negociação em torno de uma transição democrática, conforme ponderava e se preparava para galvanizar os debates com a ´terceira via´ de EDUARDO CAMPOS-PSB e que MARINA, pega de surpresa, não tinha o staff para as condições ímpares e não soube conduzir o mesmo discurso naquela situação inesperada de agosto. Em vez de retrucar a Aécio e a Dilma, devia te-los convidados ao diálogo e à interlocução: que assumissem ali durante a campanha o compromisso de oferecer a governabilidade para quem o povo escolhesse pelo voto!

A mesma crise de governabilidade viabilizou a emergência do Dep. Eduardo Cunha saindo das sombras. Sua extraordinária figura de autêntico ´capo´, exige uma reação proporcionalmente extraordinária.

Mais do que nunca fica evidente que o Brasil precisa que PT e PSDB abandonem a polarização estúpida e construam condições para um Governo de Transição, ajustando um ministério tipo ´Adib Jatene´, acima dos partidos e convocando as principais lideranças para as reformas estruturais que as instituições precisam.

As reformas urgentes não são tantas e parecem óbvias para uma nova etapa de décadas de desenvolvimento econômico e continuidade das políticas de inclusão social. Desde uma nova legislação eleitoral que legitime a representação política. Passando pela reforma política para edificação de partidos representativos de programas de governo com nítida vocação para coalizões legítimas à esquerda ou à direita, mas com cláusula de barreiras e reduzindo o papel dos partidos de ´aluguel´.

Esse governo de transição deverá também liderar uma reforma tributária e um novo pacto federativa com melhor distribuição dos recursos com Estados e Municípios. A população não vive na União Federal, vive nas cidades, onde poderá fiscalizar melhor o emprego do dinheiro público.

Nem o impeachment de DILMA, nem a impugnação da eleição de DILMA e TEMER representam alternativas para a governabilidade. Quem ganhar, ganha mas não leva. Quem perder, consegue embargar a governabilidade.

FHC, LULA, DILMA, TEMER, MARINA, CIRO, PEDRO SIMON, BETO ALBUQUERQUE, SERRA, ALCKMIN, AECIO, ERUNDINA, CRISTOVAO BUARQUE e mais os governadores do Rio, SPaulo, Minas, R.Gde. do Sul, Goiás, Paraná, Bahia, Pernambuco, Maranhão, Amazonas, Pará etc será suficiente para uma maioria folgada no congresso capaz de viabilizar um governo de transição.

A única condição é convencer a DILMA a antecipar as eleições para 2017, renunciando ela e TEMER a um ano de mandato e prorrogando os mandatos de prefeitos por um ano, unificando todas as eleições. Faz-se as reformas em 2016 e 2017, com eleições gerais no final de 2017..

Esse complexo, porém viável movimento, já retira o país da crise e da paralisia que está nos levando para a maior recessão e grave crise social nos próximos anos.

MARINA PROPÕE PACTO LULA-FHC E PEDE ‘FORA CUNHA’”Está na hora de o presidente sociólogo e o presidente operário conversarem. Se foi possível Fernando Henrique…
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