Witzel pede ao STJ para depor no inquérito sobre hospitais de campanha

Apesar de ter sido alvo de busca e apreensão, o governador do Rio ainda não foi ouvido pela Polícia Federal

O governador Wilson Witzel, assina licença de instalação da usina termelétrica GNA II, no Porto do Açu, durante reunião no Palácio Guanabara

Jornal GGN – A defesa de Wilson Witzel precisou protocolar no Superior Tribunal de Justiça, na quinta (28), um pedido para que a Polícia Federal agente a oitiva do governador do Rio de Janeiro. Witzel foi alvo de busca e apreensão no âmbito de um inquérito que investiga gastos com saúde no enfrentamento ao coronavírus.

Embora o STJ tenha determinado a “oitiva imediata” de Witzel durante a fase ostensiva da Operação Placebo, nem o governador, nem a primeira-dama Helena Witzel foram ouvidos durantes as buscas.

>>> GGN PREPARA DOSSIÊ SOBRE SÉRGIO MORO. SAIBA MAIS. <<<

A defesa afirmou ao Globo que passou o dia buscando contato com a Polícia Federal para agendar o depoimento, mas não teve sucesso.

Witzel é investigado por contratar a Iabas para executar as obras dos hospitais de campanha contra coronavírus. Há suspeita de subcontratações que tenham favorecido o empresário Mário Peixoto.

Peixoto tem histórico de contratos suspeitos de fraude e superfaturamento desde os governos Cabral e Pezão.

Além disso, Peixoto teve como advogado o hoje secretário de Witzel, Luiz Tristão. Um sócio de Peixoto, Alessandro Duarte, também contratou os serviços de advocacia da esposa de Witzel, que virou alvo do inquérito.

Leia mais:

O caso Witzel: entenda o esquema corrupção no governo fluminense

 

 

 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  É preciso disputar territórios ocupados por igrejas e dialogar com evangélicos, diz Esther Solano

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome