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Xadrez do fator militar, por Luís Nassif

Peça 1 – sobre os cenários improváveis

Até a posse de Dilma Rousseff, já havia ocorrido os seguintes fenômenos, que passaram despercebidos dos partidos políticos e dos analistas em geral:

1      A montagem da bancada de Eduardo Cunha e Michel Temer, com recursos obtidos dos cargos públicos que receberam do PT.

2      As ligações entre a Lava Jato, a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Departamento de Estado norte-americano.

3      A parceria Mídia-Ministério Público Federal (MPF), criada com a AP 470, do “mensalão”.

4      A parceria mercado-PMDB, em torno da “Ponte para o Futuro”.

5      A entrada de novos militantes de direita nas redes sociais.

Consumado o impeachment, em pouco tempo ocorreram fatos impensáveis, até então:

1.     Um golpe jurídico-midiático-parlamentar.

2.     A tomada do Legislativo e do Executivo pela pior organização política da história.

3.     Em pouquíssimo tempo, a liquidação da engenharia nacional, junto com cadeia do petróleo e gás e os estaleiros implantados no período pela ação da Lava Jato.

4.     A destruição das principais multinacionais do país e a criminalização da diplomacia externa.

5.     O desmonte do Estado.

6.     A tentativa de privatização selvagem.

7.     Aumento da repressão em todos os níveis, de mortes de lideranças sociais à caçada aos dissidentes, fossem delegados da PF, jornalistas ou militantes.

8.     Avanço da intolerância religiosa e moral em todos os níveis, com partidarização inédita da Justiça e do MPF.

Entrou-se em um novo normal, no qual não é possível mais estimar o fundo do poço. Desde que se implodiu o edifício democrático, com o impeachment, instaurou-se o imprevisível, com um amplo leque de possibilidades.

Em alguns momentos, é possível vislumbrar algum refluxo da intolerância. No momento seguinte, aparecem novas nuvens toldando o horizonte. Mas as razões estruturais permanecem apontando para desfechos pouco otimistas. `

Peça 2 – o fator militar

As declarações do general do Exército Antônio Hamilton Martins Mourão, mencionando possibilidade de uma intervenção militar, definiram uma nova etapa, um novo normal em cima do anterior.

Depois das intervenções das Forças Armadas em várias capitais do Nordeste, em Vitória e no Rio de Janeiro, devido à perda de controle dos respectivos governos sobre a segurança interna, se poderia considerar a afirmação apenas uma constatação óbvia.

Disse o general: “Então no presente momento, o que que nós vislumbramos, os Poderes terão que buscar a solução. Se não conseguirem, né?, chegará a hora que nós teremos que impor uma solução. E essa imposição ela não será fácil, ele trará problemas”.

Partindo de um oficial da ativa, ganha outro significado. E os desdobramentos do episódio mostram o novo cenário.

Houve grita da mídia, por uma resposta do governo ao militar. O Ministro da Defesa Raul Jungman chegou a anunciar que cobraria providências. Ontem à noite, no programa de Pedro Bial, o chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Villas Boas, declarou em alto e bom som que não haveria punição, que o general falou em ambiente fechado, provocado pelas perguntas etc.

Ali, encerrou-se a fase de subordinação das Forças Armadas ao poder civil.

Obedeceu a uma lógica óbvia: como vai punir um companheiro de fardas, que expressou o sentimento do Alto Comando, se o próprio presidente da República é reconhecidamente corrupto e o Congresso Nacional está dominado por um grupo de parlamentares denunciados?

Peça 3 – as características do pensamento militar

Para se avaliar desdobramentos do episódio, é necessário um mergulho, ainda que superficial, no pensamento militar.

Disciplina

Quando o general menciona que, nas Forças Armadas, tudo é organizado e planejado, vale para a estrutura administrativa e vale para a cabeça do militar. O positivismo dos tempos do Império continua entranhado na cultura militar. Tudo tem que ser previsto, calculado, hierarquizado, branco no preto. Por isso mesmo, há uma dificuldade enorme em entender processos sociais ou a balbúrdia inerente aos processos democráticos, ou mesmo os sistemas mais fluidos do mercado.

Anticorrupção

Funcionários públicos costumam se valer de muitas carreiras de Estado como trampolim para o mercado. No caso dos militares, é dedicação para toda vida, com exceção de algumas áreas tecnológicas. Por isso mesmo, a corrupção é o maior inimigo vislumbrado. Aliás, o regime militar entrou na reta final quando foram revelados os escândalos da Capemi, batendo na corporação militar.

O noticiário exaustivo sobre corrupção calou fundo nas Forças Armadas. A Lava Jato é aceita; o Ministério Público Federal, não, em parte devido às suas políticas ambientais e de defesa de direitos humanos.

A política tradicional é execrada, mas Lula e o PT também.

Interesse nacional

Para as Forças Armadas, a Amazônia Verde é tema tabu, quase tão relevante quanto a Amazônia Azul, da costa brasileira e do pré-sal. Entendem que grande parte das disputas geopolíticas se dá pelo controle das últimas reservas de matéria prima do planeta. E o Brasil tem que aproveitar seu potencial para fazer valer o Poder nacional.

Sua posição sobre a produção interna estratégica, o mercado interno e as estatais aproxima-se bastante das teses desenvolvimentistas, com o desenvolvimento sendo subordinado a visões sobre segurança nacional.

Peça 4 – vivandeiras e interesses setoriais

Em 1964, ficou famoso o termo “vivandeiras”, para caracterizar os que iam bater à porte dos quartéis, exigindo intervenção militar.

Hoje em dia, os apelos provem de uma minoria barulhenta. Mas há um conjunto de fatores que poderá pressionar os militares:

1.     Vendeu-se a ideia de que bastaria a saída de Dilma para tudo entrar nos eixos. O choque representado pela entrada de Temer e pela adesão a ele dos baluartes da anticorrupção praticamente exterminaram a credibilidade de todos os partidos políticos. Praticamente a única figura que restou da atual geração política foi Lula, e submetido a ameaças crescentes.

2.     Os negócios que estão sendo armados na Eletrobrás e outros setores, a Lei do Teto e o esvaziamento do BNDES são ameaças concretas a diversos setores relevantes da economia. Já caiu a ficha da indústria e comércio que a atual política econômica beneficia exclusivamente o grande capital e as grandes negociatas  

3.     Os problemas crônicos de segurança pública, que serão agravados pela PEC do Teto. A crise fiscal, que bateu fundo também nas Forças Armadas.

4.     A perspectiva de novas eleições com as regras atuais, permitindo a volta de parlamentares denunciados.

5.     As ameaças sobre a Amazônia e o pré-sal.

Some-se a isso esses tempos de redes sociais, que estão permitindo a diversos oficiais generais contato direto com a massa made in Twitter. Ou se julgava que, depois do opinionismo desvairado e sem controle de juízes, procuradores, Ministros do Supremo, a corporação militar ficaria de fora. São tão classe média quanto os outros. E, dentro do caos institucional dos demais poderes, como exigir que, em algum momento, os militares não se apresentassem nas discussões?

Peça 5 – a lógica dos regimes de exceção

A lógica dos regimes de exceção é sempre a mesma.

Primeiro, a ideia de intervir, limpar a política dos “maus políticos” e devolver o poder aos civis. Depois, o tempo vai passando e decidem ampliar o salvacionismo, prorrogando a intervenção. É questão de tempo para a lógica do poder se impor.

Na hipótese de um reavivamento do poder militar, quais seriam as consequências?

Movimentos sociais – reprimidos, assim como Lula e o petismo.

Direitos humanos – reduzidos, mas provavelmente com a implantação de algumas políticas distributivistas.

Setores estratégicos – revigorados, sob controle direto do Estado, infraestrutura (energia, transportes).

Mercado – restrito às empresas do setor privado, sem nenhuma chance de entrar em infraestrutura e outras áreas críticas. O pensamento militar entende muito melhor modelos como Telebras, Eletrobras, Petrobras, do que agências reguladoras, em geral capturadas pelo mercado.

Política econômica – levaria algum tempo para perceber o efeito deletério da política monetária sobre a atividade e o orçamento. Mas o modelo chinês seria de fácil assimilação, especialmente para o raciocínio militar.

Meio ambiente – terceiro plano, assim como as populações indígenas.

Campeões nacionais – estariam de volta, já que as multinacionais brasileiras são vistas, pelo pensamento militar, como extensão do Poder nacional.

Limpeza política – de cambulhada, iria metade da Câmara. Os corruptos serviriam de álibi para decapitar as principais lideranças da oposição.

Mídia -  a Globo fecharia o dia criticando o poder militar. Ao primeiro clarim da manhã, os bravos colegas mudariam de opinião, como tropa bem disciplinada. No pós-1964 ainda havia algumas referências liberais civis, como o Jornal do Brasil e o Correio da Manhã. Hoje em dia, não existe mais o chamado caráter editorial. Mudar de um barco para outro seria medida rápida. Em qualquer hipotese acaba o poder desestabilizador da mídia.

Liberdade de expressão – seria suprimida gradativamente, em nome do interesse nacional, assim como liberdade de organização, sindicatos etc.

Geopolítica – sairiam procuradores e juízes alinhados com os EUA e voltariam as políticas diplomáticas soberanas.

Supremo Tribunal Federal – não resistiria ao primeiro toque de clarim.

Peça 6 – os desdobramentos possíveis

No fim do túnel há três possibilidades:

Possibilidade 1 – os militares assumindo o controle do país. Probabilidade baixa.

Possibilidade 2 – alinhados com alguma candidatura bonapartista, com a re-centralização do poder no Executivo (leia, a propósito, o artigo de André Araújo no GGN, “Sem estado forte, outro poder mandará”). Falta identificar o Bonaparte. Bolsonaro atrai o baixo clero militar. Mas é uma ameaça permanente.

Possibilidade 3 – eleições em 2018, com recomposição do centro democrático, e as Forças Armadas retomando seu papel constitucional.

Hipótese difícil. O quadro político está tão fragmentado que, do lado do pessoal do impeachment, não há um interlocutor sequer. E, do lado, das esquerdas, apenas uma liderança, Lula, ameaçada em várias frentes. E as novas forças que surgem, de forma autônoma ou atreladas aos partidos tradicionais, não encontram ainda oxigênio para ganhar dimensão nacional, com as regras políticas enfeixadas nas mãos da geração que não quer ir embora.

De qualquer forma, o jogo político está mais propenso para uma candidatura de confronto, do que de conciliação.

2017-09-20 23:11:53

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153 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Então... "Sem chamar a

Então...

"Sem chamar a atenção da imprensa, o Governo Temer praticou um absurdo de submissão do Brasil ao mundo poderoso da ciência nuclear, ao assinar – o que se recusava a fazer desde 1996, o chamado “Protocolo Adicional ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares” - do blog Tijolaço. Os caras vão vir aqui "fiscalizar" na hora que for do seu interesse o projeto nuclear brasileiro. E podem fiscalizar também os projetos desenvolvidos nas universidades. 

Quer saber? Os militares demoraram muito a se manifestar. Ah! E o almirante Othon foi condenado a 43 anos de prisão pela Lava Jato. O Sergio Cabral a 45 anos de prisão. O Temer é o presidente e o coronel dele está livre por aí por obra e oficio da república de curitiba e seus procuradores desonestos.

A "primavera brasileira" finalmente chegou. Só espero que copie a primavera árabe e ponha na prisão o Temer e seus ladrões. É só o que nos resta porque o país e suas instituições naufragaram faz tempo.

E quer saber: muito do que os militares defendem eu defendo também. Porque com eles pode restar um território onde eu possa morar.

 

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Vera Lucia Venturini

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Rodrigo Frateschi

Exceção

Caro Luis Nassif.
Eu estou mais pessimista. Acho que faltou um adjetivo para caracterizar o golpe: Mercenário. Juridico, mediático, parlamentar e mercenário. O tempo todo, desde o vazamento das escutas do Obama sobre a Dilma e outros presidentes do mundo, sempre esteve presente o fator norte americano no golpe. A cooptação e treinamento de mercenários dentro das instituições. MP, JUSTIÇA, e políticos defendendo o interesse externo, O PROPRIO Temer, o Serra, o Aloisio Nunes que viajou pra lá no dia do golpe. Por que não os militares do GSI? Que não agiram quando o Moro divulgou conversa da Presidência da República provavelmente com grampo norte americano? Só que agora o projeto é outro, que atinge a resolução financeira e coloca as tropas em atividade, ou seja, em guerra. Observe que desde antes, mas especialmente na guerra do Iraque, os EUA utilizam-se de mercenários para atingir seus interesses geopolíticos. Sai mais barato e com menos custo político utilizar-se de mercenários de outroa países do que mandar seus cidadãos para a guerra, além de outras várias vantagens. Então, afogar financeiramente as forças armadas é muito conveniente e a promessa de lutarem por um "grande país" é propaganda que já vem sendo feita até por meio de séries da netflix.
Então, quem você acha que vai atacar a Venezuela? e até abrir um flanco de guerra civil aqui? Quem vai atacar o Brasil? Já está atacando. Já está acontecendo. Eles já se encaminham para a fronteira da Venezuela.
Então acho que desta vez é algo novo e muito pior.
Abraços
Rodrigo Frateschi

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As declarações do General

As declarações do General Hamilton Mourão não podem ser entendidas e recebidas nem como bravatas de um arrivista nem com suaves passagens de mão pela cabeça, como o fazem, respectivamente, parte da mídia e do estamento político e, estranhamente, o general-comandante do Exército, General Villas Bôas.

Não há meios termos: o general Mourão quebrou a hierarquia, o totem sagrado do mundo militar. Emitiu juízos eminentemente políticos, o que é vedado pela instituição que diz tanto prezar, esgrimiu ameaças claras contra o Poder legal constituído, portanto contra a própria Constituição, e por fim ressuscitou o que já se imaginava para sempre sepultado: a pretensiosa tutela do Poder Militar sobre o Civil a partir de uma falsa consciência de que o primeiro é mais patriota e comprometido com os destino do país; noves fora a inverdade de que são incorruptíveis.

Há ainda um detalhe importantíssimo: falou numa solenidade, fardado e não de pijamas; evocou colegas do alto comando; fez remissão a planos; e por fim explicitamente pôs em cheque a própria institucionalidade, autoridade e responsabilidade do Poder Judiciário.

Se isso não for grave o que será?

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Burro e corrupto

A reação simultânea de 3 generais de alta patente em defesa do Golpe dentro do Golpe ocorre dias depois do "Protocolo Adicional ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares” que Temer assinou em surdina no encontro com Trump.

O imbecil simplesmente expôs nossa soberania à fiscalização externa, com regras abusivas, e o fez sem discutir com ninguém, nem com a sociedade, nem com as FAs.

Ou seja, Temer atravessou o Rubicão do Golpe, como Moro já havia atravessado antes com o Almirante Othon.

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Você que inventou esse estado
E inventou de inventar toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar o perdão

Xadrez do fator militar

temos girado em círculos num vazio, sem outra perspectiva além do cenário de um mundo já morto mas que se recusa a ser enterrado. quanto mais giramos neste vazio, mais fundo se cava o abismo no qual afundamos.

em 07/05/2016, arkx aqui comentou no artigo: Xadrez do governo Temer e o fator militar

as 3 camadas da arquitetura do caos

1. a interna e imediata: um setor dominante historicamente escravagista e colonial tem como único projeto manter sua subserviente condição de sócio minoritário do grande interesse internacional. negociam o pré-sal e almejam o fim dos direitos trabalhistas;

2. a externa e geopolítica: redefinição da institucionalidade mundial sob a égide da tirania financeira. o espectro da dominação total: um mundo pós nacional, prescindindo da democracia, com uma governança global e a serviço de mega corporações cartelizadas. ordenação jurídica através de acordos trans-nacionais: TTIP (Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento), TPSEP (Acordo de Parceria Econômica Estratégica Trans-Pacífico) e TISA (Acordo sobre o Comércio de Serviços);

3. Millenium: neo-fascismo, capitalismo como religião, zumbificação, anomia, admirável mundo novo, robótica, engenharia genética, nanotecnologia, singularidade científica, anti-Cristo...

Millenium

- os Anglo-SioNazi se auto-intitulam como os Proprietários da Humanidade (Masters of Mankind) e defendem  que a raiz do problemas mundiais advém, principalmente, do excesso populacional.

- várias de suas Estratégias de Redução Populacional (ERP), já estão sendo implementadas nas últimas décadas por todo o planeta. privatizações selvagens, expropriação dos recursos minerais (inclusive água), epidemias provocadas (inclusive AIDS), guerras sem fim, engenharia social da fome, eliminação dos “inúteis e defeituosos”, etc...

- os Anglo-SioNazi através de sua Guerra sem Fim empurram o mundo para um confronto termonuclear e uma selvagem redução populacional. estão convictos de que é possível sobreviver ao Armagedon e consideram obsoleta a doutrina do MAD (Mutual Assured Destruction).

- Millenium é a atual doutrina dos Proprietários da Humanidade.

.

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imagem de Gotardo Alvim dos Santos
Gotardo Alvim dos Santos

Intervenção Militar

Nassif,

 

Seria de grande valia a análise de um cientista político que tenha estudado sobre as posições dos militares brasileiros nos últimos anos.

Em geral, os militares são um grupo fechado e o grande público não tem idéia das suas convicções. Foi um erro dos governos progressistas terem colocado as Forças Armadas às margens das decisões.

Por outro lado, no sistema de governo atual (Democracia representativa) não vejo como os Militares terem qualquer participação ativa.

Como irão "limpar a política" sem julgamentos sumários que impessam os "corruptos" de serem candidatos? Julgamentos sumários de exceção não encontram amparo na nossa Constituição. Estes julgamentos no âmbito militar teriam validade para o STF? O STF seria dissolvido?

Embora eu até concorde que os Militares tenham posições políticas mais nacionalistas do que a escória que hoje encontra-se no poder, não vislumbro meios das Forças Armadas atuarem, da maneira que vem sendo anunciado, de forma Democrática e dentro dos limitas da Constituição.

Assim a Intervenção Militar só poderia ter dois nomes "Golpe" ou "Revolução".

Grande abraço.

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Acorda, mané: “golpe militar” é pauta da GLOBO!

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*Acorda, zé mané: “golpe militar” é pauta da GLOBO! - o bastidor da movimentação das Forças Armadas*

Por Romulus

E – mais uma vez! – a blogosfera progressista está perdidinha...

Até quando, Senhor?!

*

Lembram daquela fonte do Blog que nos ajudou a ANTECIPAR, meses atrás, a dramática virada no julgamento da delação da JBS pelo STF?

(Virada essa a favor da “pacificação nacional”...

- ... que eu prefiro, aqui no Blog, chamar de “Acordão” mesmo...

Sem nenhum eufemismo!

Ou problema maior!

Não se faz omelete sem quebrar os ovos, não é Dona Benta??)

Impondo uma clara derrota à Globo, à “República de Curitiba” e aos “juristocratas” em geral?

(capitaneados, na Corte, pelo Ministro Luis Roberto Barroso)

Pois então...

É evidente que, num momento em que as FFAA entram – ou melhor: “são entradas” (!) – elas mesmas na pauta político-midiática, eu buscaria saber o que aquela fonte tem a nos contar dos bastidores.

 

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Francisco Nabuco de A Barreto Neto

mudei de Bonaparte

tendo em vista a entrevista do Ciro para a Mariana Godoy após o que revi alguns vídeos, mudei meu pitaco para a solução bonapartista.

o meu Napoleão agora é Roberto Requião

 

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Wagner F. S.

A propósito...

Para quem não viu, vale muito a pena:

http://filmescult.com.br/o-fascismo-de-todos-os-dias-1965/

 

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ADROALDO LIMA LINHARES

Cadeia a juizes pgrs e promotores Blindadores e Blindados AntiPT

TÁ TUDO NA INTERNET!!! É CTRL-C, CTRL-V QUE SAI A CAPIVARA COMPLETA DESSES CRIMINOSOS, TANTOS OS CIVIS COMO OS MILITARES!!! TUDO PSICOPATA MEGALOMANÍACO DOENTE MENTAL!!!!

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Marcos Castro

Estamos confusos.

Talvez o general já tenha se adiantado e percebido que a grande indústria armentista do norte, se aproxime cada vez mais do nosso território. Acho que até os serviçais do império estão ficando assustados.Será que num futuro próximo teremos forças armadas brasileiras por aqui?Mas este é o retrato do país:um povo sem direito a educação, saúde, saneamento básico de qualidades e em breve sem trabalho e direitos trabalhistas, e aposentadoria;todo o patrimônio do país sendo entregue de bandeja para aproveitadores de todas as partes do mundo;uma grande imprensa manipuladora que não informa a verdade;Polícia que não defende o povo;Forças Armadas que não defendem a soberania e os interesses do Brasil;um Ministério Público rebelde que ultrapassa as fronteiras da legalidade;um poder Legislativo que virou um balcão de negócios, com todos os tipos de interesses, menos os nacionais;um poder Judiciário que não defende a Constituição e uma Suprema Côrte (última fronteira da legalidade) mancomunada com a facção dos golpistas;um poder Executivo que... Este, sem comentários.A verdade é que vivemos em um mundo duro e difícil, e não há mais nada para nos defender contra interesses e arrogâncias internas e externas. Estamos Virando um amontoado de gente, entregues a própria sorteTalvez este general e suas tropas estejam mesmo defendendo a soberania e os interesses do Brasil. Talvez.

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Discordamos: é fake news!

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ALERTA: a (muito!) perigosa "Fake News" de "golpe militar" (sic)

Por Romulus & Núcleo Duro

- A provocação do General Mourão: “se não forem capazes, através do Poder Judiciário, de barrar Lula, as Forças Armadas o farão”.

- A sinuca de bico do General Villas Boas, Comandante do Exército: como manter a “legalidade constitucional” tendo de bater continência para um...

(UNIVERSALMENTE reconhecido...)

         - ... chefe de quadrilha??

- Mourão - a “síndrome do vice” (golpista!) ataca de novo: General Mourão tenta a última cartada para cacifar-se. Ao produzir a “fake news”, avaliou, corretamente, que o “seu” (?) momento era agora...

         - ... ou nunca!

- Decifrando o “mistério” (?) narrativo: quando o (civil...) Ministro da Defesa, Raul Jungmann, para (de maneira estabanada...) mostrar serviço, cobra a punição de Mourão, Villas Boas recusa-se.

Ora, o Comandante, corretamente, não quis promover o espetáculo reclamado pela mídia - inclusive a “de esquerda”!

Espetáculo esse...

         – ... ANSIADO pelo próprio Mourão (!)

         - Dããããã!

- Cumpre registrar: o Brasil do(s) Golpe(s) – e do caos “institucional” (sic) dele(s) resultante – deve MUITO ao bravo General Villas Boas. Bem como à sua resiliência cívica e altruísta – inclusive em nível pessoal e, até mesmo, físico.

- Desastre na “blogosfera progressista”: o único a sacar o “jogo” - e a sinuca de bico - foi Fernando Brito, do Tijolaço. Evidente: ter andado tantos anos ao lado de Leonel Brizola fez toda a diferença.

- Lamentavelmente, todos os demais blogueiros derraparam feio na nova “batalha de narrativas”. Pior: foram PAUTADOS por interesses de direita (de novo, Senhor!). Desta feita, dos mais perigosos que há: nem mais, nem menos!

- Destaque, em especial, para a inverossímil análise dessa “nova polêmica” feita por Luis Nassif, no GGN.
 

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Renato TS

Xadrez do fator militar II

Não sou jornalista, nem escritor, mas vou colocar o que penso, sobre intervenção militar ou militarismo.

Com o aumento do acesso à informação, e a facilidade de divulgação em massa, podemos dizer que nunca antes neste País, se falou tanto em corrupção, em golpe e democracia, nos veiculos de comunicação e no espaço popular, a internet. Mas com uma Nação dividida, temos dois tipos de solução: os que querem a Democracia e outros a Intervenção Militar. 

A Democracia esta em curso, basta os detentores dos tres poderes dar continuidade, que nos levara ao almejado primeiro mundo.

A Intervenção Militar é uma ação cujo o país estivesse em guerra civil, que não é o caso do Brasil.

O papel dos Militares

O papel dos militares é zelar pela defesa da Pátria, pela garantia dos deveres constitucionais, e da lei e da ordem. Tem quem deseja ter no poder do Brasil os militares ou empregar o militarismo, que é o sistema político que prevalace o poder dos militares.

Militares na atualidade

Colocando o exemplo do Rio de Janeiro, mas que reflete em todo Brasil, temos atuação de militares e das forças armadas, de forma a se pensar, se devemos ter no poder este tipo de comando.

1° O trafico de drogas no Rio de Janeiro esta presente em varios morros e comunidades, movimentando milhões de reais ano, mas a sensação que a cada periodo aumenta mais o consumo e a venda de drogas. O combate ao trafico não avança. Como se sabe, e ja foi dito em prosa e verso, que os policiais militares negociam com os traficantes o chamado "arrego" uma forma de rendição;

2° Os traficantes promovem em cada ponto do Rio de Janeiro, troca de tiros entre facções, uma guerra urbana sem fim. Mas o armamento usado por estes jovens é que mais assusta, e nos faz pensar qual é das forças armadas do Brasil e do mundo. Os tipos de armamentos nas mãos dos jovens traficantes: Uzi exclusividade do exercito israelense, AK 47 exclusividade do exercito russo e AR 15 exclusividade do exercito norte americano. Tem tambem armamento de exclusividade do exercito brasileiro, alem de granadas e artilharia anti-aerea.

3° A milicia é formada na sua maioria de policiais militares e bombeiros, que coagem os comerciantes na região que atuam, e cobram dos moradores por proteção e serviços basicos.

Africa o pior exemplo

O continente africano é o maior exemplo para avaliar se deveremos ter intervenção militar, como solução do nossos problemas. É a região mais pobre e miseravel do planeta, onde a fome, pragas e doenças se espalham por toda parte. A maioria dos paises da Africa sofreram intervenções militares, e o resultado é um continente rico de povo sem perpectiva de vida. A intervenção militar nesses paises gerou genocidios, e migração em massa da população para outros paises e continentes. 

Hoje nenhum pais de primeiro mundo tem a intervenção militar ou militarismo para solucionar os seus problemas, so na republica das bananas onde a classe dominante exige e faz movimento para este tipo de governo. Enquanto os militares e as forças armadas não resolverem os seus problemas, jamais irão conseguir resolver os problemas da nação.

Se pensar bem, boa parte dos nossos problemas vem dos militares, em forma de milicias, uso de armamento de exclusividade de exercitos e negociatas com traficantes. Precisamos sim de mais democracia, e de intervenção popular.

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Na época do governo LULA,

Na época do governo LULA, assisti a quase todos eventos que o LULA participou através da NBR.

Lamento por quem não viveu isso - teve fatos memoráveis!

Numa em que participou com José Serra numa fábrica em São bernardo, mas deixa isso para depois...

Teve um em especial que numa reunião com o comando militar, não lembro com exatidão as palavras, mas a mensagem sim:

Era quase despedida do governo e ele fala que viveu uma vida de sindicalista, de militante politico, mas que encontrou nos militares, no seu modo de viver - valores e amizades inestimáveis.

LULA mostrou o homem que é: Sem acesso e sem orientação foi levado pela vida a viver o que vida deu e dá aos mais pobres, mas soube reconhecer e se encontrar com pessoas com formação superior a sua, forjados no esforços os valores que também cultua - ele comandante chefe!

O melhor momento para as forças armadas foram durante o governo LULA, tanto de projeção, quanto de reconhecimento.

Não haveria um general como o Villas Boas se não tivesse havido o governo LULA - até agora foi muita sensatez.

A sensatez governou este país durante o governo LULA!

Se houvesse uma ruptura no início, rodaria sem dúvida só o PT!

Depois com o esgarçamento da ética da lava-jato, os mais argutos sabem as mentiras que se passam nos telejornais.

Só coxinha é que cai nas asneiras da mídia...

Então hoje, se o LULA ganhar, o LULA governa...

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Nascemos sem trazer nada, morreremos sem nada levar...

E neste intervalo entre nascer e morrer, lutamos pelo que não trouxemos e mais ainda pelo que não levaremos...

 

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Álvaro Noites

Será? A maçonaria permite?

Será?

A maçonaria permite?

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Excelente post

Excelente post, caro Nassif, Magistral.

E faço um comentário adicional:

A questão não é ser contra um golpe militar, mas sim, escolher " qual golpe " vamos querer. Sim, porque agora que o General revelou as suas intenções, Temer provavelmente vai agir rápido para desarmar o exército ( o que ele já vem fazendo pelo corte de verbas ) e dar o próprio golpe, o golpe do parlamentarismo, com o qual o grupo de Temer se perpetuará no poder.

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Dois cenários portanto se abrem como possibilidade:

Cenário 1: Os militares não dão o golpe. Esperam demais e Temer corta suas verbas a tal ponto que já nem vão poder mais dar um golpe. O Congresso  aprova o parlamentarismo. Aí, já não importa mais quem ganhará as eleições se Ciro, se Bolsonaro, Alckmin, ou remotamente Lula, caso seja inocentado do crime que não cometeu. Os petistas continuam sonhando que Lula será presidente, até o Supremo prendê-lo de vez, e ele virar um Mártir que morre no cárcere. Temer desmonta o país, e o entrega aos EUA. Talvez o país se reparta em vários países, e o Império faça da parte mais lucrativa uma colônia, como fez com Porto Rico. O grupo de Temer fica no poder por décadas. O desemprego se acentua e se perpetua por décadas. O povo implora por uma intervenção militar, mas agora já é tarde. Por fim, o povo se conforma.

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Cenário dois: Os militares dão o golpe. Entram de madrugada nas redações dos jornais e deixam um militar tomando conta de cada uma delas. As empresas nacionais voltam com força total. E como hoje temos uma taxa de natalidade pequena, isto aliado às empresas que voltam, ocorre uma queda extrema do desemprego em poucos anos ou até em meses para o pleno emprego. Os golpistas partem para o exílio. O Ministério Público recebe aposentadoria compulsória e vai pra casa. O país passa a crescer robustamente, talvez tanto quanto a China. Almirante Othon é solto. Os militares tentam dar um golpe " sem manchas " para não ficarem mal afamados perante a população, ou seja, até as torturas são " dentro da lei ", nada de militar encostar as mãos em preso político.  Os presos são ameaçados com alternância de música alta, e silêncio profundo, para privação do sono ( estavam tentando isto no fim da ditadura militar ) . Seria a tal " ditabranda ", com " ditadura  sem sangue ".

Com certeza, os militares teriam aperfeiçoado sua forma de dar golpes, pois aprenderam com os erros de 64. Não deixariam nada que pudesse manchar a sua reputação perante à história, se é que um golpe já não seja uma mancha em si.

O novo regime militar passa a ser aclamado no país ( por ordem aliás dos próprios militares ) e o passado de um regime militar de 64 com torturas é apagado. As futuras gerações que virão, acreditarão na versão  que os militares sempre foram " bons e gentis "

Isto seria fortalecido ainda pelo fato de que a população atual é mais pacifista do que a de 64,  e não sairiam às ruas para protestar contra um regime militar, e os poucos que saíssem, não seriam noticiados, pois os militares censurariam.

A internet é fortemente censurada e vira uma intranet. Com certeza, blogs como o que estamos escrevendo agora seriam banidos ou fortemente controlados.

Nao estou dizendo que seja bom ou ruim, apenas imaginando como seria.

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Acredito que  os militares não vão dar o golpe, pois se fosse para fazê-lo, fariam de surpresa. Na minha opinião foi mais uma bravata do General. Mas agora, que perderam o elemento surpresa, Temer se preparará para dar o seu golpe parlamentarista, do qual não haverá mais retorno. 

Além do mais, os nossos militares não contam com o principal, o apoio do Império Americano, como tiveram em 64. Temer sim, tem o apoio dos EUA, infelizmente.

 

 

 

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Ze Guimarães

REVOLUÇÃO OU GOLPE DE ESTADO?

A PREGUIÇA DE LER NOS DEIXA NAS MÃOS DA GLOBO!


Quem não sabe a diferença entre um golpe de estado e uma revolução, também não saberá porque algumas nações viram países bananas, e outras viram potências. Não queremos que acreditem em nós, e deixem de acreditar na globo. Queremos que não acreditem em ninguém, que sejam responsáveis, e pesquisem os links postados com as fontes de informação, para depois tirar suas próprias conclusões.

O QUE É UMA REVOLUÇÃO?

Significa mudança de rumo. Uma transformação da ordem política, econômica, e social, cuja necessidade é sentida e fomentada pelas bases da sociedade, que mobilizam suas forças para promover as mudanças exigidas.

Daí vem um imperativo: A REVOLUÇÃO DEVE SER LEGÍTIMA! Ou seja, deve refletir a vontade do povo. Não pode ser fruto de uma simples pressão de grupos pequenos e inexpressivos. Uma verdadeira revolução é aclamada pela população, não por ignorância de um povo que está sendo enganado; mas sim por consciência política, e percepção de que a sociedade está sendo respeitada. Confiram o resultado final de uma revolução legítima:

“Em 1787, representantes de todos os Estados americanos, bem como outros oficiais importantes, reuniram-se e escreveram juntamente a CONSTITUIÇÃO AMERICANA.”

“... primeira ELEIÇÃO PRESIDENCIAL em 1789”

Confiram: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_dos_Estados_Unidos_%281783-1...

NOVA CONSTITUIÇÃO E ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS!

Restou alguma dúvida de que a REVOLUÇÃO AMERICANA foi feita pelo povo, e para o povo? O povo, ao contrário do que muitos imaginam, envolve todos os cidadãos, profissionais liberais, empresários, donas de casa, estudantes, desempregados, funcionários publicos, militares, e trabalhadores em geral. Ou seja, a revolução americana contemplou os interesses de todos eles, colocando suas leis no papel, e convocando eleições para que

O POVO ESCOLHESSE O PROGRAMA DE GOVERNO A SER ADOTADO!

Reparem que a REVOLUÇÃO AMERICANA ocorreu em 1776, e a ELEIÇÃO PRESIDENCIAL e do programa de governo a ser adotado ocorreu apenas em 1789. Só que os Estados Unidos ainda não eram um país, mas sim uma confederação de 13 Estados independentes e aliados. Nos Estados independentes sim, esse processo ocorreu imediatamente, com a eleição da Assembleia Constituinte e do Conselho de Governo. Imediatamente após a independência, pessoas eleitas democraticamente debatiam, redigiam sua Constituição, e governavam Massachusetts, até que eleições gerais fossem realizadas. Confiram o processo, e o respeito pelo povo:

http://democraciadiretabrasileira.blogspot.com.br/2017/01/por-que-somos-...

Finalizados os trabalhos dos constituintes, realizaram-se as eleições, elegendo-se o primeiro governo:

“Desde 1780 o povo tem eleito o seu governo”

https://en.wikipedia.org/wiki/Governor_of_Massachusetts


O QUE É GOLPE DE ESTADO?

A figura que ilustra essa matéria já diz tudo,

GOLPE = PASSAR A PERNA NOS OUTROS

O que pode ser feito com ou sem o uso da força. O Brasil vive um golpe de Estado “branco” (sem uso da força). Não porque derrubaram a Dilma. Quando a Dilma caiu, aquilo foi um impeachment. O golpe se deu quando PASSARAM A PERNA NO POVO, quando fizeram OUTRO PROGRAMA DE GOVERNO SEM NOS CONSULTAR NAS URNAS. O que foi feito bem antes do impeachment, e o PT, que tinha a obrigação de nos alertar na CADEIA NACIONAL DE RÁDIO E TV, nada fez, omitindo-se, deixando que 97% do povo soubesse apenas o que a globo contou. Ou seja, o próprio PT aderiu ao golpe por omissão, e sabe-se lá por qual outro motivo...

Quando o povo não participa do debate político, não analisa e aprova um programa de governo, ele normalmente é passado para trás. O que podemos ver perfeitamente com essa análise do governo Temer, que está mexicanizando o Brasil, com propostas que jamais seriam aprovadas numa eleição. Confiram como estamos no mesmo caminho do México, que recentemente precisou pedir cerca de 70 bi emprestados ao FMI:

http://democraciadiretabrasileira.blogspot.com.br/2017/02/como-enganam-o...


Fato semelhante ocorreu em 64, quando uma revolução foi transformada em GOLPE DE ESTADO. Não discutiremos aqui os fundamentos e os méritos dos revolucionários, que visavam acabar com o perigo de uma subida comunista ao poder aqui no Brasil; mas com certeza podemos afirmar que tal revolução perdeu completamente o rumo, quando passou a desrespeitar a vontade do povo, e NÃO CONVOCOU ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE; obrigando, da mesma forma que o Temer e o atual congresso, que o povo se submetesse a um programa de governo que não aprovou nas urnas. O resultado foi uma das maiores crises e desemprego da história, com uma inflação de mais de 1.000%, e dívidas impagáveis. Aliás, dívidas para pagar costuma ser a herança deixada por todas as ditaduras ao seu povo; enquanto a alguns ocupantes de cargos no governo, deixa fortunas acumuladas nos paraísos fiscais do exterior...

http://democraciadiretabrasileira.blogspot.com.br/2017/01/a-heranca-mald...


FATOS NOVOS E PREOCUPANTES!

Generais denunciam o descaso do governo com a Amazônia, a soberania nacional, e o aquecimento global; e demonstram publicamente sua indignação com o atual governo. O que seria algo correto e saudável, caso não pairassem ameaças sobre nossa democracia. Confiram (muito bom):

https://youtu.be/NxLPFmew5i0


General diz que o Exército está pronto para uma INTERVENÇÃO MILITAR, se a “justiça” não remover os corruptos do governo:

https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/270859/General-j%C3%A1-alerta-so...

https://oglobo.globo.com/brasil/general-fala-em-possibilidade-de-exercit...

https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2017/09/18/exercito-sofre-pa...

 


http://jornalggn.com.br/noticia/mourao-e-villas-boas-sao-partes-de-um-me...


Comandante do Exército, General Vilas-Boas, ergue o tom de voz, e apoia declaração sobre uma possível INTERVENÇÃO MILITAR:

https://www.brasil247.com/pt/blog/terezacruvinel/318274/Para-quem-falam-...


E o pior de tudo é que eles tem motivos de sobra para se exaltarem. Vejam a aberração feita pelo juiz Marco Aurélio, do STF:

http://democraciadiretanobrasil.blogspot.com.br/2017/07/quem-e-mais-impo...


Aliás, o STF ACABA DE PROTEGER O TEMER NOVAMENTE!

Político nenhum está protegido ou tem foro privilegiado para casos de

FLAGRANTE COM FORMAÇÃO DE QUADRILHA E OBSTRUÇÃO DA JUSTIÇA,


que é a situação do Temer e do Aécio Neves. A sociedade não pode ser obrigada a ver pessoas altamente suspeitas desse tipo de crime, administrando o país, fazendo leis, vendendo seus ativos, e realizando acordos desastrosos. O Temer e o Aécio Neves tem elementos de prova suficientes para que sejam PRESOS, ou minimamente que sejam afastados de seus cargos pelo próprio judiciário, mas não foram. O STF irresponsável e covardemente pediu permissão para o congresso, para que possa processar o Temer; dando ao mesmo a chance de se safar, e ainda eleger-se deputado, escapando indefinidamente da Justiça.

O que seria necessário para esses juízes pedirem sua prisão? Será que precisam de uma confissão por escrito? O que fariam se o Temer fosse pego em flagrante estuprando alguém? Pediriam permissão ao senado para processá-lo? Não sabem esses juízes que, por mais preciosa que seja a honra de uma mulher estuprada, a incolumidade pública é um bem ainda mais valioso; e precisa ser protegida igualemente, por fazer nossos cidadãos passar fome, e morrer por falta de atendimento médico?

É uma vergonha vermos nossos juízes optando sempre pelas medidas mais brandas e protelatorias contra quem assalta os cofres públicos, e coloca o país em crise. Ao mesmo tempo em que mandam para a cadeia imediatamente, quem é pego roubando para comer.

A MAIOR PREOCUPÇÃO!

Fcamos preocupadíssimos com esse discurso impreciso e cheio de lacunas. Porque ninguém sabe a quem ele é direcionado. Ou seja,nossos Generais precisam deixar claro de qual lado eles estão. Pois tem gente querendo ver apenas o Lula e os petistas na cadeia, outros querendo prender apenas o Aécio / Temer e sua turma, e outros (como nós) que querem ver todos os responsáveis punidos.


Pergunta a todos que desejam uma movimentação hostil de tropas no Brasil:

VOCÊS QUEREM REVOLUÇÃO OU GOLPE DE ESTADO?

Reparem que quando a ordem é rompida (absolver ladrões e vagabundos diante da fartura de provas), realmente cabe às Forças Armadas restabelecê-la. Resta saber se o povo será respeitado, convocando-se NOVAS ELEIÇÕES, para que escolha o programa de governo a ser adotado; ou se novamente levaremos uma rasteira...

Seria muito, pedir que eles se manifestassem a respeito de novas eleições?


Para quem ainda está em dúvida, veja porque a opinião do povo é mais importante, e como é ela quem ergue as nações mais prósperas do planeta:

http://democraciadiretabrasileira.blogspot.com.br/2017/01/a-incorruptive...

Pois se nossos Generais se manifestassem a respeito de NOVAS ELEIÇÕES, e até de uma Assembleia Constituinte com ampla participação do povo e da sociedade civil; além do reforço, fiscalização, a aceleramento da LAVA-JATO, indo a fundo e apurando o envolvimento inclusive de nossos juízes; eles veriam multidões saindo às ruas em seu apoio. Isso sim seria uma REVOLUÇÃO!

Aliás, o que podemos esperar de um congresso, um presidente, e uma "justiça", como os que temos observado? O Rodrigo Maia é parceiro, e da mesma linha do Temer. O congresso está visivelmente contaminado, e o judiciário há muito perdeu sua responsabilidade e próprio pudor. A roubalheira continuará imperando no país, e o GOLPE FINAL em nossa democracia virá na forma de

ELEIÇÕES SEM O VOTO IMPRESSO!

Entretanto, diante de tudo isso, devemos evitar esse tipo de tentação a todo custo, e verificamos o

GRAVE RISCO AO PAÍS!

Por isso não podemos tomar lado algum nesse momento. Porque se nossos militares, não necessariamente todos eles, estiverem pretendendo mais que uma intervenção; se desejam aproveitar-se da situação, e  tomar o poder, impondo ao povo um programa de governo sem prévia consulta nas urnas; aí teríamos um GOLPE DE ESTADO! E, nesse caso, seria muitíssimo mais diícil restabelecer a democracia, do que no caso do atual "golpe branco" (sem uso da força), promovido por nossos políticos e juízes.

RECOMENDAÇÕES!

Diante da gravidade dos acontecimentos, apoiamos o Comandante do Exército, General Vilas-Boas, quando diz sabiamente que o mais importante é defender a Constituição. Assim, a missão fundamental das Forças Armadas seria impedir o rompimento da ORDEM, que permitiria a continuidade do império da corrupção e vagabundagem no Brasil, mantendo nossos corruptos no poder.

O que, graças ao STF, com sua covardia e irresponsabilidade, deixou como penúltima instância a votação do congresso para permitir o processamento do Temer. Ou seja, se o congresso falhar, as Forças Armadas seriam nosso último refúgio constitucional.

Dentro da ORDEM e da Constituição, os interventores poderiam propor medidas excepcionais, como:

__Afastar todos os juízes e políticos suspeitos de corrupção, substituindo-os por seus suplentes.

__Ampliar os recursos e efetivos da Lava Jato, suficientes para que todos os envolvidos sejam julgados em última instância no prazo de um ano.

__Nomear um "Conselho de Governo" frente à vacância que ficaria na Presidência da República.

__Convocar PLEBISCITOS para que o povo decidisse sobre assuntos mais urgentes, como a validade de cada lei imposta ilegitimamente pelo governo Temer; além de propostas para uma reforma legislativa no sistema político e no judiciário.

__GARANTIR AS ELEIÇÕES DE 2018, E COM VOTO IMPRESSO! O que seria o ápice da defesa de nossa Constituição. Uma REVOLUÇÃO SEM REVOLUÇÃO. Uma revolução que se daria na ética e na moral, mas com a prudente manutenção da ORDEM; já que os rumos determinados em 1988 estão corretos, e precisam apenas de uns poucos ajustes...


Inclusive, fazemos uma cobrança à toda classe militar, para que participe mais do processo eleitoral. Por que não um presidente militar, eleito pelo povo?

                                     O MAIS IMPORTANTE

Toda a sociedade precisa cobrar, não apenas dos políticos, mas agora também dos militares, por ELEIÇÕES GERAIS!

É necessário que eles se comprometam com isso, se quisermos estar entre as grandes potências do planeta, e ver nossos filhos sentindo orgulho de seu país...

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DEMOCRACIA DIRETA
Porque o Brasil é de todos os brasileiros.
https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/
 

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Francisco Nabuco de A Barreto Neto

O BONAPARTE

MEU CANDIDATO A BONAPARTE É O CIRO GOMES

ESTRUTURALMENTE SEU PROJETO É MUITO PARECIDO COM O PENSAMENTO DAS FORÇAS ARMADAS. EU DIRIA QUE SÃO PROPOSTAS QUASE IDÊNTICAS.

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Igor Nascimento

A criatividade,

A criatividade, desinformação, psicodelia e irresponsabilidade do texto espantam.

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Fulvia

Prefiro um Mourao a mil

Prefiro um Mourao a mil morinhos, ou seria morignos? O estrago que um Mourao por ventura vier a fazer ao pais, sera infinitamente inferior ao estrago perpetrado pelo mourinho das araucarias.  Vale a pena tentar a troca.

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Cristiane N. Vieira

"Galos, noites e quintais", ave Belchior

Parafraseando o saudoso professor Nicolau Sevcenko, que acrescentaria luzes e sabedoria ao debate atual sobre o estado do mundo, estamos no "looping da montanha-russa".

Todo o rejeito tóxico de que, errada e precocemente, achávamos estar livres retorna em vestes cafonas e emboloradas mas pouco se debruça sobre o por quê.

Os excelentes comentaristas do blogue e deste xadrez em particular apontaram aspectos com os quais concordo, sobre a subserviência do exército brasileiro aos interesses e movimentos dos EUA, a dúvida sobre por que somente agora se manifestam e nada falam sobre a defesa da soberania, supostamente sua área de expertise, sobre a suspeita de que essa movimentação seja uma das cartadas para impedir a retomada do poder pelo voto com a vitória de candidato que não se renda às oligarquias – a pessoa que mantém sua coerência e potência política e sintonia com o fantasma democrático, o povo, o brasileiro que contrariou muitas regras de Bruzundanga*, aquele que dispensa vocativos simulados de autoridade **porque a encarna nos termos constitucionais em que "todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido", aquele cuja perseguição implacável sofrida é a exata medida do medo, repulsa, despeito e irreconhecido apartheid que grupos sociais sentem e praticam contra o cidadão comum, a pessoa do povo, aquela destituída do poder do dinheiro: seu nome é Luís Inácio Lula da Silva, o Severino que não foge da sina e não abandona seus iguais em tudo na vida, @s [email protected]:

 

" Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,
a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,

a de querer arrancar
alguns roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam
melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra."

(Morte e Vida Severina, João Cabral de Melo Neto, http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/joao-cabral-de-melo-neto-poemas/)

O mais grave de toda essa história é que o fator "sociedade civil" não é considerado, no xadrez nem nas possibilidades de saída da crise. Por que? Por exemplo, o que representam as Caravanas populares para o desfecho disso tudo?

Responsabilizar o "petismo" por tudo e pela fragmentação ou recusa de participação da sociedade organizada é chancelar a omissão e o não reconhecimento da responsabilidade de todos nós no imbróglio em que estamos, por ação e omissão, ao não assumir que, numa democracia de fato, cabe à sociedade reinvindicar e exercer o poder, com tudo de risco e trabalho que implica, e não se conformar ao papel de enganados ou traídos por uma experiência de governo que não tinha a responsabilidade nem a possibilidade de resolver, por si só, os principais problemas de constituição do país e de suas matrizes de autoritarismo e desigualdade, em menos de 20 anos!. A negação do papel independente e autônomo em relação aos governos liderados pelo PT, de modo a articular na sociedade alternativas e contraponto ao conservadorismo de que o governo se tornou refém e em certa medida parceiro, no Congresso – representante das oligarquias que herdaram o legislativo no butim ao fim do regime militar, quadro de que o golpe é resultado até certo ponto lógico na disputa de poder entre os interesses do povo e das elites, sempre opostos – ainda é a peça do xadrez que explica por que, mesmo com tamanha impopularidade, o golpe segue incólume com as alternativas "por cima" se revezando sem muita credibilidade.

Se a "solução" militar vem sendo aventada por pessoas inegavelmente progressistas e democratas, isso significa o quê? Que as forças e vias democráticas estão esgotadas? Que interromper o regime militar foi um erro e que devolver ao povo a primazia do exercício do poder também? Que, como povo, não temos paciência nem condições morais e políticas de fazê-lo e precisamos pedir socorro aos milicos?

Por que os militares, como parte da sociedade e não sua sombra, não se juntam a iniciativas da sociedade civil – o general Villas Boas foi ao senado para tratar do papel do exército na defesa da soberania, ou seja, para tratar de assuntos de sua competência constitucional e não como um poder paralelo e suplementar – e são vistos e solicitados, tanto por ditos progressistas como por conservadores, como força autocrática a colocar ordem na casa como se um superego, o "grown-up in the room" (o adulto da casa)?

Como pano de fundo dessa e de outras iniciativas cheirando a naftalina – reacionarismo de base religiosa com apoio e respaldo jurídico-judicial –, está a questão fundamental das liberdades e de como lidamos com elas quando o caos parece se instalar. Ao mirabolar propostas que buscam no judiciário ou nas forças armadas o substituto para a sociedade civil, não discutimos, não entendemos e não superamos as verdadeiras causas dos problemas e seguimos terceirizando responsabilidades e tangenciando a questão definidora que marca nossa história: o povo nunca fez parte do orçamento como investimento (apenas como contribuinte) nem do projeto de poder e de nação neste país, exceto nos intervalos de respiro entre uma ditadura e outra, em trajes civis ou militares.

Por quê?

O povo não quer e prefere a sujeição? As elites não permitem por que são sádicas e burras? Os que pensam o país pelas esquerdas têm que tipo de relação com essas entidades?

Onde estão as lideranças que fizeram a luta contra a ditadura e pela democracia? Muitas morreram durante o regime de modo a não deixar rastros nem herança, e hoje colhemos a semi-orfandade política –, outras de velhice e com elas muito da energia cívica daquela experiência de resistência e afirmação democrática, algumas têm nessa luta apenas lembranças de juventude ou de constrangimento pelo que se tornaram, e ao contrário de muitos outros países que sofreram violência institucional, escolhemos não enfrentar e curar nossas feridas, o que ressurge como amnésia, autoimolação e negação "democrática" da democracia, a doença autoimune de que sofremos por ora.

Saindo do loop, dúvidas práticas:

1 – será apenas coincidência o timing entre a manifestação corporativa do exército como alternativa política, as manobras militrumpistas na América Latina, a militarização crescente do discurso político no mundo, a partir de e em resposta à ação da Casa Branca, na Europa, Oriente Médio e até em lugares onde seria impensável, no Japão, como reação ao que ocorre na península coreana?

2 – será apenas coincidência que isso ocorra, internamente, quando os jornais dão notícia de que a reforma da previdência não terá votos suficientes para os golpistas, a Globélica fracassou em seu plano de trocar o sr. ForaTemer por outro apaniguado seu, após o naufrágio da ação conjunta entre seus parceiros MPF-JBS, as fissuras na Lavajato de Terroritiba começam a aparecer de modo indisfarçável, e como disse um comentarista neste xadrez, pesquisas eleitorais confirmam que o golpe fracassou em seu intento maior de deixar o povo sem a melhor de suas alternativas, a ser entregue ao mercado e seus fantoches?

3 – essa ousadia dos homens de farda é patrocinada pela Globélica, pelos artífices internacionais do golpe (EUA e think tanks do mercado) de modo a resolver dois problemas com uma farda só, os petróleos de Brasil e Venezuela, pelos mesmos setores que tornam o patético Bolsonaro uma personalidade política eleitoralmente viável, ou é apenas a perda de pudor e arroubo irresponsável de mais uma representação institucional e portanto, parte do caos e não sua alternativa de solução, com o objetivo de a adiar a solução democrática das eleições de 2018?

4 – o professor Moniz Bandeira viveu no Brasil durante o regime militar e leva em conta essa experiência? Sua fala é baseada na visão de exército, soberania e democracia de qual país? O Exército seria força de apoio a um levante civil ou o protagonista independente?

 

Por fim, considero pessoalmente que a aposta em saídas que empreguem a coerção, seja pelo exército, seja pela tomada violenta do povo nas ruas, conjunta ou separadamente, representa a derrota da oportunidade da democracia porque assume que não há canais institucionais, grupos e possibilidades de organização, pacíficos e responsáveis, para lidar com nossas diferenças e divergências, o que explode nas ações violentas do tráfico no rio de janeiro, no reflexo do obscurantismo em (in)decisões judiciais que validam com o "selo de autenticidade jurídico-moral" desde impeachment fraudulento até surras medievais em meninas e patologização das sexualidades e subjetividades, na confusão entre políticos criminosos e criminalização do fazer polí[email protected] No circuito do exercício das liberdades e do poder político, é o revés conservador contra os objetos da exclusão que se tornaram sujeitos, cuja ousadia em se afirmar como potência é estrategicamente confundida com patologia, crime e aberração, a que a sociedade dos "homen$ de ben$" responde com a ira da punição/vingança por encarceramento e militarização ou com a "clemência" pseudo religiosa/vingança em ilusionismos terapêuticos.

Teria dito Jung que "a sombra só é perigosa quando não lhe damos a devida atenção”.

Continuamos não lidando com nossas sombras, reencenamos o mito da Caverna de Platão, e pedir socorro ao algoz de décadas atrás é apenas um sintoma de nossa tragédia futura, por insistirmos em não ouvir e aceitarmos que sejam caladas as vozes multicoloridas das ruas.

 

De "Os Bruzundangas", de Lima Barreto:

"A não ser que suba ao poder, por uma revolta mais ou menos disfarçada, um General mais ou menos decorativo, o Mandachuva é sempre escolhido entre os membros da nobreza doutoral; e, dentre os doutores, a escolha recai sobre um advogado."

*"A Constituição da Bruzundanga era sábia no que tocava às condições para elegibilidade do Mandachuva, isto é, o Presidente. Estabelecia que devia unicamente saber ler e escrever; que nunca tivesse mostrado ou procurado mostrar que tinha alguma inteligência; que não tivesse vontade própria; que fosse, enfim, de uma mediocridade total. Nessa parte a Constituição foi sempre obedecida. A República dura, na Bruzundanga, há cerca de trinta anos. Têm passado pela curul presidencial nada menos do que seis Mandachuvas, e não houve, talvez, um que infringisse tão sábias disposições".

**"A aristocracia doutoral é constituída pelos cidadãos formados nas escolas, chamadas superiores, que-são as de medicina, as de direito e as de engenharia. Há de parecer que não existe aí nenhuma nobreza; que os cidadãos que obtêm títulos em tais escolas vão exercer uma profissão como outra qualquer. É um engano. Em outro qualquer país, isto pode se dar; na Bruzundanga, não. Lá, o cidadão que se asma de um título em uma das escolas citadas, obtém privilégios especiais, alguns constantes das leis e outros consignados nos costumes. O povo mesmo aceita esse estado de cousas e tem um respeito religioso pela sua nobreza de doutores. Uma pessoa da plebe nunca dirá que essa espécie de brâmane tem carta, diploma; dirá: tem pergaminho. Entretanto, o tal pergaminho é de um medíocre papel de Holanda."

(http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000149.pdf)

https://www.youtube.com/watch?v=jxBm2P0AxnY

https://www.youtube.com/watch?v=75yU4iBQkT8


 

"A finalidade da arte é lavar a poeira da vida quotidiana das nossas almas." - Pablo Picasso.

SP, 21/09/2017 – 19:22

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j.marcelo

O general Villas Boas foi o

O general Villas Boas foi o responsável pela minha maior decepção neste processo de golpeachment,maior q QQ outra pessoa ou instituição envolvida,víamos nossas instituições todas vendidas ao mercado e depositávamos esperança na instituição militar para restabelecer a ordem de no mínimo enquadrar ou pressionar pela normalidade e o cumprimento da Constituição, não precisaria ser intervenção mas pressão pelo respeito q os militares gozavam em nosso país e o q fez este generalzinho quando mais precisávamos de referências?Foi ao UOL e deu declarações elogiando o PROFESSOR CONSTITUCIONALISTA TEMER,e agora q Temer está mexendo no "bolso dos militares",ele não presta ou só agora há bagunça?Tenham dó q medíocre,eu estou para esse cara o q o Barroso está para o Nassif !

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Possibilidade 2

    Existe sim candidatos a " bonaparte ", ainda não apareceram , talvez a repercussão do Mourão acelere o processo - estimava-se para a quadra ( novembro - fevereiro ) - e não seria o "impedido", que apesar de bem nas pesquisas não se eleje, mas pode agregar votos a um candidato mais palatavel, mais "senhorial", mais "respeitavel".

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JCB

Prezado senhor Aurelio

Prezado senhor Aurelio Junior

 

Parece que desde sábado ultimo tais bonapartistas receberam emissários diversos e não necessariamente comunicantes do impedido... E há conversas a esquerda que envolvem candidaturas/ chapas com o bonaparte de SBC.

 

 

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" Camouflet "

     Trata- se de uma técnica de ação, que visa "quebrar" a linha de contato, quando a situação tática refere-se a fortalezas ou a entrincheiramentos continuos, através de minagens pequenas ( sapa ), que quando detonadas em uma sequencia aleatória, são analisados seus efeitos sobre a linha adversária, a qual ou ficará negando a iminência de um ataque, pela fraqueza destas ações, ou se tornará atemorizada pela soma destas ações, ficando desorganizada.

      Uma ação de engenharia de combate, cujo conceito pode ser transplantado para o S2, encadeando varias ações, algumas até mesmo compreendidas externamente como inconsequentes, até atabalhoadas, mas que somadas e agregadas a um plano de operações atendam as variaveis, tais como as analises de resposta, sequenciamento das atividades ( redução ou aumento ), alteração de parametros etc..

 

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" Amazonias " ( verde e/ou azul ).........

   As "Amazonias", assim como o " pré-sal " são assuntos muito discutidos, pela visibilidade tanto academica como da midia de massa, mas estratégicamente considerados em perspectivas futuras quanto vulnerabilidade, mais centradas em conceitos externos de dificil analise atual, pois estes "cases" representam sempre multiplicidade de possiveis ameaças.

    Já a maior vulnerabilidade nacional atual, assumida em estudos desde 2010 pelo EMCFFAA/MinDef, publicada em relatório de 2012 , contempla o sistema elétrico nacional ( Eletrobrás ), tanto que o item principal do sistema PROTEGER ( Sistema de Proteção de Estruturas Estratégicas ) refere-se a contenção desta vulnerabilidade, inclusive tal fato gerou o unico projeto-piloto deste sistema, o compreendido Usina de Itaipú - subestações de Furnas e Ivaiporã - Usina Ilha Solteira - subestações Bauru e Ibiuna, portanto podem ter certeza que a privatização do Sistema Eletrobrás é assunto delicado ao meio militar.

  

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Adalberto Fernandes

FFAA

As FFAA brasileiras só prestam obediência ao USSOUTHCOM.

Como Moro só presta obediência à CIA.

 

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Cristiane N. Vieira

"Galos, noites e quintais", ave Belchior

Parafraseando o saudoso professor Nicolau Sevcenko, que acrescentaria luzes e sabedoria ao debate atual sobre o estado do mundo, estamos no "looping da montanha-russa".

Todo o rejeito tóxico de que, errada e precocemente, achávamos estar livres retorna em vestes cafonas e emboloradas mas pouco se debruça sobre o por quê.

Os excelentes comentaristas do blogue e deste xadrez em particular apontaram aspectos com os quais concordo, sobre a subserviência do exército brasileiro aos interesses e movimentos dos EUA, a dúvida sobre por que somente agora se manifestam e nada falam sobre a defesa da soberania, supostamente sua área de expertise, sobre a suspeita de que essa movimentação seja uma das cartadas para impedir a retomada do poder pelo voto com a vitória de candidato que não se renda às oligarquias – a pessoa que mantém sua coerência e potência política e sintonia com o fantasma democrático, o povo, o brasileiro que contrariou muitas regras de Bruzundanga*, aquele que dispensa vocativos simulados de autoridade **porque a encarna nos termos constitucionais em que "todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido", aquele cuja perseguição implacável sofrida é a exata medida do medo, repulsa, despeito e irreconhecido apartheid que grupos sociais sentem e praticam contra o cidadão comum, a pessoa do povo, aquela destituída do poder do dinheiro: seu nome é Luís Inácio Lula da Silva, o Severino que não foge da sina e não abandona seus iguais em tudo na vida, @s [email protected]:

 

" Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,
a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,

a de querer arrancar
alguns roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam
melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra."

(Morte e Vida Severina, João Cabral de Melo Neto, http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/joao-cabral-de-melo-neto-poemas/)

O mais grave de toda essa história é que o fator "sociedade civil" não é considerado, no xadrez nem nas possibilidades de saída da crise. Por que? Por exemplo, o que representam as Caravanas populares para o desfecho disso tudo?

Responsabilizar o "petismo" por tudo e pela fragmentação ou recusa de participação da sociedade organizada é chancelar a omissão e o não reconhecimento da responsabilidade de todos nós no imbróglio em que estamos, por ação e omissão, ao não assumir que, numa democracia de fato, cabe à sociedade reinvindicar e exercer o poder, com tudo de risco e trabalho que implica, e não se conformar ao papel de enganados ou traídos por uma experiência de governo que não tinha a responsabilidade nem a possibilidade de resolver, por si só, os principais problemas de constituição do país e de suas matrizes de autoritarismo e desigualdade, em menos de 20 anos!. A negação do papel independente e autônomo em relação aos governos liderados pelo PT, de modo a articular na sociedade alternativas e contraponto ao conservadorismo de que o governo se tornou refém e em certa medida parceiro, no Congresso – representante das oligarquias que herdaram o legislativo no butim ao fim do regime militar, quadro de que o golpe é resultado até certo ponto lógico na disputa de poder entre os interesses do povo e das elites, sempre opostos – ainda é a peça do xadrez que explica por que, mesmo com tamanha impopularidade, o golpe segue incólume com as alternativas "por cima" se revezando sem muita credibilidade.

Se a "solução" militar vem sendo aventada por pessoas inegavelmente progressistas e democratas, isso significa o quê? Que as forças e vias democráticas estão esgotadas? Que interromper o regime militar foi um erro e que devolver ao povo a primazia do exercício do poder também? Que, como povo, não temos paciência nem condições morais e políticas de fazê-lo e precisamos pedir socorro aos milicos?

Por que os militares, como parte da sociedade e não sua sombra, não se juntam a iniciativas da sociedade civil – o general Villas Boas foi ao senado para tratar do papel do exército na defesa da soberania, ou seja, para tratar de assuntos de sua competência constitucional e não como um poder paralelo e suplementar – e são vistos e solicitados, tanto por ditos progressistas como por conservadores, como força autocrática a colocar ordem na casa como se um superego, o "grown-up in the room" (o adulto da casa)?

Como pano de fundo dessa e de outras iniciativas cheirando a naftalina – reacionarismo de base religiosa com apoio e respaldo jurídico-judicial –, está a questão fundamental das liberdades e de como lidamos com elas quando o caos parece se instalar. Ao mirabolar propostas que buscam no judiciário ou nas forças armadas o substituto para a sociedade civil, não discutimos, não entendemos e não superamos as verdadeiras causas dos problemas e seguimos terceirizando responsabilidades e tangenciando a questão definidora que marca nossa história: o povo nunca fez parte do orçamento como investimento (apenas como contribuinte) nem do projeto de poder e de nação neste país, exceto nos intervalos de respiro entre uma ditadura e outra, em trajes civis ou militares.

Por quê?

O povo não quer e prefere a sujeição? As elites não permitem por que são sádicas e burras? Os que pensam o país pelas esquerdas têm que tipo de relação com essas entidades?

Onde estão as lideranças que fizeram a luta contra a ditadura e pela democracia? Muitas morreram durante o regime de modo a não deixar rastros nem herança, e hoje colhemos a semi-orfandade política –, outras de velhice e com elas muito da energia cívica daquela experiência de resistência e afirmação democrática, algumas têm nessa luta apenas lembranças de juventude ou de constrangimento pelo que se tornaram, e ao contrário de muitos outros países que sofreram violência institucional, escolhemos não enfrentar e curar nossas feridas, o que ressurge como amnésia, autoimolação e negação "democrática" da democracia, a doença autoimune de que sofremos por ora.

Saindo do loop, dúvidas práticas:

1 – será apenas coincidência o timing entre a manifestação corporativa do exército como alternativa política, as manobras militrumpistas na América Latina, a militarização crescente do discurso político no mundo, a partir de e em resposta à ação da Casa Branca, na Europa, Oriente Médio e até em lugares onde seria impensável, no Japão, como reação ao que ocorre na península coreana?

2 – será apenas coincidência que isso ocorra, internamente, quando os jornais dão notícia de que a reforma da previdência não terá votos suficientes para os golpistas, a Globélica fracassou em seu plano de trocar o sr. ForaTemer por outro apaniguado seu, após o naufrágio da ação conjunta entre seus parceiros MPF-JBS, as fissuras na Lavajato de Terroritiba começam a aparecer de modo indisfarçável, e como disse um comentarista neste xadrez, pesquisas eleitorais confirmam que o golpe fracassou em seu intento maior de deixar o povo sem a melhor de suas alternativas, a ser entregue ao mercado e seus fantoches?

3 – essa ousadia dos homens de farda é patrocinada pela Globélica, pelos artífices internacionais do golpe (EUA e think tanks do mercado) de modo a resolver dois problemas com uma farda só, os petróleos de Brasil e Venezuela, pelos mesmos setores que tornam o patético Bolsonaro uma personalidade política eleitoralmente viável, ou é apenas a perda de pudor e arroubo irresponsável de mais uma representação institucional e portanto, parte do caos e não sua alternativa de solução, com o objetivo de a adiar a solução democrática das eleições de 2018?

4 – o professor Moniz Bandeira viveu no Brasil durante o regime militar e leva em conta essa experiência? Sua fala é baseada na visão de exército, soberania e democracia de qual país? O Exército seria força de apoio a um levante civil ou o protagonista independente?

 

Por fim, considero pessoalmente que a aposta em saídas que empreguem a coerção, seja pelo exército, seja pela tomada violenta do povo nas ruas, conjunta ou separadamente, representa a derrota da oportunidade da democracia porque assume que não há canais institucionais, grupos e possibilidades de organização, pacíficos e responsáveis, para lidar com nossas diferenças e divergências, o que explode nas ações violentas do tráfico no rio de janeiro, no reflexo do obscurantismo em (in)decisões judiciais que validam com o "selo de autenticidade jurídico-moral" desde impeachment fraudulento até surras medievais em meninas e patologização das sexualidades e subjetividades, na confusão entre políticos criminosos e criminalização do fazer polí[email protected] No circuito do exercício das liberdades e do poder político, é o revés conservador contra os objetos da exclusão que se tornaram sujeitos, cuja ousadia em se afirmar como potência é estrategicamente confundida com patologia, crime e aberração, a que a sociedade dos "homen$ de ben$" responde com a ira da punição/vingança por encarceramento e militarização ou com a "clemência" pseudo religiosa/vingança em ilusionismos terapêuticos.

Teria dito Jung que "a sombra só é perigosa quando não lhe damos a devida atenção”.

Continuamos não lidando com nossas sombras, reencenamos o mito da Caverna de Platão, e pedir socorro ao algoz de décadas atrás é apenas um sintoma de nossa tragédia futura, por insistirmos em não ouvir e aceitarmos que sejam caladas as vozes multicoloridas das ruas.

 

De "Os Bruzundangas", de Lima Barreto:

"A não ser que suba ao poder, por uma revolta mais ou menos disfarçada, um General mais ou menos decorativo, o Mandachuva é sempre escolhido entre os membros da nobreza doutoral; e, dentre os doutores, a escolha recai sobre um advogado."

*"A Constituição da Bruzundanga era sábia no que tocava às condições para elegibilidade do Mandachuva, isto é, o Presid/nte. Estabelecia que devia unicamente saber ler e escrever; que nunca tivesse mostrado ou procurado mostrar que tinha alguma inteligência; que não tivesse vontade própria; que fosse, enfim, de uma mediocridade total. Nessa parte a Constituição foi sempre obedecida. A República dura, na Bruzundanga, há cerca de trinta anos. Têm passado pela curul presidencial nada menos do que seis Mandachuvas, e não houve, talvez, um que infringisse tão sábias disposições".

**"A aristocracia doutoral é constituída pelos cidadãos formados nas escolas, chamadas superiores, que-são as de medicina, as de direito e as de engenharia. Há de parecer que não existe aí nenhuma nobreza; que os cidadãos que obtêm títulos em tais escolas vão exercer uma profissão como outra qualquer. É um engano. Em outro qualquer país, isto pode se dar; na Bruzundanga, não. Lá, o cidadão que se asma de um título em uma das escolas citadas, obtém privilégios especiais, alguns constantes das leis e outros consignados nos costumes. O povo mesmo aceita esse estado de cousas e tem um respeito religioso pela sua nobreza de doutores. Uma pessoa da plebe nunca dirá que essa espécie de brâmane tem carta, diploma; dirá: tem pergaminho. Entretanto, o tal pergaminho é de um medíocre papel de Holanda."

(http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000149.pdf)

"A finalidade da arte é lavar a poeira da vida quotidiana das nossas almas." -Pablo Picasso.

 

SP, 21/09/2017 - 18:05

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Cristiane N. Vieira

Os exércitos da democracia

No trecho: "Onde estão as lideranças que fizeram a luta contra a ditadura e pela democracia? Muitas morreram durante o regime de modo a não deixar rastros nem herança, e hoje colhemos a semi-orfandade política –, outras de velhice e com elas muito da energia cívica daquela experiência de resistência e afirmação democrática, algumas têm nessa luta apenas lembranças de juventude ou de constrangimento pelo que se tornaram, e ao contrário de muitos outros países que sofreram violência institucional, escolhemos não enfrentar e curar nossas feridas, o que ressurge como amnésia, autoimolação e negação "democrática" da democracia, a doença autoimune de que sofremos por ora."

Cometi uma injustiça ao não observar que dois representantes daquela luta, iniciada por caminhos diferentes, um pela experiência sindical, Lula, e outra pela guerrilha civil, a presidenta eleita pelo voto popular, Dilma Rousseff, continuam a liderar parte da esquerda e a serem os combatentes da linha de frente pela democracia e por um país menos injusto, e por isso ainda sofrem, em consequência dessa lealdade e de seus resultados objetivos, as mesmas ameaças de prisão arbitrária, mesmas humilhação, difamação, calúnia social e institucional, restrição e ofensa a direitos, invasão de privacidade e de residência – com direito a folhetim cínico-demagogo-cinematográfico –, a fim de afastá-los da população, da ação política e da discussão ideológica legítima, a que dedicam suas vidas e histórias pessoais.

E como eles, a maioria nas esquerdas e figuras supraideológicas fazem o combate democrático que permite à sociedade vitórias pouco comemoradas, como no caso da barragem ao Distritão, o adiamento da votação da redução da maioridade penal, a condenação social generalizada à patologização da homo e transexualidade e a recente nota do comandante do Exército, general Villas Boas, colocando ordem na casa que lhe compete (parabéns pela coragem e responsabilidade em tempos de voluntarismos que botam muito a perder).

A sociedade civil não sabe a força que tem, ou por saber não tem coragem de se posicionar claramente.

 

A pergunta do trecho em comento na verdade era um pedido de manifestação mais veemente de quem participou, por exemplo, das Comissões da Verdade, e não apenas lideranças mas quem sobreviveu para contar, de quem pode fazer de suas memórias e experiência política e pessoal uma contribuição atualizada e organizada à sociedade, que lembre aos que não viveram durante a ditadura sangrenta de 1964-1985, tanto quanto aos desinformados em geral (eu era criança na transição democrática mas tive por sorte excelentes professores e referências culturais que não me deixam esquecer), o quanto a democracia e o voto livre e secreto, que hoje muitos desprezam com arrogância e displicência de filhos pródigos (os grandes vencedores das últimas eleições municipais foram a abstenção, os votos nulos e brancos), são uma difícil conquista herdada e a ser valorizada e exercitada.

Se essa educação para a consciência política for realizada como mais um dos atos de sobrevivência que se repetem, ou deveriam, permanentemente, evitaremos o dispêndio de tempo e energia que se gastam, por exemplo, combatendo retrocessos e negociatas parlamentares e jurídicos (num trabalho de sísifo voluntário), e que seriam melhor empregados se dedicados à reparação das injustiças estruturais e construção de uma sociedade livre e responsável.


 

SP, 22/09/2017 – 17:55


 


 

 

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trovinho

Aproximações Sucessivas para a “Caserna sem Partido”.

Enquanto Temer é um nerd com cabeça de cafetão de inferninho da Augusta em Sampa, os militares são menos líricos, usam o drama  das Aproximações Sucessivas para o estado de exceção, que tornou-se o método positivista preferido de administrar vidas por parte desse servidor que parece não se reconhecer como tal, porque naturalizou o conforto e segurança e, portanto, tende a achar que o mérito é todo dele, mas não do povo que luta pela sobrevivência até a insanidade, uma vez que é o povo extorquido que garante as vidas de milionário das castas indiferentes à dor popular. A alienação da burocracia do estado não a deixa perceber que o fim da CLT, seguridade social, bens e serviços subsidiados pelo setor público, reservas de mercado em setores estratégicos é a ração da galinha de ovos de ouro da granja brasílica que os mima, portanto a bancarrota do povo será a deles. O modelo de sociedade que se adestraram em defender fede insuportavelmente, porque cooptações são mantidas com salários ilegais, calotes milionários, impunidade e perseguições seletivas corruptas, além de “muuuuitas” verbas públicas; contudo, mesmo tendo treinamento com todo tipo de gases, está ficando irrespirável para os militares o ar que exala do incêndio ateado na nossa Roma tropical pelas castas de neros justiceiros piromaníacos com os quais se alinha o bolsonarismo. Por tal motivo, é funcional ao código fonte do Golpe permitir a fala de Dom Mourão II, enquanto o resto da tropa está proibido de se manifestar pelo “sinistro” da Defesa Jungmann, inclusive, pasmo: os clubes de militares reformados estão com seus camaradas de “pijamas” ameaçados de prisão, caso se manifestem sobre política, isso explica parte do silêncio ensurdecedor. Todos temem o demiurgo analista de sistemas/programador, porque o Golpe já exibiu seu poderio, para não restar dúvida sobre o alcance de sua audácia e infâmia, demonstradas com o martírio do nosso capitão Nemo, o almirante Othon, que, além de ser o nosso maior cientista militar, é um preso idoso e doente terminal, condenado injustamente, menos à prisão perpétua e mais à ingratidão, tornou-se sofredor de tanta maldade que tentou suicídio, como Getúlio. Diferentemente ocorre com o mito impostor Bolsonaro; há intensa visibilidade, inclusive com financiamento estrangeiro, do que seria o espírito mítico viril do militarismo, de forma a gerar confusão e ilusão daquilo que realmente representa profissionalismo e hegemonia política entre os militares e seus inúmeros simpatizantes: esconde-se a tragédia do Othon, mas as bancadas BBB (boi, bala e Bíblia) ajudam a saturar a mídia com a imagem desse boneco Falcon enrustido/homofóbico, brinquedo mudo, castrado e cafajeste da década neoliberal dos 80 (a última em que o Bolsonaro trabalhou). É mais uma aproximação sucessiva em vender o peixe do Golpe àqueles analfabetos políticos que confundem violência (pedido indigno de socorro) com virilidade (saber adiar por ter caráter), inclusive investindo contra os Direitos Humanos. Os ovos da serpente fascista chocaram e agora é preciso distribuir rações de baba hidrófoba aos adictos, como as pestilências do Bolsonaro, um dos deputados mais corrompidos pelas emendas orçamentárias, em troca de ajudar o algoritmo da Aproximação Sucessiva produzir iterações que vão alimentando  a paranoia dos demenciados midiáticos sobre o que deve ser as forças armadas numa semicolônia: uma espécie de humilhada Escola sem Partido do MBL, em cujo currículo orwelliano de Educação Física tem o conteúdo Bater em Trabalhadores e aonde a Educação Moral e Cívica é irritar-se com as Comissões da Verdade.

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rezado senhor Luis qui,

rezado senhor Luis

Prezado senhor Luis Nassif

Precioso e preciso.

Considere a hipótese 2, com um do provável Bonaparte quase exilado, quase embarcado num 04 de março, quase massacrado e execrado, recém regresso da ilha de Alba nos rios revoltos de Barigui em 13 de setembro.

Entre bonapartistas de TODOS os períodos, república ou não, AINDA não há um representante consolidado que faça frente.

Há, assim como na sociedade civil, uma cisão, onde o regresso de Barigui, lidera sem grande margem e de forma envergonhada. A maioria de castrenses que vêem no regresso de Barigui, a retomada do país grande, esta no armario, ainda que o armario esteja numa loja.

E há também, para auxiliar na observação do tabuleiro, a fábula do sapo e o escorpião.

Quem melhor nos representou, quem melhor nos aparelhou, quem mais nos participou, quem mais fez feição e projeção de país, desde Geisel, Juscelino ou até mesmo Getúlio, nos proporcionou projeção de país, nação e ESTADO?

Preciso o texto sobre cria e criatura, lider e seguidores. O Bonaparte ameaçado por Barigui em menção é maior que seus companheiros.  A separação entre Napoleão e seus outrora liderados é notória. Um, um animal político, os companheiros, pasmem, não querem "brincar" o jogo se, se, se,

Aí, vem a dicotomia da fábula do escorpião, há o interesse de estado e a grandeza deste estado , e há, varandas e panelas em nosso meio social... E somos fundamentalmente classe média.

Certo, é que este pleito não será conciliatório lembrando a década de 30 com Getulio e 77 com Ernesto Geisel.

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Nassif e amigos ggn,o Temer

Nassif e amigos ggn,o Temer vai dar um cala a boca neste Villas Boas,o negócio dele é dinheiro,este GENERAL MEDÍOCRE(já disse isto aqui )quer é dinheiro, Temer sabe lidar com este tipo de GENTE,VCS VÃO VER,este generalzinho elogiara muito o Temer sabendo quem ele é(golpista e ladrão) ele se junta ao grupo de otários q falavam mal da minha DILMINHA/PT/LULA e agora estão todos "tomando na cabeça", a vida é assim mesmo,não valorizamos o q temos e depois damos cabeçadas eita nação (será nação?)complicada!!

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Mais um bom texto do Nassif.

Mais um bom texto do Nassif. O Mapeamento da Conjuntura antes impeachment e pós impeachment está excelente.

Vamos às considerações:

PEÇA 3:

DISCIPLINA:  “Quando o general menciona que, nas Forças Armadas, tudo é organizado e planejado, vale para a estrutura administrativa e vale para a cabeça do militar....  há uma dificuldade enorme em entender processos sociais ou a balbúrdia inerente aos processos democráticos, ou mesmo os sistemas mais fluidos do mercado”.

EXATAMENTE ! ISSO É UM PROBLEMA GRAVE, PRINCIPALMENTE PELAS LIDERANÇAS NÃO ENTENDEREM QUE NÃO É CAPITALISMO OU SOCIALISMO, MAS SIM LUTA PELO PODER GLOBAL. ESSA VISÃO DE MUNDO CRIA UMA RESISTÊNCIA AO PROTAGONISMO MUNDIAL DO BRASIL VIA BRICS, À PARCERIAS COM PAÍSES NÃO ALINHADOS COMO RÚSSIA E CHINA E CLARO À UMA INSERÇÃO DO BRASIL NÃO ALINHADA AOS EUA NO CENÁRIO INTERNACIONAL. 

 

INTERESSE NACIONAL: “Sua posição sobre a produção interna estratégica, o mercado interno e as estatais aproxima-se bastante das teses desenvolvimentistas, com o desenvolvimento sendo subordinado a visões sobre segurança nacional.”

DUVIDO, PRINCIPALMENTE COM A ONDA DE APOIO DO BAIXO CLERO MILITAR AO BOLSONARO E AOS DISCURSOS DE ALGUMAS LIDERANÇAS MILITARES COM ARGUMENTOS NEOLIBERAIS. EX.: MOURÃO. ESTARRECEDOR.

 

PEÇA 4:

ITEM 4: “A perspectiva de novas eleições com as regras atuais, permitindo a volta de parlamentares denunciados.” 

O PROBLEMA NÃO SÃO OS PARLAMENTARES DENUNCIADOS. O PROBLEMA É A VOLTA DO LULA, DO PT E DO “COMUNISMO”. A LÓGICA ANTICOMUNISTA DA GUERRA FRIA ESTÁ VIVA NO EXÉRCITO, MOSTRANDO UM ANACRONISMO ESTARRECEDOR.

ITEM 5: Exatamente !

 

PEÇA 5:

DIREITOS HUMANOS: “reduzidos, mas provavelmente com a implantação de algumas políticas distributivistas. ”

DUVIDO. A VISÃO MILITAR SOBRE POLÍTICA DISTRIBUTIVA É QUE É COISA DE COMUNISTA. COMO TUDO É “PRETO NO BRANCO” OU É COMUNISTA OU NÃO É. ELES NÃO CONSEGUEM ENTENDER A NECESSIDADE DE UM ESTADO DE BEM ESTAR SOCIAL E DAS POLÍTICAS DISTRIBUTIVAS NO REFORÇO DO MERCADO INTERNO, ETC...

 

SETORES ESTRATÉGICOS: “revigorados, sob controle direto do Estado, infraestrutura (energia, transportes). ”

DUVIDO. ISSO ESTÁ EM DISPUTA INCLUSIVE DENTRO DO EXÉRCITO PRINCIPALMENTE NESTA ERA DA PÓS-VERDADE, MBL, BOLSONARO, ETC. 

 

MÍDIA:  SIM. A GLOBO VOLTARIA A SER EXTENSÃO DO PODER MILITAR.

 

LIBERDADE DE EXPRESSÃO: “ seria suprimida gradativamente, em nome do interesse nacional, assim como liberdade de organização, sindicatos etc.”

SIM, E O AUMENTO DA DESIGUALDADE TAMBÉM PODERIA VOLTAR EM NOME DO CRESCIMENTO. UMA CORPORAÇÃO QUE ACHA QUE DEVE ATUAR DE UM JEITO NA FAVELA E OUTRO NA ZONA SUL NÃO SE IMPORTARÁ COM CIDADÃOS DE SEGUNDA CLASSE. JÁ VIMOS ESSE FILME ANTES.

 

GEOPOLÍTICA: “Sairiam procuradores e juízes alinhados com os EUA e voltariam as políticas diplomáticas soberanas.”

ISSO ESTÁ EM DISPUTA DENTRO DO EXÉRCITO, PRINCIPALMENTE DEVIDO AO RANÇO DA GUERRA FRIA, PÓS VERDADE, ETC. .

 

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:  ESPERO QUE SE DANEM.

 

PEÇA 6:

POSSIBILIDADE 2: “alinhados com alguma candidatura bonapartista, com a re-centralização do poder no Executivo. Falta identificar o Bonaparte. Bolsonaro atrai o baixo clero militar. Mas é uma ameaça permanente.”

O ALTO CLERO MILITAR É UM FILÃO PARA O CIRO GOMES.

 

CONCLUSÃO: “de qualquer forma, o jogo político está mais propenso para uma candidatura de confronto, do que de conciliação. ”

O PROBLEMA NÃO É A CANDIDATURA SER DE CONFRONTO. O PROBLEMA É DEPOIS DA VITÓRIA, MANTER A CONCILIAÇÃO....

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a boa notícia é que não querem resolver...

apenas auxiliar

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Basta acompanhar o GGN para

Basta acompanhar o GGN para saber que o golpe de 2016 representa  o fim da soberania nacional, o desmonte do Estado e a ruína da economia.  Como acreditar que os militares não viram esse filme ?. E se viram, por que nada fizeram ? Os norte americanos não precisaram atacar o Brasil com tropas para destruir nosso míssil, nossos armas nucleares, nosso submarino, nosso tecnologia nuclear e se apossar de nossa tecnologia do pré-sal  e de nossos campos de petróleo.  Da mesma forma, nossos militares não  teriam que sair dos quartéis para deter esse processo destrutivo, MAS NADA FIZERAM. Sendo assim, podemos afirmar com toda a certeza que as forças armadas deram aval ao golpe. Portanto, não há motivos para acreditar que um golpe militar poderia reverter os danos à soberania nacional, ao patrimônio público, às empresas estatais, às multinacionais brasileiras, à indústria nacional , à democracia e ao estado de direito.  Se o comando das forças armadas fosse constituído, de fato, por brasileiros que respeitam o povo brasileiro e amam seu páis, provariam isso com uma medida simples, inteligente e honesta: reconduziriam  a íntegra cidadã Dilma Roussef  ao posto de presidente da  república, dando-lhe apoio para restabelecer o estado de direito e remontar o Estado, levando a julgamento justo os golpistas e entreguistas. Posso afirmar QUE NOSSOS MILITARES NÃO TERÃO ESSA DIGNIDADE.  A história e os fatos demonstram que preferem a Casa Grande à Senzala.  

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Sinuca de bico

Quando o putsch parce ser a resposta, na linha de "o inimigo de meu inimigo é meu amigo" é o fim de qualquer esperança.

Após a travessia do rio é costume o escorpião matar o  sapo!

As forças da dita esquerda vivem o mesmo dilema que as assolou no pós-64. Mas hoje não há espaço para a "luta armada"! Mas poderemos virar todos chineses!

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Cenário Internacional

 

A análise só ficará completa quando se souber o que a Rússia e a China pensam da situação no Brasil.

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Russia e China são potências

Russia e China são potências e se consideram jogadores de primeira linha. Não entram para perder.

Se o Brasil não consegue se manter na primeira divisão, "I'm sorry, you cant sit with us." 

E a China é que não vai perder a oportunidade de aumentar seu poder na região adquirindo ativos estratégicos do novo Brazil. 

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A questão é, como se daria

A questão é, como se daria hoje essa intervenção militar ?

Será que não haveria reação dentro do próprio exército ou mesmo de policias militares ?

Haveria aceitação internacional, duvido muito.

O Brasil é um País muito grande e complexo, acho que não existe esse lider militar tão grande assim capaz de dar esse golpe e controlar a situação.

Apesar de tudo, é melhor manter o Temer, penso eu. 

 

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Padilha Novo

Essa desculpa de combate à

Essa desculpa de combate à corrupção é apenas desculpa. Lembrem-se que com toda exceção, Ipms e humilhações sofridas por JK, por exemplo, nunca conseguiram provar nada. E com Admar de Barros, menos ainda.

Lembrem-se ainda que fecharam Congresso, abriram Congresso e nos legaram os malufes, os sarney, os colors e milhares de outros menos conhecidos.

Nos legaram tambem todas essas empreiteiras hoje envolvidas em escândalos e muitas outras que ficaram pelo caminho após cumprirem seus papéis que eram enriquecer seus donos e amigos.

E por aí vai.....

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Isso mesmo. Corrupção e

Isso mesmo. Corrupção e corruptos mor fizeram a festa na ditadura militar. Toninho malvadeza (ACM), ministro dos militares, promoveu muita maracutaia para a Globo se transformar nesse complexo jornalístico controlador de mentes e propagador de mentiras que agora nos assombra.

A cidade do Rio de Janeiro é o lugar com mais quarteis por metro quadrado de nosso país, tem inclusive um bairro inteiro chamado Vila Militar.

Por uma estranha coincidência os bandidos daqui são os mais bem armados do país, possuindo armas de guerra devastadoras, que ostentam em plena luz do dia. Esses quarteis poderiam ter sido deslocados para as fronteiras dentro de uma estratégia de defesa de nossa soberania, mas continuam por aqui, com soldados pintando meio fios enquanto somos assaltados ao lado, diante de olhares indiferentes.

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Vocês, como jornalistas bem

Vocês, como jornalistas bem informados que são, podem passar uma lista com nomes e atividades das pessoas que foram assassinadas após o golpe? Muitas vezes falo(amos) disso mas não guardamos os dados e penso ser importante nas argumentações com os contrários. É possível?

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  https://www.brasil247.com/p

 

https://www.brasil247.com/pt/247/poder/318190/Moniz-Bandeira-volta-a-pregar-a%C3%A7%C3%A3o-militar-contra-o-desmonte-nacional.htm

 

MONIZ BANDEIRA VOLTA A PREGAR AÇÃO MILITAR CONTRA O DESMONTE NACIONAL

247 – O professor de política exterior Luiz Alberto Moniz Bandeira, primeiro intelectual de esquerda a defender uma intervenção militar para derrubar o golpe representado por Michel Temer, que, além de denunciado por corrupção, obstrução judicial e organização criminosa, é aprovado por apenas 3,4% dos brasileiros, voltou a sustentar sua posição.

"O importante é impedir que o patrimônio nacional – Eletrobrás, Eletronuclear, Petrobrás e pré-sal, bancos estatais – seja dilapidado, entregue aos gringos: é evitar que o desenvolvimento do Brasil, com a inclusão, não seja interrompido; é impedir a entrega aos gringos de uma parte da Amazônia maior que a Dinamarca", diz ele, enfatizando que não deseja um regime de exceção.

Moniz Bandeira se manifestou em resposta a Valter Pomar, que, em artigo, criticou sua suposta ilusão em relação aos militares.

Leia, abaixo, a carta de Moniz Bandeira a Valter Pomar:

Meu querido Valter,

insisto, em nada tenho ilusão. Sei que tudo pode acontecer, se houver uma intervenção militar. Mas o fato é que, se Dilma Rousseff foi deposta por um golpe de Estado, e de fato foi, não mais existe Estado de Direito nem democracia no Brasil. Acabou a Constituição. O governo, que só conta com a simpatia de cerca de 3% da população, realiza reformas para as quais não teve mandato. O Congresso, corrompido e desmoralizado, assumiu poderes constituintes para os quais não foi eleito. Nada do que ocorreu e está a ocorrer é constitucional. Nada tem legitimidade.  E o golpe de Estado foi dado exatamente para a execução de tais reformas: trabalhista, previdenciária, terceirização, redução do Estado, com a venda das empresas públicas, impedir os gastos públicos por 20 anos etc. E as forças econômicas, nacionais e estrangeiras, que estão por trás do presidente de fato Michel Temer e do seu sinistro ministro da Fazenda, o banqueiro Henrique Meirelles, farão tudo para que não haja retrocesso na execução do seu projeto, modelado pelo Consenso de Washington.  

 Falar em Constituição, agora, é que é uma grande ilusão. As liberdades são relativas, como durante o regime militar, porém nem imprensa alternativa existe mais como naquele tempo. Toda a mídia repete o mesmo e o alvo é o ex-presidente Lula, com judiciária a condená-lo, sem provas, apenas para efeito de repercussão na imprensa e desmoralizá-lo. Quanto mais ele cresce nas pesquisas mais me parece que as poderosas forças econômicas nacionais e estrangeiras, que sustentaram o golpe do impeachment da presidente Dilma Rousseff, tentarão tirá-lo de qualquer forma das eleições. Tenho até dúvidas de que as eleições ocorrerão. Temer e demais cúmplices sabem que, ao descer a rampa do Planalto, sem imunidade, podem ser presos e enviado para a Papuda. A insatisfação no meio militar é enorme, conforme exprimiu o Antônio Olímpio Mourão. E teve toda razão o deputado Aldo Rebelo, do PC do B, quando recomendou o diálogo com os militares. O proto-nazifascista Jair Bolsonaro não é representativo das Forças Armadas. É minoria.  

A intervenção militar pode ocorrer. Como se desdobrará é difícil imaginar. O ideal seria que fosse como a do general Henrique Teixeira Lott em 1955. Mas não creio, em face do Congresso que aí está. O importante é impedir que o patrimônio nacional - Eletrobrás, Eletronuclear, Petrobrás e pré-sal, bancos estatais - seja dilapidado, entregue aos gringos: é evitar que o desenvolvimento do Brasil, com a inclusão, não seja interrompido; é impedir a entrega aos gringos de uma parte da Amazônia maior que a Dinamarca. Claro que não defendo regime de exceção, mas regime de exceção é o que já existe no Brasil, com um verniz de legalidade. O que ocorreu no Brasil, com a derrubada da presidente Dilma, foi golpe de Estado, como, na Ucrânia, com a destituição do presidente Wiktor Yanukovytch, na madrugada de 21 para 22 de fevereiro de 2014, por uma decisão de um Congresso comprado. A Constituição deixou de existir. Ilusão é pensar que, após realizar as reformas pretendidas pelo capital financeiro e o empresariado nacional, as forças, que se apossaram do poder, vão deixá-lo sem ser por um golpe de força. E, infelizmente, as forças populares já demonstraram a sua impotência. A nada reagiram.

Não desejaria que ocorresse intervenção. Todos sabem como começa, mas não quando termina. Porém, não estou a ver outra perspectiva no Brasil. É necessário impedir o desmonte do Estados nacional. E há-de chegar um momento em que o impasse político, com o agravamento da situação econômica e social, terá de ser pela força.

Com afetuoso abraço, Moniz

 

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Jorge Leite Pinto

Concordo 100%. Não velo outra

Concordo 100%. Não velo outra saída para estancar este desmonte.

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GARRU JOAO LUIZ GARRUCINO

Bom dia a todos...refletindo

Bom dia a todos...refletindo sobre o golpismo dos militares voltando a tradição matéria do Jânio de Freitas que postei agora da Folha...Gente pelo amor de Deus o que esta gente tem na cabeça para querer governar alguma coisa da nação? Quem esta gente pensa que são? Alguns iluminados ou santos também querendo impor suas verdades absolutas a todos como as igrejas também estão querendo fazer tentando tomarem o poder no Estado para voltarmos a idade média, cruzadas, inquisição ou virarmos oriente médio de vez nesta zona ou baderna em que vivemos e sem democracia alguma?  Embora para continuar com estes vigaristas dos partidos não faz a menor diferença manter a ditadura atual do coronelismo mandando em tudo desde o golpe militar da república ou desde o golpe de 64 servindo as elites, a CIA e o capetalismo ou um regime militar.... Parece que as forças armadas acabou voltada somente contra supostos inimigos internos fabricados pela CIA para servir as elites e o coronelismo dominando tudo aqui ou o capetalismo colonial, feudal, clerical, medieval, etc.,  E faz tempo já invadiram tudo aqui e estes otários das forças armadas comendo e bebendo na sombra e água fresca sempre e sem fazerem porra alguma ficam fabricando monstros do comunismo para justificar suas tetas mas são traidores da nação ou vendidos ao coronelismo e aos americanos também assim como os partidos, governos e o judiciário atual.... Se qualquer otário já percebeu que Getúlio, Jango e Brizola eram fazendeiros e nunca foram comunistas... E que o PT e Lula e a esquerda foi teleguiada pela CIA e são traidores da nação e servem as elites e ao capetalismo?  E que o fundamentalismo evangélico também foi fabricado pela CIA todos como bodes fedendo na sala para dividir e confundir os povos e dominarem como fabricaram os radicais islâmicos no oriente médio e até grupos como o Talibam, alkaida e EI ?  Entre a merda dos partidos atuais e a cabeça de merda que parece ter os militares nem sei o que seria pior pois esta gente só fala em armas, tanques, fuzis, bazucas, guerra, quartéis, marcha, continência, o caralho.... E o general Bilas Boas chefe das forças armadas que assisti estes dias em entrevista com o Bial e gostei do general parecendo lúcido e equilibrado, calmo para este momento conturbado do Brasil, no entanto até ele ficou falando aos jovens para pegarem em bazucas ou metralhadoras...caralho vai tomar no cú otários.... Exceto a guerra do Paraguai quando os militares defenderam a nação e o território contra a invasão do ditador do Paraguai, embora antes tudo foi armado pelos ingleses, e Portugal devia até as calças para os ingleses, depois disto nunca houve guerras e nem vai haver pois nenhum país vizinho vai ser doido de querer invadir o Brasil....mas os otários ficam fabricando os monstro do comunismo para justificar as boquinhas tudo coisa armada pela CIA.... Será que os otários não perceberam ainda que na verdade o capetalismo é aliado do comunismo como vemos na China e na social democracia na Europa e no mundo inteiro inclusive no Brasil via PSDB e PT com todos os demais partidos pendurados nesta gente servindo as elites, a CIA e o capetalismo? É uma ditadura global do capetalismo comunismo aliados das igrejas voltando ou mantendo o feudalismo ou idade média ou o império romano.... Só que os otários das forças armadas não acordaram ainda que na realidade já fomos invadidos desde sempre antes pelos ingleses e depois da segunda guerra pelos americanos.... Manter esta cara estrutura das formas armadas que não serve para nada ao povo e a democracia efetiva, já que servem as elites, a CIA e o coronelismo capetalista, traindo e violando a segurança e soberania nacional claramente, apenas para sustentar os tiranos mandando em tudo aqui?  Isto é, o povo paga para manter os militares mas não para servir o povo e sim para controlar o poder dos soberanos de plantão ou o coronelismo de sempre travando tudo e impedindo democracia efetiva e economia de mercado com livre iniciativa e livre mercado de fato e aqui tudo é cartelizado pelo coronelismo.... E estes idiotas não tem nada na cabeça para oferecem a nação de fato, como por exemplo algum projeto claro de democracia efetiva que nunca tivemos ainda, e somente ficam falando em violência ou força bruta e querem voltar? Voltar para o que exatamente?  Acham mesmo que o povo quer viver num clima de quartel e militarizado?  Sei que pior do que regime militar seria as igrejas tomarem o poder no Estado e ai sim a merda ficaria muito pior mas até hoje nunca vi algum ser pensante e com visão de estadista de fato nas forças armadas e com um projeto ou visão clara de democracia com soberania popular de fato.  Só tenho visto gente arrotar, rugir, bufar, gritar, e falar em usar a força bruta mas onde a cabeça desta gente?  Mas domingo ouvindo o general que até foi soft ou suave ou leve embora deixando algo nas entrelinhas revelando bem o clima nos quarteis predispostos ao golpe, outro golpe, e talvez fosse o caso de se pensar em desativar as forças armadas pois elas de nada servem ao povo e a democracia, e também vendo direto postagens destes beatos malucos de grupos pedindo a intervenção ou volta dos militares eu poderia afirmar que são todos burros, tapados, cegos, enfim gente sem a menor competência para gerir nada, talvez pior do que a zona atual, que ao menos podemos criticar e protestar, e gente que parece pensar somente em armas e guerra e força bruta.... Vão tomar no cú palhaços pois nem guerra nunca houve e nem vai ter no molde que esperam e vivem na sombra e água fresca..... A guerra mesmo já aconteceu e hoje as potências não precisam invadir com armas e força bruta a moda antiga e usam os meios sofisticados dos sistemas financeiros, das mídias, comprando todos com o caixa dois das empresas e bancos nos governos, legislativos e judiciário e nas mídias.... O que é que estes militares não viram ainda quanto a isto ou que já fomos invadidos faz muito tempo graças a eles mesmos pois vendidos a estes invasores da nação?  Vai ser burro assim na puta que o pariu.... E ainda querem tomar o poder?  As igrejas querem tomar o poder?  As quadrilhas dos partidos querem se manterem no poder ou trono para sempre?  Vão tomar no cu todos....Continuo votando nulo para botinar todos ou jogando no vaso sanitário e dando descarga e fodam-se todos.  Acho que deviam eleger um Rei ou os setores organizados da sociedade indicarem gestores voluntários para os executivos e legislativos todos e começou a roubar é trocado no ato.... Chega de merda pois este povo não sabe e nem merece votar.... Mas análisei tudo isto no texto linkado na relação da foto de perfil Povão alienado e besta ou burro tem elegido corruptos há trinta anos e causa seria fundamentalismo medieval religioso de terceiro mundo devido a serem vagabundos e terem aposentado a cabeça sem lerem ou estudarem nada....

 

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Burro e corrupto

A reação simultânea de 3 generais de alta patente em defesa do Golpe dentro do Golpe ocorre dias depois do "Protocolo Adicional ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares” que Temer assinou em surdina no encontro com Trump.

O imbecil simplesmente expôs nossa soberania à fiscalização externa, com regras abusivas, e o fez sem discutir com ninguém, nem com a sociedade, nem com as FAs.

Ou seja, Temer atravessou o Rubicão do Golpe, como Moro já havia atravessado antes com o Almirante Othon.

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Você que inventou esse estado
E inventou de inventar toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar o perdão

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Marcelo33

OS militares estão cagando

OS militares estão cagando para isso. Mesmo Temer e a Direita tendo aprontado uma dessas, eles só falam mal de Lula e da Esquerda.

 

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Sim ! Sim ! Sim ! 

Sim ! Sim ! Sim ! 

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pois é...

governante e justiça sob influência externa não é apenas um grande problema

é uma situação de emergência

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É errado as pessoas se

É errado as pessoas se horrorizarem com os militares agora com a cabeça  no golpe de 64. São momentos históricos diferentes portanto com perspectivas e ações diversas. Alguém consegue visualizar um governo civil que faça frente ao mercado/geopolítica americana? Alguém consegue visualizar um governo civil que enfrente a ditadura do Judiciário/ midia afinados com os americanos?

O que sairá ainda desse buraco? Uma Líbia, um Iraque? Uma inquisição religiosa que condene mulheres e gays? Um governo Bolsonaro?

Ora, na atual situação golpeados nós já fomos. E pior, fomos golpeados por uma quadrilha/midia/judiciário que não tem o minimo compromisso com o país. 

Precisamos de um Putin para enfrentar a geopolitica americana e internamente os lemanns, setubals, marinhos, moros e gilmares. A classe média que enfiou a Alemanha no nazismo nos enfiou nesse buraco. 

Lula eleito em eleições diretas é a minha opção mas não se concretizará. Qual a outra opção para preservar o país? É preciso sim, que na atual situação seja levado em consideração a instituição Forças Armadas e suas posições nacionalistas para preservar o país. Já que as instituições civis, de onde deveria sair a solução,  se transformaram em orgãos inúteis, ditatoriais, e por vezes, corruptos.

PS. Sem deixar de observar que a aberração militar Bolsonaro é o que é: uma aberração. 

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Vera Lucia Venturini

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Somebody

Na minha humilde opinião o

Na minha humilde opinião o único líder legítimo que vocês têm é Lula. Portanto é natural que estejam tentando liquidá-lo para tomar o controle do país.

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Serjão

São momentos históricos diferentes

São momentos muito diferentes, e os milicos também estão muito diferentes:

Exército dos EUA participará de exercício militar na Amazônia a convite do Brasil

Tropas americanas foram convidadas pelo Exército brasileiro a participar de um exercício militar na tríplice fronteira amazônica entre Brasil, Peru e Colômbia em novembro deste ano.

Segundo o Exército, a Operação América Unida terá dez dias de simulações militares comandadas a partir de base multinacional formada por tropas dos três países da fronteira e dos Estados Unidos.

Descrita pelas Forças Armadas como uma experiência inédita no Brasil, a base internacional temporária abrigará itens de logística como munição, aparato de disparos e transporte e equipamentos de comunicação, além das tropas. O Exército afirma que também convidou "observadores militares de outras nações amigas e diversas agências e órgãos governamentais".

A operação é parte do AmazonLog, exercício militar criado pelo Exército brasileiro a partir de um atividade feita em 2015 pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Hungria, da qual o Brasil participou como observador.

À BBC Brasil o Exército brasileiro negou que a atividade sirva como embrião para uma possível base multinacional na Amazônia, como aconteceu após o exercício da Otan citado como base para a atividade.

"Não. Ao contrário da Otan, a qual é uma aliança militar, o trabalho brasileiro com as Forças Armadas dos países amigos se dá na base da cooperação", responderam porta-vozes do Exército.

"Com uma atividade como essa, busca-se desenvolver conhecimentos, compartilhar experiências e desenvolver confiança mútua", afirmou a corporação.

Apesar do ineditismo do comando multinacional na região amazônica, esse não é o primeiro exercício mútuo entre as Forças Armadas de Brasil e EUA no país. No ano passado, por exemplo, as Marinhas das duas nações fizeram uma atividade preparatória para a Olimpíada no Rio de Janeiro, envolvendo treinamentos com foco antiterrorismo.

Em 2015, um porta-aviões americano passou pela costa do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro para treinamento da Força Aérea Brasileira (FAB).

https://g1.globo.com/mundo/noticia/exercito-dos-eua-participara-de-exercicio-militar-na-amazonia-a-convite-do-brasil.ghtml

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Rodrigo Mesquita

Fator militar

O interessante é que o General falou sobre a soberania brasileira na amazônia mas não falou nada sobre a entrega de estatais estratégicas como eletrobras e petrobras, nem do pré-sal, nem das construtoras, nem nada. A gente está tendo a nossa soberania ameaçada por todos os lados e ele só se atenta para a amazônia? Deu uma impressão de que não se pode questionar o imperialismo mas que para os índios a gente não pode perder. É bem um discurso ruralista e ultrapassado, para quem o Brasil não pode ser nada mais do que um grande exportador de grãos e matéria-prima. Os outros setores estratégicos que servem de base para a nossa industrialização a gente entrega. 

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Rodrigo Mesquita

Fator militar

O interessante é que o General falou sobre a soberania brasileira na amazônia mas não falou nada sobre a entrega de estatais estratégicas como eletrobras e petrobras, nem do pré-sal, nem das construtoras, nem nada. A gente está tendo a nossa soberania ameaçada por todos os lados e ele só se atenta para a amazônia? Deu uma impressão de que não se pode questionar o imperialismo mas que para os índios a gente não pode perder. É bem um discurso ruralista e ultrapassado, para quem o Brasil não pode ser nada mais do que um grande exportador de grãos e matéria-prima. Os outros setores estratégicos que servem de base para a nossa industrialização a gente entrega. 

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J. Conselheiro

Fator Dilma

Caso fosse o general traria imediatamente a presidente Dilma de volta. Os militares ficariam de bem com a maioria do povo, pois muita gente que apoiou Aécio mudou de opinião. Prenderiam essa cambada de golpistas corruptos e o país sem dúvidas viveria dias mais calmos até a eleição em 2018.

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Serjão

Ilusão

 

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