Quanto que vale manipular as eleições num grande país?, por Rogério Maestri

No Brasil os programas das nossas urnas eletrônicas são feitos dentro do TSE

Quanto que vale manipular as eleições num grande país?

por Rogério Maestri

Todos os profissionais de TI sabem que sistemas de eleição através de Urnas Eletrônicas são facilmente fraudáveis principalmente se ela ocorre através de um trabalho interno, ou seja, por aqueles que escrevem os extensos programas que possuem essas urnas.

Nos USA o sistema de urnas são produzidos por algumas empresas, logo o trabalho interno se a empresa tiver um bom sistema de controle é facilmente detectável, mesmo assim há sérias denúncias que os sistemas são frágeis e podem ser fraudados por trabalho externo.

No Brasil os programas das nossas urnas eletrônicas são feitos dentro do TSE , por consequência fica bem mais simples achar se um dos vários programadores introduziram algum código maléfico nas nossas urnas, não é necessário olhar para todos os funcionários, pois se tiverem 99 honestos e 1 desonesto é suficiente, logo a forma mais simples de verificar a integridade dos códigos é simplesmente necessário descobrir que algum funcionário ou ex-funcionário ficou rico de uma hora para outra sem que haja origem dessa riqueza.

Simples né, mas ninguém pensou nisso até o momento.

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11 comentários

  1. Muito simplista. Não concordo. Não tão simples assim, pois seria facilmente detectável se tiver algum código inserido na base do programa.

  2. Cara, se cada urna funciona de forma independente, se para extrair o resultado é preciso introduzir um pendrive, pois não há comunicação entre elas. como é possível fraudar todas através de uma só. Bolsonaro e Trump agradece a sua contribuição. Mesmo que na programação houvesse esse desvio, teria que ser em beneficio ou prejuízo de muitos e portanto seria preciso várias adulterações.

    • Extremamente simples, as urnas são “inoculadas” antes das eleições e por exemplo a cada dez votos em determinado candidato transfere 2 para outro, depois essa parte do programa é deletada.

  3. Não. Não é nenhum pouco fácil fraudar as eleições através das urnas eletrônicas. O sistema de proteção ao código e à fabricação das urnas envolvem tantas pessoas que não passaria despercebida uma fraude. Eu diria que o sistema de votação no Brasil é, possivelmente, o mais seguro do mundo. Já, o financiamento das campanhas é muito menos inocente. Pra não falar na mídia corporativa…

  4. A ingenuidade de todos os comentaristas é de cair o queixo. Dizer que as urnas brasileiras são as mais seguras do mundo é uma piada, pois simplesmente em nenhuma parte do mundo há um sistema totalmente imune a fraudes, isso é um consenso em qualquer pessoa que não seja um mero utilizador de aplicativos.
    A metodologia de testes externos elaborada pelo TSE não permite testes que simulem atacantes externos, ou seja, alguém que introduza algum pequeno script que simplesmente modifiquem o programa, isso por exemplo poderia ser evitado não através dessa proibição mas sim por números de controle ao longo do software que identificasse a retirada ou agregação de trechos no programa.
    Quem participou do teste não podia nem escrever o que lia no código fonte, tinha que decorar e depois verificar na sua bancada de testes.
    Tudo foi feito para impossibilitar quem foi verificar as 24 milhões de linhas de código através de manobras que poem ser feitas por quem conhece ou participa da criação dos códigos,
    Ou seja, há uma falsa ilusão de segurança que foi provada em testes externos que se tivessem um pouco mais de tempo (poucas horas) modificar os códigos da urna.

    • Jura, esse vídeo tem só um problema, ele procura atribuir as fraudes a trabalho externo aos USA, porém ele esquece que os maiores interessados estão dentro do próprio país.

  5. + comentários

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