A imagem política de Eduardo Campos hoje, se estivesse vivo

 
Jornal GGN – A Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou nesta terça-feira (19) o resultado da investigação sobre o desastre com o jatinho sem dono que matou Eduardo Campos, em plena campanha eleitoral pela Presidência da República, pelo PSB, em 2014. O resultado do relatório trouxe à tona questionamentos sobre a popularidade do político, se estivesse vivo, com o andamento das investigações da Operação Lava Jato.
 
Dalton Avancini, executivo da Camargo Corrêa, afirmou que pagou R$ 8,7 milhões em propina para a campanha de Campos ao governo de Pernambuco. O próprio doleiro Alberto Youssef também assumiu repassar propina para o candidato. Enquanto isso, o seu partido, o PSB, passa por um limbo, “sem político”, desde a morte de Eduardo Campos. 
 
De O Globo
 
 
Cotado para 2018, presidenciável, se vivo, teria de enfrentar denúncias na Lava-Jato
 
Por Jefferson Ribeiro
 
A classe política é unânime em reconhecer que a morte de Eduardo Campos, em plena campanha eleitoral de 2014, representou a perda de um político com futuro promissor, que despontava como forte candidato à Presidência em 2018. Essa unanimidade, porém, poderia ruir se o líder pernambucano fosse confrontado em vida com as investigações da Operação Lava-Jato.
 
Campos construiu sua trajetória em Pernambuco, herdando a força política do avô Miguel Arraes e comandando com mão de ferro o PSB. Na campanha de 2014, tentou levantar a bandeira da esperança, aliada à ética na política, reforçada pela imagem da ex-senadora Marina Silva, vice em sua chapa.
 
Conhecido como negociador hábil e duro, Campos teria de usar essas habilidades para enfrentar as denúncias de delatores da Lava-Jato, que dizem ter repassado a ele milhões de reais em propina por contratos da Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras, em Pernambuco.
 
O executivo da Camargo Corrêa, Dalton Avancini afirmou, em maio do ano passado, que a empreiteira pagou R$ 8,7 milhões em propina para a campanha do socialista ao governo de Pernambuco. Segundo ele, isso aconteceu por meio de um contrato fictício com a empresa Master Terraplanagem junto ao consórcio CNCC, da Refinaria Abreu e Lima, liderado pela Camargo Corrêa.
 
O doleiro Alberto Youssef também afirmou ter repassado propina para Campos.
 
Essas suspeitas dificilmente serão esclarecidas, e a morte de Campos deixou órfãos políticos.
 
O PSB, desde então, não conseguiu usufruir do protagonismo que ganhou desde as eleições municipais de 2012, quando chegou ao comando de cerca de 400 prefeituras e deu impulso à candidatura presidencial do pernambucano. Seu grupo no estado também se ressente de brilho político desde sua morte.
 
Relatório sobre queda de avião 
 
Por Eduardo Bresciani e colaboração de Sérgio Roxo
 
Uma sucessão de erros que incluíram a tentativa de buscar um “atalho” para abreviar a aterrissagem levou ao acidente com o avião Cessna C560 XLS+ que matou o ex-governador Eduardo Campos e mais seis pessoas em 13 de agosto de 2014, em Santos (SP). O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) divulgou nesta terça-feira seu relatório final apontando diversos fatores humanos que levaram à tragédia, com destaque para a indisciplina de voo, desorientação espacial e falta de treinamento adequado para o tipo de aeronave. Os investigadores ressaltaram que o objetivo não é buscar culpados, mas garantir a segurança de voos futuros. A investigação descartou falhas técnicas na aeronave, mas apontou problemas operacionais que podem ter contribuído.
 
O irmão de Campos e o advogado das famílias do piloto e do copiloto contestaram o relatório. Ambos apostam em falha na aeronave; O advogado pretende apresentar nos próximos meses um relatório sobre o acidente feito nos Estados Unidos.
 
De acordo com a investigação, a trajetória de aproximação da pista de Santos, feita pelo comandante Marcos Martins e o copiloto Geraldo Magela, não foi a indicada na carta de procedimentos, mesmo com o aviso de que o aeródromo operava por instrumentos. A orientação era para que passassem duas vezes sobre a pista antes de fazer a curva para o pouso, mas eles fizeram um caminho mais curto, dando inclusive informações falsas sobre os pontos em que estavam.
 
— O perfil do voo reduziria o tempo em até cinco minutos e não era aprovado nas regras para operar com instrumentos — afirmou o tenente-coronel aviador Raul de Souza, que coordenou as investigações.
 
Falta de treinamento
 
Após tentarem chegar diretamente à pista os pilotos não conseguiram pousar e decidiram arremeter. Este movimento também foi feito em desacordo com os procedimentos previstos. Eles deveriam arremeter antes de chegar à pista, mas há relato, tido como confiável, de que sobrevoaram o local em baixa altitude antes de desistir do pouso.
 
Os investigadores apontaram que diversos fatores levaram a uma desorientação espacial da tripulação durante o procedimento de arremetida. Eles observaram que as condições meteorológicas estavam degradadas para o tipo de trajetória feita pelos pilotos. Citaram ainda como condições que podem ter levado à desorientação as variações de velocidade, alternância entre voo visual e por instrumentos e até o fato de um candidato à presidente da República ser um dos passageiros.
 
A investigação mostrou que o piloto deveria ter feito um “treinamento de diferença” para operar a aeronave, enquanto o copiloto precisava de um “curso completo”. Essa necessidade estava prevista em instrução normativa da Anac, de julho de 2014, mas o sistema da agência que permite a realização dos voos não estava atualizado para essa exigência.
 
Foi analisado ainda que de 1º a 5 de agosto de 2014 os pilotos extrapolaram a carga horária prevista nas leis de aviação. A análise dos parâmetros de voz identificou sinais de “fadiga e sonolência” do copiloto. Registrou-se ainda que o copiloto teve desempenho “abaixo do esperado” ao longo da carreira em alguns dos treinamentos, em itens como “atenção”.
 
 

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19 comentários

  1. Mataram Eduardo Campos 2

    Mataram Eduardo Campos 2 vezes. Não bastasse o pouco caso que fizeram da tragédia, se preocupando apenas com a origem do avião e ignorando completamente a causa da queda ou o sofrimento da família, agora vêm usar do mesmo discurso midiático tantas vezes condenado aqui de citar delatores da Lava Jato que teriam colocado dinheiro na campanha dele. Por alguma inexplicável razão, a mídia “progressista” afirma diariamente que nenhuma delação da Lava Jato é digna de credibilidade e que caixa 2 é uma prática corriqueira de forma alguma condenável, mas sempre que a morte de Eduardo Campo é relembrada, tudo o que essa mídia tem a dizer sobre ele é fruto de delação e caixa 2. Lamentável.

  2. Propina…
    Até o jornal GGN assimilou a linguagem da velha imprensa em relação aos repasses aos partidos e políticos. Ficamos sem saber o que de fato teriam sido doações lícitas e ilícitas. Tudo virou propina.

  3. Porém

    Se vivo estivesse… Eduardo Campos estaria pulando sobre brasas. Mas como ele faz parte da “lado de la”, não teria grandes problemas com a justiça nem imprensa e seria um forte candidato em 2018. Isso, sem levar em conta que poderia ter ganho em 2014… Mas levando em conta o que temos hoje, Marina volta com força em 2018, aposto. Acho também que a campanha de 2014 deixou varias lições e ela deve voltar mais tarimbada e agora com seu partido.

  4.  
    Vou falar com meu amigo que

     

    Vou falar com meu amigo que anda recebendo umas paradas ai, do outro mundo. O cara é médium, vou pedir pra ele recepcionar o espírito do Dudu Traíra, pra se ele diz quem é o proprietário do jatinho que deu com os burros n’água.

    Se for esperar pelas investigações da Puliça Federal da Vaza a Jato do Zé, é melhor eu esperar pra falar pessoalmente com o Homi morto dos zoio verde do mar dos arrecifes.

    Orlando

    P.S.

    A propósito. Já que versamos sobre objetos voadores sem dono. Quando será que a Puliça Federal vai desvendar a indentidade do proprietário daquela montanha de pacotes de pasta base de Coca apreendidas no helicóptero do Sr. Perrela? O amigo do Aécio. Pois é, muito se comenta nas bocas, por ai: o Perrela tem amigos, o helicóptero tem dono, somente a cocaina coitada não tem dono até hoje. Há essa altura da pouca vergonha, não deve restar nem o pó da pasta.

     

  5. Morte de Eduardo Campos:

    Morte de Eduardo Campos: CIA?

    18.01.2016 

    Jornalista de renome nos EUA, Wayne Madsen publicou em sua coluna no jornal on-line Strategic Culture Foundation o texto em que denuncia que a morte do candidato a presidente Eduardo Campos (PSB) em acidente de avião em 13 de agosto teria sido uma trama da CIA.

    O artigo é intitulado “All factors point to CIA aerially assassinating brazilian presidential candidate” (“Todos os fatores indicam que a CIA assassinou por via aérea candidato brasileiro à Presidência”). Madsen estabelece que uma derrota de Dilma Rousseff representaria uma vitória para os planos de Barack Obama de eliminar “presidentes progressistas” da América Latina.

    Wayne Madsen concedeu entrevista exclusiva a este blog, em que reafirma a tese de que a CIA matou Campos. Ex-oficial da Marinha dos EUA, o jornalista Wayne Madsen é taxativo: “Marina Silva é a favorita de Obama e do George Soros. Marina defende que os EUA comandem a globalização, o livre comércio, investimentos privados e Marina é pró-Israel. Marina é do jeito que o Pentágono e Wall Street adoram”. Ele é taxativo: os técnicos da National Transportation Safety Board, órgão dos EUA que investiga acidentes, vieram ao Brasil para levar as provas do acidente de Campos para os EUA – e sumiram com elas.

       

    Tognolli – Você conhece algum caso nos EUA que envolva não gravação de conversações e fatos similares aos de Campos?
    Wayne Madsen – O caso da queda do avião de Campos não recebeu nenhuma cobertura na mídia dos EUA. Mas aqui nos EUA já vimos casos similares em não divulgação de teor de caixas pretas após grandes acidentes, como no caso da queda do TWA 800, voo Airlines 587 de Nova Iorque a Santo Domingo, na República Dominicana, e queda dos aviões do senador Paul Wellstone e de John F. Kennedy Jr.

    Nota do blog
    Sobre a morte de Wellstone, clique aqui.
    Em 16 de julho de 1999, John Kennedy, sua esposa Carolyn e sua cunhada Lauren morreram num acidente de avião. Kennedy estava pilotando o monomotor. Os três estavam indo para o casamento da prima de John, Rory. Ele faleceu aos 38 anos e seu corpo foi cremado.

    Tognolli -Você apenas opina sobre a participação da CIA na morte de Campos ou tem elementos como indícios de prova material?
    Wayne Madsen -Os rastros do envolvimento da CIA na morte de Campos são as anomalias técnicas que envolvem a queda e a confusa história da propriedade do avião. A L3 Communications and Textron prestam serviços para a CIA.

    Nota do blog
    A L3 Communications Inc. é uma empresa de defesa norte-americana, baseada em Manhattan, Nova Iorque, que fabrica equipamentos de “controle e comando” de comunicação, inteligência, monitoramento, sistemas de reconhecimento aéreo, além de instrumentação e produtos oceânicos e aeroespaciais. A empresa possui 63 mil funcionários e um faturamento superior a US$15 bilhões. Seus principais clientes são oDepartamento de Defesa dos Estados Unidos, a CIA, a Nasa e diversas empresas de telecomunicação e forças armadas internacionais.
    A Textron Company é uma holding norte-americana que controla empresas fabricantes de aeronaves civis e militares. A Textron foi fundada em 1923, por Royal Little, como Special Yarns Company hoje inclui empresas em diversos ramos de negócios como: Bell Aircraft Corporation, Cessna Aircraft Company e Lycoming Engines.

    Tognolli – Quais outros casos envolvem a CIA?
    Wayne Madsen – A CIA dispõe de vasta experiência em derrubar aviões: derrubaram o avião dos presidentes Jaime Roldos, no Equador, Omar Torrijos, no Panamá, do líder revolucionário cubano Camilo Cienfuegos, em 1959, e o também o avião da Cubana Aviación 455, em Barbados. A CIA também derrubou o avião do primeiro-ministro de Portugal, Sá Carneiro, e de seu ministro da Defesa, mortos na queda do Cessna 421 em Lisboa, em 1980, numa pré-eleição muito parecida agora com a pré-eleição de Eduardo Campos. Essa queda pavimentou a entrada de um governo português pró-EUA. Temos também a morte do candidato presidencial venezuelano Renny Ottolina, morto numa suspeita queda de um Cessna 310, em 1978. Renny Ottolina era um apoiador das ideias bolivarianas para a integração total da América Latina, ideais que foram mais tarde adotados por Hugo Chavez e eram obviamente combatidos pela CIA. Ottolina seria um futuro alvo primordial da CIA por sustentar esses ideais no poder. O líder político indiano Madhavrao Scindia morreu numa queda suspeita de Cessna C90 em 2001. Ele era o autêntico marajá da cidade de Gwalior, e se desse certo como líder político nacional teria trazido de volta as regras de antigos principados, muitas das quais seriam radicalmente opostas à globalização da sociedade indiana. Ele seria um dos maiores estorvos para a CIA.

    Nota do blog
    Gwalior é uma cidade do estado de Madhya Pradesh, na Índia. Localiza-se no centro do país. Tem cerca de 917 mil habitantes. Foi capital de um principado semi-independente até 1947.

    Tognolli – Por que, em sua opinião, a CIA escolheu Campos, e não o venezuelano Maduro ou nossa presidente Dilma?
    Wayne Madsen – Porque o PT de Dilma teria nomeado rapidamente um substituto caso ela fosse assassinada. Campos virou um alvo para poder elevar Marina e garantir uma derrota a Dilma e ao PT.

    Tognolli – Há casos similares de queda de Cessna 560 XLS, como o de Campos?
    Wayne Madsen – Não, esse avião tem índices de segurança exemplares. Mas o avião de John Kennedy era um Cessna que se suspeita tenha sofrido sabotagem. Um Cessna 310 caiu e matou o republicano Hale Boggs, um membro dissidente da Comissão Warren, que investigava a morte do presidente John. Boggs acusava a CIA de estar por detrás do assassinato de Kennedy. A queda de um Cessna 335 matou também o governador do estado do Missouri, Mel Carnahan, um dia antes das eleições.

    Nota do blog
    A Comissão Warren (nome oficial The President’s Commission on the Assassination of President Kennedy) foi estabelecida em 29 de novembro de 1963 pelo presidente dos EUA Lyndon Johnson para investigar o assassinato de John Kennedy.

    Tognolli – Por que você não confia nos membros da National Transportation Safety Board, que veio ao Brasil investigar a queda do Cessna de Campos?
    Wayne Madsen – Porque esse pessoal da NTSB foi publicamente acusado de acobertar as causas da queda do TWA 800.

    Tognolli – Como ex-oficial da Marinha dos EUA, você foi um dos responsáveis por ter implantado o primeiro programa de segurança deles. Você dispõe de fontes militares para acusar a CIA na morte de Campos?
    Wayne Madsen – Eu de fato tenho muitas fontes da comunidade de inteligência dos EUA que acusam o diretor da CIA, John Brennan, de participar de mortes praticadas pela CIA em serviços clandestinos que fazem parte rotineira das operações diárias da CIA.

    Tognolli – Como a CIA mascara crimes, como você sugere tenha sido feito com Campos?
    Wayne Madsen – Mascaram fazendo com que tais crimes se pareçam com acidentes e depois passam a acusar quem os põe em xeque como sendo teóricos da conspiração, fazendo uso de jornalistas pagos pela CIA para disseminar a propaganda dos serviços de inteligência dos EUA.

    Tognolli – Como a National Transportation Safety Board opera então no Brasil?
    Wayne Madsen – O pessoal da NTSB só atua em nome do governo doa EUA, sempre acusando alguém pela queda de aviões, para despistar, como fizeram agora contra o governo da Rússia, acusando-o de ter derrubado o avião da Malásia Airlines 17 na Ucrânia.

    Tognolli – Quem são os políticos favoritos dos EUA no Brasil e quem são os mais odiados?
    Wayne Madsen – Marina Silva é a favorita de Obama e do Soros. Marina defende que os EUA comandem a globalização, livre comercio, investimentos privados e Marina é pró-Israel: Marina é do jeito que o Pentágono e Wall Street adoram.

    Tognolli – Como um repórter investigativo brasileiro poderia ter atuado no caso Campos?
    Wayne Madsen – Jamais deveriam ter permitido que o pessoal da National Transportation Safety Board tivesse retirado evidências e dados físicos da cena da queda do avião de Campos e os levado aos EUA: jamais.

    Nota do blog
    George Soros é um empresário e homem de negócios húngaro-americano. Ficou famoso pelas suas atividades como especulador, nomeadamente em matéria de taxas de câmbio, chegando a ganhar US$1 bilhão em um único dia apostando contra o banco da Inglaterra, bem como pela sua atividade filantrópica, que apoiou entre outros, a Universidade Central Europeia.

    cplp

    – See more at: http://port.pravda.ru/cplp/brasil/18-01-2016/40203-eduardo_campos-0/#sthash.CNfUSPYW.dpuf

    • “Jornalista de renome nos

      “Jornalista de renome nos EUA, Wayne Madsen publicou em sua coluna no jornal on-line Strategic Culture Foundation o texto em que denuncia que a morte do candidato a presidente Eduardo Campos (PSB) em acidente de avião em 13 de agosto teria sido uma trama da CIA”:

      Mentira dele.  Como ja mencionei, EU vi tudo antes de acontecer.

      Se tem uma coisa que eu nao vou deixar acontecer nem tenho a menor intencao de deixar passar em branco, eh o governo dos Estados Unidos ficar com mais um credito meu, ok?

    • Se o jatinho não tinha dono. Não há por que haver investigação.
      Investigar queda de avião invisível, para quem investigar?
      Ninguém pode cobrar das autoridades laudo pericial apenas os donos do aparelho. E quem são os donos do aparelho?

  6. O dono do avião? Quem é? Ou

    O dono do avião? Quem é? Ou quem era?

    Por que tanto mistério? Por que tanto desinteresse dos “jornalistas investigatívos” da mídia dominante?

    Ou, “isso não vem ao caso?”

    • O CENIPA informou, no início

      O CENIPA informou, no início da explanação, que a FAndrade seria o nome que constava em seu registro e que as ações pertinentes estariam ocorrendo em ações pp .

      Não é da alçada do CENIPA investigar o dono mas deveria sim, todos os orgãos estarem interligados, inclusive nas embarcações(marinha). Como é que eles cuidam das subidas e descidas de aeronaves e não sabem quem são os verdadeiros donos?

  7. Culpado É o Piloto que Morre

    Nassif.: nos choques de trens da Central do Brasil o maquinista que morria era sempre o culpado pelo desastre. Sem esquecer que a função de perito aeronáutico não é dedar culpado mas encontrar falhas que evitem futuros incidentes. Assim, essa de culpar os pilotos, como estão dizendo, é coisa da grande mídia, que tudo faz para afastar o foco principal, que consiste em saber, primeiramente, quem era o dono do avião. Depois, quem bancava a brincadeira. Portanto, sobre esse estardalhaço do relatório paira uma cortina de fumaça, que tenta afastar a apuração de outros fatos, tão graves quanto a queda da aeronave.

  8. Esta previsão está furada,

    afinal o Aécio não morreu e nem por isto está tendo que prestar contas de todas as safadezas que fez.  Ele com seu correligionário arrebentaram com a saúde pública de Minas e deixaram uma dívida de 14 bilhões para o Pimentel.  Seu nome está ou esteve envolvido em muitas falcatruas e nada acontece, pois ele tem o janot nas mãos.

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