Bolsonaro repreende uso do WhatsApp pelo PSL


Foto: Divulgação
 
Jornal GGN – Após o último vazamento de uma discussão entre parlamentares do PSL eleitos em um grupo do WhatsApp, com a deputada federal eleita Joice Hasselmann (SP) e o novo líder do PSL, Eduardo Bolsonaro, o futuro presidente repreendeu o uso do aplicativo para mensagens de temas sensíveis ao partido.
 
O pedido foi feito por Bolsonaro durante uma reunião com afutura bancada do partido que assume na próxima legislatura do Congresso Nacional, na tarde desta quarta-feira (12). 
 
Na última semana, trocas de mensagens foram divulgadas de um grupo com integrantes do PSL. Joice havia dito que o filho do futuro mandatário, Eduardo Bolsonaro, líder da atual bancada do PSL, se achava “o machão da vez”, após afirmar no grupo do WhatsApp que a deputada eleita era “sonsa” e tinha “fama de louca”, querendo atropelar correligionários.
 
O caso tomou repercussão e Bolsonaro teria decidido pedir aos correligionários para não abordar temas de lideranças, pautas ou “sensíveis” ao PSL na rede social. 
 
De acordo com o filho do presidente eleito, Eduardo, que narrou à imprensa o tema tratado durante a reunião, seu pai teria recriminado o uso do aplicativo porque, após o vazamento, não tem como saber “quem é que vazou”. 
 
“O presidente Jair Bolsonaro é contra a criação de grupos de WhatsApp porque em um grupo existem diversas pessoas e, quando esses prints vazam, ninguém sabe quem é que vazou”, disse o futuro parlamentar.
 
Pelo tom adotado por Eduardo, o problema maior é não saber quem vazou, indicando que seria difícil recriminar a pessoa de dentro do partido que disseminou a informação. E recomendou que o “ideal” é conversas pessoais ou individuais no próprio aplicativo, que “em caso de vazamento, a gente sabe quem é que vazou”.
 
 
 

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