Ao vivo: votação da PEC 55, em segundo turno, no Senado

Jornal GGN – Nesta terça-feira, o Senado Federal deve votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que irá congelar os gastos públicos, atrelando seu aumento à variação da inflação pelas próximas duas décadas. A proposta foi aprovada em primeiro turno no dia 29 de novembro.

Acompanhe a sessão deliberativa do Senado abaixo:

 

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8 comentários

  1. PT saudações!

    Os senadores do PT só sabem fazer discurso para platéia. Fizeram isso no impeachment da Dilma e deu no que deu. Agora aos prantos pedem por favor à sua excelencia Renan Calheiros que suspenda a sessão em nome  dos trabalhadores e dos pobres. Covardia semelhante só a do Jorge Viana o pequeno, ajudante de ordens de Renan. O PT já era! se acovardou e aderiu ao corporativismo dos golpistas.

  2. Ai Paim…eu fiz tudo pra você…

    Pior o Senador Paim que propôs ao Temer: “Presidente (sic)o senhor só tem duas saídas. Ou retira a PEC 55 ou é melhor renunciar” capitulação total. Ou melhor esse apelo beira quase à extorsão moral. Segundo Paim ,se Temer tirar o bode da sala ele pode ficar tranquilo, tranquilo. O povo Paim, não é bobo, não aceita esse arreglo.

  3. nitrogênio líquido nas veias

    Gizuiz!

    Logo após o almoço não há estomago que suporte com a galhardia necessária…

    Realmente o pré-requisito é ter nitrogênio líquido nas veias.

    Infelizmente não tenho melhor contribuição a dar.

    Abraços generalizados!

  4. Lutando com todas as forcas

     

    O PT está lutando com todas as forças, são poucos os partidos que estão fazendo isso.

    Mesmo com seus erros, mantém firme, ISSO TEM QUE SER RECONHECIDO!!!!! 

    “Agora”, poucos são as pessoas que estão indo as ruas.

  5. Aprovada… 53 x 16

    E teve gente progressista acreditando numa “demonstração de civilidade” do senado que adiaria ou rejeitaria a patifaria.

    Ou é muita ingenuidade ou é daquelas pessoas que ainda insistem ser possível, e melhor pra o Brasil, dialogar cilvilizadamente com pessoas como Renan, Aécio, Serra, Temer, Cunha, Malta, Jucá… tô chegando a conclusão que tem dois tipos de “subversivos” na Terra Brasilis:

    1) Os como Gleisi e Lindemberg, que aparentam discordar dos patifes golpista mas usam e abusam da “liturgia do cargo” para não ferir os brios de seus colegas de casa legislativa;

    2) Os que parecem ter medo de um processo revolucionário de fato no país, são esses que quando merdas como essas são aprovadas no congresso ficam teorizando sobre o sexo dos anjos enquanto exércitos de miserávies (sabem eles) são criados por consequência de uma única canetada do povo de punhos de renda.

  6.  A PEC 55 foi aprovada e

     A PEC 55 foi aprovada e agora?

     

    No plano político:

    1) O golpismo obteve apenas 53 contra 61 na primeira votação. Há uma evidente perda de apoio. Isso torna a aprovação da reforma da previdência altamente duvidosa. Mostra, também, que alguns senadores que antes apoiavam o governo começam a desconfiar que ele não sobreviverá.

    2) As campanhas eleitorais para as próximas eleições serão marcadas por três clivagens, a saber, quem foi a favor ou contra: (a) o impeachment; (b) a PEC 55; (c) a reforma da previdência. Palpite: teremos a maior renovação do congresso que este país já viu. Mas é preciso que as forças democratas saibam enfatizar essas clivagens, o que até agora não fizeram.

    3) No próximo ano, a sociedade brasileira discutirá a revogação da PEC 55, pelos motivos apresentados abaixo referentes à economia. Resta saber se esta discussão será travada no congresso e, se o for, se será este congresso, pois aumenta, é claro, a possibilidade de ruptura institucional.

    No plano econômico:

    1) Como a PEC 55 corrige o limite máximo das despesas pela inflação acumulada de 12 meses (até junho) e a inflação está se reduzindo, o arrocho não será tão forte em 2017.

    2) Mas o efeito sobre as expectativas dos setores que vendem bens e serviços (de consumo e de capital) ao setor público será devastador. É evidente que para esses setores seria um absurdo realizarem investimentos em aumento de capacidade produtiva.

    3) Mesmo a redução de juros (se ocorrer, o que é provável) terá efeitos muito pequenos sobre a demanda agregada. Consumo e investimento privado são pouco sensíveis a redução de juros em recessões e praticamente nulos em depressões. É por isso que as taxas nulas ou mesmo negativas praticadas no primeiro mundo não se mostraram suficientes para combater eficazmente a crise.

    4) Na verdade, a redução dos juros serviria para abrir espaço para o aumento do consumo e investimento do governo sem aumentar a dívida. A PEC 55 liquida com essa possibilidade.

    5) Conclusão: a crise econômica não será resolvida. Há, inclusive, a possibilidade – e ela não é pequena – que o quadro se deteriore ainda mais, resultando no caos social. No plano econômico, o golpismo construiu uma pinguela, mas ela conduz apenas a uma terra devastada.

    Em suma: o golpismo acreditou no próprio discurso. Com isso, é bem provável que tenha gerado as condições políticas, sociais e econômicas de sua própria destruição. Resta agora às forças democráticas mostrarem que são capazes de união e ação política para a restauração do estado de direito. Há, no entanto, um grande obstáculo: o eixo fascista do golpe (setores do MP/Judiciário) que também pode se fortalecer com a derrocada do executivo e do legislativo.

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