A contribuição do pré-sal

 
 
Além do recorde diário, alcançamos, em dezembro, novo recorde de produção mensal no pré-sal, com 344,9 mil bopd. Esse recorde diário, alcançado em 24 de dezembro do ano passado, já foi novamente superado no dia 14 de janeiro de 2014, quando foram produzidos do pré-sal 390 mil barris de petróleo diários.
 
Novas plataformas no primeiro semestre
No dia 31 de dezembro entrou em produção o Módulo 3 do campo de Roncador através da P-55. Ao longo do ano, novos poços serão interligados a essa plataforma contribuindo significativamente para o aumento da produção de 2014.
 
Está prevista para o primeiro trimestre de 2014 a entrada em produção da plataforma P-58, que está em fase final de instalação no complexo denominado Parque das Baleias, a 85 km da costa do Espírito Santo, e que contribuirá para aumentar a produção do pré-sal da Bacia de Campos.
Além da P-58, outras duas plataformas deverão começar a operar, ainda no primeiro semestre de 2014, no pós-sal da Bacia de Campos: a P-62, no módulo 4 do campo de Roncador, e a P-61, no campo de Papa-Terra. Ambas já chegaram à locação definitiva e estão em fase de instalação.——
 
A nossa produção total de petróleo e gás natural no Brasil, em dezembro de 2013, foi de 2 milhões 362 mil barris de óleo equivalente (petróleo e gás natural) por dia (boed), 0,8% acima dos 2 milhões 342 mil boed extraídos em novembro – que já havia registrado aumento de 1,2% sobre a produção total de outubro.
A produção somente de petróleo atingiu a média de 1 milhão 964 mil barris/dia (bpd) e foi 0,4% maior que a de novembro (1 milhão 957 mil bpd).
Incluída a produção que operamos para nossos parceiros, no Brasil, o volume de dezembro foi de 2 milhões 493 mil boed e a produção somente de petróleo foi de 2 milhões e 43 mil barris/dia.
 
Contribuíram para o aumento a entrada em produção de novos poços nas plataformas P-26, no campo de Marlim, e P-56, no campo de Marlim Sul, ambos na Bacia de Campos. Esses novos poços em produção compensaram o desvio associado à parada programada da plataforma P-53, iniciada no final de novembro e concluída em dezembro, e a parada de produção da P-20, no campo de Marlim, a partir do dia 27 de dezembro, para reparar danos causados por incêndio no sistema de produtos químicos daquela plataforma. Essa unidade estava produzindo, até então, 22 mil barris por dia e a interrupção da produção nos últimos cinco dias de 2013 impactou a média de produção do mês em 3.500 bpd. A estimativa é que ela volte a produzir no primeiro trimestre de 2014.
 
Também em dezembro foi concluída a venda da nossa parcela no Parque das Conchas. Tal operação foi aprovada pela ANP em 18 de dezembro de 2013. Com isso, a partir de 19 de dezembro deixaram de ser computados diariamente cerca de 12 mil bpd na nossa produção no Brasil, impactando a média mensal em 5 mil bpd.
 
Contribuição do pré-sal
Vale destacar, ainda, o novo recorde de produção diária no pré-sal, de 371,3 mil barris de óleo por dia (bopd), registrado no dia 24 de dezembro de 2013. Essa marca foi obtida com apenas 21 poços produtores em operação. O pré-sal da Bacia de Santos contribuiu com 184,7 mil bopd, produzidos por oito poços, o que corresponde a uma média de 23,1 mil bopd por poço. Desses oito poços, dois estão com produção restrita devido à limitação da queima de gás. Tais poços estão conectados a sistemas de produção antecipada. O pré-sal da Bacia de Campos contribuiu com 186,6 mil bopd por meio de 13 poços, o que corresponde a uma média de 14,3 mil bopd por poço.
 
Além do recorde diário, alcançamos, em dezembro, novo recorde de produção mensal no pré-sal, com 344,9 mil bopd. Esse recorde diário, alcançado em 24 de dezembro do ano passado, já foi novamente superado no dia 14 de janeiro de 2014, quando foram produzidos do pré-sal 390 mil barris de petróleo diários.
 
Novas plataformas no primeiro semestre
No dia 31 de dezembro entrou em produção o Módulo 3 do campo de Roncador através da P-55. Ao longo do ano, novos poços serão interligados a essa plataforma contribuindo significativamente para o aumento da produção de 2014.
Está prevista para o primeiro trimestre de 2014 a entrada em produção da plataforma P-58, que está em fase final de instalação no complexo denominado Parque das Baleias, a 85 km da costa do Espírito Santo, e que contribuirá para aumentar a produção do pré-sal da Bacia de Campos.
 
Além da P-58, outras duas plataformas deverão começar a operar, ainda no primeiro semestre de 2014, no pós-sal da Bacia de Campos: a P-62, no módulo 4 do campo de Roncador, e a P-61, no campo de Papa-Terra. Ambas já chegaram à locação definitiva e estão em fase de instalação.
 
Produção de gás natural
O volume de gás natural que produzimos no Brasil, em dezembro, foi de 63 milhões 308 mil metros cúbicos por dia (m³/d), 3% superior aos 61 milhões 296 mil m³/d produzidos no mês anterior.
Incluída a parcela que operamos para as empresas associadas, o volume alcançou 71 milhões m³/d, com um aumento de 3,2% em relação a novembro, quando foram produzidos 68 milhões 794 mil m³/d.
O término da parada programada da plataforma de Mexilhão, na Bacia de Santos, contribuiu para o aumento da produção de gás.
 
Produção no exterior
A extração total de petróleo e gás natural no exterior, em dezembro, foi de 188.046 boe/d, uma redução de 3,1% em relação aos 194.078 boe/d produzidos no mês anterior. Essa redução resultou da parada de produção para instalação dos umbilicais de potência e bombas submarinas nos campos de Cascade & Chinook, nos EUA.
 
Desse total, a produção de gás natural foi de 14 milhões 861 mil metros cúbicos/dia, 0,6% abaixo do volume produzido no mês de novembro, que foi de 14 milhões 944 mil metros cúbicos por dia devido principalmente à parada de produção nos campos da bacia Austral (Santa Cruz I, Santa Cruz I Oeste e Santa Cruz II), na Argentina, decorrente de uma paralisação sindical. A produção exclusiva de petróleo nos nossos campos no exterior, em dezembro, foi de 100.575 barris diários, 5,2% abaixo dos 106.122 bpd, produzidos em novembro. Essa redução resultou da parada de produção para instalação dos umbilicais de potência e bombas submarinas nos campos de Cascade & Chinook, nos EUA.
Produção de dezembro informada à ANP
A produção total em dezembro de 2013 informada à ANP foi de 9.555.278 m³ de óleo e 2.323.678 mil m³ de gás. Essa produção corresponde à produção total das concessões em que atuamos como operadora. Não estão incluídos os volumes de xisto, LGN (líquido de gás natural) e produção de parceiros onde não somos operadora.
 
Produção no ano de 2013
Nossa produção de petróleo e gás natural no Brasil, no ano de 2013, atingiu a média de 2 milhões 321 mil boed, 1,5% abaixo da média produzida no ano anterior.
A produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais, no ano passado, ficou, na média, em 1 milhão 931 mil barris/dia, 2,5% abaixo da produção de 2012 (1 milhão 980 mil b/d). Incluída a parte que operamos para nossos parceiros o volume de 2013 chegou a 1 milhão 992 mil barris/dia.
 
A redução do volume produzido em 2013 decorreu, principalmente, do atraso na entrada em operação do campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos, cuja sequência de interligação de poços à plataforma P-63 precisou ser revista em função da presença de corais no leito oceânico; do atraso na chegada ao Brasil e dificuldades de instalação de equipamentos denominados BSRs – Boias de Sustentação de Risers, que permitiriam a interligação de novos poços nos campos de Sapinhoá e Lula NE, na Bacia de Santos; e do atraso no início da produção das plataformas P-55 e P-58, no campo de Roncador e no Parque das Baleias, respectivamente, na Bacia de Campos. Com a interligação de novos poços nessas unidades de produção, assim como nas plataformas P-62, no Módulo 4 do campo de Roncador, e P-61, no de Papa-Terra, ambas previstas para começar a produzir no primeiro semestre de 2014, a Petrobras terá estabelecido as condições necessárias para aumentar a produção ao longo de 2014.
 
Por outro lado, é importante registrar que o declínio natural de produção nos campos em operação em 2013 ficou dentro dos padrões esperados e compatível com o padrão da indústria de petróleo, e que houve, também, melhoria da eficiência operacional nas unidades de operação Rio de Janeiro e Bacia de Campos (UO-Rio e UO-BC), que apresentaram índices médios anuais de 92,4% e 75,4%, respectivamente, como resultado das ações desenvolvidas no âmbito do Programa de Aumento da Eficiência Operacional (Proef).
 
Considerado apenas o gás natural, sem liquefeito, nossa produção nacional, em 2013, subiu 3,8% na comparação com 2012, e chegou à média de 61 milhões 922 mil m³/d. Somado à parte que operamos pela empresa para nossos parceiros o volume, no ano passado, alcançou a média de 68 milhões 798 mil m³/d.
 
Nossa produção total de petróleo e gás (Brasil e exterior) em 2013 foi de 2 milhões 540 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 2,2% abaixo do volume de 2012. Desse total, 219.552 boe/d foram produzidos dos nossos campos no exterior e 2 milhões 321 mil boed no Brasil.
 
Produção de 2013 informada à ANP
A produção total de 2013, informada à ANP, foi de 109.304.951 m³ de óleo e 26.448.092.000 m³ de gás. Essa produção corresponde à produção total das concessões em que atuamos como operadora. Não estão incluídos os volumes do xisto, LGN e produção de parceiros onde não somos operadora.

7 comentários

  1. Petróleo do pre-sal

    Chegou a hora do petróleo do pre-sal aparecer na produção do Brasil, e correr para ó abraço.Começou a festa.

  2. Novos poços aumentarão produção no pré-sal em 2014

    —-Neste ano de 2014, no Polo Pré-sal da Bacia de Santos, 17 novos poços serão interligados às plataformas já instaladas.——
    ——A produtividade média por poço em operação comercial, no Polo Pré-sal da Bacia de Santos, tem sido da ordem de 25 mil barris de petróleo por poço por dia, ——

    Petrobras – Fatos e Dados—29 de janeiro de 2014 / 11:02 Informes

    A produtividade dos campos descobertos na camada pré-sal é elevada. A média por poço em operação comercial, no Polo Pré-sal da Bacia de Santos, tem sido da ordem de 25 mil barris de petróleo por poço por dia, maior do que a registrada no Mar do Norte (15 mil barris de petróleo por poço por dia) e no Golfo do México (10 mil barris de petróleo por poço por dia). A entrada em operação de novas plataformas e o início de operação dos 22 novos poços produtores em 2014 contribuirão para o alcance de novos recordes de produção no pré-sal ao longo deste ano. Saiba mais em nosso post Reservas provadas do pré-sal cresceram 43% em 2013.

    URL:
    http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2014/01/29/novos-pocos-aumentarao-producao-no-pre-sal-em-2014/#sthash.A8SYcbSz.dpuf

    Reservas provadas no pré-sal cresceram 43% em 2013
    Petrobras – Fatos e Dados—15 de janeiro de 2014 / 20:03 Informes

    Informamos que nossas reservas provadas no pré-sal em 2013 cresceram 43% quando comparadas ao ano de 2012. Desde 2007, estamos incorporando volumes crescentes às nossas reservas provadas oriundas da camada pré-sal, que se estende do sul do estado do Espírito Santo até o estado de Santa Catarina. Atualmente, mais de um quarto das nossas reservas provadas são provenientes do pré-sal. Em 2013, a perfuração de 42 poços nesta camada do pré-sal, associada ao excelente desempenho das plataformas em produção nas Bacias de Campos e Santos permitiu este crescimento de reservas em 43%.

    É importante destacar que o aumento das reservas ocorre em paralelo com uma produção crescente na camada do pré-sal. Em 13 de janeiro de 2014 entrou em operação, com uma produção de 28 mil barris de petróleo por dia, o segundo poço produtor da plataforma Cidade de Paraty, no campo de Lula, totalizando 58 mil barris de petróleo por dia nesta plataforma.

    Em decorrência, em 14 de janeiro de 2014, alcançou-se um novo recorde diário, no qual a produção de petróleo que operamos no pré-sal superou o patamar de 390 mil barris de petróleo por dia. O recorde anterior foi estabelecido em 24 de dezembro de 2013, com 371 mil barris de petróleo por dia.

    Das duas bacias em produção do pré-sal, a de Campos e a de Santos, esta última contribui com 51% deste recorde de 390 mil barris de petróleo por dia, com a operação de nove poços produtores, comprovando a elevada produtividade dos campos descobertos na camada pré-sal. A produtividade média por poço em operação comercial, no Polo Pré-sal da Bacia de Santos, tem sido da ordem de 25 mil barris de petróleo por poço por dia, maior do que a registrada no Mar do Norte (15 mil barris de petróleo por poço por dia) e no Golfo do México (10 mil barris de petróleo por poço por dia).

    A produção acumulada nos campos da camada pré-sal, iniciada em 2008, já ultrapassou a marca de 290 milhões de barris de óleo equivalente. Desta forma, alcançamos em seis anos de produção no pré-sal quase o dobro do acumulado em 35 anos de produção do campo de Garoupa (156 milhões de barris de óleo equivalente), localizado na Bacia de Campos.

    Em dezembro de 2013, três Declarações de Comercialidade demonstraram a viabilidade da produção em três áreas distintas do pré-sal: Lapa (Carioca), Búzios (Franco) e Sul de Lula (Sul de Tupi), todos na Bacia de Santos. Veja o mapa do pré-sal(PDF).

    Adicionalmente, em 2013, descobertas do pré-sal em campos já em produção na Bacia de Campos, como Albacora, Caratinga e Marlim Leste contribuíram para o aumento das reservas, e, principalmente, para a rápida monetização das mesmas, através da interligação dos poços às plataformas em operação.

    Outro resultado relevante e que sustenta o planejamento da produção futura das áreas do pré-sal é seu excelente sucesso geológico, que foi de 100% no ano de 2013, ou seja, todos os poços do pré-sal perfurados em 2013 acusaram presença de hidrocarbonetos.

    Neste ano de 2014, no Polo Pré-sal da Bacia de Santos, 17 novos poços serão interligados às plataformas já instaladas.

    No segundo semestre de 2014, duas novas plataformas entrarão em produção no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos: a plataforma de Cidade de Ilhabela no campo de Sapinhoá Norte, e a plataforma de Cidade de Mangaratiba no campo de Iracema Sul, acrescentando 300 mil barris de petróleo por dia à capacidade de produção instalada no Polo Pré-sal da Bacia de Santos. Nestas duas novas plataformas serão interligados outros cinco novos poços em 2014.

    A entrada em operação destas duas novas plataformas (Cidade de Ilhabela e Cidade de Mangaratiba) e o início de operação dos 22 novos poços produtores em 2014 contribuirão para o alcance de novos recordes de produção no pré-sal ao longo deste ano.
    URL:
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  3. Aqueles que são contra o país

    O pig pôde comemorar a queda de produção de petróleo e gás no ano de 2013. Sabiam dos problemas pontuais mas claro que esqueceram. Manifestaram sua alegria com o consideram o pior e se despediram deste assunto já que o futuro próximo não lhe será nada agradável pois a produção vai subir, disparar mesmo.

    Eles tem ainda um tempinho antes da entrada das refinarias sendo construidas para comemorar a importação de gazolina. Depois, em 2015/16 passamos a esxportadores e eles, o pig, ficaram depressivos. O pig é inimigo do país. Alguma dúvida.

    Por enquanto torcem pelo desastre na copa trabalhabndo forte, mas acho que será mais um tiro no pé.

    Quando teremos imprensa livre e honesta neste país?

     

    Assuntos censurados no pig, alguns:

    1. Ap 2447; Privataria Tucana, Operação Banqueiro, O Outro lado do mensalão; Mensalaão mineiro tucano;;

    2. Roubo na Trensalão, nomes apontados pela Siemens e pela Auston,  e rouboanel, realizações do do psdb;

    3.Obras do PAC: Refinarias, hidreletrica, ferrovias em conclusão, Minha casa – minha vida, obras da copa;

    4. Andamento apesar das dificuldades da Transposição do São Francisco;

    5. Leva de medicos e engenheiros, ex-excluidos, e milhões de técnicos formando em breve;

    6. Despreparo da construção civil e industrial despois de 8 anos de parada total no governo fhc;

    7. Dezenas de programas sociais  ligados ao bolsa família; etc

     

  4. E lembrando que na

    octaéride fernandista, antes do Lula, a plataforma P36 afundou no mar, matando 11 pessoas, quando aquele povinho dizia que a Petrobrás não seria capaz de explorar petróleo no mar. E iam mudar para Petrobrax, e jogar fora todo o pré-sal. 

    O presidente da Petrobrás naquela época era um cidadão que não esquenta cadeira, ou seja, não dura muito no mesmo lugar. E nem brasileiro nato era. 

    Hoje já é possível rir daqueles idiotas com aquelas idéias antiquadas. E esses idiotas ainda são tão arrogantes que acham que as idéias daquela época ainda valem hoje.

    É, o mundo gira, a Lusitana roda, e a nossa oposição não sai do lugar. 

     

    • Nada a ver, a plataforma não

      Nada a ver, a plataforma não era da Petrobras, era da Maritima, do grupo Sinergy, a exploração de petroleo no mar começou no Governo militar por ideia, iniciativa e decisão politica do presidente Geisel, no Governo FHC a produção

      maritima de petroleo aumentou quatro vezes, o Governo Lula continuou, o modelo anterior de concessão teria permitido ao Brasil estar produzindo hoje muito mais porque perdemos 5 anos para implantar o modelo de partilha, que sobrecarrega a Petrobrás.

      • Sobrecarregar a Petrobrás?
        Sobrecarregar a Petrobrás? Isso só pode ser piada. Antes de FHC ela tinha monopólio do petróleo brasileiro e dava conta muito bem.

        Bom mesmo é deixar os dólares voarem para fora do país não é mesmo, AA?

  5. Os custos da Petrobras

    RESULTADO DO TERCEIRO TRIMESTRE 2013
    Petrobras—Relacionamento com Investidores–Rio de Janeiro – 25 de outubro de 2013 – Petrobras divulga hoje seus resultados consolidados expressos em milhões de reais, segundo os padrões internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standards – IFRS).–RMF 3T13 (IFRS)pdf 28 páginas

    …….DESTAQUES FINANCEIROS

    (Lifting Cost sem participações governamentais (3T-2013 x 2T-2013): O indicador em dólar permaneceu estável. Desconsiderando os efeitos cambiais, o indicador aumentou 3% em função do aumento nos gastos com pessoal, decorrente do provisionamento do reajuste salarial e da gratificação contingente em negociação no ACT 2013.
    (Jan-Set/2013 x Jan-Set/2012): O indicador em dólar aumentou 8%. Desconsiderando os efeitos cambiais, o acréscimo de 15% decorreu do maior número de
    intervenções em poços na Bacia de Campos, devido ao PROEF (Programa de Aumento da Eficiência Operacional), da entrada em operação dos FPSOs Cidade de Anchieta (Baleia Azul), Cidade de São Paulo (Sapinhoá), Cidade de Paraty (Piloto Lula NE) e Cidade de Itajaí (Baúna), com custos unitários iniciais mais elevados, além do reajuste salarial concedido no ACT 2012 e do provisionamento do reajuste em negociação no ACT 2013.

    Lifting Cost com participações governamentais (3T-2013 x 2T-2013): O indicador em dólar aumentou 4%. Excluindo o efeito cambial, o indicador aumentou 6%,
    devido à variação do preço médio de referência do petróleo nacional, vinculado às cotações internacionais.
    (Jan-Set/2013 x Jan-Set/2012): Excluindo o efeito cambial, o indicador permaneceu estável. A parcela de Participações Governamentais, excluindo o efeito cambial, foi menor em 10%, devido à redução do preço médio de referência do petróleo nacional, em dólares, vinculado às cotações internacionais, e aos novos patamares das alíquotas de participação especial sobre os campos de Marlim, Jubarte e Barracuda, em decorrência da menor produção.

    (3T-2013 x 2T-2013): Aumento de 6% do indicador em dólar. Em reais, o indicador aumentou 17%, principalmente, em função do aumento dos gastos com pessoal, decorrente do provisionamento do reajuste salarial e da gratificação contingente, em negociação no ACT 2013.

    (Jan-Set/2013 x Jan-Set/2012): O indicador em dólar foi 9% menor. Em reais, houve aumento de 1%, devido, principalmente, ao aumento dos gastos com pessoal, em função do reajuste salarial concedido no ACT 2012 e do provisionamento do reajuste salarial em negociação no ACT 2013, compensados, em parte, pela maior carga fresca processada e pela redução dos gastos com manutenção derotina.
     

    —————————-

    (*)Não revisado pelo auditor independente.
    (7)No 1T-2013, o indicador gerencial Lifting Cost foi revisado, em aderência aos critérios internacionais de contabilidade (IFRS), para não mais contemplar os gastos com paradas programadas. Pelo critério anterior, baseado nos princípios contábeis norte-americanos USGAAP, os gastos com paradas programadas influenciavam o indicador no período de sua realização, ou seja, no momento do consumo do material ou da realização do serviço. Para manter a comparabilidade entre os períodos, a série histórica de 2012 foi ajustada de acordo com os novos critérios. Cabe ressaltar que essa adequação não trouxe efeitos para os procedimentos adotados na elaboração das demonstrações contábeis societárias e no cálculo do EBITDA da Petrobras, que já consideram os gastos de amortização das paradas programadas no grupo de Depreciação/Amortização, de acordo com o período de suas campanhas.

    (12)No 1T-2013, o indicador gerencial Custo do Refino foi revisado, em aderência aos critérios internacionais de contabilidade (IFRS), para não mais contemplar os gastos com paradas programadas. Pelo critério anterior, baseado nos princípios contábeis norte-americanos USGAAP, os gastos com paradas programadas influenciavam o indicador no período de sua realização, ou seja, no momento do consumo do material ou da realização do serviço. Para manter a comparabilidade entre os períodos, a série histórica de 2012 foi ajustada de acordo com os novos critérios. Cabe ressaltar que essa adequação não trouxe efeitos para os procedimentos adotados na elaboração das demonstrações contábeis societárias e no cálculo do EBITDA da Petrobras, que já consideram os gastos de amortização das paradas programadas no grupo de Depreciação/Amortização, de acordo com o período de suas campanhas.

     

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