Desafio do MPL é não deixar movimento ser apropriado

Por Maria Inês Nassif, no Jornal GGN

Encerrada com uma grande vitória, o cancelamento do aumento dos preços do transporte público na cidade de São Paulo, a mobilização iniciada pelo pequeno coletivo de jovens, com idade entre 20 e 25 anos, que se transformou num grande fenômeno de massas e se espraiou pelas outras capitais do país, termina com desafios maiores ainda. Apesar do grande apoio de partidos de esquerda – inclusive de setores dentro do próprio Partido dos Trabalhadores – e de movimentos sociais, o saldo da mobilização é do Movimento Passe Livre. O MPL continua o grande protagonista desta história e tem que dar respostas rápidas ao enorme contingente de jovens que colocou nas ruas (a maioria deles num primeiro ato político), para impedir a apropriação dessa energia contestadora que o movimento catalisou nas últimas semanas pela direita.

Esta convicção foi o saldo de reuniões que envolveram os integrantes do grupo desde que o movimento contra o aumento do preço do transporte público tomou a dimensão de movimento de massas, na última semana, com partidos de esquerda e movimentos sociais.

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