Desinformar e manipular até a morte: o papel menor da imprensa conservadora

A imprensa conservadora age como um vírus que destrói a informação
 
Da série de notícias que a imprensa brasileira não repercute:
 
O silêncio escandaloso da grande imprensa brasileira para tentar esconder fatos de alta relevância por conta da mesquinhez de suas escolhas políticas-eleitorais, é tentar tapar o sol com a peneira, é desinformar as pessoas, mas a blogosfera faz o dever de casa e informa.
Não informar as pessoas sobre tais fatos, é fazer o jogo político por baixo, pela parcialidade promíscua de quem joga o jogo ao lado da oposição.  O fato relevante deve ser repercutido e divulgado, seja ele bom ou ruim para o governo, mas as editorias dos grandes títulos da imprensa só escolhem repercutir os dados negativos, por menores que sejam, ou desfazer de qualquer boa notícia que exista, por maior que seja.
Talvez aí esteja uma das maiores fragilidades da imprensa conservadora: a incapacidade, mesmo tomando partido, de repercutir o fato, informar, sem manipular.  Fazendo o jogo rasteiro, demonstram com clareza às pessoas a má vontade em difundir informações que interessam ao público em geral e elas já percebem essa manobra, pesquisas recentes já demonstraram a desconfiança do público com a mídia.

A imprensa internacional parece cobrir melhor o que acontece no país do que os representantes brasileiros da imprensa conservadora e partidária.
Pois bem a BBC Brasil noticiou que, segundo a FGV,  “um estudo do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgado nesta semana indica que, com a adesão de 29 milhões de membros entre 2003 e 2009, a classe C passou no ano passado a representar mais da metade (50,5%) da população brasileira e ultrapassou as classes A e B em poder de compra.”  Irrelevante, não?

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