Tudo o que você precisa saber sobre submarinos iranianos

Por junior50

Comentário do post “O pequeno submarino iraniano

1. Os submarinos mais perigosos iranianos, de acordo com a US Navy e o próprio Harmer Report, são os atuais 19 e futuramente mais 14, da classe Ghadir, uma evolução dos estaleiros da Guarda revolucionária Iraniana que teve como base a classe Song norte coreana.

1.2. Com aprox. 150 toneladas de deslocamento e capacidade para disparar em seus dois tubos de 533mm, torpedos Hook (versão do shvaktal russo de supercavitação) e/ou minas (carregam 4 torpedos e de 4 a 8 minas), tem o horizonte de persistência de até 50 dias de operações, MAS: com uma tripulação de 18 homens, e propulsão diesel-elétrica, não dispondo de AIP ou snorkel para renovação de ar e baterias, tem de emergir a cada 4 horas, o que os torna alvos faceis na superficie, MAS podem ser utilizados contra embarcações civis com sucesso, ou em ultimo caso como “arietes suicidas” (assimétricos) – NÃO são compativeis para operações fora de baias, golfos e/ou areas restritas.

1.3. Dado importante: estas embarcações e as mais de 100 lanchas rápidas iranianas não estão sob o comando da marinha iraniana, obedecem as ordens diretas do Conselho Revolucionário, são portanto religiosamente e ideologicamente motivados e treinados para sacrificios extremos.

2. Não confiem no resultado da Millenium Clallenge 2002, pois a doutrina naval americana foi alterada para o conceito “SeaAir Battle”, e mais recentemente para a doutrina ” do mar para a terra”, que combina duas doutrinas operacionais diferentes, testada com sucesso na Libia.

2.1. Enquanto a 5a estiver dentro do golfo nada acontece, somente publicidade iraniana e encheção de saco de Dona Clinton, o problema começara a aparecer se as forças americanas (5a Frota e seus dois porta aviões organicos) se distanciarem para mais de 400 Km da entrada de Ormuz(atual limite de segurança de acordo com a doutrina seaAir para forças tarefas nucleadas em porta aviões.)

2.2. o desenho para um ataque americano refletirá as ações recnetes na Libia, submarinos da classe Los Angeles – cada um com capacidade para 154 misseis Tomahawk de longo alcance – atacam as instalações de C4i (comunicações,comando, controle,computadores e inteligência) anulando a rede de defesa operacional, acompanhada de ataques ao espectro eletromagnético (negação do espaço operacional – “queimar” as redes GSM, GPS, Glonass – deixar tudo no “escuro”) em segundo lugar desabilita-se a defesa aérea de area (ataque eletronico seguido de fisico), e concomitantemente (após 2 horas – no máximo) anula-se a capacidade de retaliação, por ultimo ataca-se o objetivo da ação: as instalações suspeitas.

2.3. Tanto os submarinos quanto as embarcações de ataque rapido iranianas, não possuem autonomia ou doutrina operacional para atques classicos, são para ações assimétricas, e neste caso quem lucraria mais com esta guerra seria a Arabia Saudita, pois o preço do petroleo iria momentaneamente as alturas.

P.S.: esquerda tupiniquim, por favor interessem-se mais por assuntos militares, mas através de fontes qualificadas, não através de jornais, revistas, agencias, ou mesmo articulistas e colunistas comprometidos, tem varios sites de doutrina: fas.org, globalresearch, understandingwar.org,dtic.mil e outros – SOMENTE SERÁ MUDADA A MENTALIDADE MILITAR E ESTRATÉGICA NACIONAL, SE OS QUE SE DIZEM DE “ESQUERDA” PRESTAREM SUA COLABORAÇÃO.

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