Para Dilma, reforma política é essencial para o país

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Valor

 
Por Andrea Jubé e Bruno Peres
 
No encerramento da reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), realizada na manhã desta quarta-feira no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a reforma política é essencial para o país atualizar a sua realidade econômica e assegurar um sistema político que garanta ampla participação popular.
 
Dilma reconheceu que não avançou no Congresso a proposta de realização de um plebiscito para fazer a reforma política. Mas frisou que o plebiscito é o único caminho para a reforma necessária. “É ilusório supor que chegaremos a uma reforma política sem consulta popular”, afirmou.
 
A presidente apontou como “passos substantivos na estabilidade fiscal” o acordo assinado com as lideranças dos partidos da base aliada que se responsabilizaram em não aprovar, no Congresso, projetos que elevem as despesas públicas. Também citou esforços para manter a robustez fiscal e controlar a inflação.

 
Ao fazer fez um balanço das ações para concretizar os pactos com a população nas áreas de estabilidade fiscal, saúde, educação, reforma política e mobilidade urbana, decorrentes dos protestos de rua em junho do ano passado, Dilma frisou que superar a miséria absoluta, aumentar a renda e mudar as condições de exercício da cidadania são apenas um começo. “É característica de cada um sempre querer avançar, mudar e melhorar”, observou.
 
Segundo a presidente, os integrantes do CDES – lideranças em suas respectivas áreas de atuação, como setor empresarial e movimentos sociais – contribuem com propostas para os avanços necessários ao país. “Estamos todos engajados na construção de um país mais justo e mais moderno, e mais moderno porque mais justo”, afirmou.
 
A presidente destacou que uma característica dos protestos é de que eles não propuseram retrocessos, mas pleiteavam mais avanços sociais. Para Dilma, as manifestações deixaram claro que o Brasil tinha acelerado o processo de inclusão social, mas a melhoria da renda não tinha sido acompanhada da melhoria das demais necessidades da população e era preciso incrementar a qualidade dos serviços públicos.

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6 comentários

  1. ué! poderosa mãe dilmah têm a

    ué! poderosa mãe dilmah têm a faca, o queijo e os ratos nas mãos… para botar ordem no galinheiro à espreita esperta facínora das raposas, lobos, vargas, vaccarezzas ao deus e ao diabo…

  2. Reforma politica sem reforma

    Reforma politica sem reforma federativa é bobagem.

    Reforma politica para o PT quer dizer como se manter e ampliar seu poder.

  3. A China e suas reformas

    A China não é governada por oligarquias, lá foram implatadas reformas muito mais profundas no social que aqui no Brasil.

    Talves em um regime mais autoritário seja mais fácil implementar medidas para beneficiar largas porções da população.

    Aqui estamos estagnados e não vamos para frente de geito nenhum.

    A reforma política é necessária para equilibrar as forças que hoje pendem para o capital corporativo oligopolizado.

    Mas penso que muito mais impacto para o povo e a nação seria uma reforma administrativa, que colocasse um rumo, um norte e uma estrela para o Brasil.

    Neste passo, começaria com uma reforma ministerial com base na estrela do PT, como disse o Gaudêncio :”O PT sempre apreciou o simbolismo da estrela. Que conota beleza, luz, fé, esperança, o encontro do homem com os mistérios da natureza. Escolheu a estrela para acolher a estética do partido. “

    É justamento no encontro dos mistérios da natureza que a reforma se fará eficaz.

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