Procurador dá palpite na reforma política e critica TSE: “Papelão”

Foto: Reprodução

Jornal GGN – Depois do juiz Sergio Moro falar mal do Congresso, por causa da falta de “boa vontade” com as 10 medidas anticorrupção e pela intenção de aprovar um fundo público de financiamento de campanha, foi a vez do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, também da Lava Jato, criticar as mudanças discutidas no sistema eleitoral.

Nesta terça (15), em evento em São Paulo promovido pela Jovem Pan, Lima disparou ainda contra a Justiça Eleitoral. Ele disse que o sistema não funciona e chamou de papelão o julgamento da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral, hoje comandado por Gilmar Mendes – que virou crítico ferrenho dos abusos da Lava Jato. 

“Temos que ter uma Justiça Eleitoral que funcione, e não uma instituição que no final das contas nos remete ao papelão que foi o julgamento da chapa Dilma/Temer. Depois de termos isso discutido e resolvido, podemos discutir como financiar as eleições no Brasil”, disse Lima, segundo relatos de O Globo.

O procurador ainda criticou a aprovação do chamado distritão pela comissão especial da reforma política da Câmara. Pelo novo modelo, serão eleitos para vereador e deputado estadual e federal o candidato que angariar mais votos. Ele também criticou o fundo com mais de R$ 3 bilhões em verba pública para financiamento de campanha.

“Temos partidos com pouca gente vinculada a programa político-ideológico e econômico que tenha alguma coerência. Se faz hoje politica no Brasil para conseguir dinheiro publico, seja diretamente pelos fundos, seja por tempo na TV que depois é vendido. Isso é um fato. Antes de nós discutirmos como financiar isso, efetivamente temos que discutir porque temos este sistema e como torná-lo mais limpo e barato”, comentou. Para Lima, o ideal é um sistema distrital ou distrital misto.
 
“Mais cedo, durante o mesmo evento, o juiz Sérgio Moro criticou o financiamento público de campanhas por considerá-lo um empecilho à renovação de quadros na política. Para ele, haveria tendência de direcionamento dos recursos aos atuais ocupantes de mandatos públicos ou candidatos sob sua influência. ‘Essa reforma política como está sendo pensada não é uma verdadeira reforma política. Tem que se pensar diferente para resolver este problema'”, publicou o jornal.
 
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25 comentários

    • É o que um tolo e trolll acha… e escreve

      Antes de escrvere baboseiras, leia e ouça os maiores juristas do País. Foi lançado nesta semana – com duas edições de 5 mil exemplares, já esgotadas – um livro com 102 artigos, escritos por 122 dos maiores juristas brasileiros (aí inclusos, advogados professores de Direito, Ex-Procuradores do MP, Procuradores Aposentados, Ex-Ministros de Estado) cujo título é “Cometários a uma sentença anunciada  – o processo Lula”. Custa apenas R$50,00; se você for estudante, paga panas R$30,00.

      No mesmo dia em que o livro citado foi lançado na Faculdade Nacional de Direiro da UFRJ, cujo auditório não comportou as quase duas mil pessoas que para lá acorreram, na expectativa de ouvir vários dos autores e o Ex-Presidente Lula, em Curitiba foi montado um Tribunal Popular, para julgar a Fraude a Jato e seu queridinho “grande juiz”; por unanimidade esse torquemada das araucárias e a ORCRIM da Fraude a Jato foram condenados.

      Nem mesmo todo o bloqueio e empenho do PIG/PPV e das maltas e matilhas por ele lobotomizadas estão conseguindo ofuscar e impedir a difusão desse livro e do parecer jurídico dos maiores jusristas brasileiros, acerca da ilegal e criminosa sentença excretada por sérgio moro, para condenar, SEM UM FIAPO DE PROVA, aquele que foi o melhor Presidente da República da era democrática e que lidera TODAS as pesquisas de intença de voto para a eleição presidencial do ano que vem, da qual as ORCRIMs judiciárias querem tirá-lo, por meio de guerra jurídica, processos e condenações ilegais, sem lastro probatório.

    • É o que um tolo e trolll acha… e escreve

      Antes de escrvere baboseiras, leia e ouça os maiores juristas do País. Foi lançado nesta semana – com duas edições de 5 mil exemplares, já esgotadas – um livro com 102 artigos, escritos por 122 dos maiores juristas brasileiros (aí inclusos, advogados professores de Direito, Ex-Procuradores do MP, Procuradores Aposentados, Ex-Ministros de Estado) cujo título é “Cometários a uma sentença anunciada  – o processo Lula”. Custa apenas R$50,00; se você for estudante, paga panas R$30,00.

      No mesmo dia em que o livro citado foi lançado na Faculdade Nacional de Direiro da UFRJ, cujo auditório não comportou as quase duas mil pessoas que para lá acorreram, na expectativa de ouvir vários dos autores e o Ex-Presidente Lula, em Curitiba foi montado um Tribunal Popular, para julgar a Fraude a Jato e seu queridinho “grande juiz”; por unanimidade esse torquemada das araucárias e a ORCRIM da Fraude a Jato foram condenados.

      Nem mesmo todo o bloqueio e empenho do PIG/PPV e das maltas e matilhas por ele lobotomizadas estão conseguindo ofuscar e impedir a difusão desse livro e do parecer jurídico dos maiores jusristas brasileiros, acerca da ilegal e criminosa sentença excretada por sérgio moro, para condenar, SEM UM FIAPO DE PROVA, aquele que foi o melhor Presidente da República da era democrática e que lidera TODAS as pesquisas de intença de voto para a eleição presidencial do ano que vem, da qual as ORCRIMs judiciárias querem tirá-lo, por meio de guerra jurídica, processos e condenações ilegais, sem lastro probatório.

    • LER ANTES DE COMENTAR!  LER

      LER ANTES DE COMENTAR!  LER ANTES DE COMENTAR!  LER PELO MENOS A MERDA DE CHAMADA ANTES DE COMENTAR!

      LLLLLEEEEEEEERRRRR ANTES DE COMENTAR!

  1. Então tá, financiamento

    Então tá, financiamento público de campanha é um empecilho à renovação política. Mas do jeito que está também não dá para continuar, não está havendo isonomia entre as quadrilhas. Enquanto o PSDB, PMDB, DEM, elegem seus representantes abertamente, “todos soltos”, o pobre PCC só pode fazer clandestinamente, com seus chefes presos. “Culpado ou inocente, Marcola pra presidente”. “Pra corrupção acabar, Fernandinho Beira-Mar”. 

  2. Pitaco

    Não que eu seja a favor do “distritão”, pois me parece que com sua implantação os candidatos com mais recursos $$$ serão eleitos, mas acho que o procurador e o juiz deveriam se esmerar em suas atribuições, como aplicar a lei penal fundamentada em provas, não em notícias de jornal ou em delação de réu confesso louco para se livrar da cadeia. O que eu acho é que cada grupinho busca puxar a brasa para a sua sardinha, enquanto nós, simples mortais, ficamos à beira da churrasqueira, babando, esperando cair alguma migalha que invariavelmente não cairá. 

  3. Os homens que estão

    Os homens que estão destruindo a economia brasileira para destruir um partido (o PT) agora se acham no direito de discutir tudo… Isso que dá rasgar a Constituição e criar um poder (sic) paralelo, no qual se transformou essa “república de Curitiba”…

  4. Eh liderança do partido?

    “Temos que ter uma Justiça Eleitoral que funcione, e não uma instituição que no final das contas nos remete ao papelão que foi o julgamento da chapa Dilma/Temer. Depois de termos isso discutido e resolvido, podemos discutir como financiar as eleições no Brasil.”

    Quem falou isso?

    Alguma liderança de algum partido legalmente constituído?

    Se elegeu com quantos votos?

    Representa algum movimento popular?

    Não! Ele é do PMP – Partido do Ministério Público, cujos integrantes podem ingressar na vida política partidária simplesmente estudando apostilas cheias de decorebas selecionadas e aprendendo técnicas de preenchimento de formulários de questões com múltiplas escolhas e, assim, ter acesso ao seletíssimo universo das ma$$onaria$$ dos Procuradores. Carreira política em que se desfruta de estabilidade, inamovibilidade, não tem que se submeter a eleições e nem a controle social, tem acesso a salários e benefícios sem paralelo no planeta e pode contar com parcerias ( em modelo de formação de quadrilhas ) com empresários de comunicação para construção de carreiras milionárias durante e depois do exercício do cargo público.

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