Brasil convoca embaixador e Israel critica duramente

Jornal GGN – O governo de Israel não gostou do Brasil ter convocado seu embaixador em Tel Aviv para consultas e por ter publicado duas notas, no prazo de uma semana, considerando a escalada de violência entre Israel e Palestina uma coisa inaceitável.

Como reação o Ministério das Relações Exteriores de Israel soltou comunicado à imprensa, por meio do porta-voz Yigal Palmor manifestou “desapontamento” diante da convocação do embaixador brasileiro. “Israel manifesta o seu desapontamento com a decisão do governo do Brasil de retirar seu embaixador para consultas. Esta decisão não reflete o nível das relações entre os países e ignora o direito de Israel de se defender. Tais medidas não contribuem para promover a calma e a estabilidade na região. Em vez disso, eles estimulam o terrorismo, e, naturalmente, afetam a capacidade do Brasil de exercer influência”, reza o texto.

 “Israel espera o apoio de seus amigos em sua luta contra o Hamas, que é reconhecido como uma organização terrorista por muitos países no mundo”, disse Yigal Palmor. Já os jornais israelenses noticiaram críticas mais contundentes do porta-voz. O jornal The Jerusalem Post afirma que Palmor disse que “essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático”, e acrescentou que “o relativismo moral por trás deste movimento faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, aquele que cria  problemas em vez de contribuir para soluções”.

Na nota do Brasil foi reiterado o chamado a um “imediato cessar-fogo” entre as partes. O Itamaraty explicou que, diante da gravidade da situação, votou favoravelmente à resolução do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas, que condena a atual ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza e cria comissão internacional para investigar todas as violações e julgar os responsáveis.

A Confederação Israelita do Brasil (Conib) também não gostou da nota divulgada pelo Itamaraty. . “A Confederação Israelita do Brasil vem a público manifestar sua indignação com a nota divulgada pelo nosso Ministério das Relações Exteriores, na qual se evidencia a abordagem unilateral do conflito na Faixa de Gaza, ao criticar Israel e ignorar as ações do grupo terrorista Hamas”, destaca o texto.

Leia também:  Quando a Covid cedeu, Israel reabriu suas escolas. Não foi bem

Segundo a Conib, “uma nota como a divulgada nesta quarta-feira só faz aumentar a desconfiança com que importantes setores da sociedade israelense, de diversos campos políticos e ideológicos, enxergam a política externa brasileira”. A entidade também afirmou que a comunidade judaica brasileira compartilha da preocupação do povo brasileira e expressa “profunda dor pelas mortes dos dois lados do conflito”, além de esperar cessar-fogo imediato.

Apesar de ter sido taxado de “anão diplomático” por Israel, o Brasil e a Alemanha são os únicos países a ter relações diplomáticas com todas as nações do mundo. O Brasil foi um dos 29 países a votar a favor da resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Houve 17 abstenções e apenas um voto contra, dos Estados Unidos. Além do Japão, todos os países europeus presentes, incluindo a França, o Reino Unido e a Alemanha, optaram pela abstenção.

Com informações da Agência Brasil e do Itamaraty

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201 comentários

  1. Diplomacia petista

    Do lado do mal

    A agressiva postura do governo petista contra Israel era esperada. Sempre que o mal tiver um lado nele o PT estará. Faz parte do DNA do partido e dos seus membros o apoio a tudo o que não presta. Começando pela vizinhança. Dos narcotraficantes homicidas das FARC ao sanguinário tirano da Venezuela. Do cocalero boliviano aos carniceiros cubanos. Não existe surpresa no apoio da Dilma Rousseff e da sua trupe ao terrorismo islâmico. Para um grupo que fez o possível para o Irã fabricar bombas atômicas, sabendo quem seria o alvo, ocultar o bombardeio do território israelense por milhares de mísseis lançados por procuração por sírios e iranianos chega a ser quase insignificante. Para eles grupos como o Hamas e outros criados exclusivamente para a destruição de vidas inocentes são apenas um pouco mais assertivos que o MST.

    • Concordo com você, agora o

      Concordo com você, agora o Capeta apoiou Israel e foi uma ideia bem acertada. Deus apoiou os Palestino, o que reflete as idéias populista desse senhor de barba branca, cada vez mais caduco e Israel, está cada vez mais certo, pois Deus literalmente virou o Capeta e o Capeta virou Deus!!!

      • Não guardo qualque simpatia

        Não guardo qualque simpatia para com o PT, mais aplaudo e me curvo a esta atitude digna dos esquerdopatas.

        A questão não é de relação internacional e sim humanitária.

        Calar-se sobre o massacre de crianças, independente do que ocasionou o conflito, seria convarde ao extremo.

    • Vamos ser realistas. A

      Vamos ser realistas. A política internacional é anárquica. Dizer que algo é inaceitável, sem ter capacidade legítima ou eficaz para uma ação concreta, é retórica vazia. A nota do governo brasileiro foi irrelevante e contraproducente. Não tem impacto algum na resolução ou mediação do conflito.

      • É mesmo?Legal..acho que o

        É mesmo?

        Legal..acho que o governo israelense precisa de risperidona tambem,

        esta dando “caldo” e respondendo as suas piscoses irrelevantes , como

        a de um “Bric” sem bomba atômica.

    • Quanta bobagem!

      Quanta bobagem!

      O Governo brasileiro seguiu a ONU que também reprovou o ataque de Israel totalmente desproporcional.

      Não é uma guerra é um massacre.

      Os Palestinos da faixa de GAZA não tem como se defender do massacre israelense, são misseis ultrapassados contra ataques de armas de ultima geração.

      Israel consegue ter antipatia de todo o mundo.

      Engraçado que Israel contra a Síria não teve a mesma valentia.

    • Como o Rebolla não tem

      Como o Rebolla não tem argumentação usa e abusa do adjetivos. Narcotraficantes homicidas, sanguinário tirano, cocalero boliviano, carniceiro cubano. Agora vai….

    • Que bobagem ate os USA estão

      Que bobagem ate os USA estão pedindo um cessar fogo,Israel esta cercado por paises arabes vai ficar em uma situação frágil para sempre,não tem como , vai ter que negociar sua existencia ad perpetuam, até o Messias voltar de novo

      • “Vixe” !

        Tomei o maior susto, Mário. Melhor assim, um remedinho, um chazinho de camimila. Afinal, pela postura do Brasil neste e outros eventos,  desejamos a paz, não é mesmo ? Algumas pessoas aqui também deveriam se acalmar, debater e parar de xingamentos e atitudes imaturas.

        • VIxe II !

           Pensei que este remédio fosse para tomar ….como supositório  e de hora em hora !

           Este Rebolla tem que ir para  Cinelândia com espanador coloridaço, rebolar e se chamar de pavão !

           Nem o Mussum era tão sarcástico!

           

           

      • Calma galera!
        O Rebolha vai

        Calma galera!

        O Rebolha vai estar sempre do outro lado, foi onde o colocaram, não

        vamos entar nessa já tem a UOL  a Veja etc…No mais ele só   tem   o

        perfil de ” dedo-duro” da ditadura..mais que isso nem pensar, é um

        animador de blog.

    • Rebolla, vc já leu ou ouviu o

      Rebolla, vc já leu ou ouviu o que o Irgun fazia na Palestina quando governada pelos ingleses? Os palestinos tiveram ótimos professores.

    • Quer dizer que o lado do

      Quer dizer que o lado do “bem” são os EUA, Israel, Pinochet, Fujimori,Médici…….Conta outra vai. 

      Terrorismo? Como tu tens coragem de evocar isso quando um dos aparatos militares mais sofisticado do mundo massacra milhares de pessoas? Quando um país invasor sequestra, tortura e prende milhares de jovens do país ocupado?

      Claro que para vocês as vidas desses palestinos não valem nada. São sub-humanos. 

       

  2. israel e o brasil anão

    Se fosse verdade que o Brasil é um anão diplomático por que Israel ficou tão bravo com seu voto? Se fosse realmente irrelevante nem seria notado. Israel tem dificuldades de entender que 20 mortoscontra 700, em especial a grande quantidade de mulheres e crianças, não é guerra é limpeza étnica. E ademais é preferível ser anão diplomático que infanticida.

  3. Para Israel, claro que o

    Para Israel, claro que o Brasil é irrelevante. Assim como são irrelevantes os palestinos mortos, as crianças mortas, feridas, mutiladas ou órfãs, a ONU também é irrelevante, já que Israel nunca cumpre as suas resoluções. O próprio conselho de segurança é irrelevante, já que tem o Tio Sam para vetar qualquer ação contra Israel, mesmo que seja proposta por TODOS os outros membros. A opinião pública mundial também é irrelevante. Alias, o resto do mundo inteiro é irrelevante.

  4. A crítica do Brasil é contra a desproporção

    O Brasil não critica o direito de defesa de Israel, mas sim o uso desproporcional da força, a exemplo de ataques a hospitais e a escola da ONU (foto abaixo – fonte: @danieljerivers) .

    • Muito Além de Estado Terrorista, Serial Killer Carniceiro.

      “O horror! O horror!”

      A expressão dessas meninas nos obriga a ter vergonha de sermos contemporâneos de um mundo que permite tal prática.

    • será que os lideres do Hamas

      será que os lideres do Hamas pensam nessas crianças quando disparam foguetes contra Israel?

      será que os lideres do Hamas pensam na reação de Israel quando tem seu territorio atacado por comandos suicidas?

      tenho certeza que o Hamas pensa nessas crianças como armas de propaganda!

       

    • Isso mesmo.

      É evidente que as ações do Hamas não justificam o bombardeio indiscriminado de prédios cheios de civis e crianças, que nem tem para onde fugir, já que os palestinos estão confinados nesse novo gueto de varsóvia, verdadeiro campo de concentração em que Israel transformou a faixa de Gaza.

    • Cuidado

      O Collor fez algo parecido, expulsando do Brasil a um tal de Fajhembaum (ou algo assim) do FMI, que queria mudar regras no Brasil. Aos poucos dias iniciou-se o seu processo de impeachment.

      Os caras chamam à gente de anão porque podem. Dominam tudo, no mundo e no Brasil também.

      Não adianta expulsar um embaixador, pois existem milhares de embaixadores “ad-honorem” dentro da sociedade, no andar de cima, no PIG, nas TVs, nos bancos, no Judiciário, e etc.

      • Nem não. Israel chamar o

        Nem não. Israel chamar o Brasil de “anão diplomático” não é ofensa. Os brasileiros somente ficariam ofendidos se alguém  chamasse o Brasil de “gigante assassino” de crianças pequenas como Nazisrael. 

         

        Quem acredita na onipotência de Israel geralmente é um nazista impotente. Este não é o meu caso.  

        • Certamente não são

          Certamente não são onipresentes, mas sempre tem um israelense no lugar que interessa, ou você acha que a crescente participação de secretários israeloamericanos com dupla cidadania na administração norteamericana é mera coincidência?

          Nem mesmo a Grã-Bretanha gozou de tanto apoio incondicional dos Estados Unidos como Israel goza. Isso que a Grã-Bretanha foi “ameaçada” pelos maiores impérios do século XIX e XX, enquanto Israel é “ameaçado” pela “poderosa e terrível” Palestina.

  5. Bom… Já que o Brasil é

    Bom… Já que o Brasil é irrelevante seria bom o Ministério da Defesa cancelar acordos comerciais de compra de armamentos desse país sanguinário. Eles que vendam para os amigos americanos.

    • Não seja ignorante.

      Não se trata de ser “antisemita”.Semitas são os árabes e hebreus, os quais compartilham das mesmas raízes culturais. Portanto, os palestinos (árabes) que estão sendo massacrados em Gaza também são povo semita. Além disso, muitos “semitas” judeus são contra essa ação de seu governo sionista.

    • Já denunciei esse comentário,

      Já denunciei esse comentário, seu escroto.

      Ficar xingando os outros de antisemitas não é nenhuma bricadeirinha, não.

      Eu não tenho dúvidas que você não passa de um provocador atormentado, mas, repito: tome mais cuidado com as bobagens que escreve.

  6. A comunidade árabe e a posição do Brasil.

    A comunidade israelense no Brasil se manifestou prontamente em defesa do “direito” de Israel a matança. É justo; é como deve fazer uma comunidade cuja razão de ser é a defesa intransigente do sionismo. Mas, e a comunidade árabe, não temos uma? Será que ela vê com alegria o que Israel faz com seus irmãos palestinos? Assim fica difícil para o governo do Brasil protestar contra o genocidio praticado pelos sionistas. Nem nessa hora recebemos  solidariedade da comunidade árabe?

     

  7. Inacreditável a grosseria do governo de Israel

    “Palmor disse que “essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático”, e acrescentou que “o relativismo moral por trás deste movimento faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, “

    Uma demonstração de arrogância explicita que me lembra… O.k. prefiro ficar calado.

  8. “…faz do Brasil um parceiro

    “…faz do Brasil um parceiro irrelevante”. Quem diria, Israel usando a tática nazista de desqualificar quem confronta suas posições!

     

  9. Ministro Luiz Alberto Figueiredo rebate Israel

    http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKBN0FT29K20140724

    Ministro rebate Israel e diz que Brasil não é “anão diplomático”

    quinta-feira, 24 de julho de 2014 14:11 BRT

    SÃO PAULO (Reuters) – O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, rebateu nesta quinta-feira as declarações do porta-voz da chancelaria de Israel que teria chamado o Brasil de “anão diplomático” ao criticar a decisão do país de chamar para consultas seu embaixador em Tel Aviv por causa do conflito na Faixa de Gaza.

    Em evento em São Paulo, o ministro também rebateu nota da chancelaria israelense que afirmou que a decisão brasileira ignorava o direito de Israel de se defender.

    “Somos um dos 11 países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os membros da ONU e temos um histórico de cooperação pela paz e ação pela paz internacional. Se há algum anão diplomático, o Brasil não é um deles”, disse o ministro a jornalistas.

    “Mas não contestamos o direito de Israel de se defender, jamais contestamos isso. O que contestamos é a desproporcionalidade das coisas”, acrescentou.

    Na noite de quarta-feira, o Itamaraty divulgou nota em que considera “inaceitável” a escalada da violência em Gaza e condena “energicamente o uso desproporcional da força por Israel” no conflito, que já matou 747 palestinos. Na mesma nota, o Brasil anunciou que chamou seu embaixador em Tel Aviv para consultas.

    O Ministério das Relações Exteriores israelense reagiu em nota, declarando-se “desapontado” com a decisão do governo brasileiro que, segundo o órgão, “não reflete o nível das relações entre os dois países e ignora o direito de Israel se defender”.

    O documento afirma ainda que a atitude brasileira não contribui para promover “a calma e a estabilidade” no Oriente Médio e que dá “vento favorável” ao terrorismo, além de “naturalmente afetar a capacidade do Brasil de exercer influência”.

    “Israel espera apoio de seus amigos em sua luta contra o Hamas, que é reconhecido como uma organização terrorista por muitos países ao redor do mundo”, afirma o documento divulgado no site do Ministério de Relações Exteriores de Israel.

    Além da nota da chancelaria, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, disse, segundo a imprensa israelense, que a decisão do Brasil de chamar seu embaixador para consultas é uma demonstração das razões que levam o Brasil, apesar de ser “um gigante econômico e cultural, permanecer um anão diplomático”.

    (Por Eduardo Simões; Edição de Maria Pia Palermo)

  10. E a venezuela?

    Quando as forças do governo causaram dezenas de mortes na venezuela alguém viu o governo chamar seu embaixador da venezuela?

    Agora um pergunto? Será que o aécio teria uma postura melhor com a venezuela. Eu não acredito. Por isso votarei NULO e faço campanha para isso. Não acreditem neste PSDB. É um partido irmão do PT, tanto que já cogitaram unir os dois. Eleitor de direita verdadeira deve ficar longe de dilma, aécio e campos.

  11. O nível de ódio do governo

    O nível de ódio do governo direitista e belicista de Israel dá medo até no capeta, escorado numa súcia de fanáticos religiosos e sanguinários, e contando com o apoio incondicional dos EUA e a covardia de governos europeus a arrogância dessa gente não encontra limites.

    Temo pelo futuro de Israel na mão dessa turma, o antisemitismo e o ódio ao país judeu cresce exponencialmente na europa com notícias de ataques à lojas, bens e  aos próprios israelenses.

  12.  
    Lamentável na nota

     

    Lamentável na nota brasileira a ausência dos atos dos sanguinários terroristas do Hamas!!!

  13. Já que somos anões diplomáticos…

    Deveríamos cortar relações com Israel. Passar bem!

    Em tempo: a minha bronca é com o governo criminoso de Israel. Não tenho absolutamente nada contra os judeus (parte da minha família é judia).

     

  14. País sanguinário..

    Aqui há um comentário denominando Israel, de pais sanguinário.Tudo bom, não há como discordar. No post consta a expressão “relativismo moral”. Então vejamos: Se os foguetes do Hamas não fossem interceptados tudo seria bem conveniente. Teríamos 2 paises sanguinários .Tomemos o exemplo da Síria.

  15. Guerra Palestina

    O problema de Israel não é o judaismo é o sionismo, que na sua origem era terrorista, pensando bem, não mudou muito.

  16. Ser criticado por um estado

    Ser criticado por um estado pária, racista, de apartheid, que não tem respeito pelas normas internacionais, é um dos maiores elogios que nossa diplomacia poderia receber.

  17. Todos são irrelevantes

    Para israel, todos são irrelevantes, exceto eles próprios, os escolhidos por deus (o deus deles).

    Eles se dão ao direito de ter armas nuceares e nao dar satisfações a ninguem, enquuanto outros países são forçados a abandonar programas pacíficos de energia nuclear porque os israelenses tem medinho das armas dos outros.

     

    A vida de um israelense vale a vida de 107 palestinos. Veja o resultado da operação “chumbo fundido”, de 2008:

                israel             

    Forças: 176.500 (10 mil homens participam da ofensiva, resguardados por tanques, artilharia, navios de guerra e aviões de combate)

    Total de mortes: 13
    Soldados: 10
    Civis: 3
    Feridos: 326
    Soldados: 242
    Civis: 84

     

    PALESTINA

    Forças: 20.000 (total)

    Total de mortes: 1.400
    Militantes e policiais: 400-650
    Civis: 700-904
    Outros: 10
    Feridos: 5.300

     

          

     

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Operação_Chumbo_Fundido

  18. Já perdi as esperanças faz

    Já perdi as esperanças faz tempo, tanto ja´foi dito, pensado tentado

    sempre com aval dos EUA..ou seja não haverá paz.Um povo bem armado

    sempre temerá outro que  vê seus filhos morrerem, as forças se igualam..um

    dia eles se anulam.

     

     

    • O Brasil devia aproveitar a

      O Brasil devia aproveitar a oportunidade e deixar  Israel sem nosso embaixador por um bom tempo. Ficaria somente o encarregado de negócios ou coisa que o valha.

  19. Alguém consegue explicar . . .

    Alguém consegue explicar de onde vem a força de Israel? Massacrando os palestinos numa reação tão desproporcional, 700 palestinos mortos contra 27 judeus, e com o apoio dos Estados Unidos, se não explícito, pelo menos não fazendo nada a respeito.

  20. Palmas para o governo
    Palmas para o governo brasileiro !
    Por isto o mundo nos respeita e admira. Pela nossa capacidade de enxergar o certo e mesmo não declarando animosidades, mostramos o caminho da verdade a ser seguido.
    Israel há muito ultrapassou os limites da razoabilidade!
    É um estado que torna o resto do mundo em alerta constante.
    Em outras ocasiões já havia demonstrado ser um estado genocida. Provavelmente no mundo, fosse o único estado que deveria pelo que já passou, tratar as outras nações com generosidade. Mas parece que o demônio que tanto os destruiu tomou conta deles !

  21. Resposta diplomática perfeita

    O chanceler afirmou em resposta  ao insulto do governo de Israel que: ” Se há algum anão diplomático, Brasil não é um deles”, e explicou que o Brasil mantém relações diplomáticas com todos os Países da ONU, etc.  De fato, pela “desproporcional” grosseria e arrogância adotada por Israel em sua resposta dada através de seu porta voz, podemos avaliar que se é que existe essa coisa de anões diplomáticos, o governo de Israel é forte candidado para figurar atualmente entre os tais (o que está subentendido na resposta do diplomata brasileiro) .

  22. Ouvi uma conversa de um Cel.

    Ouví uma conversa de um Cel. do Exécito, quando era estafeta ainda jovem, de uma empresa que  os donos eram todos  militares.

    Ele dizia que a ONU tinha intenção de instalar na nossa Amazônia o estado de Israel, por isso o governo militar abriu rapidamente  a Transamazônica  para sinalizar ao mundo que o Brasil tinha soberania sobre a região.

    Segundo esse Cel. a rainha da Inglaterra ( a velhinha), aindava falando que a soberania do Brasil sobre à Amazônia era questionável por se tratrar do pulmão do mundo.

    Já imaginaram o estado de Israel dentro do nosso território?

          • Kefieh

            Parece um estádio envolvido pelo lenço que os árabes usam em torno do pescoço. Onde fica? Se fosse na Palestina já tinha sido derretido com fósforo branco israelense.

      • Leônidas voce é um “cagão”,

        Leônidas voce é um “cagão”, nem te considero fascista ( não chore)

        es um cagão mas é justo e mantem dignamente sua condição    de

        lumpem.

         

        Obs. piadinhas sim..metáforas não… sem forçar.

      • Na boa cidadão, não vou

        Na boa cidadão, não vou perder meu tempo com você.

        Alías, admiro a sua capacidade para comentar vários assuntos.

        Princilpalmente os assuntos  relacionados à minha raça negra.

        Sinceramente admiro a sua capacidade.

        A sua capacidade de falar merda sobre esses assuntos.

        Não se ofende não, vai fundo, você é bom nesse negócio, você tem talento, leva jeito para o negócio.

        Quem é bom já nasce feito

        Continue falando as suas merdas !

        O espaço aqui é democrático, não se acanhe não.

    • Foi antes

        Parece loucura, mas é verdade.

        Não é bem como esta escrito, mas tal possibilidade foi aventada na década de 30, anterior a transamazonica, pois os europeus, Inglaterra e França, levantaram varias hipoteses para resolver a “Declaração Balfour”, a principal delas, era conduzir os judeus europeus para Madagascar, ou para os confins da Amazonia – não passou de um estudo, ambas, mas que foi comentado, a época, foi.

  23. O Brasil não foi “taxado de
    O Brasil não foi “taxado de anão diplomático por Israel”, e sim pelo Jerusalem Post, um jornal que representa o pior da direita israelense. Seria o mesmo que dizer que o Brasil taxa Venezuela e Equador de “republiquetas bolivarianas” pq “Veja” o faz.

  24. Se há um anão diplomático …

    É (o governo de Israel), pois se fossem mais do que meros anões, já teriam resolvido o conflito da Palestina há no máximo 66 anos. Diplomaticamente.

    E não teriam dezenas e dezenas de resoluções da ONU contrárias e condenatórias a si (com a permanente proteção de seu fiel escudeiro, EUA).

  25. A mídia israelense –

    Em Israel, quem se opõe à ofensiva militar do país à Faixa de Gaza tem dificuldades na mídia local. De modo geral, não se pode sequer terminar uma frase antes de ser interrompido. Em debates televisivos, as animosidades não vêm apenas dos demais participantes. Os próprios moderadores não costumam tolerar opiniões que fujam do consenso. Ao tentar expressar seu ponto de vista, as vozes divergentes são imediatamente caladas.

    Num estúdio de televisão, Yeshuda Shaul – da Breaking the Silence, organização de ex-soldados contrários à ocupação militar de Gaza – sentava-se entre um jornalista e o apresentador de rádio Sharon Gal. Ao anunciar uma manifestação contra a ofensiva militar marcada para aquele dia, ele logo recebeu duras críticas do radialista. “Você é judeu e deveria se envergonhar. Deveria vestir seu uniforme e ir à Faixa de Gaza, ao invés de ficar sentado em estúdios de televisão e organizando protestos”, disparou Gal.

    Da Deutsche Welle

    Quem também participava do debate era o parlamentar da Knesset – o Parlamento israelense – Muhammad Barakeh. De origem árabe, ele também acabou se transformando em alvo da ira do radialista. “O senhor é um mentiroso, um criminoso, e não deviam ter deixado que falasse aqui. Vá aparecer na televisão do Hamas. O senhor apoia o Hamas!”, disse Gal.

    Nervos à flor da pele

    Parlamentar Barakeh, de origem árabe, foi acusado de ser mentiroso num debate televisivo

    Assim é Israel nos dias de hoje. O clima de crise toma conta de todo o país. Os três canais de televisão – um público e dois privados – estão no ar 24 horas. “Um Estado sob fogo”, dizem as chamadas sensacionalistas.

    Nos últimos dias, o jornalista Gideon Levy acabou se tornando a figura central de uma grande controvérsia. Num artigo no jornal israelense Haaretz, ele criticou os pilotos da Força Aérea por suas missões sobre a Faixa de Gaza. “Vocês nunca viram uma aeronave inimiga. A última batalha da Força Aérea israelense aconteceu antes de vocês nascerem. Vocês nunca viram o branco dos olhos de seus inimigos, tampouco o vermelho do sangue de suas vítimas. Vocês são heróis que lutam contra os mais fracos e desamparados, aqueles que sequer possuem uma Força Aérea ou defesa antiaérea e que mal sabem empinar uma pipa.”

    O texto provocou uma enxurrada de reações. Os pilotos da Força Aérea são tidos em Israel como heróis intocáveis. Apenas os melhores dos melhores conseguem sobreviver ao árduo e extenso treinamento para piloto de combate e são a elite da sociedade militar do país. O artigo de Levy, escrito após a morte de 21 membros da família do chefe de polícia de Gaza num ataque aéreo, foi tido por muitos como um sacrilégio imperdoável.

    O jornalista tentou explicar sua opinião em talk-shows e programas de entrevistas. “A maioria dos israelenses não tem acesso às imagens de Gaza e não sabe o que está acontecendo lá”, afirmou. Para Levy, as mortes e a destruição vêm ocorrendo numa extensão terrível, e alguém é responsável por isso. “Os pilotos não são os únicos, mas também são responsáveis. Devemos nos perguntar se ninguém está assumindo a responsabilidade moral”, protestou o jornalista.

    Quase linchado

    Levy questiona por que uma voz divergente incomoda tanto

    Levy pronunciou essas palavras em Ashkelon, uma das cidades mais atingidas pelos foguetes de Gaza nas últimas semanas. Ele estava em frente a um centro comercial, e sua entrevista era transmitida ao vivo para o estúdio de televisão. Mas o jornalista mal começava a falar e já era interrompido. “Você é um traidor. Chama nossos pilotos de assassinos. Não tem vergonha? Aqui você não pode falar”, protestaram os passantes.

    O apresentador no estúdio teve que interromper a conversa, porque cada vez mais pessoas se juntavam no local para insultar Levy. Mais tarde, o jornalista contou em outro artigo no Haaretz que por pouco não havia sido linchado. “Meus melhores amigos pediram que eu deixasse o país até que a situação se acalme, que tomasse cuidado ou que ao menos ficasse em casa”, escreveu.

    Levy não seguiu os conselhos. Ele preferiu enfrentar as perguntas dos apresentadores de talk-shows, e lutar por suas convicções. “Eu lhes pergunto: se existe um coro tão forte e unificado na mídia, por que uma única voz isolada, um simples eco divergente incomoda? Por que essa voz causa tamanha tempestade? Por quê?”, questiona o jornalista.

    http://www.dw.de/m%C3%ADdia-israelense-abre-pouco-espa%C3%A7o-aos-cr%C3%ADticos-da-guerra/a-17798998

     

  26. Palestina, Alguém Se Indigna?

    Boa noite.

    “essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático”.

    Muito orgulho do meu país. Somos um gigante, não só no plano econômico, e poderíamos até ser um anão. Mas eu não aceitaria e lutaria contra tudo para não sermos um Estado nazista. Palestina é, hoje, um grande campo de concentração sionista. perante o silêncio obsequioso da comunidade internacional, afora a Alemanha e o “tampinha diplomático” do Brasil; que orgulho.

  27. .

    É preciso cuidado para não se deixar levar ao antissemitismo através do conflito na Palestina. Os fascistas adoram esta situação para disseminarem suas idéias nestes momentos e assim arrebanharem simpatizantes e seguidores. Os alienados e politicamente menos esclarecidos, principamente jovens, tornam-se presas fáceis. Cabe aos mais experientes, principalmente à militância de esquerda, saber distinguir e sobretudo desnudar as intenções dos neonazistas camuflados de “defensores” da Palestina. 

  28. Caro Nassif e demais
    Essa é a

    Caro Nassif e demais

    Essa é a Dilma que apoio, a mesma que não aceitou as espionagens, e que agora não se curva para os belicistas de Israel.

    Diferente do FHC e de seu menino de recado Aécio, que seguramente, fecharia com os EUA e com  massacre.

    Saudações

     

     

  29. Sionismo e antissemitismo –
    Sionismo e antissemitismo – não sou antissemita pois convivo tranquilamente com árabes,judeus…Sionismo é outra coisa – não é religião e sim uma ideologia  de cunho religioso.Discordar da ideologia religiosa do SIONISMO esta anos luz de ser antissemita..Tem duas vertentes do Sionismo – Direita e Esquerda:Pontos em comum das duas vertentes:a) religiosa – são o POVO escolhido por DEUS.b) geográfico – A Grande Israel ao tempo de Salomão.Ponto de atrito:A direita exige a matança, expulsão e escravidão de todos os palestinos.A esquerda exige a matança,expulsão e escravidão de todos os palestino, porém, de forma solidária e humana.Em resumo – não existe SIONISMO de Direita ou Esquerda – e sim uma ideologia NAZIFASCISTA CRUEL E RACISTA.

    • Povo de Deus

      Qual Deus? Vendo as imagens de crianças trucidadas, a expressão de terror das sobreviventes como a perguntar o que fizeram e porque estão sendo punidas, seria blasfemia perguntar a qual Deus esses criminosos servem?

      Louvável a posição do Brasil, não podemos ser parceiros de assassinos.

  30. “Em Louvor dos Justos e dos Injustos”

    Nassif: se, com repercutiu a a grande mídia brasileira, a noticia do “The Jerusalem Post” e do “Haaretz” for verdadeira, o porta voz do ministério das Relações Exteriores de Israel , Yagal Palmor, deixou claro que o Estado de Israel é mais um inimigo declarado do Brasil. No fundo, temos que agradecer sua hipócrita “sinceridade”; porque através dela sabemos localizar e identificar nossos desafetos, que não são tantos, mais fazem muito barulho, nas mídias que controlam e que não são poucas.

    Desde setembro de 2012, com e o discurso da Presidente Dilma Russeff na Assembleia Geral da ONU, quando alertou da urgência de paz no oriente médio e a necessidade de criação e do reconhecimento da uma Palestina livre, cuja fala foi boicotada por Israel, através dos seus ultrarreacionários, tão intolerantes quantos os nazistas de quem se dizem vítimas, começaram os ataques diretos à nação brasileira. E, a partir de então, vem sistematicamente difamando como pode o governo, seja por manifestações em seus noticiários por todo mundo, seja através da mídia daqui, como a nota da Confederação Israelita do Brasil.

    Um pais que para VINGAR seu 35 “mártires”, dos quais 27 eram soldados em combates, atravessa fronteira e mata, indiscriminadamente, em menos de 20 dias, 733 civis, fere 4.600 outros e deixa ao desabrigo mais de 100.000, incluindo mulheres, idosos e crianças, não pode dizer que esta se defendendo. Isto não é atitude de defesa, é de extermínio, de massacre, um verdadeiro “delenda Gaza”. Mas Israel tem prática neste tipo de ação.

    Agora, o motivo foi o sequestro e morte de 3 adolescentes israelense por palestinos.

    Há pouco mais de 30 anos foi mentor e coexecutor da chacina de Sabra e Chatila, no Líbano, para VINGAR a morte do seu aliado, o falangista Bashir Gemayel, líder da organização de extrema-direita Falanges Libanesas, executado em 14 de setembro de 1982. O massacre ocorreu em uma área totalmente controlada pelo exército israelense, entre 16 e 18 de setembro do mesmo ano.

    No dia 16 posicionou seus tanques Merkava, aquartelados a menos de 200 metros das casas do setor sul de Chatila, deixando sem possibilidade de fuga os que ali se encontravam e concedendo aval para a “Falanges”, pelo outro lado, atacassem refugiados indefesos.

    O número de mortos se estima em torno de 3.500 pessoas, na grande maioria crianças, mulheres e idosos, executados no histórico acontecimento. Até a Suprema Corte de lá admitiu o crime.

    Na verdade, Israel está pondo em prática o que aprendeu na Segunda Guerra Mundial, quando os seus foram forçados a frequentar os “Vernichtungslager” nazistas, especialmente Auschwitz-Birkenau, Sobibór, Treblinka, dentre outros. Gaza hoje não passa de uma imitação perfeita de Auschewirz II a céu aberto, com alguns aperfeiçoamentos e requintes. Estão criando a “solução final da questão palestina”, que há muito buscam, similar ao que conviveram na Europa.

    A nação brasileira nunca se disse a favor de Hammas ou qualquer grupo de extermínio, seja qual for, especialmente como a que efetua Israel com o povo Palestino. A declaração e a ação do governo brasileiro foi, no mínimo, o que a decência determinar, diante de tamanho despropósito e extermínio. E para desfazer a suposta “parceria” que declara o nobre porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, vale dizer que o governo do Brasil não é parceiro de assassinos, seja de que nacionalidade for. O respeito que sempre votamos ao povo israelense, à sua causa de liberdade, o amparo que sempre lhes demos nos momentos de aflição, de dor e sofrimento, talvez precisem ser revistos, num futuro próximo. Sabemos que Israel tem sido um dos mais veementes opositores para que o Brasil ocupe um assento permanente no Conselho das Nações Unidas – ONU.

    Talvez nosso compatriota Osvaldo Aranha esteja se revirando no túmulo, talvez pensando que trabalhou em vão pela Resolução 181, naquele não tão longínquo 29 de novembro de 1947, contribuindo para a transmudação da geografia do nazismo…

  31. EXCELENTE ATITUDE DO GOVERNO BRASILEIRO

    Ora,

    em nenhum momento o governo brasileiro disse que Israel não tem o direito de se defender, aliás,  essa e a justificativa que já virou ladainha que foi inclusive utilizada pelo Obama

    É simples assim, nos somos contra a morte de inocentes civis e pelo uso desmedido da força desproporcional que vem sendo utilizada por Israel contra os palestinos.  Não adiante ficar irritados, parem com essa matença.

  32. Quanto mais conheço os

    Quanto mais conheço os rebollas da direita, mais me orgulho de nunca ter votado neles.Matar gente indefesa, sempre foi a tática preferida deles. Covardes agem assim.

  33. Acho muito engraçado esse

    Acho muito engraçado esse pesoal justificar todas as ações de Israel pelo fato do Hamas, segundo eles, ser um ” grupo terrorista”. A história mostra que os judeus sionistas, principalmente os israelenses, enquanto foi necessário utilizaram o  terrorismo como forma de luta. A ação do Irgun na explosão do King David Hotel em 1946, matando 91 pessoas e ferindo dezenas de outras, foi comandada por Menahem Begin e Eitan Livni. O primeiro foi eleito primeiro ministro por duas vezes e o segundo foi eleito deputado pelo Likud por tres vezes consecutivas. A sua filha Tzipi Livni, que foi Ministra da Relaçoes Exteriores, sempre se orgulhou dele. Concluo que eles aprovaram suas ações  terroristas. Os motivos do Hamas atualmente são os mesmos do Irgun à época anterior à criação de Israel.

  34. Por isso que precisamos

    Por isso que precisamos construir nossa bomba nuclear, para ontem! Mesmo que, tomara, para não usar.

  35. ONU não tenta solução contra massacre em Gaza –

    Uma ação diante dos ataques de Israel contra Gaza seria mais apropriada ainda, porque se trata de um conflito internacional e não de uma guerra civil.

    por Envolverde – Por Thalif Deen – na Carta Capital

    A pergunta que se repete na Organização das Nações Unidas (ONU) é por que China e Rússia ainda não colocaram em marcha um rascunho de resolução para que o Conselho de Segurança condene os bombardeios aéreos sobre a população civil em Gaza, exija uma zona de exclusão aérea e acuse Israel por crimes de guerra.

    Desde o começo da guerra civil na Síria, em 2011, Estados Unidos, França e Grã-Bretanha, os países ocidentais no Conselho de Segurança, tentaram, sem êxito, condenar o massacre de civis, impor sanções e acusar o governo de crimes de guerra mediante quatro resoluções. Os três Estados forçaram votações sobre as quatro resoluções, apesar de China e Rússia, aliadas do presidente sírio, Bashar al Assad, ameaçarem exercer seu direito de veto. E o fizeram.

    Os cinco países são membros permanentes com direito a veto do Conselho de Segurança. Oito organizações de direitos humanos condenaram o último veto de China e Rússia como um “exemplo vergonhoso do porquê a limitação voluntária no uso do veto nas situações de atrocidades em massa é essencial para que o Conselho possa cumprir a Carta da ONU”.

    Uma resolução do Conselho de Segurança referente ao atual conflito em Gaza seguramente seria vetada pelo menos por uma das três potências ocidentais, bem como China e Rússia vetaram as resoluções contra a Síria. Mas nesta ocasião seriam as potências ocidentais que, na defensiva, tentariam proteger os interesses de um país acusado de crimes de guerra e de massacre de civis.

    Um diplomata asiático disse à IPS que, apesar de o projeto de resolução estar condenado ao fracasso, se poderia fazer uma tentativa para expor o sentimento do Conselho de Segurança, do mesmo modo que os países ocidentais seguem acumulando resoluções contra a Síria, mesmo sabendo que serão vetadas por Rússia e China.

    Stephen Zunes, professor de política e coordenador de Estudos do Oriente Médio na Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos, apontou à IPS que, assim como Rússia e China bloquearam a ação do Conselho diante dos ataques da Síria contra população civil em áreas urbanas, Washington também impediu a ação do organismo com relação aos ataques israelenses contra civis em regiões povoadas.

    Embora ambas impliquem graves violações do direito internacional humanitário, os precedentes indicam que a ação da ONU diante dos ataques de Israel contra Gaza seria mais apropriada ainda, porque se trata de um conflito internacional e não de uma guerra civil, pontuou Zunes, um pesquisador sobre a política do Conselho de Segurança. “É difícil explicar por que o Conselho de Segurança não está disposto a obrigar os Estados Unidos a darem o passo embaraçoso de vetar a medida, como fez em quatro ocasiões com Rússia e China a respeito da Síria”, observou.

    Ian Williams, veterano correspondente junto à ONU e analista do centro de pesquisa Foreign Policy in Focus, afirmou à IPS que o Conselho de Segurança está decidido a demonstrar que os governos não têm princípios, apenas interesses.

    Após o fim da Guerra Fria, os palestinos ficaram sem um país que os patrocine.

    Inclusive Rússia e China sopesam o poder do lobby israelense nos Estados Unidos, e cada vez mais na Europa, e calculam se lhes convém alienar Washington ainda mais. Veem escassos benefícios diplomáticos, econômicos ou políticos no apoio aos palestinos, e nem falar do movimento islâmico Hamas, assim, permitem que sejam cometidas atrocidades sem controle em Gaza enquanto levantam as mãos com horror diante de crimes menores em outros lugares, destacou Williams.

    “E os russos teriam de explicar porque defendem Assad, que tem um comportamento semelhante contra seu próprio povo”, acrescentou Williams. Somente a indignação popular poderá forçar a mão dos governantes, e o governo francês sabe disso, por isso proibiu as manifestações pró-Palestina, ressaltou. Até o dia 21, meio milhão de palestinos teriam morrido, mais de dois mil ficaram feridos e cerca de 40 mil foram deslocados por causa dos bombardeios aéreos com caças F-16, segundo fontes de Gaza.

    Riyad Mansour, observador permanente do Estado da Palestina na ONU, acusou, no dia 18, Israel de crimes de guerra, crimes contra a humanidade, terrorismo de Estado e violação sistemática dos direitos humanos, durante uma sessão do Conselho de Segurança. Mas nada mobilizou os representantes no Conselho a promover uma resolução centrada na difícil situação dos 1,7 milhão de palestinos sob ataque. Estes são defendidos pelo Hamas, acusado de disparar centenas de mísseis contra Israel. Mas, desde que começou a ofensiva militar desse país, no dia 8 deste mês, morreram apenas dois civis e 18 soldados israelenses.

    A declaração final da Sexta Cúpula do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) no Brasil, divulgada no dia 16, mencionou Palestina e Israel em função do processo de paz no Oriente Médio, mas não assumiu uma postura direta sobre a guerra em curso, apontou Vijay Prashad, professor de estudos internacionais no Trinity College, dos Estados Unidos.

    A cúpula “teria sido o lugar certo para elaborar uma resolução em solidariedade aos palestinos, junto com a intenção declarada de celebrar o Ano das Nações Unidas em Solidariedade com o Povo Palestino”, acrescentou Prashad. Para ele, isso revela algo perto da falta de confiança dos membros do Brics no Conselho de Segurança, que se sentiram traídos pela Resolução 1973 sobre a Líbia e não redigiram outra que imponha uma zona de exclusão aérea sobre Gaza com base nos princípios de responsabilidade de proteção, como fez aquela sobre a Líbia em 2011, durante a rebelião contra o regime de Muammar Gaddafi.

    As potências ocidentais redigiram resoluções sobre a Síria, sabendo que Rússia e China as vetariam, como uma forma intencional de pôr seus rivais a descoberto, opinou o professor. Prashad questionou por que Rússia e China, os dois países do Brics no Conselho, não redigiram uma resolução para mostrar ao mundo que Washington está disposto a permitir o massacre calculado dos palestinos, já que pretendem definir o que é um civil e o que significa a proteção de maneira responsável.

    Isso apenas demonstra que os países do Brics não desejam desafiar diretamente as potências ocidentais de uma maneira agressiva, fazendo com que estas vetem uma resolução que peça o fim do massacre em Gaza, ressaltou Prashed. O governo do Brasil, que exerce a presidência do Brics, divulgou um comunicado, no dia 18, rechaçando a atual incursão terrestre israelense em Gaza porque representa um sério revés para os esforços de paz.

    Envolverde/IPS

    http://www.cartacapital.com.br/internacional/onu-nao-tenta-nem-mesmo-uma-resolucao-contra-massacre-em-gaza-5646.html

     

  36. Um sinal importante

      De reconhecimento, Israel “sentiu”.

      Para quem já vive, há algum tempo, próximo ao “mercado de produtos de defesa”, já esteve em Israel algumas vezes, mantem contato, com israelenses ( judeus ou não ), a manifestação do porta-voz da chancelaria israelense, da forma a qual foi feita, completamente destemperada, fora de qualquer comportamento esperado de um governo, quando se reporta a um outro governo, considerado amigo de longa data, seu interlocutor privilegiado no cone-sul e maior parceiro nas américas, fora Estados Unidos, denota um certo nivel de desespero, e o pior para Israel: Um comando de suas relações exteriores, tangido por idiotas, que arriscam em um pronunciamento, negócios de mais de US$ 3,0 Bilhões.

       A ação Itamaratiana, ao convocar o embaixador de Israel, para consultas, relativas ao atual confronto em Gaza, e suas consequencias humanitárias, não “ofende” á Israel, afinal o Brasil tem cidadãos na area conflagrada, tanto em Israel, como na faixa de Gaza, e é prerrogativa do Itamaraty, zelar por seus cidadãos, mesmo os com dupla-cidadania, alem, é claro, de firmar suas posições: 1. Humanitária contra o massacre ; 2. A existência de dois Estados ( ambas, respaldadas pela ONU, tanto o CS, quanto o Comite de Direitos Humanos).

       Posições estas, que nunca impediram ou complicaram as relações Israel – Brasil, tanto que o Brasil reconhece o Hamas, como o Hezbollah ( cheio de brasileiros paranaenses), NÃO como terroristas, mas como movimentos politicos, há anos – anteriores, ao governo do Dr. “Honoris Causa” Luis Inacio “Lula” da Silva ( pela Universidade de Jerusalem ), ou que Israel celebra-se, por pressão do Brasil, um acordo de livre-comércio com o MERCOSUL.

        Agora, graças a “idiotas ideológicos, direitistas, facistas, eretz israel, destemperados”, conjugados ao “orgulho itamaratinesco” de nossos “herdeiros de Rio Branco”, só resta esperar a “poeria baixar”, e enquanto o tempo passa, programar e executar o famoso: “Controle de Danos “, tipo: declarações de empresários, rabinos liberais, associações de classe, congressistas, ” midia de massa adquirida”, “formadores de opinião, adquiridos”, que amenizem as besteiras pronunciadas; US$ 3,0 BILHÕES não é dinheiro de pinga, para um país que está gastando, por dia, só com reservistas, mais de US$ 20 milhões, e que a cada disparo de “Iron Dome”  custa US$ 70.000,00.

         P.S.: Para um “anão diplomático”, vc. não responde, muito menos histéricamente – ainda mais, quando este “anão”,  guarda as suas costas, ao norte, por mandato da ONU (UNIFIL), e por sua sugestão, e do governo libanês, instou ao CS/ONU, que tropas terrestres deste suposto “anão”, assumam a partir de 2015, a UNIFIL na area do Rio Litani ( area de segurança, LIbano – Israel, mas controlada pelo Hezbollah). Portanto, o “anão”, seu cliente, sócio, investidor, até ontem era “poderoso”, para sua chancelaria, um “poder emergente”, agora, por respeitar a descisões da ONU, virou um “anão”  – Falar do Dunga, na seleção, não vale -.

          P.S.2: Aos novos hassidis do sionismo Eretz Israel: Gaza, assim como o Sinai, não estão presentes na Torah, assim como chegar até o Tigre/Eufrates, é impossivel, e estabelecer colonias na Cisjordania, baseadas em conceitos toranicos, é absurdo – o Estado de Israel, seus apoiadores financeiros, algum dia, irão desistir – portanto, 5600 anos depois: aceitem a conviver com os “cananeus” – Moshe, David, já morreram faz tempo, e os grandes talmudistas acreditavam no compartilhamento da terra prometida, para todos que acreditavam em um unico Deus.

      • Sentiu muito,

          Foi uma porrada, somente Israel perde, declarações ofensivas como esta, desqualificaram anos de relações muito boas com o Estado de Israel, ao agredirem, de graça, um Estado possivel interlocutor – meio de campo, não relacionado – na area diplomática, e de negócios, podemos até entender, esta diatribe, completamente extemporanea, alheia aos parametros diplomáticos, NÃO como uma “ofensa” –  a um “anão diplomático ” NÃO se responde “, caso se responda, como ocorreu, é que foi “sentido” , Israel acusou, sentiu a porrada – a ofensa, teórica, é um elogio.

          

    • Boa análise, Junior. Vc

      Boa análise, Junior. Vc argumenta com dados.

      Estou meio sem paciência com a arrelia dos neocons brasileiros nesse assunto tão sério. É só chutão.

    • Sua análise, prezado

      Sua análise, prezado Junior50, é precisa e toca nos pontos chave desse verdadeiro massacre promovido pelo governo de Netanyahu na faixa de Gaza. Ocorre-me, com sua licença, abordar um aspecto histórico ligado às ações militares do estado sionista de Israel na faixa de Gaza:

      Durante a II Guerra Mundial, os nazistas criaram os guetos em substituição aos progrons que antes marcavam as ações anti-judaicas. Em Varsóvia, na Polônia, o maior desses guetos, chegaram a viver cerca de 380 mil pessoas, numa concentração demográfica inferior à da Faixa de Gaza onde hoje vivem cerca de 1 milhão e 700 mil palestinos.

      A situação desses palestinos é idêntica ao do Gueto de Varsóvia, pois são contidos por Israel e impedidos até de usar sua costa marítima e sair do próprio território, confinados que são aos limites impostos por soldados judeus armados em toda a sua fronteira.

      Na verdade o que lá existe é a aplicação prática pelo Estado sionista do sistema de guetos aprendido com os nazistas. E não há nenhum historiador sério que discorde da avaliação que figura no Wikipédia de que “O Gueto de Varsóvia foi o palco da revolta do Gueto de Varsóvia, a primeira insurreição massiva contra a ocupação nazi na Europa“.

      O trágico dessa situação é que a reação dos israelenses é de aplaudir essa “insurreição massiva” em Varsóvia como exemplo de heroísmo e classificar idêntica reação dos palestinos – também tirados de suas casas e terras – de “terrorismo”.

      Pelo caminhar dos atos e declarações como essa do infeliz porta-voz da Chacelaria israelense, Netanyahu vai acabar fazendo ressurgir no mundo, com maior força ainda, o sentimento anti-semita até que um Hitler redivivo em meio árabe e uma bomba suja nas mãos, acabe de vez com o sonho de Teodor Herzl da Eretz Israel, hoje transformado em pesadelo para todo o Oriente Médio…

      • Abba Eban, Theodor Herzl

         É triste o que ocorreu com o movimento sionista, Herzl, hoje se vivo fosse, e seus companheiros socialistas e internacionalistas, com toda a certeza, condenariam veementemente as ações punitivas israelenses – Herzl e os sionistas de origem, não religiosos, aceitariam em seu entorno, e participes de sua comunidade, seu Estado, a todos que nele vivessem. – é até bom que eles e seus seguidores não mais vivem, os humanistas do judaismo, militantes contra qualquer tipo de opressão, desde os “distritos judaicos do Tzar ” ( asquenazi ), ou dos sefardis oprimidos pelos Sultões otomanos.

          1948: Abba Eban ( como no arabe, no hebraico “abba’ é pai ), colocou em plenário, na 1a reunão do parlamento de Israel: ” É a Terra de todos os judeus da diáspora ( 70 D.C.), dos perseguidos pela “showa” (holocausto ), e de todos, independente de etnia e/ou religião, perseguidos por outros, quer por suas crenças, etnia, ou posição politica “

           Isto acabou, o sionismo mudou, foi comprado, em sua essencia, pelos doidos do “Eretz Israel” ( Israel Toranico), fora os pirados que vieram da Russia, após 1991, – é incrivel, EU VI : Beersheva, sul de Israel, estancia de praia, lugar lindo, não é Tel Aviv ( Montanha da Felicidade em hebraico) uma Europa, nem parece Israel – o lugar tem um partido Nazista, e meu guia falou: Em Haifa, é a sede deles – Cara, partido nazista, em Israel, com russos e descendentes:

            PAREI, desisti.

  37. Resposta a altura do Estado

    Resposta a altura do Estado Judeu para a nota guaipeca do Itamaraty. 

    Nunca a diplomacia brasileira esteve tão por baixo, a “boca” não tá boa…

     

    • Assim disse um dos que tem a

      Assim disse um dos que tem a sindrome do vira-lata: Nunca a diplomacia brasileira esteve tão por baixo, a “boca” não tá boa…ate parece que alguem que não regra pela cartilha dos sionistas não vai ser atacado e ofendido pelo odio cego e sem limites desse grupo fundamentalista e racista, na otica desses que tem a sindrome o Brasil deveria bater palmas para a matança indiscriminada de mulheres e crianças ou seja fazer o que a ONU faz:vista grossa.

    • Errado

      Não existe nenhum Estado Judeu (só se esqueceram de avisar os judeus). Existe um tal de Israel, mas é um Estado Sionista, governado por nazistas e habitado por gente que se acha judeu, mas é europeu ou ianque. O que saiu da boca do Palmor, o funcionário anti-semita, só tem sabor para os vira-latas errantes que assinam seus nomes em inglês.

  38. Brasil convoca embaixador

    Pois é, Nassif!

    Quem se preocupa com crianças, idosos, trabalhadores, enfim, gente de bem, que estejam morrendo numa guerra da qual não participam. Convoca-se um embaixador e o mundo se acaba, o país é anão, antisemitismo, cagão etc.

    Pergunto: E as pessoas que lá estão morrendo? Uma simples ideia para resolver o problema. Alguém tem?!!

  39. acho que israel quer um

    acho que israel quer um diplomata guerreiro… e não o de  um anão que defende os direitos de quem não tem muito lá a oferecer como recompensa.

    “um grande guerreiro… guerra? guerra não faz ninguém grande”… mestre yoda Star Wars

    ” é pelo o meu tamanho que voce me julga?  e não deverá pois meu aliado é a força. e um poderoso aliado ela é..” mestre yoda para luke skywalker – o império contra ataca

  40. Repúdio.

    O jornal The Jerusalem Post afirma que Palmor disse que “essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático”, e acrescentou que “o relativismo moral por trás deste movimento faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, aquele que cria  problemas em vez de contribuir para soluções”.

    Muito me preocuparia ser meu País um gigante diplomático cuja razão encontra-se na ponta de canhão de tanque apontado para um pai e um jovem filho de pouco mais oito anos idade segundos antes de ambos virarem pó.

    Muito me preocuparia ver meu País ser chamado de genocida, com uma conta macabra, onde, só nesta escalada ignominiosa em curso, já foram mortas quase 200 crianças, ao invés de ser chamado de anão diplomático.  Ah! o que me envergonharia muito seria ver um brasileiro criminoso, arrogante e covarde sentado no banco dos réus de uma corte internacional sendo julgado por crimes de guerra ou contra a humanidade, pois enquanto sociedadade civilizada teríamos falhado completamente.

    Não gostaria de ter este sangue em minhas mãos, tampouco jamais apertaria trigger de uma bomba de artefatos de fósforo ou de uma bomba de fragmentação sobre uma população civil, ambas armas banidas pelas convenções que impõe um mínimo de ética e humanidade aos horrores de uma guerra e que tem sido usadas nesta guerra insana desde sempre.

    Numa hora destas faço um imenso esforço para não cair na tentação e maldizer o sangue nobre derramado de partisans, de minha família daqui e de lá, e de tantos outros bravos combatentes que lutaram e lutam sempre pela Liberdade, e que ensopou o sagrado solo de Itália na luta contra o nazifascismo.

    A luta para os que lutaram pela Liberdade valeu a pena, pois ao seu final não mais haviam scudettos com a estrela de seis pontas e as pessoas passaram novamente a serem reconhecidas por seus nomes e sobrenomes e não mais pelo derogatório simplório de então, o “ebrei”. Fora-lhes resgatada a cidadania.

    Eram, de novo, livres. Voltaram a ser pessoas.

     

  41. Os de sempre ainda vem com

    Os de sempre ainda vem com esse blá blá blá do “direito de defesa” de Israel, direito esse que lhes permite usar até armas proibidas por convenções internacionais (gás sarin, bombas incendiárias, armas quimicas…) contra um povo, os palestinos, que eles dizem (segundo a interpretação das suas “sagradas escrituras”) ter invadido seus terrritórios.

    A atitude da diplomacia brasileira ainda deixou no barato o preço pra esses nazi-sionistas israelenses.

    Somos “anões diplomáticos’, ótimo Dilma, comecemos então a rever alguns dos nossos acordos comerciais com esse “gigante”.

  42. O Brasil fez o que outras nações devem fazer

    O Brasil está certo, o governo está certo e os anões de Israel não têm porque ficar irritados. Os sionistas  sabem muito bem o que fazem e não há motivos para nenhum país apoiar assassinos e genocidas.

  43. Israel não existe! É uma

    Israel não existe! É uma terra ROUBADA com sangue de inocentes!!

    Mas OK, vamos ao comentário…

    Se DEFENDER, Sr. Ministro, é atacar uma meia dúzia de gatos pingados e muitas MULHERES E CRIANÇAS, matando quase mil pessoas, por 27 desgraçados judeus?

    Ora vamos, que m*#@ é essa? Sou o único a ver o absurdo que é isso? É um MASSACRE COVARDE, eis o VERDADEIRO TERRORISMO que o MUNDO ASSISTE CALADO. E o Brasil, senhores, O ***BRASIL*** se opôs a essa barbárie FINANCIADA pelos EUA,  enquanto o mundo se omite. Quem não tem orgulho do próprio país devia respeitosamente ir habitar o inferno.

    Quem chama quem é contra de antisemita devia tomar uma dessas BOMBAS ISRAELENSES no cocar, essa p%#@# de “Israel” devia tomar uns cogumelos nucleares junto com seu financiador, ah se fosse possível defender OS INOCENTES que lá estão e explodir todos os infelizes que concordam com essa barbárie dessa tal “Israel”. Hitler está morto, mas Bush está vivo e bem, senhores…

    • A dilma, os nanicos da diplomacia e o pt…

      …agora são o Brasil.

      O perfeito exemplar do mais do que perfeito idiota latino americano, o sr. Felipe Calore. Um autêntico funcionário do MAV. Babando raivosamente sobre o teclado enquanto tenta reproduzir no teclado o texto que recebeu. Quanto você recebe por comentário?

  44. O Blaya perguntou se os líderes do hamas pensam nas crianças?

    A resposta é não!

    Khaled Meshaal, o próspero cidadão abaixo, que vive com um sultão no Catar, declarou que para os pacifistas do hamas não podem ser impostas condições para o cessar-fogo. Enquanto isto a esquerdolândia esquerdopata apoia os terroristas… e não consideram como erro os covardes terroristas islâmicos utilizarem civis como escudo. 

    • Melhore os argumentos
      Voce

      Melhore os argumentos

      Voce defende o genocidio dizendo que um cara falou sei lá o que do Hamas

      Israel tomou a Palestina por causa do Hamas que surgiu 50 anos depois ???

       

      • O quê é a tal Palestina?

        Israel não tomou Palestina nenhuma. Nunca existiu um grupo árabe chamado de palestino antes de ser inventado pelo Egito, Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, etc. nos anos 1950. O nome adotado para o lugar é uma velha reminiscência de um povo há muito desaparecido na história: os filisteus. Aliás com o objetivo de sepultar a antiga província romana/bizantina da Judéia, sucessora do Reino de Israel.

        Quando foi declarada a independência do Estado de Israel no dia seguinte cinco países árabes lançaram todo o seu poder bélico contra o recém criado país. Tomaram uma sova. Ai nasceu o problema, iniciado não pelos judeus. A partir daí ficou claro que qualquer fraqueza seria suficiente para o extermínio do Estado nacional judaico.

        Sobre genocídio faço tua a resposta que dei ao Ruy, acho eu…

    • Rebolla, os terroristas

      Rebolla, os terroristas covardes da ONU também usaram crianças como escudo contra os benevolentes israelenses?

      • Se fossem apenas os terroristas covardes da ONU na escola…

        …por mim deveriam ser enforcados nas próprias tripas. Se os funcionários da ONU fossem um povo seria favorável ao genocídio. Começando pelo Ban Kim Moon. Alguém aqui acha que considerei uma perda o terrorismo islâmico sunita ter explodido o apátrida do vieira de mello?

        • Faz sentido que uma pessoa do

          Faz sentido que uma pessoa do nível do Rebolla defenda o assassinato de defensores dos direitos humanos, como o Sérgio Vieria de Mello.

          Como todo bandido fascista, Rebolla defende o assassinato de pessoas que defendam o respeito aos direitos humanos.

    • Escudo, que escudo?

      É preciso ser muito sem noção para concordar com esse argumento de “escudo humano”. Ora, a população não tem para onde se refugiar e se realmente houvesse um “escudo humano” não haveria centenas de mortos entre os civis, a maioria crianças, mulheres e idosos, inclusive em hospitais e escola da ONU! .

      • Então por quê…

        …usam casas, mesquitas, escolas e hospitais como paióis?

        Então por quê instalam suas rampas de lançamento de foguetes em regiões residenciais densamente povoadas? Muitas vezes no próprio terreno onde estão escolas e hospitais? Sabem que virão as retaliaçoes sobre os pontos de lançamentos e que se danem os civis abrigados nos prédios.

        • Desculpas esfarrapadas

          Gaza toda é densamente povoada.

          AQlém disso todas as guerrilhas do mundo esconden-se em meio a populações civis.

          MAs somente regimes genocidas trucidam as populações civis indiscriminadamente para chegar aos terroristas.

          Os nazistas fizeram isso no Gueto de Varsóvia e Israel está fazendo isso em Gaza.

          Dizer que é culpa dos guerrilheiros enquanto mata civis em massa é uma desculpa para o genocídio.

          Se os guerrilheiros se escondessem em prédios onde morassem israelenses eles não iriam explodir tudo com todo mundo dentro.

          Desculpas esfarrapadas para o assassinato em massa.

          • Em 2005…

            …Israel entregou Gaza aos palestinos.

            O gueto de Varsóvia foi criado em 1940.

            Se Israel fizesse o mesmo que os nazistas o último palestino na região teria desaparecido por volta de 2009. Realmente semelhante… os judeus foram reduzidos a zero e em Gaza o número de habitantes aumenta em quase 4% ao ano. Interessante o significado de genocídio para você… uma nova modalidade: o com crescimento populacional.

          • Defender o massacre com firulas semânticas

            Definição da Wikipédia

            Genocídio – tem sido definido como o assassinato deliberado de pessoas motivado por diferenças étnicas, nacionais, raciais, religiosas e (por vezes) políticas. Há algum desacordo, entre os diversos autores, quanto ao facto de se designar ou não como genocídio os assassinatos em massa por motivos políticos (ver: engenharia social). O genocídio é um tipo de limpeza étnica.

            Minha resposta

            O assassinato em massa de palestinos motivado pela sua etnia caracteriza genocídio, independentemente da comunidade ser exterminada ou não.

            O assassinato em massa é motivado pelo aumento da população palestina e usado para reduzir a população, sua infra-estrutura e condições de vida, de modo a forçar a fuga para outros países na condição de refugiados. O crescimento da população palestina se dá APESAR dos massacres sistemáticos e não por causa deles.

            Você está defendendo o assassinato em massa de população civil, inclusive crianças, usando um expediente semântico que ainda por cima está errado. É nojento.

            Os nazistas usavam as mesmas desculpas para o assassinato em massa de judeus, que vocẽ está usando agora para o assassinato em massa dos palestinos.

            É nojento.

          • Se Gaza não fosse um feudo controlado pelos terroristas…

            …estariam morrendo pessoas lá? 

            As vítimas civis não morreram por ser árabes ou muçulmanas, você sabe muito bem disto. Quantos ataques militares ocorreram contra a Cisjordânia habitada pelo mesmo grupo étnico e professando a mesma religião?

            No Oriente Médio você sabe muito bem quem são genocidas. A Síria e o Iraque estão repletas. Nenhum deles judeu!

            Deixe a cegueira ideológica de lado e analise os fatos. Nojento é distorcer a realidade para a enquadrar no ideário político, utilizando para isto a mais torpe falsidade intelectual.

          • Cínico

            DIstorcer a realidade!!!!

            Não seja cínico, a realidade é que um exército organizado está bombardeando uma população civil e matando pessoas inocentes.

            Para uns poucos militantes mortos existem centenas e centenas de civis mortos.

            Bombardearam um hospital, atiraram contra uma escola repleta de crioanças.

            Os corpos estão sendo contados às centenas, com grande número de crianças atingidas. Se fosse um país árabe fazendo isso você estaria chamando-os de loucos genocidas e que acusar a MIM de cegueira ideológica?

            Vá para o inferno, ninguém está distorcendo a realidade. A realidade é um massacre cruel e desumano.

          • Gaza nao eh um “feudo

            Gaza nao eh um “feudo controlado por terroristas”.  Gaza eh a favela que Israel fez questao de fazer.

          • Na definição do Rebolla, se

            Na definição do Rebolla, se Israel massacrar “apenas” 3% da população de Gaza por ano, não haverá homicídio, pois ainda haverá crescimento populacional.

            Esse tipo de imbecil é ilustrativo do que é a direita leitora de Veja do Brasil.

             

          • Rebolando nos dados

            Esse cara é bom de estatística: 

            1. Se os judeus foram reduzidos a zero na 2ª Guerra, então aqueles que se dizem, não são. 

            2. O crescimento demográfico em meio a um massacre pode ser explicado: os semitas palestinos adoram fazer sexo. 

          • estão nos vídeos, sendo destruidos…

            mas, repare, com uma só explosão no que parece ser a entrada

            e por perto nenhuma casa, escola ou mesquita, só campo aberto

             

            mas tudo bem; você deve ser um daqueles que acreditam que o Hamas consegue fazer tudo isso que mencionou durante dias, semanas e meses, sem que a ONU fosse comunicada do fato ou permitisse

          • nenhuma até agora, nenhuma

            só um representante(?) declarando, mas que até agora ninguém sabe ao certo de onde ele estava falando

            mas com o tempo se descobre

        • Vc já pensou na hipótese que

          Vc já pensou na hipótese que o território da Palestina se resume ao tamanho do Plano Piloto de Brasilia?  Com um território tão exíguo assim e extremamente populoso….vc há de concordar que não sobra muito espaço para montar rampas de lançamento de foguetes.  

      • além disso…

        dezenas de mulheres e crianças que foram metralhadas nas ruas……………………

        foi assim que aconteceu: bombas nos prédios, civis correm desesperados para rua e são metralhados

          • Onde?

            Seguindo o seu raciocínio, não seria também o caso de perguntar onde estão as provas de que houve um holocausto e perseguição nazista aos judeus? Alguém conferiu os mortos, endereços e documentos de identidade?Ou você acha que os filmes mostrados, as fotos dos mortos e mutilados exaustivamente exibidos pela mídia são apenas encenação dos “terroristas”? Aceitar ou tentar justificar uma insanidade dessas…

            Você realmente acredita nas argumentos que defende?

    • Desculpas esfarrapadas

      Se os guerrileiros do Hamas se escondessem em prédios de Tel Aviv os aviões israelenses iriam bomaberdear esses prédios dizendo que as mortes de civis e crianças é apenas um efeito colateral e que o Hamas é o culpado das mortes?

      Não, claro que não. Porque eles dão valor à vida dos israelenses.

      Mas não dão valor à vida dos palestinos.

      Pode ser que o Hamas use os civis como escudos humanos, mas Israel usa esse fato como uma desculpa para matar civis palestinos indiscriminadamente.

    • Rebola, nao seja estupido (se

      Rebola, nao seja estupido (se possivel). Ninguem defende esses boca abertas do Hamaz. Vc fala tanto em “relativacao petista”, “ideologia comunista”, mas usa dessa retorica de filme do capitao america para separar em bons e mals dois lados estupidos, porque na guerra eh soh isso que ha. Quem vem com a grita de chamar quem quer o fim da matanca de antissemita deveria ficar um dia em gaz para ver o que eh bom pra tosse. 

    • Foi esse anão diplomatico que

      Foi esse anão diplomatico que garantiu a Assembleia da ONU, com Oswaldo Aranha como Secretario-Geral, onde foi aprovada a partição da Palestina para com um pedaço se criar o Estado de Israel, deveriam nos respeitar eternamente e não DEBOCHAR de um Pais que recebeu milhares de judeus,  tripudiando sobre uma tregédia humana dessa dimensão.

  45. Ô, BLAYA ..

    Então explique mais tecnicamente… pq esses foguetes do Hamas não chegam até Israel… Pq essa discrepancia? De um lado morre 800 e tantas pessoas.. Do outro 35.  Quem tem força? Me convença que Israel está apenas se defendendo. Explique por favor pq estou boiando … Tua explicação foi tão profunda que me deu um ’tilt’

  46. Melhor que ser “anão

    Melhor que ser “anão político” que ser “anão moral”. Israel se esforça de forma inaudita para se tornar um pária na comunidade internacional com essa política de terra arrasada e suas milhares de vítimas inocentes.

    Abssolutamente absurda essa desculpa de que o Hamas usa civis como escudos numa tentiva cínica e canestra de fugir das suas responsabilidades. Essa modus operandi nem sempre prevaleceu. Antes a inteligência(humana e eletrônica) identicava e distinguia os alvos e os militares faziam o resto. Assim ocorreu com o xeque paralítico Ahmed Yassin e com muitos verdadeiros ou não, terroristas. Foi a partir da predominância dos gabinetes dos radicais de Direita, adeptos do sionismo,  que a política e as ações genocidas.

     

    • Voce me tirou as palavras da boca.

      Prá resumir a imensa distância entre Brasil e Israel, só mesmo nossa sólida posição opção por ser anão diplomático e não anão moral.

      O resto? bem o resto voce nos blogs e alguns jornais dando conta do resultado das ações dos anãos morais.

  47. Esse “anão diplomatico” foi o

    Esse “anão diplomatico” foi o único a se manifestar mais duramente contra o massacre de civis inocentes (incluindo crianças!) realizado pela ofensiva israelense. A questão não pode se limitar a questão de esqueda e direita, como esses coxinhas filhinhos de papai se limitam a ver. 

  48. Caberia ao Brasil uma

    Caberia ao Brasil uma resposta à altura da arrogancia da chancelaria israelense mas infelizmente será amena, como sempre, quando era ora de reação de maior calibre. O Brasil foi o Pais que no ambito da ONU mais ajudou na criação do Estado de Israel em 1947, Israel jamais poderia fazer uma declaração nesse tom ofensivo contra o Brasil, que se manifestou CIVILIZADAMENTE sobre essa tragedia, a resposta dada por um funcionario de 3º escalão da chancelaria israelense é simplesmente inaceitavel. Nesse hora faz falta um chaceler boca-dura e grosso como Molotov.

    • Ô Motta…

      …um governo que permite que agentes de um governo estrangeiro reviste os seus ministros de Estado, como ocorreu na visita do Obama, tem moral para reclamar do quê?

      http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/03/19/ministros-sao-revistados-para-ouvir-discurso-de-obama-368902.asp

      A diplomacia rastaquera, antes dos pés descalços agora dos fundilhos apalpados…

      P.S. Não fale em Molotov, senão o Gilbertinho e os cupinchas irão começar a procurar garrafas…

      • Concordo com os cometários seus

        Deveriamos ter dado um pota pé na bunda destes americanos de merda por fazerem este tipo de coisa. Ainda não dá, mas chegará po dia que, com misseis e bomba atômica iremos fazê-lo!

    • Baixar ao nível israelense

      Baixar ao nível israelense seria um erro. Israel é um estado racista e genocída, governado por bandidos, é o maior violador do direito internacional do mundo, não está no mesmo nível que o Brasil.

      Qual a importância de Israel?

      País irrelevante, na verdade, um problema para o mundo, que se mantém graças ao apoio dos EUA, refém do lobby israelense.

      General Marshal foi um visionário quando alertou o presidente Truman – um político provinciano e ignorante, sem qualquer ranço de estadista, uma nulidade alçada à Casa branca pela morte de FDR – de que o apoio à criação do Estadod e Israel, às custas do povo palestino, criaria um estado permanente de guerra na região. Marshal tinha razão, e avisou o medíocre Truman, na sua cara, de que não votaria nele nas próximas eleições.

      Infelizmente, com os anos, a mediocridade de Truman se disseminou na política norte-americana, enquanto estadistas como Marshal simplesmente desapareceram.

    • Irrelevantes e anoes diplomaticos?

      Motta,

       

      finalmente te dou um 5, e concordo em genero, numero e grau!!!

      te coloco agora naquela categoria de que toda regra tem sua excecao. Ser tao conservador nao significa ser um nescio. Melhor, ser um conservador culto/consciente siginifica trazer contribuicoes relevantes.

      estava esperando ver os comentarios para listar meus dois centavos nesta questao, quando deparei com o artigo do Santayana, como sempre lucido, culto e profundo (mais abaixo).

      meus dois centavos:

      Irrelevantes?

      Israel nao podia ter sido tao ingrato com o Brasil. Se nao fosse o Brasil, e na pessoa de Oswaldo Aranha, eles sequer poderiam ser chamados de nacao, continuariam errantes entre as nacoes, como desde a queda de Jerusalem pelas tropas de Vespasiano (quando forem a Roma, visitem o Arco de Vespasiano em frente ao Coliseu).

      Talvez seja a hora de Netanyahu mudar o nome da Praca Aranha, em Jerusalem. Ou de lembra-lo dos milhares de vistos emitidos por embaixadores brasileiros na Europa, antes e durante a Segunda Guerra. 

      Anoes diplomaticos?

      quem abre TODAS as secoes da ONU? O Brasil.  

      Quem, alem de outras 10 nacoes do mundo, mantem relacoes diplomaticas com todos os membros da ONU? O Brasil.

       

      Realmente precisamos separar o que e’ ser judeu e o que e’ ser sionista. Fica cada vez mais dificil mNter estas duas tradicoes misturadas. A ultima e’ tao cega ( eu usaria um termo em ingles, blunder), que  encobre e esconde a riqueza da primeira.

       

      vejam agora o final do texto do Santayana:

       

      Antes de criticar a diplomacia brasileira, o porta-voz da Chancelaria israelense, Yigal Palmor, deveria ler os livros de história para constatar que, se o Brasil fosse um país irrelevante, do ponto de vista diplomático, sua nação não existiria, já que o Brasil não apenas apoiou e coordenou como também presidiu, nas Nações Unidas, com Osvaldo Aranha, a criação do Estado de Israel.   Talvez, assim, ele também descobrisse por quais razões o país que disse ser irrelevante foi o único da América Latina a enviar milhares de soldados à Europa para combater os genocidas   nazistas; comanda órgãos como a OMC e a FAO; bloqueou, com os BRICS, a intervenção da Europa e dos Estados Unidos na Síria, defendida por Israel, condenou, com eles, a destruição do Iraque e da Líbia; obteve o primeiro compromisso sério do Irã, na questão nuclear; abre, todos os anos, com o discurso de seu máximo representante, a Assembleia Geral da Nações Unidas; e porque — como lembrou o ministro Luiz Alberto Figueiredo, em sua réplica — somos uma das únicas 11 nações do mundo que possuem relações diplomáticas, sem exceção – e sem problemas – com todos os membros da ONU.

  49. De forma arrogante, um

    De forma arrogante, um “diplomata” israelense disse que desproporcional foi a derrota do Brasil por 7 a 1 contra a Alemanha. Poderia responder dizendo que desproporcional é a surra política que a diplomacia brasileira dá na “diplomacia” (aspas) de Israel. Mas prefiro dizer duas outras coisas apenas:

    1) parabenizar ao governo brasileiro, pela sua posição clara contra o genocídio que ocorre em Gaza. Uma agressão lesa-humanidade praticada por um dos mais bem armados e treinados exércitos do mundo contra um povo praticamente indefeso;

    2) lamentar que mais governos não tenham a mesma postura do Brasil, um gigante na diplomacia, que resolve os problemas com os vizinhos não jogando mísseis e tanques de guerra, mas dialogando, cedendo, às vezes, construindo uma unidade na diferença. Coisa que o estado sionista e nazista de Israel jamais soube fazer. A única linguagem “diplomática” que eles conhecem é o terrorismo de estado, a ocupação de territórios alheios, a destruição de milhares de vidas, a submissão do bravo povo palestino a condições desumanas, vividas no passado por outros povos, inclusive os judeus, cuja história o estado que diz representá-los renega.

    Pergunta-se: será que em nenhum momento o “diplomata” israelense não se indagou por que motivo um outro povo lança mísseis caseiros contra Israel? Por que isso não acontece com a maioria dos outros países do mundo? A justificativa deles é sempre esta, rasteira, a de que eles se defendem contra os mísseis do Hamas, como se todos fossem idiotas e incapazes de uma leitura mais ampla daquele contexto. 700 mortos do lado palestino, a maioria crianças e idosos, contra 30 do lado israelense, a maioria soldados.

    Como se não houvesse história, como se o estado de Israel não tivesse se apropriado dos territórios palestinos e empurrado a população palestina para verdadeiros campos de concentração, submetidos a todo tipo de humilhação e sofrimento.

    A humanidade deve se preocupar com o presente e o futuro dos palestinos; mas deve se preocupar também com um estado que detém ogivas nucleares e cujos representantes têm a cabeça voltada para a guerra e para a destruição. Se alguém ainda tem preconceito ideológico em relação aos palestinos, árabes, muçulmanos, pense pelo menos na condição humana, ameaçada, enquanto governos com alta capacidade de destruição continuarem agindo livre e impunemente. Isto vale sobretudo para Israel e seu protetor, o império norte-americano.

  50. Quem paga ?

       Em 2006 na 2a Guerra do Libano, contra o Hezbollah, Israel gastou o equivalente a 1,5% de seu PIB, foram US$ 3,0 Bilhões em 40 dias, sem contar os 121 militares mortos ( US$ 500 mil p/cd), e não computandoos seguros (vida e propriedades), e deslocamento da população.

        A cada disparo do Iron Dome /Tamir, são US$ 70.000,00, e nestes dias foram disparados mais de 600 ; a cada dia, a mobilização de 10.000 soldados para operar em Gaza, reservistas do T’sahal + as aeronaves da Heyl’ha’vir, chegam – sem morrer ou se ferir – US$ 20 Milhões POR DIA – Um disparo do tanque Merkava, básico anti pessoal, chega á US$ 5.000,00 por tiro; já de um M-109 ( artilharia auto-propulsada), sempre acompanhado de “designação de alvo”, uns US$ 7.500,00.

        Quem está pagando ? 

  51. Não é o caso , mas mtl vezes

    Não é o caso , mas mtl vezes um anão diplomático a um gigante truculento. Para ser diplomático …

  52. O Brasil e Unasul não podiam fingir que nada estava acontecendo

        Reação dura ? ridícula e idiota, colocaram até placar de futebol no meio, é impressionante como as autoridades israelenses são mesmo tempo infantis e brutais.