Há provas científicas da existência dos Espíritos? Parte IV, por Marcos Villas-Bôas

Há provas científicas da existência dos Espíritos? Parte IV

por Marcos Villas-Bôas

No texto anterior, terminamos tratando de Gabriel Delanne e William Crookes. O livro deste último é emblemático, pois é uma coletânea de artigos que vai demonstrando, ao longo dos meses, a evolução do pensamento do autor sobre o tema dos Espíritos. Ele inicia admitindo que não conhece quase nada sobre o assunto, mas que, por estarem todos interessados, entende ser importante submetê-los a experimentos científicos cuidadosos:

“Some weeks ago the fact that I was engaged investigating Spiritualism, so called, was announced in a contemporary: and in consequence of the many communications I have since received, I think it desirable to say a little concerning the investigation which I have commenced. Views or opinions I cannot be said to possess on a subject which I do not pretend to understand. I consider it the duty of scientific men who have learnt exact modes of working, to examine phenomena which attract the attention of the public, in order to confirm their genuineness, or to explain, if possible, the delusions of the honest and to expose the tricks of deceivers. But I think it a pitty that any public announcement of a man’s investigation should be made until he has shown himself willing to speak out.

A man may be a true scientific man, and yet agree with Professor De Morgan, when he says – ‘I have both seen and heard, in a manner which would make unbelief impossible, things called spiritual, which cannot be taken by a rational being to be capable of explanation by imposture, coincidence, or mistake. So far I feel the ground firm under me; but when it comes to what is the cause of these phenomena, I find I cannot adopt any explanation which has yet been suggested…The physical explanation which I have seen are easy, but miserably insufficient. The spiritual hypothesis is sufficient, but ponderously difficult’” (Researches in the Phenomena of Spiritualism, p. 3).  

Em tradução livre para o português, Crookes disse:

“Algumas semanas atrás, o fato de que eu me engajei no estudo do Espiritualismo, assim chamado, foi anunciado em um jornal contemporâneo [The Athenaum]: e em consequência às muitas comunicações que eu tenho recebido desde então, acho que é apropriado dizer alguma coisa sobre a investigação que comecei. Não se pode dizer que tenho visões ou opiniões sobre um tema que eu não finjo entender. Eu considero o dever de homens científicos que aprenderam modos exatos de trabalho examinar fenômenos que atraem a atenção do público, com o objetivo de confirmar a sua genuinidade, ou para explicar, se possível, as ilusões dos honestos e expor os truques dos enganadores. Mas, eu acho uma pena qualquer anúncio público sobre a investigação de um homem sem que ele tenha se mostrado disposto a falar.

Alguém pode ser um verdadeiro homem científico e, ainda assim, concordar com o professor De Morgan quando ele diz: “Eu vi e ouvi, de uma maneira que faria a descrença impossível, coisas chamadas de espirituais, que não podem ser tomadas por um ser racional capazes de explicação de impostura, coincidência ou erro. Até então, eu sinto o chão firme sob mim; mas, quando se trata da causa desses fenômenos, eu descubro que não posso adotar nenhuma explicação que já foi sugerida…As explicações físicas que eu vi são fáceis, mas miseravelmente insuficientes. A hipótese espiritual é suficiente, mas ponderadamente difícil” (Pesquisas nos Fenômenos do Espiritualismo, p. 3).  

Com postura típica do gênio que era, Crookes se deixa aberto a estudar o que se chama à época dele de Espiritualismo e verificar se, de fato, eram os Espíritos que estavam ajudando a promover aqueles acontecimentos estranhíssimos e inexplicáveis pelas leis conhecidas da Física até então. Em trecho posterior, ele afirma serem necessárias, para concluir pela existência de algo “espiritual”, a “exatidão da observação” e uma prova cabal, convincente:

“My whole scientific education has been one long lesson in exactness of observation, and I wish it to be distinctly understood that this firm conviction is the result of the most careful investigation. But I cannot, at present, hazard even the most vague hypothesis as to the cause of the phenomena. Hitherto I have seen nothing to convince me of the truth of the ‘spiritual’ theory. In such an inquiry the intellect demands that the spiritual proof must be absolutely incapable of being explained away; it must be so strikingly and convincingly true that we cannot, dare not deny it.

Faraday says: ‘Before we proceed to consider any question involving physical principles, we should set out with clear ideas of the naturally possible and impossible’. But this appears like reasoning in a circle: we are to investigate nothing till we know it to be possible, whilst we cannot say what is impossible, outside pure mathematics, till we know everything” (Researches in the Phenomena of Spiritualism, p. 4).  

Em tradução livre:

“Toda a minha educação científica tem sido uma longa lição em exatidão da observação e eu desejo que seja nitidamente entendido que essa firme convicção é resultado da mais cuidadosa investigação. Mas, eu não posso, no momento, arriscar até a mais vaga hipótese relativa à causa dos fenômenos. Até aqui, eu não vi nada que me convença da verdade da teoria ‘espiritual’. Numa questão como essa, o intelecto demanda que a prova espiritual deva ser absolutamente incapaz de ser afastada; ela deve ser tão contundentemente e convincentemente verdadeira que nós não possamos nos atrever a negá-la.

Faraday diz: ‘Antes de procedermos a considerar qualquer questão envolvendo princípios físicos, nós deveríamos fixar ideias claras sobre o possível e o impossível’. Mas, isso parece argumentar em círculos: nós não iremos investigar nada até saber que é possível, enquanto que nós não podemos dizer o que é impossível, fora da matemática pura, até que nós conheçamos tudo” (Pesquisas nos Fenômenos do Espiritualismo, p. 4).  

Como um excelente cientista que era, Crookes demonstra postura bem cética em relação a Espíritos estarem por trás dos fenômenos, porém não se fecha para a possibilidade, percebendo que, se quisermos aprender mais, precisamos compreender primeiro que não sabemos de quase nada, que o nosso campo do “possível” hoje ainda é muito limitado e que só descobriremos que o supostamente impossível é possível quando pesquisarmos sobre ele com cuidado.

Todo o primeiro capítulo do livro de Crookes corresponde a um primeiro artigo que ele publicou sobre o tema, como visto, por conta de um periódico ter exposto o fato de que ele estaria investigando sobre o Espiritualismo, o que era – e ainda é, em regra – muito mal visto no meio científico. Mesmo que hoje ainda exista muito preconceito, naquela época o tema era incipiente e havia bem menos estudiosos interessados nele.

Como muitos outros cientistas sérios da época, a novidade dos fenômenos espirituais parecia algo muito espetaculoso a Crookes e a falta de maior postura crítico-científica dos espíritas o incomodava. Ele faz a seguinte crítica:

“The pseudo-scientific spiritualist professes to know everything: no calculations trouble his serenity, no hard experiments, no long laborious readings; no weary attempts to make clear in words that which has rejoiced the heart and elevated the mind.

[…] The spiritualist tells of flowers with the fresh dew on them, of fruit, and living objects being carried through closed windows, and even solid brick-walls. The scientific investigator naturally asks that an additional weight (if it be only  the 1000th part of a grain) be deposited on one pan of his balance when the case is locked. And the chemist asks for the 1000th of a grain of arsenic to be carried through the sides of a glass tube in which pure water is hermetically sealed.

The spiritualist tells of manifestations of power, which would be equivalente to many thousands of ‘foot-pounds’, taking place without known agency. The man of science, believing firmly in the conversation of force, and that it is never produced without a corresponding exhaustion of something to replace it, asks for some exhibitions of power to be manifested in his laboratory, where he can weigh, measure, and submit it to proper tests” (Researches in the Phenomena of Spiritualism, p. 6-7). 

Em tradução livre:

“O espiritualista pseudocientífico professa saber de tudo: nenhum cálculo perturba sua serenidade, nenhum experimento difícil, sem longas leituras laboriosas; sem cansativas tentativas de deixar claro em palavras que regozijem o coração e elevem a mente.

[…] Os espiritualistas falam de flores com o orvalho fresco sobre eles, de frutas e objetos vivos sendo carregados por janelas fechadas e até por paredes sólidas. O investigador científico naturalmente pede que um peso adicional (mesmo que seja a milésima parte de um grão) seja depositado num prato da sua balança quando a caixa estiver fechada. E o químico pede que o milésimo grão de arsênico seja carregado pelos lados de um tubo de vidro no qual água pura está hermeticamente selada.

Os espiritualistas falam de manifestações de poder que seriam equivalentes a muitos milhares de “libras” acontecendo sem agência conhecida. O homem da ciência, acreditando firmemente na conservação da força, e que ela nunca é produzida sem uma correspondente exaustão de algo para substituí-la, pede que algumas exibições de poder sejam manifestadas em seu laboratório, onde ele pode pesar, medir e submetê-la a testes próprios” (Pesquisas nos Fenômenos do Espiritualismo, p. 6-7).     

Crookes revelou uma postura de cético, crítico e iniciante na matéria. Colocava no seu pensamento a sua experiência de cientista natural, provavelmente não conhecia a fundo as pesquisas de Kardec e claramente não considerava científico outro método, senão o materialista, ou seja, o de pesar, medir e movimentar objetos dentro de um laboratório físico-químico.

Como Kardec, apesar de ter se graduado em Ciências e Letras, e feito doutorado em Medicina, tinha uma perspectiva mais pautada em Letras, Educação, Pedagogia, Metodologia e Filosofia, seus métodos não agradavam, em regra, os físicos e químicos da época, que apenas consideravam ciência aquilo que saía de dentro dos laboratórios com tubos de ensaio e balanças.

Essa visão materialista, para a época, era ainda perfeitamente compreensível; no entanto, nos dias atuais, mostra profunda ignorância científica, pois a diversificação das ciências e o avanço nos estudos de Metodologia e Epistemologia mostraram que há muitos variados métodos científicos e formas de conhecimento aceitas pela ciência.

Neste texto, não haverá espaço para aprofundar na incrível evolução das investigações de Crookes, que mereciam ser retratadas em um filme, mas, no próximo, trataremos delas com detalhes. De um dos cientistas mais respeitados do mundo à época, de um gênio descobridor, ele passou a ser motivo de chacota simplesmente porque expôs fenômenos reais, físicos, porém desconhecidos e temidos pela maioria dos cientistas.

O seu livro conta pequenos detalhes dos múltiplos experimentos que realizou, trazendo, dentre outras informações, desenhos e relatos de testemunhas. Chegaremos lá. Por enquanto, fiquemos com o seguinte relato:

“Among the remarkable phenomena which occur under Mr. Home’s influence, the most striking, as well as the most easily tested with scientific accuracy, are – (1) the alteration in the weight of bodies, and (2) the playing of tunes upon musical instruments (generally an accordion, for convenience of portability) without direct human intervention, under conditions rendering contact or connection with the keys impossible. Not until I had witnessed these facts some half-dozen times, and scrutinized them with all the critical acumen I possess, did I become convinced of their objective reality. Still, desiring to place the matter beyond the shaddow of doubt, I invited Mr. Home on several ocasions to come to my own house, where, in the presence of a few scientific enquirers, these phenomena could be submitted to crucial experiments.       

[…] I confess I am surprised and pained at the timidity or apathy shown by scientific men in reference to this subject […], but I soon found that to obtain a scientific committe for the investigation of this class of facts was out of question, and that I must be content to rely on my own endeavours, aided by the co-operation from time to time of a few scientific and learned friends who were willing to join in the inquiry.

Em tradução livre:

“Dentre os fenômenos marcantes que ocorrem sob a influência do Sr. Home, os mais arrebatadores, como também os mais facilmente testados cientificamente com precisão, são: (1) a alteração no peso de corpos e (2) tocar notas em instrumentos musicais (geralmente um acordeon, por conveniência de portabilidade) sem intervenção humana direta, sob condições que tornam impossível o contato ou a conexão com as notas. Não antes de testemunhar esses fatos ao menos meia dúzia de vezes e de os ter escrutinizado com toda a perspicácia que eu possuo, eu fiquei convencido da sua realidade objetiva. Ainda, desejando colocar o assunto fora de dúvida, eu convidei o Sr. Home em várias ocasiões para vir a minha casa, onde, na presença de alguns investigadores científicos, esses fenômenos poderiam ser submetidos a experimentos cruciais.

[…] Eu confesso que estou surpreso e dolorido pela timidez e apatia mostrada pelos homens científicos em referência ao assunto […], mas eu logo descobri que obter um comitê científico para a investigação dessa classe de fatos estava fora de questão e que eu devo estar contente de contar com os meus próprios esforços, adicionados pela cooperação, de tempo em tempo, de alguns amigos científicos e preparados que estavam dispostos a se juntar à pesquisa”.

A leitura dos artigos de Crookes revelam um cientista crítico, cético, perspicaz, que envidou seus esforços para realizar experimentos repetidos sobre os fenômenos e que, somente a partir daí, passou a acreditar neles.

Alguns leitores do blog perguntavam porque os Espíritos apenas levantavam mesas, e não tocavam instrumentos, por exemplo. Bom, está aí a resposta: eles tocam instrumentos e podem fazer mais uma porção de coisas, que ficaram comprovadas na investigação de Crookes.

Se não houve larga repetição dos experimentos, apesar de que, como visto e como veremos, testes semelhantes foram feitos por Flammarion, Richet, Delanne e outros, é porque muitos cientistas não se interessam pelo tema. Alguns têm medo; outros acham preconcebidamente tudo fantasioso demais, mesmo antes de investigarem; muitos têm receio de “sujar” sua carreira científica e apenas estão preocupados com pesquisas que lhes darão retorno financeiro em curto a médio prazo; etc.

Como temos dito aqui, a existência de Espíritos está cientificamente comprovada há mais de 100 anos, porém, certamente, com o enorme avanço tecnológico das últimas décadas, ficará ainda mais fácil realizar essa comprovação nos próximos anos.          

 

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33 comentários

  1. Pequena Contribuição

    Quantas pessoas já não sentiram.

    Você já sentiu a presença do seu anjo da guarda perto de você? Os anjos são os seres celestiais mais próximos dos humanos e são responsáveis por nos proteger e nos guiar para o melhor caminho. Quando eles estão ao nosso lado, podemos senti-los através de sinais muito sutis. Veja abaixo quais são eles e comece a notar as visitas do seu anjo da guarda.

    Os anjos são criaturas não-físicas que possuem vibrações diferentes das nossas, por causa disso podemos sentir a presença deles através de diferentes sinais muito sutis. Algumas pessoas são mais sensitivas do que outras e podem perceber esses sinais mais facilmente. Os 5 sinais descritos abaixo são algumas das experiências mais comuns relatadas por pessoas de todo o mundo.

    1 – Alterações de temperatura no ambiente

    A maneira como os anjos vibram podem alterar a movimentação das moléculas do ar, retardando-as (tornando o ambiente mais frio) ou acelerando-as (tornando o ambiente mais quente). Quando o ambiente muda de temperatura inexplicavelmente ou você sente um calafrio ou um calor repentino, pode ser a presença do seu anjo perto de você.

    2 – Voz que chama pelo seu nome

    Nosso anjo da guarda conhece o nosso nome, e ao nos resguardar eles podem mencioná-lo e a sua voz chegar até o nosso ouvido. Sabe aquela sensação de: “parece que alguém me chamou!” e quando você pergunta às pessoas ao seu redor elas dizem: “eu não disse nada”? Só você ouve o seu anjo da guarda te chamar.

    3 – Sentir como se estivesse acompanhado ou sendo seguido

    Muitas vezes sentimos a calma da presença do nosso lado, nos acompanhando. Quando estamos parados, a presença dele nos acalma, como se fosse a presença de alguém querido de quem gostamos de estar perto. Se estivermos em movimento, parece que tem alguém ao nosso lado. Esse sentimento não é acompanhado de medo, mas sim de muita confiança nessa companhia.

    4 – Luminosidades coloridas

    Se você vir alguma luz colorida perto de você ou ao seu redor, não se assuste. Muitas vezes quando os nossos anjos tentam nos alcançar eles produzem faíscas de luz que geram alteração na vibração do ar e sentimo-nos rodeados por uma luz colorida, a maioria dos relatos falam de uma luz azul ou amarela. Não tenha medo, é só o seu anjo tentando te proteger.

    5 – Comunicação através dos sonhos

    Essa é a forma mais comum de perceber a presença do nosso anjo da guarda. Você acorda mais leve, tranqüilo, e mesmo se não se lembrar do sonho, parece que o caminho a seguir ou a decisão a ser tomada se torna mais clara, mais óbvia. Sentimos-nos mais confiantes e sensatos porque fomos aconselhados pelos nossos anjos da guarda durante o sono.

      • Caro Ivan, a questão é: se

        Caro Ivan, a questão é: se podemos acreditar em un, o que impede de acreditar no outro?

        • WHAT?!?!?!?!
          Sua pergunta

          WHAT?!?!?!?!

          Sua pergunta esta alem da minha capacidade de te responder, Evandro.  E ja demonstra que voce nao sabe patavinas sobre Espiritismo.  Nem sequer Kardec.  A gente falando de essencias existenciais e voce nos sai com anjos me pedindo pra te esclarecer sem voce ter lido uma unica linha a respeito de Espiritismo?

          Nao eh pra mim essa barra.

           

           

           

          Por sinal, Nassif, eu tou com vontade de jogar tanta merda no ventilador que voce nao tem nem ideia.  Nada a ver com voce, Evandro.

          • Obrigado Ivan
            Aqui já estamos com o suficiente e nem tá dando pra limpar.
            E realmente, nada entendo de espiritismo, a não ser o que me falam alguns espíritas. Como sou da área de Ciências, fica realmente muito difícil aceitar.
            Quando coloquei a questão dos anjos foi para mostrar que tudo é possível pela palavra. As religiões estão aí para demonstrar.
            E como fica, tem os livros do Umberto Eco-em especial O Nome da Rosa e o Pêndulo de Foucault- onde ele apresenta a questão da verdade expressa no que está escrito.

  2. Enrolação, divagação e subjetivismo estéril!

    Do primeiro ao vigessimo oitavo parágrafo se escreveu muito e não disse nada. Foram apenas reflexões estéreis, com alto grau de dúvida quanto a suposta cientificidade do espiristimo. Nem Crookes nem Farady indicaram:

    1°) o sujeito da investigação espírita – nem demonstraram como e porquê deveria se-lo:

    2°) o objeto da investigação – sua existência para qualquer investigador, mesmo que “céptico”;

    3°) o método de invistigação – como se observar e registrar os fantasmas;

    4°) tipo de hipóteses próprias ao objeto – se isentas de julgamento de valor quanto a pecados;

    5°) se aborbará todas manifestações objetais – fantasmas bons e maus.

    A ignorância espírita é abjeta. 

    • Caro Zé Ruela, para que

      Caro Zé Ruela, para que enviar o mesmo comentário rasteiro por três vezes ?

      Quer escrever baboseiras tudo bem, mas mande uma só vez, por obséquio.

       

      • Acontece isto muitas vezes na internet

        Meu caro, você não percebeu que foi porque ele dever ter pensando que o comentário dele não tinha sido gravado?

        Antes de acusar, pratique mais na internete que verá que isto é comum.

        O que importa é o conteúdo do que ele disse, que é bem relevante e sério muito mais do que sua crítica fútil

    • “3°) o método de invistigação

      “3°) o método de invistigação – como se observar e registrar os fantasmas”:

      Eu vejo espiritos, filho da puta.  Vai tentar me convencer que eu nao vejo ou vai ficar gigolando “explicacoes” igual o governo dos Estados Unidos tentou comigo 24 horas por dia?  Porque eh que os filhos da puta nao me prenderam se ja tinham “informacao”?  Porque nao me condenaram?

      Espirita NAO ESTA AQUI PRA SER GIGOLADO PELA SUA PUTADA, OK?  Ja tentou.pagar um centavo que seja ultimamente?

      O governo dos EUA tambem nao.  Igualmente me apagaram da historia em TUDO que eu encostei.  Nao houve uma porta aberta, um “good job, Ivan”, um unico “muito obrigado”, uma chance, uma escolha, uma palha movida por mim, zero beneficios.

      NADA.

      E eh exatamente isso que eu estou esperando de voce.  “Entregando a mercadoria” ou nao.

      Va se fuder pra outros cantos, filho da puta.

      • Acho que alguem passou do

        Acho que alguem passou do ponto aqui, não?

        Ver fantasma, definitivamente, não faz bem… hihihi

  3. Enrolação, divagação e subjetivismo estéril!

    Do primeiro ao vigessimo oitavo parágrafo se escreveu muito e não disse nada. Foram apenas reflexões estéreis, com alto grau de dúvida quanto a suposta cientificidade do espiristimo. Nem Crookes nem Farady indicaram:

    1°) o sujeito da investigação espírita – nem demonstraram como e porquê deveria se-lo:

    2°) o objeto da investigação – sua existência para qualquer investigador, mesmo que “céptico”;

    3°) o método de invistigação – como se observar e registrar os fantasmas;

    4°) tipo de hipóteses próprias ao objeto – se isentas de julgamento de valor quanto a pecados;

    5°) se aborbará todas manifestações objetais – fantasmas bons e maus.

    A ignorância espírita é abjeta. 

  4. THE SPIRITIST RELIGIONS OF BRAZIL WITH STANLEY KRIPPNER

     

    https://www.youtube.com/watch?v=LrydSkQril0

     

    Stanley Krippner (born October 4, 1932) is an American psychologist, parapsychologist, and an executive faculty member and Professor of Psychology at Saybrook University in Oakland, California. Formerly, Krippner was director of the Kent State University Child Study Center (of Kent, Ohio), and director of the Maimonides Medical Center Dream Research Laboratory (of Brooklyn, New York). Krippner has written extensively on altered states of consciousnessdream telepathyhypnosisshamanismdissociation, and parapsychological subjects. Krippner was an early leader in Division 32 of the American Psychological Association, the division concerned with humanistic psychology, serving as President of the division from 1980 – 1981.[5]He also served as president of division 30, the Society for Psychological Hypnosis, and is a Fellow of four APA divisions. He has conducted experiments with Montague Ullman into dream telepathy at the Maimonides Medical Center

  5. Qual credo?

       Acho normal os comentários dos descrentes , e falta de conhecimento ,por parte dos mesmos . Os Srs. deveriam dizer aqui, qual religião , ou credo que professam , mas de antemão digo que ,todos são bons ,pois todos levam à Deus. Fiz treis afirmações acima ,e até o momento não vi aqui respostas às mesmas. O espiritismo é refugio de quem questiona  opina ,e encontra o seu caminho. Estará sempre aberto a objeções ,questionamentos ,pois não é fato pronto e acabado ,pois ai sim estaria contrariando Darwin . Aliás o cientista ficou atento tão sómente ao corpo fisico ,não a Alma . Com o Genoma passamos a enxergar a memória Presente ,Passado e  a dimensão do Futuro grandioso reservado por Deus.

    • A questão é outra: ciência x farsa cientifica espírita.

      Caro, o debate que o evangilador espírita colocou aqui não é acerca de credo.

      É da falsa afirmação de que espíristimo é ciência. 

      • Nao basta pra voce ser a

        Nao basta pra voce ser a abjeta nodoa deflorada do blog nao?

        Ainda tem que escrever “afirmacao diki” e achar que ta abafando?

    • Não há palavras finais a não ser em doutrinarismo dogmáticos

      Este site, pelo menos até agora, não é um portal religioso onde se faz proselitismo desta ou daquela religião. É um local secularizado, ou seja, não religioso por natureza (a não ser que perca esta condição, neste caso, o público secularizado que não está interessando em entabular polêmicas religiosas se afastará). Esta comunidade de leitores e comentaristas segue o blog do Nassif por conta da acurada capacidade de análise socioeconómica dele e não por causa de convicções religiosas que ele defende (se defende, o que é um direito dele, não o faz de modo a criar um clima de animosidade e de proselitismo religioso em favor desta ou daquele religião ou interpretação religiosa).

      É um iste bem tolerante e democrático, mas dentro de um parêmtro secularizado de respeito à diversidade de pensamento. Portanto, os leitores habituais deste blog irão sempre estranhar sim dogmatismos religiosos e discussões estéreis. Afinal, o olhar predominante dos que leem este blog é para as questões deste mundo sim, afinal, a maioria tem um preocupação legítima com a análise científica das questões do contexto econômico, social e político e não está interessanda em desvendar mistérios espirituais. Se estivéssemos em busca de cartilhas religiosas, este não seria o local adequado. Há muitos sites espíritas, budistas, hinduístas, judaicos, católicos, evangélicos, islâmicos etc. 

      Não somos contra a liberdade de crenças e de religião. Mas a maioria de nós é contra sim o proselitismo religioso que se disfarça de linguagem científica. Não há nada de mais anti ético do que distorcer teorias, fatos e metodologias só para defender uma causa, seja ela secularizada ou religiosa. Do mesmo modo que se fala em jornalismo honesto com os fatos (por mais complexo que seja o entendimento sobre o que vem a ser fato social, econômico e político), é necessário também defender a honestidade de argumentação humanista que repudie claramente os sofismas gratuitos de gente que está por demais impregnada de sua verdades incontestáveis e sequer consegue perceber os parâmetros estreitos de seu pensamento (que são dogmáticos exatamente por isto mesmo, porque não se reconhece a si mesmo dentro destes estreitos parâmetros e porque não aceita que se questione estes parâmetros sem atribuir ao outro a condição de “descrentes” que não tem “conhecimento”).

      Mas, em se tratanto de um pensamento minimamente secularizado, humanista, não se pode aceitar o relativismo total de que basta afirmar tal ou qual coisa (como no suposto conceito de “prova retórica”) para que ela seja uma verdade. Pior ainda, acrescentando-se a estas frases o critério da autoridade ou da revelação. Isto é um retrocesso social, político e cultural que não aceitamos mais passivamente desde pelo menos o Iluminismo, por mais limitado, racionalista, eurocêntrico e ingênuo quanto ao progresso que os pensadores iluministas possam ter sido. Desde o começo da era Moderna, pós Idade Média, o pensamento escolástico integrista, baseado supostamente na lógica aristotélica, foi duramente questionado e o pensamento inquiridor propriamente científico a respeito do mundo, do ser humano e do universo se viu livre de amarras dogmáticas do pensamento teológico sistemático (seja ele católico, protestante, judaico, islâmico, budista, hinduísta ou kardecista).

      É muito obscurantista, no sentido de ser muito preconceituoso, classificar os ateus como seres inferiores que não merecem respeito à sua dignidade humana e ao seu direito livre de não crer nesta ou naquela doutrina religiosa. A observação sociológica e antropológica revela que há diversas maneiras de viver valores que não precisam necessariamente estar ligados a esta ou aquela doutrina ou sistema religioso. Por outro lado, o bom senso, no cotidiano, está pleno de lembraças de que muitas vezes são ateus as pessoas mais éticas, generosas, desprendidas materialmente do que muitos dos que se dizerm religiosos e acreditam que “fora da caridade não há salvação” (eu pessoalmente conheci muitos comunistas, ateus, muito mais generosos e éticos como seres humanos, desprendidos das coisas materiais e das posses, do que muitos dos kardecistas com os quais convivi ao longo de minhas seis décadas de vida).

      O espiristimo não é refúgio de quem tem espírito inquieto e questionador, típico da ciência, seja ela qual for. Ao contrário, o espiritismo kardecista é não só um amortecedor bem estruturado da indagação lilvre e questionadora, mas um abrigo muito fácil para quem quer se isentar de pensar reflexivamente, constantemente, e prefere o conforto das certezas pensadas por outros, especialmente se estão escritas em livros escritos há mais de cem anos atrás (ficam com a desculpa de que estão diante de uma verdade provada de uma vez por todas, em um sistema dogmático que chamam de doutrina). Manter a mente aberta significa não aceitar que a maneira de pensar, de crer, de raciocinar, de viver, finalmente, seja moldada por doutrinas sectárias, baseadas unicamente na fé e nas crenças de quem difunde e sustenta tais doutrinas religiosas. Ninguém pode rotular os outros gratuitamente só porque não se adere a sua doutrina. Isto é intolerância e falta de traquejo democrático de convivência com a diferença (ninguém é menos ou mais, inferior ou superior, só porque pensa diferente e o kardecismo está sim baseado em uma escla de valores classificatória que define as outras crenças pela menor ou maior proximidade com si mesmo, tendo-se como a mais elevada revelação dos espíritos à humanidade. Portanto, nada mais discricionário, arrogante e pouco humanista do que este espírito doutrinador, consciente ou inconsciente. 

      Na democracia e na ciência, não existem palavras finais. Muito menos alguém ou um sistema, ou escola, que possa se arvorar em ter o monopólio do conhecimento, da verdade, da doutrina, da maneira humana correta de viver. Ninguém tem este poder de classificar povos como Inferiores ou superiores, crenças como primitivas ou civilizadas… A não ser os velhos e pretensos modos eurocêntricos coloniais tão archaicos que ainda teimam em colonizar mentes e doutrinar incautos.

  6. Espiritismo em pauta

    Bela série de artigos sobre espiritismo, sempre focando aspectos muitas vezes desconhecidos do público, enriquece o conhecimento, muitas vezes quebrando paradigmas. Lembramos sempre que todas religiões cristãs ou não de alguma forma creem na existência de espíritos e sua caminhada na vida material e vida espiritual, a diferença para o espiritismo que essa caminhada é sempre para frente em um processo reencarcionista e evolutivo, por isso o darwinismo faz parte deste universo, que é uma exceção dentro do cristianismo face as teorias creacionista e design inteligente propagadas pelo catolicismo e principalmente pelas igrejas protestantes, tendo até  museus um deles funciona em Kentucky EUA para explicar o surgimento da vida baseado no livro do Gênesis. A base doutrinária do espiritismo está no Novo Testamento, diferentemente do que ocorre nas diversas religiões cristãs, algumas até pregando para seguir à letra até o Velho Testamento. Portanto é uma doutrina que é atualizada constantemente através da literatura disponível com milhares de títulos e temas através do cunho da FEB e outras entidades sérias que publicam estes livros.

  7. Enrolação, divagação e subjetivismo estéril!

    Do primeiro ao vigessimo oitavo parágrafo se escreveu muito e não disse nada. Foram apenas reflexões estéreis, com alto grau de dúvida quanto a suposta cientificidade do espiristimo. Nem Crookes nem Farady indicaram:

    1°) o sujeito da investigação espírita – nem demonstraram como e porquê deveria se-lo:

    2°) o objeto da investigação – sua existência para qualquer investigador, mesmo que “céptico”;

    3°) o método de invistigação – como se observar e registrar os fantasmas;

    4°) tipo de hipóteses próprias ao objeto – se isentas de julgamento de valor quanto a pecados;

    5°) se abordará todas manifestações objetais – fantasmas bons e maus.

    A ignorância espírita é abjeta. 

  8. Devaneios espíritas!

    Os espíritos superiores são bem superiores, levantam mesa e pedras! Não tem nada mais complexo para fazerem? Essa é maior tarefa que sua inteligência conseque fazer?

    Esses experimentos e espíritas superiores são uma ofensa a inteligência: toca instrumento, ou seja, sabem nota musical! Bem poderiam então escrever num quadro com giz ou mesmo falar, pois tudo é processo biológico que exigem alguma ação dos fantasmas, seja qual for. 

    Poderiam, portanto, os fantasmas se comunicarem com qualquer um, sem exigência das projeções do incosciente dos mediuns, de suas alucinações e detuparções da realidade.

    A ignorância espírita é abjeta!

  9. Sem querer ofender, em absoluto

    Só quis comentar na possibilidade de se acreditar em qualquer coisa que se queira se não se consegue ser contradita.

  10. Fallen Filme Dublado (Anjos Caídos) ❤❤

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=drmpqpeESuI%5D

    Responsabilizada pela misteriosa morte de seu namorado, Luce é mandada para o reformatório Sword & Cross, onde se aproxima de Daniel Grigori, sem saber que ele é um anjo apaixonado por ela há milênios. Ao mesmo tempo, a protagonista da trama não consegue se manter afastada de Cam Briel, que também é um anjo e há tempos luta pelo amor de Luce. Isolada do mundo exterior e assombrada por estranhas visões, ela começa aos poucos a desvendar os segredos de seu passado e descobre a verdadeira identidade dos anjos caídos, bem como o amor que nutriram por ela ao longo de séculos. Luce deve, então, fazer sua escolha.

      

     

  11. aforismosubstantivo
    aforismo
    substantivo masculino
    máxima ou sentença que, em poucas palavras, explicita regra ou princípio de alcance moral; apotegma, ditado.
    texto curto e sucinto, fundamento de um estilo fragmentário e assistemático na escrita filosófica, ger. relacionado a uma reflexão de natureza prática ou moral. 

  12. Prova “científica” de que a terra é plana

    Um experimento bem ao nível do que quer “provar” o autor dos textos.

     

     

    Esse homem levou um nível para um avião para provar que a Terra é plana

     

    http://hypescience.com/esse-homem-levou-um-nivel-para-um-aviao-para-provar-que-terra-e-plana/

     

    Mesmo que tenhamos provas infindáveis de que a Terra não é plana há muito tempo, parece que algumas pessoas simplesmente não querem aceitar esse fato.

    Um teórico da conspiração do Youtube (sim, aparentemente isso é uma coisa que existe) mostrou que a pseudociência não tem limites: ele levou um nível em um avião, na esperança de convencer as pessoas de que a Terra é plana.

    Para “lançar luz” sobre a situação, D Marble filmou sua viagem e a compartilhou com o público, para mostrar a “verdade”.

     

    O “experimento”

    O “realista” – como ele próprio se descreve – fez um voo da Carolina do Norte para Seattle, para observar se o piloto mergulharia o nariz do avião para “compensar a curvatura” (nos perdoe o excesso de aspas, mas ele é absolutamente necessário).

    O conspiracionista explica: “Eu gravei um time-lapse de 23 minutos e 45 segundos, que por essas medições significa que o avião viajou um pouco mais de 203 milhas [cerca de 326 quilômetros]. De acordo com a matemática da curvatura dada para explicar o modelo de globo, isto deveria ter resultado em uma compensação de 5 milhas (8 km) de curvatura. Como você verá, não houve compensação mensurável de curvatura”.

    Cientistas de todo o mundo, esqueçam todas as pesquisas e anos de trabalho duro que vocês tiveram! Vocês estão todos completamente errados, e na verdade D Marble é o único com as respostas certas. Não sei como ninguém pensou em levar um nível para um avião antes! (Se algum inocente levou esse parágrafo a sério, fica o alerta de ironia).

     

    A repercussão

    D Marble se tornou viral graças ao seu experimento, mas nem sempre pelas razões que ele estava esperando.

    Vamos dar-lhe um ponto pela criatividade, mas zero em ciência (como já era de se esperar de alguém que nega o formato da Terra).

    Ele parece ter alguns argumentos válidos, variando da física de ensino médio ao senso comum, mas sua ideia foi simplesmente ruim. Para começar, o nível requer muita quietude para que a bolha dentro dele se alinhe, o que a viagem de avião não pode realmente garantir. O usuário do Twitter @Tom_On_Line foi rápido em lembrar disso: “Notável como o avião ficou 100% nivelado durante a decolagem e pouso, estou começando a questionar se o transporte aéreo existe”.

    Mesmo que (teoricamente) o avião tivesse se movido de forma perfeita, a experiência ainda não poderia ter funcionado porque não é assim que a gravidade funciona – toda a premissa de Marble sobre a compensação de curvatura é falha. A gravidade puxa tanto o avião quanto a bolha do nível para baixo.

    Por fim, o homem estava viajando em um avião! Conforme bem apontou o usuário do Twitter @mabufo, “Você pensa que ele teria olhado pela janela do avião para a curva do horizonte pelo menos uma vez”.

     

    O cúmulo

    É triste, mas histórias como essa realmente resumem perfeitamente a tendência anti-intelectual e anticientífica vista nos EUA e no mundo: um homem usando um avião (desenvolvido através da ciência) e um instrumento (desenvolvido através da ciência) compartilha sua opinião anticientífica em uma plataforma da internet (possível graças a ciência).

    E tem gente que acredita, afinal de contas… Por que não?

     

  13. + comentários

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