Alexandre de Moraes e a guerra que já nasceu perdida, por Rafael Nardini

Jornal GGN – Enquanto Alexandre de Moraes, ministro da Justiça do governo Temer, anuncia sua intenção de acabar com o comércio e o uso da maconha, diversas autoridades e órgãos nacionais e internacionais sinalizam mudanças em relação à proibição da droga.

Rafael Nardini, editor do HuffPost Brasil, ressalta que a Anvisa tem caminhado no sentido de regular a venda de medicamentos com compostos da maconha e que mais oito estados dos Estados Unidos liberaram o uso recreativa ou medicinal da droga. Ele também lembra que  a Organização das Nações Unidas destacou que os tratados internacionais de controle de drogas não autorizam uma “guerra às drogas”.

Ao que tudo indica, Moraes “ter fingido ser surdo” para os alertas sobre uma guerra que já nasceu perdida.

Leia mais abaixo:

Do HuffPost Brasil

O ministro, a maconha e a guerra que já nasceu perdida

Rafael Nardini

Editor-assistente do HuffPost Brasil

Foi como se fosse uma verdadeira bomba. E, na verdade, é mesmo: O nosso ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, quer acabar com o comércio e o uso da maconha.

Foi como se fosse uma verdadeira bomba. E, na verdade, é mesmo: O nosso ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, quer acabar com o comércio e o uso da maconha.

Segue o conteúdo do Estadão, o autor do furo:

O Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, quer erradicar o comércio e uso de maconha no país. O objetivo integra os termos do Plano Nacional de Segurança, cujo conteúdo foi apresentado a especialistas e pesquisadores da área no início desta semana e já foi alvo de críticas. Para isso, Moraes pretende focar principalmente nas plantações em território paraguaio, considerado um dos principais exportadores do entorpecente no continente, mas há também o objetivo de realizar parcerias para combater laboratórios da droga na Bolívia e no Peru.

É o mesmo ministro que já apareceu, em vídeo viral, cortando no facão uma dezena de pés de maconha. O caso foi relatado por diversos veículos, você deve se lembrar.

Após o turbilhão de críticas, o ministro negou o conteúdo das reportagens, disse que não pretende acabar com a maconha em território brasileiro. Disse que seu foco será contra o tráfico.

Enquanto isso, neste mesmo Brasil, a Anvisa caminha para normatizar a venda de medicamentos com compostos da maconha. Famílias garantem, na Justiça, o direito de plantar a erva para ela seja usada como um efetivo medicamento contra uma série de convulsões e demais problemas relacionados com a epilepsia.

Bem, mais 8 estados norte-americanos decidiram, por voto popular, abrir-se à maconha, medicinal ou recreativa.

E não é só:

2016 foi o ano também em que até mesmo as Nações Unidas (ONU) viram a necessidade de deixar bem claro o novo momento para as substâncias criminalizadas por décadas numa guerra que deixou mais vítimas do que soluções.

Em relatório publicado em março, o Painel Internacional de Controle de Narcóticos (INCB) da entidade internacional mais importante destacou que o bem-estar e a saúde das pessoas “devem estar no centro das políticas de drogas”.

Destaca a ONU:

Em seu relatório anual, o Painel Internacional de Controle de Narcóticos (INCB) – organismo independente que monitora a implementação das convenções internacionais das Nações Unidas sobre o controle de drogas – destacou que os tratados internacionais de controle de drogas não autorizam uma “guerra às drogas”.

Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, recebeu o Nobel da Paz dias atrás, neste mês de dezembro. No discurso, um aviso de quem viveu como poucos o flagelo da guerra perdida.

“Temos autoridade moral para afirmar que, após décadas de luta contra o narcotráfico, o mundo não conseguiu controlar este flagelo que alimenta a violência e a corrupção em toda nossa comunidade global”, afirmou, em Estocolmo, relata o El País.

Para depois concluir: “A guerra contra as drogas é igual ou até mais danosa que todas as guerras juntas travadas no mundo. É hora de mudar nossa estratégia”.

Pena o nosso ministro não ter aberto os ouvidos. Ou ter fingido ser surdo para o inevitável: a guerra que ele pensa em empreender já nasceu perdida.

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16 comentários

  1. Existe algo Fétido Nesta Decisão

    Esse Ministro , espeialista em espancar Estudantes e Manifestantes Progressistas , nesta Campanha que ele sabe que vai contra a tendência mundial não é por burrice . São Negócios . Muito Dinheiro . Todo mundo sabe que a PROIBIÇÃO gera muita Renda aos Traficantes e ao submundo da Lavagem do Dinheiro . Proibido não paga Imposto e Inflaciona o Preço . Quem quiser achar o enigma , analise o passado deste nefasto servidor . Ele era até assumir a Secretaria de São Paulo (não sabemos se ainda continua ocultamente e tenho CONVICÇÕES que sim) ADVOGADO da maior facção Criminosa do Brasil que é o PCC . QUEM PERDE DINHEIRO com a Venda Legal ? 

  2. Guerra? A quê mesmo?

    Nassif: não é que o pessoal embarcou nessa canoa furado do Kojak!

    Essa de guerra a maconha é pra ingles ver. A intenção é aumentar o contingente de 1.000 policiais da Força Especial para 10.000.

    Ouvi dizer que as Forças Armadas, apesar da pressão daquele pessoal da Caserna que conspirava contra a Presidenta democraticamente eleita, antes do golpe, disseram que não iriam entrar nessa farsa política para não acabar em tragédia social.

    Verdade seja dita a maioria dos Quarteis sempre foi patriota e sensível aos anseios do Povo. Tudo bem que em 1964 (1º de Abril) mudaram o rumo. Deu no que deu. Estão escaldados de serem bucha de canhão para a canalha civil roubarem em seu nome.

    Então, ocorreu essa fenomenal tirada do pessoal no Jaburu. Os da Lei inventam uma intessificação de consumo de maconha na juventude. Pede aos 2/3 de bandidos do Congresso para votarem uma leizinha para aumentar contingente paramilitar. E dale verba. Até aqueles do “heliococa” aprovam, pois sabem que a intenção é outra.

    O Judiciário, como de se esperar, faz vistas grossas.

    Pimba — mais 9.000 homens, armados até os dentes, prontinhos para reprimir “tumulto, greve, manifestações populares e comoções civis”.

    Você pode até não gostar. Mas que o plano é genial, isso não se pode negar.

  3. Idéia tão anacrônica quanto o neoliberalismo

    Prezados,

    Vindo desse nazifascista imbecil, que integra um governo golpista, não é de surpreender. O mesmo governo golpista aposta no ancrônico neoliberalismo, austericídio e rentismo. nazimoraes está na média da excrescência que caracteriza o governo golpista do verme michel temer.


  4. Uma divisão armada!

    Para combater a droga que inibe o controle de mentes.

    Faz todo o sentido.

    Já pararam para se perguntar porque a erva tem tanta força política?
    É, deve ser pq gostam de fumar…hehehe.

    Esta droga é fundamental para o projeto de libertação da humanidade.
    Porque inibe a lavagem cerebral!

    Eu só soube disso após ler uns 4 ou 5 artigos sobre controle de mentes e sobre o programa MK-ULTRA.

  5. Apenas uma imagem para o público…

    Se dentro das famílias a guerra é inútil, imagina no serviço público contaminado.

    Alguns Dogmas são difíceis de destruir.

  6. Concorrência desleal

    Os grandes narcotraficantes tomaram uma atitude para barrar a concorrência desleal do movimento ¨Não compre, Plante¨.

    O valor da erva vai subir nos morros.

    Todos vão faturar mais, os que vendem e os que fingem reprimir.

    E o populacho aplaudirá o moralista defensor dos bons costumes, da moral, da Tradição, da Família e da Propriedade.

    • Kojak, prenda as freiras

      http://saudepublicada.sul21.com.br/2016/12/18/freiras-que-plantam-e-fumam-maconha-e-a-industria-farmaceutica/

      Freiras que plantam e fumam maconha e a indústria farmacêutica

      Publicado em 18 de dezembro de 2016

      Conheça as Freiras da Califórnia que plantam e fumam maconha para fins medicinais

      As irmãs do Valley que ficaram famosas por sua luta contra a proibição, plantando e produzindo medicamentos à base de maconha na cidade de Mercedes, Califórnia, continuam firmes em seu propósito de produzir remédios naturais e ajudar as pessoas que precisam da cannabis para o tratamento de suas enfermidades. Saiba mais sobre as Sisters of the Valley no texto de Fernanda Caldas.

      Hábitos tradicionais de freiras, fé na ciência e devoção à natureza. Logo à primeira vista, o véu branco que emoldura o rosto sereno de uma senhora de 57 anos nos remete a ideia de sabedoria. No interior da Califórnia, nos Estados Unidos, Sister Kate lidera a comunidade das Sisters of the Valley. Em uma pequena fazenda nos arredores de Mercedes, a cerca de duas horas de São Francisco, as irmãs cultivam uma plantação de maconha e produzem medicamentos à base de cannabis.

      Tudo começou em 2011, quando Sister Kate comprou a fazenda onde vive hoje com outras irmãs. Ela lembra que na época, quando se auto declarou freira, plantava seus próprios vegetais e já tinha a intenção de utilizar o terreno para cultivar maconha, produzir medicamentos e ajudar pessoas. Todo o processo seria feito por mulheres com espírito ativista, permitindo que elas trabalhassem, dando apoio e incentivo a outras mulheres.

      As freiras auto ordenadas fazem questão de deixar claro que não pertencem a nenhuma religião. Para elas, o homem deixou de seguir, ao longo dos anos, os princípios básicos e essenciais para a fé, destruindo os reais valores das doutrinas religiosas. Sister Kate chama atenção para o fato de que a religião causou inúmeros danos ao meio ambiente, assim como tirou o poder das mulheres. Ela acredita, no entanto, que é importante existirem pessoas que lutem pela volta do que foi esquecido no tempo.

      Sister Kate, uma senhora de 57 anos nos remete a ideia de sabedoria.

      Sister Kate explica o porquê das vestes, já que elas são contra qualquer religião:

      “Estamos introduzindo um estilo de vida, não estamos tentando imitar as freiras convencionais”.

      Ela esclarece que existem três razões para o uso das roupas. O hábito as associa às Oito Mães citadas na Bíblia, além de lhes dá a certeza de estarem respeitando um trabalho que vem sendo desrespeitado há anos.

      Por fim a irmã lembra que muitas freiras cobrem seus corpos por razões espirituais:

      “Isso nos dá a força que precisamos, é a espiritualidade e não a religião que nos move. Nós só produzimos os medicamentos quando estamos vestidas com nossas roupas brancas”.

      Entre as razões para desacreditar em qualquer religião, ela afirma:

      “Na Bíblia diz: […] e todos os animais, e todas as plantas foram feitos para vocês.”

      E continua:

      “E o que o homem faz? Vai contra o que Deus criou e segue um caminho totalmente oposto, descartando a natureza que poderia beneficiá-lo”.

      Para as irmãs, com a maconha, que é fruto da terra, não poderia ser diferente. Apesar de as leis da Califórnia permitirem o consumo de maconha medicinal para maiores de 21 anos, aCâmara Municipal de Mercedes criou uma proposta para acabar com todas as formas de cultivo da planta. Mas as freiras não desistem e continuam acreditando no poder da Mãe Natureza.

      O trabalho realizado pelas Sisters of the Valley conta com três conceitos básicos. Sister Kate explica que o primeiro é em relação ao ativismo das mulheres para que elas possam mostrar para si mesmas que são capazes de trabalhar, sem depender de nada nem ninguém. O segundo está ligado ao serviço prestado pelas irmãs, que tem como objetivo beneficiar pessoas. Por fim vem o elemento espiritual, que não tem nada a ver com religião, mas sim com a individualidade de cada pessoa em busca do significado para a vida por meio de conceitos que transcendem o tangível. Ela lembra que a espiritualidade é usada em benefício das próprias freiras, enquanto o serviço e o ativismo são para a sociedade.

      Produção na Fazenda.

      As irmãs acreditam no poder medicinal da planta. Para elas, o que é cultivado na sua casa e no seu jardim deve ser usado em benefício de sua família. Sister Kate afirma, entretanto, que em Mercedes é ilegal plantar maconha e fazer medicamentos à base de cannabis, o que as obriga a comprar a planta fora da cidade.

      Para ela o nome disse é corrupção:

      “É corrupção quando você diz para as pessoas que elas não podem plantar em seus jardins, é ridículo. Eu não entendo, porque não podemos fazer isso dentro da lei?”

      Por outro lado, o otimismo é aliado fiel da freira:

      “Esse processo é devagar, as pessoas são devagar. Quando eu tinha 17 anos nunca poderia imaginar que a essa altura da minha vida já teríamos evoluído tanto na ciência e na humanidade”.

      Sister Kate lembra que a proibição alimenta o mercado negro, uma vez que a maconha é facilmente encontrada em qualquer lugar:

      “Depois de ter viajado pelo mundo eu tenho certeza que eu vou conseguir a minha maconha aonde eu quiser. Proibir só incentiva o mercado negro”.

      Ela diz ainda que em lugares onde a maconha nunca foi ilegal apenas 10% da população faz uso da cannabis, o que não é surpresa para a freira:

      “É o que podemos esperar de uma sociedade que não sofre com crimes em relação a isso. Simplesmente 10% da população encontra seus remédios na natureza e não precisa recorrer a indústria farmacêutica”.

      Apesar das dificuldades impostas pelas leis e até mesmo pela igreja, as Sisters of the Valley desejam um dia poder pagar impostos pelo seu trabalho e contribuir com o governo. As freiras fabricam medicamentos que ajudam a controlar inúmeras desordens, como insônia, alívio da dor, tratamento capilar, depressão e até problemas crônicos de pele em animais de estimação. Os produtos são vendidos para diversas cidades dos Estados Unidos e para o exterior. Para Sister Kate o que mais a deixa feliz e realizada é saber que ela ajuda pessoas a se livrarem da indústria farmacêutica e fazerem uso de medicamentos naturais totalmente eficazes.

      Leia também: Ensaio fotográfico registra rotina das freiras da maconha

      Os produtos são feitos por elas e ricos em Canabidiol (CBD) – uma substância química que corresponde a 40% dos extratos da planta e pode ajudar a aliviar os sintomas de diferentes doenças, como artrose e até o câncer. Os medicamentos produzidos pelas irmãs são livres de THC – o responsável pelo barato -, e por isso não oferecem efeitos psicoativos.

      A freira explica que existem dois tipos de medicamentos em gota produzidos por elas. Ambos possuem CBD, mas enquanto um tem um gosto horrível, o outro é saboroso. O primeiro leva álcool na composição e é absorvido rapidamente pelo corpo. Com efeito instantâneo, o remédio é usado em casos mais urgentes, como, por exemplo, uma crise de convulsão. O segundo, por sua vez, é um óleo cozido que dá um efeito mais relaxante e duradouro.

      Perguntada sobre os benefícios que a maconha medicinal pode trazer para o ser humano Sister Kate afirma ter fé no poder da natureza e na evolução da ciência:

      “A maconha é uma planta inteligente. Eu não acredito que ela seja boa para doenças específicas, mas ela vai suprir o que está em falta no organismo de cada pessoa, agindo de forma diferente no corpo dos indivíduos”.

      E acrescenta:

      “Se eu tivesse diabetes, por exemplo, fumaria todos os dias com a certeza de que isso estaria ajudando meu corpo.”

      Sister Kate afirma que chega a ser ofensivo ter que plantar cannabis em espaços pequenos por ser ilegal:

      “É como eu ter que dormir em uma cama minúscula, é ofensivo com a planta, é triste.”

      A líder ativista acredita que não somente a maconha medicinal deveria ser legalizada. Para ela, que se diz anarquista, não faz sentido existir regulamentação em relação a uma planta:

      “Não acredito em nenhum tipo de regulamentação para planta, nenhum. Além disso, enquanto para algumas pessoas a cannabis pode aliviar sintomas de diversas doenças, para outras ela pode ser uma válvula de escape ou um meio de diversão, de entretenimento”.

      A Califórnia, que desde 1996 só autorizava o consumo de maconha para fins medicinais, deu um passo a diante e no início de novembro aprovou também o uso recreativo. A medida passa a permitir que maiores de 21 anos portem até 28,5 gramas de cannabis. A vitória da legalização tem importância nacional, dado o poder de influência do estado.

      Para Sister Kate, se a maconha fosse liberada em todo o território norte-americano, isso poderia alavancar a economia mundial. Ela acredita que quando os Estados Unidos finalmente legalizarem totalmente o consumo da planta, o mundo estará pronto para seguir o mesmo caminho.

      Sister Kate tem certeza que a ciência vai evoluir a ponto de nas próximas gerações a maconha ser vista como uma solução e não um problema:

      “A ciência está evoluindo aos poucos. Acredito que nas próximas gerações, daqui a 10 ou 20 anos, as crianças vão comer maconha junto com o cereal, no café manhã, para ajudar no desenvolvimento, no apetite a fome ou o que for. As pessoas vão poder comprar pílulas, óleos e afins à base de CBD para usar a cannabis em benefício da saúde. É uma planta, vem da natureza, devemos usá-la para nos beneficiar e não destruí-la”.

      A representante das Sisters of the Valley afirma que a humanidade utiliza a ciência por caminhos errados, desprezando o que foi dado por Deus. Ela chama atenção para o fato de que, ao invés de o homem pegar o que foi dado pela Mãe Natureza para curar doenças, ele acaba descartando essa possibilidade, destruindo o que é natural e fabricando novos remédios. A freira diz que desta forma surgem novas doenças ao longo dos anos, além de diversos efeitos colaterais causados pelas medicações.

      A comparação que muitas pessoas fazem entre a maconha e outras drogas mais pesadas ao afirmar que a cannabis é a porta de entrada para outras substâncias não abala Sister Kate:

      “Eu ignoro essas pessoas, não podemos dar atenção a esse tipo de informação equivocada. A ciência está evoluindo devagar. Essas pessoas não sabem o que dizem, elas não prestam atenção ao que acontece no mundo, são elas que acham que aquecimento global não existe, são elas que não prestam atenção para o que ciência aponta”.

      E finaliza:

      “Eu sei que em cinco ou dez anos elas vão mudar de opinião, simplesmente porque você não pode viver na escuridão para sempre”.

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

  7. O comércio vai acabar, mas o uso…

    O comércio de maconha vai acabar pois as pessoas estão cultivando sua própria maconha para uso pessoal.

    A maconha no Brasil foi liberada

    Até o FHC fumou mas não tragou

    Agora eu vou ficar na minha

    Vou fritar bolinhas com o governador

    Eu te amo, meu brasil

    Eu te amo

    Ninguém segura os Maconheiros do Brasil

    Vou apertar mas não vou acender agora

    Te segura, Malandro, prá fazer a cabeça não tem hora.

  8. A guerra está perdida.

    A guerra está perdida. Milhares de vida serão perdidas – vide México –  mas a grana valerá a pena, sobretudo aquela grana que cai direto na conta do meganha e de outros mais.

  9. Cristo !

    Mas ese ministério do Temer/Psdb é formado por ladrões, truculentos, desinformados, exibicionistas, entreguistas, etc , etc.

    Esse truculento deveria é averiguar onde foram parar aqueles tantos de cocaína do “amigo” do Aécio, o “Senador” Perrela. Se era da boa, devem ter  ganho uma fortuna, tanto por não averiguar o caso, como para faturar a droga.

    Que de bobo eles não tem  nada. Quantos já disseram que a “boa” é toda vendida por eles mesmos, pois são confiáveis.   E  as armas poderosas que entram no país ?

    Como o PCC de SP ultrapassou o CV do Rio ? Só Deus e o Alckmin sabem. Ou terá sido um milagre ?

  10. é para perder que se faz a guerra

    Eu, que tenho a casualidade de morar no México, vi e vivo a mais inconsequente luta contra o tráfico e do que se trata é de fazer terra arrasada para fazer o capitalismo avancar dentro de outras lógicas… é isso o que esse ministro quer e nao outra coisa, que os orixás se apiadem de nós

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