A “conta movimento” do INSS

Olha as mudanças que já ocorreram com a contabilização correta dos gastos da Previdência:

1. Explicitação do custo do servidor público, para que a questão seja tratada de maneira independente do Regime Geral.

2. Matéria do “Globo” de hoje com o Ministro Nelson Machado sustentando que, a partir de agora, o caixa do INSS não será mais afetado por novas renúncias previdenciárias.

O que os críticos da medida não percebem é que a decisão de clarear as contas acabou com a Conta Movimento do INSS — uma excrescência tão grande quanto era a Conta Movimento do BB. Essa conta, no BB, permitia que o Banco do Brasil emprestasse qualquer coisa para quem quer que fosse, e jogasse a conta para o Tesouro. Na Previdência, criava-se qualquer renúncia, e escondia na conta movimento da Previdência.

Como pode quem defendeu o fim da Conta Movimento do BB, ser contra o fim da Conta Movimento do INSS? Estou aguardando uma explicação do colega de clube Carlos Alberto Sardenberg.

Sabe qual é o problema? A “jurisprudência” passou um mês inteiro enaltecendo o Fábio Giambiagi. E resiste em dar a mão à palmatória.

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