A (i)lógica do massacre

Aos que, nesse Blog, consideraram que o assassínio de civis, mulheres e crianças era fruto da falta de alternativas de Israel:

No “Globo” de hoje (clique aqui) há uma boa matéria da correspondente em Israel, Renata Malkes, sobre a falta de rumo da ofensiva bélica israelense. Mostra a divergência clara entre o caminho diplomático e os falcões. E trata o Exército israelense como “uma máquina de guerra desgovernada”.

Segundo a correspondente, nem mesmo o apelo nacionalista da guerra consegue ocultar a falta de rumos e de saída da atual ofensiva militar.

O jornal “Haaretz” acusou a ofensiva militar de comprometer os esforços diplomáticos. “Com a diplomacia atropelada pela manutenção das agressões mútuas, analistas questionam se a guerra obscura é fruto de determinação política ou de um planejamento infeliz”.

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