A mudança na distribuição

O Projeto Brasil realiza na próxima segunda feira (11/12) mais um Fórum de Debate. Desta vez vamos abordar as mudanças no setor de distribuição de combustível com a entrada de novas tecnologias no mercado. O período da manhã será fechado para especialistas convidados pela nossa equipe, que debaterão em três mesas diferentes:

MESA 1 – Biocombustíveis: A garantia do suprimento de Etanol e Biodiesel, no Brasil e no exterior, com preços competitivos

MESA 2 – Os desequilíbrios tributários e o combate à informalidade na comercialização dos combustíveis em geral

MESA 3 – A mutação das empresas distribuidoras no médio e longo prazo

O período da tarde será aberto a todos os participantes, que poderão acompanhar os resultados das discussões realizadas no período da manhã e participar ativamente do debate. (para inscrições, entre em contato com a equipe da Dinheiro Vivo)

Para enriquecer ainda mais o 39º Fórum de Debates, vou colocar posts sobre cada um dos temas para que desde já os leitores enviem suas dúvidas ou sugestões:

Os desequilíbrios tributários e o combate à informalidade na comercialização dos combustíveis em geral

A comercialização de derivados de álcool combustível precisa resolver alguns entraves para crescer e atingir cada vez mais mercados. A desoneração de PIS e Cofins seria uma forma de facilitar a comercialização na Bolsa de Mercadorias e Futuro (BM&F), segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom).

As negociações na Bolsa reduziriam a volatilidade dos preços entre a safra e entressafra. Um estudo poderia mostrar o impacto da desoneração nos cofres do governo, comparando com os ganhos gerados pela comercialização em bolsa.

A desoneração também reduziria a informalidade, outro grande problema do setor de distribuição. Empresas informais muitas vezes agem na ilegalidade, misturando água ou solvente ao combustível para render mais, o que provoca desconfiança da população e destrói os motores dos automóveis. Como aumentar o rigor na fiscalização? Em caso de adulteração, quem deve ser punido e de que forma?

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