A retórica do terror

Cinco questões levantadas pelo The Guardian sobre a ameaça de terrorismo na Inglaterra, anunciada pelo governo Blair, entre elas:

1. Ainda não apareceu uma evidência desse mega-atentado.

2. Ninguém foi indiciado ainda.

3. As providências de segurança tomadas foram absurdas e levaram o caos aos aeroportos do país.

Nesse mesmo número há uma matéria sobre a declaração da RyanAur, a maior companhia aérea de baixo custo da Inglaterra, que diz que vai processar o Governo britânico pelos prejuízos que teve com os exageros nas medidas de segurança nos aeroportos, que a companhia alega que são desnecessárias e inúteis.

É curioso que, em plena era da informação, ainda se tentem criar Planos Cohens (o plano falso atribuído aos comunistas, em 1937, que permitiu a Vargas dar o golpe do Estado Novo), em uma potência de primeira classe.

Tinham razão os franceses: Blair é um ator político de segunda classe, um semi-Bush.

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