A visão governistas das pesquisas

A análise abaixo foi coletada em conversa com alto integrante do Palácio do Planalto:

1. O fato de Lula ter 45% das indicações e 37% das espontâneas significaria consolidação de eleitores. Há um percentual alto que não trocaria Lula por nenhum candidato. Repare que, no caso da análise de Fátima Jordão, ela se baseia na pergunta “e se não votasse em Lula”.

2. Como os demais candidatos são fracos ou tendem a se desidratar, a candidatura de Alckmin só decolaria se tivesse um discurso suficientemente forte não apenas para conquistar os indecisos, mas para convencer o eleitor do Lula a não votar em Lula.

3. Escândalos não motivarão os eleitores – afirmação que coincide com a da Fátima. E Alckmin não dispõe desse discurso e, por suas alianças, não pode avançar sobre um ponto nas críticas à política econômica – porque herdada de FHC e porque nos setores do empresariado que o apóiam maciçamente, a política econômica é vista como virtuosa.

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