As pesquisas baianas

Não há explicação plausível para o erro do IBOPE nas pesquisas da Bahia. O Instituto acertou na mosca uma pesquisa preparada para todo o país. E na Bahia errou por vinte pontos percentuais, um erro humanamente impossível.

Jacques Wagner saltar de 34% na última pesquisa para 54% na boca de urna não é tecnicamente compreensível. Ainda mais sabendo-se que nas eleições anteriores, entre a última pesquisa e a boca-de-urna as intenções de voto para ele saltaram de 18% para 38,5%.

Uma explicação do Roberto, nos comentários, seria o “voto atemorizado” do eleitor baiano nas pesquisas.

Do leitor Edison Bittencourt

No RGS os mais divulgados Institutos de Pesquisas, que estranhamente os jornalistas consideram como sagrados, e sequer se dão ao trabalho de analisar em maior profundidade, erraram redondamente, mesmo na boca de urna.

Como Denis Rosenfield relatou, o Instituto Methodus , de lá ( RGS), já havia detectado aa situação real, que incluia uma violenta queda de Lula e a subida de Crusius. Infelizmente , eles parecem não atuar a nível nacional.

A minha teoria é o da “alavancagem” de determinados candidatos ,para redimir-se com uma “subida” do opositor dias antes. No caso da Bahia e do RGS ,sequer se deram ao trabalho de usar este difarce de seriedade.

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