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Consumo e cidadania

Em recente debate no Instituto de Estudos Avançados da USP, discordei da visão do filósofo-economista Roberto Gianetti da Fonseca. Ele atribui os problemas nacionais de falta de investimento, e até as altas taxas de juros, à ausência de uma cultura de poupança pelo consumidor em geral – particularmente o de baixa renda.

Confunde a geração Daslu e seus gastos supérfluos com o consumo da baixa renda, que é a porta para se entrar na cidadania.

O maior fenômeno político das últimas décadas – a entrada no jogo do eleitor invisível – surgiu a partir do momento em que houve a queda da miséria absoluta e esse consumidor entrou no mercado da opinião pública também.

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