Do Leitor

O Ministro e os chineses em lata
Caro Nassif

Em primeiro lugar, o ministro Marinho me pediu para dizer que continua disponível para falar com você quando você quiser, como sempre.

Quanto a nota que lemos em seu blog sobre a vinda de chineses para trabalhar no Brasil, informo que há um equívoco. Na verdade, o ministro Luiz Marinho, não aceitou a vinda de 2 mil chineses para trabalhar no Rio de Janeiro e limitou o número a 300 para garantir a abertura de novos postos de trabalho para brasileiros.

Durante a negociação, o ministro foi absolutamente claro ao exigir que: 1) os empresários chineses cumpram a legislação trabalhista brasileira; 2) que seja garantido aos trabalhadores habitação decente; e 3) que seja garantido, também, aos 300 chineses o direito de ir e vir, caso contrário, configura-se trabalho em condições análogas à escravidão.

Marinho também deixou claro para os empresários que se o alojamento/habitação dos trabalhadores for degradante, será interditado, do mesmo jeito que os auditores fiscais do trabalho já fazem no campo. O mesmo rigor será usado quanto às condições de trabalho, cumprimento da legislação e o direito de ir e vir.

Estamos à disposição para quaisquer informações que você precise sobre esta e outras questões.

Atenciosamente,

Fátima Gomes de Lima

Chefe da Assessoria de Comunicação do MTE

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