14 comentários

  1. Grupo de Meio Ambiente

    É UM
    Grupo de Meio Ambiente

    É UM PUTA grupo mesmo.

    Já assisti trocentos debates.

    Nada conclusivo.

    Os apocalípiticos dizem que o mundo irá acabar porque não estamos cuidando dele.Outros,mais radicais ainda, dizem que não mais há solução.Outros cientistas dizem que não tem nada a ver.

    Enquanto isso,AL GORE, o ambientalista ganhou OSCAR e todos os prêmios dos EUA por seu filme Uma Verdade Inconveniente.

    Só um detalhe: ELE pesa trocentos quilos e mora numa mansão que tem chaminé.( carvão e lenha)

    PODE?

    E o Anarca continua um defensor intransigente do álcool. Tudo pela boemia, digo, ecologia.

  2. Anarquista, venha para esse
    Anarquista, venha para esse grupo você também.

    Creio que debateremos o famigerado etanol, ou seja, vamos acabar falando de cachaça também.

    Abraços, seres humanos! (espécie também em extinção)

    Gustavo Cherubine

  3. Economista, ambientalista e
    Economista, ambientalista e técnico de futebol, cada qual tem uma opinião. O principal inimigo do meio ambiente, hoje, infelizmente, são os xiitas “defensores” do meio ambiente. Refiro-me àqueles que andam de máscara na Av. Paulista e são executivos dos bancos. Assim, tem futuro essa luta?

  4. Pessoal|:

    Eu
    Pessoal|:

    Eu sou a favor do meio ambiente.E penso que todo mundo é.

    Mas está muito paranóico esse assunto.

    Até porque o cidadão pode fazeer pouco.

    Isso é assunto pra governo.

    Com carros, fábricas,poluentes,segurança e prisão pros desvastadores da Amazônia e etcs mil.

    Não é assunto pra mortais como nós.

    Vamos deixar essa polêmica pro Gabeira.

  5. Considero uma ótima ideia a
    Considero uma ótima ideia a criação desse grupo. Parabéns, Luís Nassif. “Xiitismo” à parte, o fato é que reciclar (reaprovetiar tudo, inclusive as sobras) e cuidar bem da natureza era do cotidiano de nosso avós. Entretanto, nossa geração e as que se seguem engataram uma primeira no desenvolvimento tecnológico e indústrial e saíram desembestadas destruindo tudo o que veem pela frente em nome de um consumo patológico. Chegou a hora de retornarmos ao ponto em que nos perdemos, para recuperarmos a delicadeza de espírito que o estado civilizatório outrora nos houvera proporcionado. Afinal, penso que o dia em esse ser bizarro chamado Homem desaparecer do planeta Terra, ele agradecerá penhoradamente, não sendo a reciproca verdadeira.

  6. Percebi que a mensagem acima
    Percebi que a mensagem acima foi com erros. Gostaria de corrigi-los, mas não sei como fazê-lo agora. Portanto, só me resta desculpar-me e providenciar outras lentes – com urgência.

  7. Caro Nassif,

    as discussões
    Caro Nassif,

    as discussões aqui no blog e no Projeto Brasil são muito interessantes, mas entre um comentário e outro há certa demora.

    Minha sugestão: você poderia promover periodicamente debates ao vivo (chat) entre os leitores do seu blog sobre um tema relevante (escolhido por você ou pela comunidade do blog).

    Poderia ser semanal, mensal, a depender da sua disponibilidade.

    O que acha?

    Outra sugestão: ativar algum plugin que possibilite os usuários online no teu blog terem a opção de conversarem entre si. Não sei se existe tal plugin para word press, mas se achar interessante, posso pesquisar.

    No Portal tem um sistema de chat que permite aos membros cadastrados conversarem entre si. E também permite chats coletivos. Aqui, ainda não sei.

  8. Hoje o lixo gerado ao dia por
    Hoje o lixo gerado ao dia por uma residência hoje equivale, provavelmente ao gerado em mais de vinte (por extenso para não deixar dúvida) dias a sessenta anos atrás.
    Porque não se proíbe embalagens plásticas?

  9. Mais de duas descargas por
    Mais de duas descargas por dia, daqui a pouco, será CRIME INAFIANÇÁVEL!!!CUIDADOO!!

    November 16, 2008 03:00pm – PERTH NOW
    HOUSEHOLDERS would be charged for each flush under a radical new toilet tax designed to help beat the drought.

    The scheme would replace the current system, which sees sewage charges based on a home’s value – not its waste water output.

    CSIRO Policy and Economic Research Unit member Jim McColl and Adelaide University Water Management Professor Mike Young plan to promote the move to state and federal politicians and experts across the country.

    “It would encourage people to reduce their sewage output by taking shorter showers,recycling washing machine water or connecting rainwater tanks to internal plumbingto reduce their charges,”Professor Young said.

    “Some people may go as far as not flushing their toilet as often because the less sewage you produce, the less sewage rate you pay.”

    Professor Young said sewer pricing needed to be addressed as part of the response to the water crisis.

    “People have been frightened to talk about sewage because it is yucky stuff, but it is critically important to address it, as part of the whole water cycle,” he said.

    “We are looking at reforming the way sewage is priced and this plan will drive interest in the different ways water is used throughout Australia.”

    The reform would see the abolition of the property-based charge with one based on a pay-as-you-go rate and a small fixed annual fee to cover the cost of meter readings and pipeline maintenance, Professor Young said.

    The pay-as-you-go rate would provide financial savings for those who reduce their waste water output.

    Professor Young and Mr McColl will promote the plan nationally through their Droplet, a newsletter whose 6000 subscribers include state and federal politicians, water policy specialists and economists around the country.

    Professor Young said a sewage pricing plan, like the one proposed, was already used in the US.

    “In places like the City of Bellaire, Texas (a virtual suburb of Houston), they do it and the system seems to work,” he said.

    “As nearly all of (the homes in) mainland Australia’s cities and towns already have water meters, introduction of a volumetric charge, such as that used in the City of Bellaire, would not be difficult to implement.”

    Mr McColl said the plan had to be viewed in the context of “the crucial issues surrounding water resources” in Australia.

    “We should be prepared for the (drought) situation we are going through now to occur again, as well as the potential impact of climate change, so we have to act now for the future,” he said.

  10. Não sei de nada…..só sei
    Não sei de nada…..só sei que se esse famigerado Aquecimento Global não vier logo, breve todos morreremos CONGELADOS…..

  11. PIADA ECOLÓGICA??

    Piada
    PIADA ECOLÓGICA??

    Piada Antiga que Continua Atual

    Esta longa piada foi escrita em 1961 por Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto), excetuando-se algumas pequenas adaptações, continua atualíssima e plenamente aplicável ao dias de hoje. Seu título no original foi A Fábula dos Dois Leões.

    Dois leões que fugiram do Jardim Zoológico do Rio de Janeiro. Na hora da fuga cada um tomou um rumo, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas da Tijuca e outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões de todo jeito mas ninguém encontrou. Tinham sumido, mesmo.

    Vai daí, depois de uma semana, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que tinha ido para as matas da Tijuca. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi preciso pedir a um deputado do PT que arranjasse vaga para ele no Jardim Zoológico outra vez, porque ninguém via vantagem em reintegrar um leão tão carcomido assim. E, como deputado do PT arranja sempre colocação para quem não interessa colocar, o leão foi reconduzido à sua jaula.

    Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrava do leão que fugiu para o centro da cidade quando, um dia, o bruto foi recapturado. Voltou para o Jardim Zoológico gordo, sadio, vendendo saúde. Apresentava aquele ar próspero de Deputado Federal.

    Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugiu para as florestas da Tijuca disse para o outro:
    -Puxa, rapaz, como é que você conseguiu ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, que fugi para as matas da Tijuca, tive que pedir arreglo, porque quase não encontrava o que comer, como é então que você… vá, diz como foi.

    O outro leão então explicou:
    -Eu meti os peitos e fui me esconder na prefeitura. Cada dia eu comia um funcionário e ninguém percebia a falta dele.

    -E por que voltou pra cá? Acabaram os funcionários?

    -Nada disso. O que não acaba no Brasil é funcionário público. É que eu cometi um erro gravíssimo. Comi o diretor, um chefe de seção, funcionários diversos, ninguém percebia a falta deles. No dia em que eu comi o cara que servia o cafezinho… me apanharam.

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome