Métrica de sustentação parlamentar

Paulo Guedes pertence a uma geração de ortodoxos que pensam, ao contrário de tantos detalhistas de irrelevâncias. Em sua coluna de hoje, no “Globo” apresenta uma proposta interessante.

Depois de passar pelo mercado financeiro, Paulo descobriu a importância dos métodos de gestão e dos indicadores. Passou a colocar indicadores em tudo.

Sua proposta é que a aliança política do próximo presidente se dê em dois níveis. Primeiro, com a reforma política, passe a ser feita em torno de partidos, não da cooptação de parlamentares – um consenso hoje entre analistas. A segunda, que é novidade, é a criação de uma espécie de “métrica de sustentação parlamentar”, pela qual a participação de determinado partido no governo seria monitorado pelo nível de adesão de seus parlamentares a uma agenda de reformas previamente discutida.

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