Nomes singulares – 4

Do Ricardo Oliveira

Caro Nassif

Minha esposa é professora. Ao levar um de meus filhos para acompanha-lá em uma festa da escola onde trabalha, apresentou a ele um de seus alunos, DE PRIMEIRO nome FILOGÔNIO. Ao chegar em casa, meu filho então com 4 anos, me disse que a escola da Mãe era super legal, pois tinha meninos, meninas e FILOGÔNIO……coitado, meu filho até catalogou em uma lista a parte o pobre garoto!!!!!!……quer o pior……era FILOGONIO júnior ou filho….daí já é um pouco de vingança do PAI.

Do Henry Henkels

Aqui em Santa Catarina existe uma firma do ramo moveleiro cujos proprietários são da família Fuck, nome relativamente comum entre alemães. Lá nos idos 1950 tiveram a brilhanete idéia de batizar um neném com o nome Niceto. Mais tarde, já empresário bem sucedido, a empresa começou a exportar para os EUA. Houve algumas gozações quando nosso herói declinava seu nome “Niceto Fuck” aos potenciais clientes. Hoje parece que já se acostumaram.

Do José Caciraghi

Tive em São Paulo, um colega de trabalho com o nome de Osmar Siano Filho.

Do César Valente

Em Florianópolis um líder estudantil falecido muito jovem, há alguns anos, que teve grande participação na “novembrada”, aquele episódio em que o Figueiredo chamou a estudantada pra briga, se chamava Adolfo Dias. Claro que nas solenidades públicas e nos jornais todos se se referem a ele como Adolfo Luís Dias.

Do Walter Macedo

Meu caro Luís Nassif,

Confesso que por ignorância não o conhecia, e que encontrar esse seu blog foi prá mim um grande achado… Mas em se tratando de nomes diferentes, lembro-me certa feita de uma viagem que que fiz ao sul do Piauí, e lá pude constatar a existência de uma família de 11 filhos, todos com nomes bastantes originais, alguns deles ainda lembro mesmo depois de passados 20 anos, e veja as pérolas: Índio Tupinambá Guerreiro, Índia Bartira Meridã, Jurema Flor do Nordeste, Camaçari Madeira de Fazer Carro (de boi, viu Nassif…) – esse último ainda hoje tenho dificuldade de acreditar ser verdadeiro. Havia também naquela cidade quase uma constelação inteira de presidentes, desde Lincon a George Uóshton, que o escrivão da cidade não tinha obrigação de saber como é que se escreve nome presidente americano. Lembro também de ter ido à cidade de Curimatá assistir a uma peleja valendo pelo importantíssimo Campeonato Regional do Piauí. O jogo aconteceu em um campo de dimensões.

Do Roberto Amaral

Trabalhei na Nossa Caixa em 1984; na época, chamava-se “Caixa Econômica do Estado de São Paulo”. Mas não era o nome do banco que era esquisito. Certa vez, uma senhorinha foi à agência e abriu uma conta; seu nome era “Céu dos Anjos …” (não lembro o sobrenome). Esperava-se um bom tempo até chegar o talão de cheques (vários dias). Quando ela foi retirá-lo, seu nome havia sido grafado como “Céu da Boca …”. Não sei se foi sacanagem ou desatenção do Depto. de Proc. Dados, pois nada era online como hoje, mas que deu o maior rebu, isso deu mesmo.

Da Luciana

Nassif,

desafio alguém a apresentar um melhor que “Buchetti Pirota”, sobrenome de um excelentíssimo juiz de direito de uma das varas cíveis de S.Paulo, é melhor até que Fábio Fresca, outro ilustre pretório.

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