O recuo de Saulo

Depois de levar um número estimado em 70 policiais armados na Assembléia Legislativa, mais uma claque especialmente convocada, o Secretário da Segurança Saulo de Castro Abreu sentiu o peso da imprudência e voltou atrás. Em carta endereçada ao presidente da ALESP Rodrigo Garcia, Saulo tenta justificar suas atitudes.

Admite ter recebido muitos telefonemas de deputados estranhando seu comportamento, de acordo com o noticiário da mídia.

A tropa que levou consigo, segundo o Secretário, era composta por quadros de carreira das diversas áreas da Segurança Pública “exatamente para melhor responder possíveis questões técnicas”.

Segundo a cobertura da imprensa, Saulo se recusou a apresentar dados, alegando não falar sobre as investigações em curso, e os militares estavam armados de armas mesmo, não de números.

Sustenta que a discussão foi acesa, mas com “transparente dialeticidade”, seja lá o que isso signifique.

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