Os dólares de Cuba

A verdadeira história dos dólares de Cuba ainda não foi contada. No sábado, saiu a capa da “Veja” falando dos dólares e do diplomata que os teria trazido em caixas de bebidas: Cervantes. Trata-se do mais conhecido diplomata cubano, com largas ligações com o Brasil desde os anos 80. Dizem ser um sujeito refinado, bom papo.

Na terça-feira, haveria um jantar com Paulo Markun e Marcelo Bairão, do programa Roda Viva, da TV Cultura. A intenção seria conseguir uma entrevista exclusiva com Fidel Castro, tendo como gancho a comemoração dos seus 80 anos.

Os dois jornalistas acharam que Cervantes iria cancelar o jantar. Que nada! No dia e na hora marcado, lá estava ele no restaurante, obviamente negando toda a história publicada. Embora seja figura fácil no circuito jornalístico, de sábado a terça não havia sido procurado por nenhum jornalista para repercutir a história.

Lá pelas tantas, Cervantes resolveu ir ao toilette. Bairão aproveitou e foi também. Lá, Cervantes conferiu que estava sem reais no bolso, e perguntou se Bairão poderia trocar uma nota de cem dólares.

Bairão trocou e levou os dólares cubanos para casa, sem ser incomodado pela Polícia nem pela imprensa.

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