Painel do Dia

Obama e Brown pregam união no G20

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, disseram que a crise econômica mundial exige esforços conjuntos para ser combatida. Obama já está em Londres, local onde vai ocorrer o G20 no dia 2 de abril, e classificou de “bastante exageradas” as notícias de que o grupo dos 20 principais líderes mundiais estaria em discordância em relação ao debate sobre a crise mundial. “Só podemos enfrentar esse desafio juntos”, disse Brown. Por sua vez, Obama instou os líderes mundiais a “focalizarem um terreno comum”.
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Líderes do G20 não estão em consenso

Alguns líderes mundiais que vão participar do G20 não estão se entendendo. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse que o esboço do acordo não contém medidas suficientes para combater fraudes fiscais, e o primeiro-ministro do Japão, Taro Aso, critica a falta de disposição da Alemanha em discutir o aumento dos gastos públicos. Tanto Sarkozy como Aso procuram forjar novas regras para o mercado financeiro e evitar a perda de empregos e popularidade nos respectivos países.

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Crédito hipotecário sobe nos EUA

O volume de financiamentos hipotecários nos Estados Unidos voltou a subir, e sinaliza recuperação nessa modalidade de empréstimos, informou a Associação dos Banqueiros de Hipotecas (MBA, na sigla em inglês). Na comparação semanal, os financiamentos subiram 3% (com ajuste sazonal) no período encerrado no último dia 27, e 68,8% em relação à mesma semana de 2008. A pesquisa abrange cerca de metade dos financiamentos hipotecários residenciais do país. Ainda tomando como base a evolução semanal, o refinanciamento de hipotecas existentes aumentou 3,7%.

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Desemprego aumenta na Eurozona

A taxa de desemprego na Zona do Euro subiu inesperadamente para 8,5% em fevereiro, com as empresas reduzindo custos em função da recessão econômica. Os dados foram divulgados hoje pela agência de estatísticas Eurostat. Em janeiro, o desemprego atingiu 8,3%.

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EUA tentam atenuar falência da GM

O governo norte-americano estuda uma forma de atenuar os eventuais efeitos de uma falência da General Motors. A falência “controlada” consistiria em persuadir alguns fornecedores a aderir a um pacote que prevê a separação da companhia em duas. Para muitos, o governo é o único finaciador da GM disposto a colocar mais dinheiro na companhia, em caso de falência ou não. O novo presidente da montadora, Fritz Henderson, disse que a pressão exercida pelo governo está deixando a empresa mais próxima da bancarrota.

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