Painel internacional

G20 substitui G7 como fórum econômico permanente

New York Times

O presidente dos EUA, Barack Obama, vai anunciar nesta sexta-feira que o outrora clube de elite das nações ricas e industrializadas, conhecido como o Grupo dos 7, será permanentemente substituído como fórum global para a política econômica por outro mais amplo, o Grupo dos 20, que inclui China, Brasil, Índia e outras economias em expansão de países em desenvolvimento, disseram os funcionários do governo na quinta-feira. O movimento destaca a crescente importância econômica da Ásia e alguns países latino-americanos, sobretudo porque os Estados Unidos e muitas nações europeias tiveram seus sistemas bancários mutilados pela crise econômica originada pelos excessos no mercado hipotecário norte-americano.

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E mais:

A recuperação do comércio mundial

A capitalização da agência de seguros dos EUA

O pacto social da Espanha

Unilever compra unidade da Sara Lee

A recuperação do comércio mundial

The Wall Street Journal

Em outro sinal de que a economia mundial está para sair de sua recessão, os dados divulgados na sexta-feira mostraram que os volumes de comércio mundial subiram em julho no ritmo mais rápido dos últimos cinco anos. O volume do comércio aumentou 3,5% em junho, maior aumento em um único mês desde dezembro de 2003, de acordo com o Escritório de Análise de Política Econômica da Holanda, conhecido como o CPB (na sigla em holandês). O fluxo mundial de comércio despencou nos últimos meses do ano passado, com a procura diminuindo e os bancos evitando financiar transações além das fronteiras. O colapso do comércio atingiu especialmente as maiores economias exportadoras do mundo, como o Japão e a Alemanha. Como resultado do amplo declínio em um ano, o volume comercial de julho ficou 15,9% abaixo do pico de negócios em abril de 2008.

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A capitalização da agência de seguros dos EUA

CNNMoney.com

É hora de Sheila Bair parar de se preocupar com as políticas de resgate dos Estados Unidos e conseguir algum dinheiro do Tio Sam. Bair é a presidente da Agência Federal de Seguro de Depósitos (FDIC, na sigla em inglês), órgão federal que administra o fundo de seguros por trás das poupanças de milhões de norte-americanos. O fundo é pago pelos bancos que dele se beneficiam, mas ficou empobrecido por uma onda de falências bancárias que não se espera diminuir tão cedo. O conselho do FDIC agendou para terça-feira um encontro para discutir formas de levantar dinheiro para reabastecer o fundo. Não há muitas boas opções. Bair poderia facilmente tomar emprestado o dinheiro do Tesouro, onde o FDIC tem uma linha de crédito aberta. Mas há quase 20 anos que a agência não o faz, desde a depressão da crise bancária passada. E com o descontentamento (do contribuinte) sobre os resgates pairando no ar, Bair deixou claro que não está ansiosa para quebrar esse precedente.
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O pacto social da Espanha

ELPAIS.COM

O governo e os sindicatos assinaram hoje o acordo salarial para o serviço público de 2010-2012, como parte do diálogo social, com aumento salarial de 0,3% para 2010, a ser compensado, “se necessário” em 2012 por meio de uma cláusula de revisão salarial, o primeiro acordo da Administração do Estado. A vice-primeira-ministra, Maria Teresa Fernandez de la Vega, que volta a trabalhar hoje depois de se submeter a uma cirurgia na semana passada, assinou o acordo com os dirigentes sindicais, Julio Lacuerda, da UGT, Enrque Fosul, de CC.OO, e Domingo Fernandez, da CSI-CSIF. O acordo, que terá vigor nos próximos três anos, integra um total de 50 medidas para aumentar a qualidade e eficácia dos serviços públicos, reforma e modernização da administração e melhoria das condições de trabalho.

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Unilever compra unidade da Sara Lee

Financial Times

A europeia Unilever está prestes a adicionar as marcas Radox, de sabão para banho, e o gel de cabelo Brylcreem, em seu portfólio de marcas, depois de concordar em comprar a unidade de cuidados pessoais da norte-americana Sara Lee por 1,27 bilhão de euros (US$ 1,9 bilhão) em dinheiro. A aquisição, a primeira feita com o envolvimento direto do novo presidente-executivo Paul Polman, visa reforçar a posição da Unilever no segmento de limpeza de pele e desodorantes na Europa.

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