Uma doença chamada Corinthians

Só pode ser praga, compulsão, obsessão. Algo que chega pelo ar como pólen das flores em pulmões asmáticos, como a poeira dos carros, como a fumaça das queimadas, e vai tomando conta de tudo.

Só isso explica essa obsessão chamada Corinthians, de, em uma casa onde mal se fala em futebol, com um pai sãopaulino não militante, uma mãe corinthiana light, a filha de oito anos colocar no seu MSN o seguinte lema:

“Sou Corinthiana quando perde ou quando ganha Hey (Bibi)”.

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