Receita do setor de serviços aumenta 2,1% em junho

Jornal GGN – O setor de serviços apresentou um crescimento nominal de 2,1% durante o mês de junho, no comparativo com igual mês do ano anterior, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado apurado também ficou acima do registrado nos meses de maio (1,1%) e abril (1,7%). Com o resultado, a taxa acumulada no ano atingiu 2,3%, e a variação em 12 meses ficou em 3,5%.

Na comparação dos dados de junho de 2015 com o registrado em junho de 2014, três dos cinco segmentos do setor de serviços registraram variações nominais positivas: serviços profissionais, administrativos e complementares, com 5,9%; transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, com 4,4%, e outros serviços, com 0,4%. Os serviços de informação e comunicação tiveram queda (-1,7%) e os serviços prestados às famílias, não apresentaram variação significativa (0,0%).

Em relação à composição absoluta da taxa global, as contribuições foram: transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, com 1,4 ponto percentual (p.p.), e serviços profissionais, administrativos e complementares, com 1,3 p.p. Serviços prestados às famílias e outros serviços não apresentaram contribuição significativa (0,0 p.p.). Já os serviços de informação e comunicação tiveram contribuição negativa de -0,6 p.p.

No segundo trimestre, o setor de serviços cresceu 1,6% em relação ao segundo trimestre de 2014, registrando sua menor variação registrada na série trimestral iniciada em 2012. De acordo com os dados divulgados, a Copa do Mundo contribuiu para os resultados trimestrais dos segmentos de serviços prestados às famílias e serviços de informação e comunicação. Os serviços profissionais, administrativos e complementares mantiveram-se estáveis em relação ao 1º trimestre e os transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio atingiu 3,9%.

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No que tange aos resultados semestrais, o setor de serviços registrou variação de 2,3% em relação ao 1º semestre de 2014, a menor da série. As variações dos segmentos de atividade foram: serviços profissionais, administrativos e complementares, com 6,0%; serviços prestados às famílias, com 3,1%; transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, com 2,5%; outros serviços, com 0,5% e serviços de informação e comunicação, com -0,2%.

Regionalmente, na comparação de junho com igual mês do ano anterior, as maiores variações positivas foram registradas em Rondônia (15,9%), Alagoas (8,0%) e Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina (todas com 7,4%). As menores variações positivas ocorreram em Pernambuco (0,5%), Goiás (0,7%) e Acre (0,8%). Apresentaram variações negativas o Rio de Janeiro (-5,7%), Paraíba (-4,6%), Amapá (-4,3%), Maranhão (-2,9%), Rio Grande do Norte (-1,5%), Amazonas (-0,6%), Distrito Federal (-0,5%) e Bahia (-0,2%).

 

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1 comentário

  1. Crescimento nominal de 2% é

    Crescimento nominal de 2% é queda de -4% quando se tira a inflação do período. Tá feia a coisa. Dilma pode se segurar na política mas se não mudar esse staff econômico de Levy Bradesco e cia. já viu… 2 anos de estagflação vai ser muito ruim.

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