Estado mínimo, o discurso da nova direita, por Patricia Campos Mello

Inclinações da direita

Da Folha de S. Paulo

Coluna Ilustríssima

Por Patrícia Campos Mello

Liberais, libertários e conservadores, uni-vos

RESUMO Fragmentada segundo diferentes linhas de pensamento, a nova direita do país se une, porém, em prol do ideal de um Estado mínimo. Articulados em torno de instituições pedagógicas e partidos nascentes, ideólogos acreditam que população deva ser educada a trocar assistencialismo por empreendedorismo.

No dia 7 de SETEMBRO, o político americano Ron Paul foi recebido por cerca de 400 jovens brasileiros como se fosse um pop star.

Na conferência promovida em São Paulo pelo Instituto Ludwig von Mises Brasil, o ex-deputado Paul, 79, ídolo dos libertários, foi ovacionado ao defender o fim do assistencialismo e da intervenção do Estado na economia.

“Assistencialismo ou comunismo não resolveram o problema dos pobres até hoje; nós vamos nos livrar do keynesianismo no mundo”, discursou, sob aplausos de moços arrumadinhos, muitos usando gravata-borboleta. “O único papel do governo é proteger nossas liberdades”, proclamou.

Paul se surpreendeu com o entusiasmo dos seus fãs brasileiros. “Não tinha ideia de que houvesse tantos libertários no Brasil”, declarou à Folha.

Libertários, liberais, conservadores, seguidores da escritora russo-americana Ayn Rand (1905-82), “olavettes”: a nova direita brasileira é um corpo diverso, mas que compartilha da crença de que o Estado deve limitar ao mínimo seu papel na economia e na vida das pessoas. Em comum, os grupos que a compõem manifestam, ainda, um sentimento de orfandade nesta eleição presidencial.

“O Brasil de hoje é marxista, o Estado intervém em tudo, controla preço de energia e gasolina e usa o BNDES politicamente, estamos nos transformando na Venezuela”, dizia o estudante de economia Marcel Perez, 28, esperando na longa fila para o pegar um autógrafo de Ron Paul, que vendeu 300 livros no evento. “Não temos nenhum candidato presidencial que chegue perto de ser libertário.”

Enquanto os principais candidatos passam o horário eleitoral reafirmando que vão manter e ampliar o Bolsa Família, os benefícios para indústria e outras bondades estatais, grandes empresas como Suzano, Gerdau e Localiza patrocinam conferências e grupos que vão até as universidades para evangelizar jovens sobre as virtudes do livre mercado.

Libertários e liberais rejeitam veementemente o rótulo de nova direita. Mas todos são anti-PT.

“Não somos nem de direita nem conservadores”, diz o libertário Helio Beltrão, 47. Beltrão é presidente do Instituto Mises Brasil –batizado em homenagem a um nome fundamental da escola austríaca de economia, em cujos estudos se centra o grupo– e filho de Helio Beltrão (1916-97), que foi ministro da Desburocratização entre 1979 e 1983.

“Infelizmente, o tipo de conservadorismo mais comum no Brasil é aquele que pretende regular a vida sexual de terceiros e as substâncias que eles ingerem. Nós focamos na liberdade”, diz Beltrão, numa fala que, de certa forma, resume o pensamento libertário.

Dentro do amplo espectro das ideologias liberais, os libertários são os mais radicais: suas propostas abarcam desde a legalização integral das drogas até o fim do Banco Central, passando pela privatização da polícia e da saúde.

Porque se colocam de forma mais flexível quanto a questões sociais, como o casamento gay, fazem questão de se diferenciar dos conservadores, como os seguidores do jornalista Olavo de Carvalho –chamados pejorativamente de “olavettes”– e dos fãs de Reinaldo Azevedo, colunista da Folha.

As muitas vertentes do pensamento de direita se encontram representadas por instituições novas –e crescentes– no país.

O Instituto Millenium, de cunho mais liberal, existe desde 2005 e tem entre os fundadores ou mantenedores, além de Helio Beltrão, Gustavo Franco, Paulo Guedes, Daniel Feffer, Fábio Barbosa e João Roberto Marinho.

Rodrigo Constantino, colunista da revista “Veja” e nêmesis da esquerda, é o presidente do Instituto Liberal, no Rio. O diretor-executivo, Bernardo Santoro, é o guru econômico do pastor Everaldo, único candidato à Presidência a falar abertamente de privatizações.

O IFL (Instituto de Formação de Líderes) –que começou em Belo Horizonte e é patrocinado por Salim Mattar, dono da maior empresa de aluguel de veículos do país, a Localiza, e David Feffer, do Grupo Suzano– tem como meta “conscientizar jovens empreendedores sobre a importância do livre mercado, da propriedade privada e da redução do tamanho do Estado”.

O Instituto de Estudos Empresariais, no Rio Grande do Sul, foi fundado pelo empresário William Ling, tem a bênção de Jorge Gerdau, do gigante da siderurgia, e costuma reunir até 6.000 pessoas em seus eventos.

Já os Estudantes pela Liberdade formam grupos de estudos em torno da obra de economistas conservadores como Hayek, Mises e Milton Friedman. O slogan de boa parte desses jovens é “menos Marx, mais Mises”. O grupo ­é uma franquia do americano Students for Liberty, ligado ao Cato Institute, que é financiado pelos irmãos Koch, grandes patrocinadores de causas conservadoras nos EUA.

OBSCURANTISMO “Que Brasil queremos” era o mote do Fórum Liberdade e Democracia, realizado dois dias depois da conferência no Instituto Mises. Abrindo o evento, Ricardo Salles, 39, secretário particular do governador Geraldo Alckmin e fundador do Movimento Endireita Brasil, anunciou: “Aqui se discutem ideias que vão fazer o Brasil voltar para o rumo depois de 12 anos de obscurantismo. O liberalismo está voltando à moda”.

Salles agradeceu a Jorge Gerdau, da Gerdau, e David Feffer, do Grupo Suzano, grandes apoiadores do evento, e, especialmente, a Roberto Civita (1936-2013), e à revista “Veja”, por ele editada.

Entre os palestrantes, estavam Maria Corina Machado, deputada oposicionista venezuelana cassada, que falou de Caracas por Skype, e Carlos Alberto Montaner, exilado cubano autor de livros anti-Fidel Castro e do “Manual do Perfeito Idiota Latino Americano”.

“Somos de uma geração que nasceu depois da abertura da economia, já com a liberdade de expressão garantida e livres da hiperinflação”, disse o empresário Tomás Martins, 28, presidente do Instituto de Formação de Líderes, que organizou o evento para 800 pessoas. “Mas será que isso é suficiente? Há 12 anos vejo nossas liberdades sendo tolhidas. Queremos o caminho da Venezuela e da Argentina?”, inquire, indignado.

O IFL foi criado há cinco anos pelo empresário Salim Mattar, 66, que diz ter lido “A Riqueza das Nações”, de Adam Smith, quando ainda era um rapazola de 16 anos.

“Este governo demonizou o liberalismo; tornou-se mais intervencionista, destruiu as agências reguladoras e permitiu que uma plêiade de empresas se pendurasse no BNDES”, afirmou à Folha após o fórum. “Hoje, a carga tributária é de 40% do PIB –durante a malfadada revolução [ditadura militar],a cunha fiscal era 22%.”

O empresário diz que o objetivo do IFL é trazer as ideias para debate público, porque “a massa não é muito educada e vota em propostas populistas”.

Um dos jovens expoentes do libertarianismo brasileiro é Joel Pinheiro da Fonseca, 29 anos, filho do economista Eduardo Giannetti da Fonseca, principal conselheiro econômico da candidata Marina Silva. Joel, formado em economia pelo Insper e com mestrado em filosofia na Universidade de São Paulo, é assíduo articulista do site Spotniks, preferido dos jovens liberais e libertários, e membro do comitê executivo do Libertários, partido que ainda não tem registro no Tribunal Superior Eleitoral.

Em seus artigos, ele ataca o BNDES (“está na hora de abolir esse gigante jurássico que nada contribui para a economia do país”), e defende propostas como a legalização do comércio de órgãos para aumentar a oferta.

“O que mais se aproxima do candidato libertário é o pastor Everaldo”, disse Fonseca à Folha. “Eu não voto nele, mas fico feliz de alguém ter adotado o nosso discurso”. Fonseca esclarece que não tem nenhuma ligação com a campanha de Marina.

“O pastor Everaldo aceitou tudo o que eu sugeri e tem lido muitos livros”, diz Bernardo Santoro, do Instituto Liberal. Ele acredita que a maior proliferação da ideias libertárias no Brasil se deu de 2006 para cá, coincidindo com a “radicalização da postura econômica do governo do PT”. “O que falta ao movimento liberal, libertário e conservador é uma maneira melhor de vender nossa mensagem para o público.”

Na opinião de Santoro, “o pobre brasileiro é um empreendedor nato e a agenda de livre mercado vai ajudá-lo”. “Assistencialismo nunca é bom, traz incentivos perversos porque desestimula a produção.”

ARMÁRIO São poucos os candidatos liberais que saem do armário para defender privatizações e outros palavrões nesta eleição.

Paulo Batista (PRP-SP), candidato a deputado estadual que ganhou fama com suas propagandas do “raio privatizador”, prega o fim do Bolsa Família, dizendo que “pobre precisa de liberdade, não de esmola”, e quer privatizar a USP, a Unicamp, a Unesp e o metrô.

“As pessoas não têm informação, por isso usamos o raio privatizador, é bem didático”, diz.

Numa sexta de setembro, Batista foi entregar rolos de papel higiênico no consulado da Venezuela em São Paulo. “O objetivo era alertar para os perigos do socialismo bolivariano, que bate à nossa porta através de medidas autoritárias do governo petista”, disse.

Evandro Sinotti, 38 anos, candidato a deputado estadual pelo PMDB paulista, usa frases da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher (1925-2013) em sua campanha e propõe redução de ICMS, privatização de estatais deficitárias e vouchers para escolas particulares.

Ele admite que o PMDB não é exatamente um partido antigoverno, mas argumenta que não tinha muita opção de sigla. “Meu pai também: ele é vice-prefeito de Pirassununga pelo PT, mas nem por isso é petista”, diz Sinotti.

É fácil entender por que pouquíssimos candidatos estão defendendo ideias liberais nesta campanha: o brasileiro não é particularmente fã do livre mercado. Segundo pesquisa do Datafolha de 3 de setembro, 66% dos brasileiros acham que o governo deve ser o maior responsável por investir para a economia crescer, e 51% acham que é bom que o governo atue com força na economia para evitar abusos nas empresas.

Mas nem por isso os liberais e libertários desanimam.

“Tem que se posicionar, participar da política, disputar eleição. Não adianta ficar discutindo filosofia liberal enquanto toma chá da tarde no clube Harmonia”, diz Ricardo Salles, que foi candidato a deputado federal por São Paulo pelo PFL em 2006 e a estadual pelo DEM em 2010.

“Daqui a uns dez anos, a sociedade estará pronta para nossas ideias”, diz Helio Beltrão.

O Partido Novo pretende lançar seus primeiros candidatos em 2016. Já reuniu as 492 mil assinaturas necessárias (e aceitas pelos cartórios) para formalizar o partido; agora, aguarda apenas o TSE conceder o registro.

“Nós queremos mudar o modelo de Estado do Brasil, que é extremamente intervencionista e se propõe a resolver os problemas das pessoas”, diz o presidente do partido, João Dionísio Amoedo, 51. Segundo Amoedo, há uma demanda por esse novo tipo de Estado, evidenciada nas manifestações populares do ano passado.

“Todo mundo reclama que pagamos muitos impostos e que os serviços que temos são ruins, isso estava no cerne das manifestações”, diz. Segundo Amoedo, essa é uma agenda difícil de abordar no meio de uma campanha eleitoral. “Os candidatos têm medo de dizer que o Estado vai deixar de fazer coisas pelas pessoas.”

Já o americano Ron Paul, que concorreu duas vezes à indicação republicana à candidatura presidencial nos EUA, não tem pruridos ao defender ideias pouco populares. Ao menos não no Brasil.

Enquanto o mundo debate maneiras de reduzir a desigualdade, na esteira do best-seller do francês Thomas Picketty, “O Capital no Século 21”, Paul é taxativo: “Distribuição de renda é sempre forçada, é como se o governo apontasse uma arma e tirasse dinheiro de um para dar ao outro; isso é autoritarismo”, afirmou à Folha.

 

30 Comentários

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Ninguém

- 2018-03-05 12:29:02

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jonh costa almeida

- 2015-02-22 19:37:47

patético ver os comentários

patético ver os comentários aqui.

quando mais eu estudo o esquerdismo, mas percebo que nada entendem de economia política.

Estado-Mínimo signfica redução de impostos, redução de funcionalismo público, redução de cargos políticos (e de seus salários) e NÃO-INTERFERÊNCIA DO ESTADO NA ECONOMIA.

 

A redução de impostos efeitos imediatos:

1- os produtos ficam mais baratos, aumentando o consumo e provocando o aumento das empresas.

os pobres que não podiam comprar certos produtos, passam a ter poder de compra e assim melhoram sua qualidade de vida. Como o consumo aumenta, isso provoca a prosperidade de empresas que passam a crescer e gerar mais vagas de emprego para todos. Experimentem visitar países liberais como EUA, Canadá, países europeus, Japão, Chile, Austrália, Singapura etc. Lá vocês pereberão que os produtos são super baratos e todo mundo consegue consumir fácil. E é exatamente por isso que as empresas prosperam e geram trilhares de vagas de emprego. Dizer que o Instituto Mises "não tem base empírica" é uma piada de muito mal gosto e desonestidade intelectual.

 

2 - fica mais dificil para os políticos roubarem o dinheiro público.

afinal, dinheiro público são os nossos impostos. Menos impostos significam menos roubos dos cofres públicos por parte dos políticos. Não é a toa que países mais liberais com estado minimo e redução de impostos SÃO OS MENOS CORRUPTOS.

para terminar com CHAVE DE OURO:

as intermináveis crises européias são frutos do INTERVENCIONISMO DO ESTADO NA ECONOMIA. E isso pode ser feito através de várias atitudes dos políticos:

- adoção câmbio fixo;

- querer controlar os juros;

- aumento do crédito;

- estatização de empresas;

- aumento de impostos;

- aumento da burocracia sobre o empreendedorimos;

 

É muita desonestidade intelectual dizer que a culpa das crises econômicas européias são fruto do liberalismo econômico ou do "estado mínimo". Para entender ambos, é preciso estudar a fundo a economia, mas isso é pedir demais para esquerdistas que não entendem nada sobre esse assunto e continuam até hoje achando que o salário dos trabalhadores pode ser aumentado artificialmente pelo governo sem que isso cause inflação...rsrs

Já imaginaram o que aconteceria se o governo dissesse que o salário mínimo agora fosse 7 mil R$ ??? se o governo poder fazer isso e melhorar a vida dos trabalhadores num simples decreto, porque não faz ?? Ele não pode, mas poucos aqui entenderão os motivos....rsrs 

sergio ribeiro

- 2014-10-14 18:46:10

Grotescos

Esses caras vivem em realidade paralela. País nenhum do mundo pratica suas idéias. Mesmo nos EUA o Estado interfere na economia subsidiando a agricultura e outros setores estratégicos; fecham as fronteiras para produtos estrangeiros usando desculpas como "trabalho escravo" ou "danos ecológicos" (não que isso não exista, mas utilizam-se de boas causas para proteger seus mercados); etc.

O único país do mundo que pode ser considerado sem intervenção na economia seria a Etiópia, mas este exemplo eles certamente não vão usar: o país é miserável, o comércio é garantido por segurança privada, os serviços públicos inexistem ou são executados a base de corrupção, etc.

Edsonmarcon

- 2014-10-14 18:06:08

Bota radical

Bota radical nisso

http://www.mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=18

 

"Agora se os pais podem possuir seu filho (dentro do sistema da não agressão e da liberdade de fugir), então eles podem também transferir esta posse para outra pessoa.  Eles podem entregar o filho para adoção ou podem vender os direitos sobre a criança em um contrato voluntário.  Em resumo, temos que nos defrontar com o fato de que a sociedade genuinamente livre terá um próspero livre mercado de crianças. "

 

"Aplicando nossa teoria ao relacionamento entre pais e filhos, o que já foi dito significa que os pais não têm o direito de agredir seus filhos, mas também que os pais não deveriam ter a obrigação legal de alimentar, de vestir ou de educar seus filhos, já que estas obrigações acarretariam em ações positivas compelidas aos pais, privando-os de seus direitos.  Os pais, portanto, não podem assassinar ou mutilar seu filho, e a lei adequadamente proíbe um pai de fazer isso. Mas os pais deveriam ter o direito legal de não alimentar o filho, i.e., de deixá-lo morrer.  A lei, portanto, não pode compelir justamente os pais a alimentar um filho ou a sustentar sua vida."

Marcelo Castro

- 2014-10-14 17:55:44

Ludwig Von Misses é instituto religioso

O instituto Ludwig Von Misses não tem nenhuma fundamentação empirica . Não há, no mundo, exemplos onde suas teorias tenham sido aplicadas e se fossem levariam a sociedade a uma completa desagregação e fragmentação. A ala mais radical, os anarcocapitalistas, são desvairados que pregam a privatização de espaços publicos : ruas, praças, museus e inclusive da justiça , sendo que o "dono do pedaço" estabeleceria se no seu feudo haveria pena de morte e a lingua oficial, entre outros absurdos. Trata-se de doutrinação religiosa ,que assim como nas religiões não tem fundamentação nenhuma na realidade.

Motta Araujo

- 2014-10-14 17:30:00

Dinheiro sempre houve, o que

Dinheiro sempre houve, o que existe é um enorme DESPERDICIO. Equipamentos hospitalares carissimos são comprados antes de existir a sala pronta para eles funcionarem, ficam então encaixotados em porões humidos estragando.

Isso ocorre por todo o Brasil e existe há decadas. Perdas imensas de recursos publicos em ambulancias compradas e não entregues por meses ou anos, remedios comprados em quantidades absurdas, depois joga-se tudo fora,

os esquemas de limpeza, , segurança e lavanderia de hospitais publicos são famosos, tudo "esquema" há gerações,

dinheiro pelo ralo, as fortunas das ""terceirizações"" são nacionalmente famosas, então NÃO é falta de dinheiro, é excesso de MÁ GESTÃO historica do Estado brasileiro.

Marcelo33

- 2014-10-14 17:16:39

Realmente a extrema-direita

Realmente a extrema-direita em termo de articulação, organização e poder está Anos-luz da extrema-esquerda. A extrema-esquerda está mais preocupada em lutar entre si e contra a esquerda moderada do que com a extrema-direita.

Quanto ao Ron Paul, tenho curiosidade de ver alguem com as idéias dele na presidência dos Estados Unidos. Tem criticado todas as intervenções externas recentes, Ucrânia, Síria. Será que ele pelo menos ia deixar o resto do mundo em paz ??? Depois da decepção que foi Obama, que está fazendo tudo para nos levr a uma guerra Nuclear, percebo que estou cagando e ndando se o Americno vai ter plano de saúde, se a escola vai ser boa ou não. O  que é importante é que eles deixem o resto do mundo em paz. Evidente que Ron Paul iria travar uma guerra seria econômica, mas se ele desmanchasse a máquina militr americana ou a enfraquecesse, talvez a hegemonia começasse a acabar. Até pq, no fim, a últiam instância é sempre a militar

emerson57

- 2014-10-14 15:49:14

estado mínimo, milicos ...

Horacio Duarte

- 2014-10-14 15:09:53

Contradições

Fico realmente preocupado. Defendem o estado mínimo mas querem ser escolatados pela PM ao sair na rua, defendem   o fim da bolsa esmola 70 -80 reais, por pessoa, que beneficia majoritariamente crianças, mas querem a redução da maioridade penal, que custa por baixo uns 3500 reais por preso interno. É sempre bom lembrar que esta despesa por preso é pelo resto da vida, não existe ex-preso, ele sempre volta. É quase a mensalidade de um curso de medicina por mês, por toda a vida destes indivíduos!

O único lugar onde o estado é mínimo no Brasil é nas periferias, nas favelas, aí sim o estado é mínimo. Não vou sugerir que as pessoas que defendem 'o estado mínimo' mudem para lá,  sei que não é isto que defendem. Mas precisam de mergulhar no Brasil real, sair as ruas, ver as dificuldades do dia a dia.

Mogisenio

- 2014-10-14 15:07:21

hummm, sei não...

Desculpe-me mas essa sua liberdade está muito nacionalista. hummm, sei não viu está muito "liberal" .

De qualquer forma,  por enquanto, só por enquanto,  o "leite" está no jogo. Não há motivos para novas "mudanças" do tipo revolucionárias...

A propósito, na versão 2.1  a AL ainda apoia as leis trabalhistas que foram "cópiadas " da carta del lavoro?

Saudações

Edsonmarcon

- 2014-10-14 15:04:29

Nova?

"estado mínimo, o discurso da nova direita"

 

Como assim, "nova"? isso vem desde o tempo de Tatcher, no mínimo. Teoricamente, desde muito antes. Não tem nada de novo.

E já provou que não funciona, veja crise de 2008.

 

Espere, eu errei. FUNCIONA SIM!

na crise de 2008 tinha os bancos "muito grandes para quebrar" que receberam RIOS de dinheiro PÚBLICO e encheram as burras, e agora estão pagando altos bônus aos executivos pelo excelente serviço.

Foi por isso que o Armínio 45% Fraga disse quea crise acabou em 2009.

para a turma dele, claro.

aliancaliberal

- 2014-10-14 14:42:03

Não sei quem é esta "nova

Não sei quem é esta "nova direita", anti petismo não é nova direita.

Os liberais sempre caem na armadilha de ficar falando de economia, quando o que interessa para a população é serviços de qualidade tanto estatais como privados.

Os liberais brasileiros ficam planejando um mundo melhor, mas deixam a politica para a esquerda, o que não parece ser muito inteligente.

Marxismo, liberalismo, conservadorismo são pensamentos "estrangeiros", nosso país não é Cuba, não EUA, não é a Europa, somos Brasil, somos nós que devemos determinar como deve ser a nossa sociedade não importar sistemas prontos.

A nossa cultura é que deve determinar como devemos ser como sociedade, se desejamos estado que seja do nosso jeito , se desejamos que o aborto não seja legalizado que seja assim.

 

Hansel

- 2014-10-14 14:34:07

Já que a extrema-direita está

Já que a extrema-direita está se organizando rapidamente, a extrema-esquerda deveria fazer exatamente a mesma coisa. Haveria um debate nacional muito interessante sobre qual dos lados defende efetivamente os interesses da maioria (ou seja, dos trabalhadores) e me parece que, neste campo, a extrema-esquerda daria a largada com uma enorme vantagem.

Francy Lisboa

- 2014-10-14 14:26:35

Rapaz, esse discurso da lata

Rapaz, esse discurso da lata carga tributaria brasileira eh, se nao o pior, um dos piores efeitos colaterias que fazem o Brasil caminha capenga. Ninguem para pra pensar que se os servicos nao estao do jeito que a gente quer isso tambem tem haver com o simples fato de que NAO HA DINHEIRO. Parafraseando o ex-presidente do Flamengo, Marcio Braga: Acabou o Dinheiro! Ai vem o funcionario publico e diz que "eh soh" acabar com a corrupcao. Mas ai, vem a corupcao baseada na cordialidade de Sergio Buarque, que o muitos servidores ou praticam ou fazem vista grossa. Na minha opiniao todo funcionario publico deveria sofrer uma lavagem cerebral do tipo escrever 1 milhao de vezes e repetir em voz alta:

1) "Estado sao pessoas, pessoas sao o Estado, logo se o Estado falha, eu falhei, se eu falho, o Estado falha"

                                                                                                  .

                                                                                                  .

1.000.000) "Estado sao pessoas, pessoas sao o Estado, logo se o Estado falha, eu falhei, se eu falho, o Estado falha"

 

 

Muuuuuum...mummmmm

Luis Sifer

- 2014-10-14 14:23:27

Lamentável

Lamentável a existência desses minarquistas.

Mas o mais lamentável é que, um de seus apoiadores e financiadores, o Jorge Gerdau, seja o presidente da Câmara de Gestão e Desempenho do Governo federal, Conselheiro da Presidência da República no CDES e, como nenhum desses cargos aí paga salário e o bacana não trabalha de graça, é também membro do conselho da Petrobras, o que lhe garante algo em torno R$ 1,5 milhão ao ano,  uma bolsa merecida, para quem tanto está fazendo pelo Brasil.

 

ppalmx

- 2014-10-14 14:23:08

Minha formação intelectual
Minha formação intelectual foi libertária e, como disse Bernardo Pereira de Vasconcelos, "fui liberal". Por que mudei? Percebi que estava pensando qual o modelo ideal para um país que não era o Brasil. Se esses rapazes se dessem ao trabalho de estudar a história (e a história das instituições) do seu próprio país, assim como ler seus principais pensadores, talvez mudassem de ideia. O que foi bom para os EUA do século XIX só seria bom para o Brasil de hoje se fossem o mesmo país. Não é o caso.

drigoeira

- 2014-10-14 14:18:12

Este tema é tão ridículo...

Que existem até servidores públicos que reclamam do pagamento de impostos.

Quando escuto um falando disto, vou logo na goela do rapaz.

drigoeira

- 2014-10-14 14:06:01

Este tema é facilmente destruído por qualquer um...

E a realidade é que o estado mínimo já existe, vivemos nele. Como o serviço do estado é precário as pessoas já se acostumaram a isto. Por conta disto aceitam fácil esta idéia. O impressionante é que o estado articula a favor do serviço ruim. 

São vários os temas ridículos. Um professor do meu filho que estuda em escola particular, anunciou aos alunos que o sistema de ensino público é caro para o estado. Prá quê ele falou isto? Sentei com meu filho por poucos minutos pesquisamos o gasto com educação por aluno nas escolas públicas e comparamos com o meu gasto na escola particular.

Mamão com açúcar.

Ataíde Coutinho

- 2014-10-14 13:57:40

Assunto de campanha

Nas ultimas eleiçoes para governador o PT perdeu a chance de comparar o modelo privatizante com a mao forte do estado,

Sao paulo tem toda sua infraestrutura privatizada porque tem a maior carga tributaria?

]paga-se 4 pontos percentuais de IPVA mais os pedagios mais caros do mundo ICMS substituiçao tributaria ,tudo em SP é mais caro mesmo sendo privatizado  !

Mogisenio

- 2014-10-14 13:49:59

Presidência da

Presidência da República
Subchefia para Assuntos Jurídicos

ATO INSTITUCIONAL Nº 5, DE 13 DE DEZEMBRO DE 1968.

 

(...)

 Brasília, 13 de dezembro de 1968; 147º da Independência e 80º da República.

A. COSTA E SILVA
Luís Antônio da Gama e Silva
Augusto Hamann Rademaker Grünewald
Aurélio de Lyra Tavares
José de Magalhães Pinto
Antônio Delfim Netto
Mário David Andreazza
Ivo Arzua Pereira
Tarso Dutra
Jarbas G. Passarinho
Márcio de Souza e Mello
Leonel Miranda
José Costa Cavalcanti
Edmundo de Macedo Soares
Hélio Beltrão
Afonso A. Lima
Carlos F. de Simas

 

 

 

altamiro souza

- 2014-10-14 13:48:20

autoritários, fascistas

autoritários, fascistas economicos.

o reverso do bolivarianismo, que só mostram que

chavez poderia ter razão, ao enfrentar esses movimentos golpistas de direita.

tudo isso dá medo, portanto é um

movimento direitista impregnado de fascismo e violencia.

nemesis. vingança.

não encontro palavras para definir esse tipo

de movimento contrário aos intereses da maioria da sociedade.

só um idiota que vive do trabalho pode engolir esse tipo de conversa.

ou iludido.

queimaram o filme defintivamente ao convidar a

deputada oposicionista venezuelana maria corina machado,

uma notória representante do "destino manifesto"

estadunidense em seu país e líder

dos golpistas amestrados e convertidos

em cursos internos pela cia como estes daqui.

iniciam um movimento que desaguará num

movimento semelhante ao blivarianismo, é inevitável.

paulo freire deve estar chorando de indgnação

porque esse sidrieitistas jamais pensam no outro,

na essencia do ser humano como possibilidades

civilizatórias.

querem a desintregração da humanidade.

são eles  e mais ninguém.

é o ovo da serpente do nazimo tupiniqui,

ver o filme "O Ovo da serpente" no you tube dirigido ingmar bergman.

tá tudo ali.

ninguém será humilhado e expropriado sem reação.

Alvaro Ferreira

- 2014-10-14 13:42:32

É ótimo defender o fim do

É ótimo defender o fim do assistencialismo quando se é rico ne?

Gostaria de saber se a iniciativa privada vai ajudar todos os necessitados que moram no oco do sertao onde nenhuma empresa se interessa em investir.

Não sou petista, mas essa direita aí não dá hein.

Motta Araujo

- 2014-10-14 13:38:12

Dentro do conceito do tamanho

Dentro do conceito do tamanho do Estado cabem teses de todos os gostos, desde o bem estar social sueco até o populismo desbragado de um Maduro. Varias mitos se encaixam de forma insidiosa na discussão:

1.O modelo dos EUA em vigor desde a Guerra Civil NÃO é de Estado minimo. Os EUA foi o primeiro Pais que enfrentou os trustes e carteis na economia, quando isso era impensavel na Europa. Foi o governo americano quem implodiu o truste STANDARD OIL, obrigando sua divisão em seis empresas independentes que eram todas do grupo Rockefeller e depois se tornaram concorrentes. Na crise de 2008 o governo americano SEM  HESITAR injetou bilhões de dolares em empresas privadas para salva-las. Já tinha feito isso antes na decada de 70 quando o Tesouro americano salvou a Chrysler.

2.Uma coisa é discutir a eficiencia do Estado, quando é muito grande e ineficiente não há razão para apoios mas

um Estado de bem estar é perfeitamente defensavel.

3.Não se pode confundir ESTADO MACRO com empreguismo, corrupção, ineficiencia.

4.Estados MACRO ou MINIMO não são bons ou ruins per se, depende das circusntancias, o proprio Keynes sempre deixou isso claro, Keynes era o homem flexivel, não tinha ideias fixas, quando lhe cobraram coerencia  disse a frase lapidar  "" SOU COERENTE COM AS CIRCUNSTANCIAS"". Keunes era um ortodoxo na linha da catedral do pensamento economico ortodoxo que era o Tesouro britanico, do qual er alto funcionario MAS a diferença entre Keynes e os demais de seu tempo era sua razão,  A POLITICA EONOMICA TEM QUE SE ADAPTAR AO MOMENTO, não pode operar com regras fixas, em determinas circunstancias, como na Depressão de 1929, o Estado deve intervir e não se aplicar imutavelmente as regras ortodoxas de sempre, POR CAUSA DA CRISE. Fora delas Keynes voltava a ser ortodoxo. Então era não era proponente de um Estado intervencionista SEMPRE e sim em momentos de crise.

 

Sérgio Rodrigues

- 2014-10-14 13:29:42

Doideira geral!...

Alguns desses caras se dizerem libertários é ofender no mais alto grau a memória do grande M. Bakunin.

O mais interessante de tudo é esse piedoso desejo de girar a roda da história para trás e voltar aos modelos de Estado do século 19 e inicio do sec. XX!...Missão impossível, meus caros. Nem nos EUA isto é possível.

Coisas para incautos, propostas por gente esperta com fórmulas prontas, que não gosta de estudar e se recusam a raciocinar o mundo físico, tal como construído!...

Gilberto de Miranda Junior

- 2014-10-14 13:29:09

Impropriedade

Caros Amigos do Blog,

A simples expressão 'pensamento de direita' é oxímoro. Não se pode dizer que essas entidades sejam heterossexuais, sexistas, racistas, positivistas, capitalistas, facistas, neo-nazistas e muito menos filósofos ou pensadores. Para ser qualquer uma dessas coisas é preciso antes de tudo ser humano.

Imagino o saudoso 'Capitão James T. Kirk' se materializando num congresso desses ai, vindo de outro continuum espaço-temporal, acompanhado de dois 'red-shirts'. Em trinta segundos, chamaria a (também saudosa) U.S.S. Enterprise: 

"Mr. Spock, beam us up! There is no intellingent life on this planet!"

O mais impressionante é a implicação material material agora evidente:

Se você é um filhinho-de-papai que nunca trabalhou na vida e nem precisou de ralar para obter nada, sempre recebendo tudo prontinho na sua mão, e jamais precisou competir --- Mas competir mesmo!!! Afinal competição só é bacana quando é entre os outros ou quando o Juiz sempre te ajuda a ganhar --- com ninguém, então você é um perfeito-imbecil-de-direita-latino-americano que é a favor do Estado-Mínimo! 'quod-erat-demonstrandum'.

 

 

 

 

emerson57

- 2014-10-14 13:28:21

ninguém

"Ron Paul foi recebido por cerca de 400 jovens "

irrelevante, quase ninguém!

no entanto, RuPaul o verdadeiro, atraiu milhões!

 

Francy Lisboa

- 2014-10-14 13:25:53

Um emaranhado de bobagens

Um emaranhado de bobagens bobageiras. Essas pessoas estao em transe ao achar que o Brasil eh Comunista. Essas pessoas nao podem ser levadas a serio. Elas vivem na decada de 60 do seculo passado, mas a Historia eh assim mesmo uma vez que nao existe mudancas em direcao a uma sociedade mais justa sem o latir da cachorrada.

 

Olha soh:

"Todo mundo reclama que pagamos muitos impostos e que os serviços que temos são ruins, isso estava no cerne das manifestações", diz. Segundo Amoedo, essa é uma agenda difícil de abordar no meio de uma campanha eleitoral. "Os candidatos têm medo de dizer que o Estado vai deixar de fazer coisas pelas pessoas."

A solucao desses inominaveis eh reduir os impostos e jogar meia duzia de moedas para o povo, quem pegar pegou. Se a reducao de impostos ocorrer, entao as pessoas nao terao que reclamar dos servicos, se vira bocoh! O recado do liberal. Obviamente, eles nao serao liberais quando aprontarem mais uma das suas e irem pedir dinheiro ao Estado a pretexto de "salvar a economia e os empregos". Tao humanos.

NALDO

- 2014-10-14 13:23:37

Realmente, tem uns malucos

Realmente, tem uns malucos por ai que querem reduzir a população mundial a 500 milhões, adotar as estrategias desse senhor seria um excelente caminho para alcanlçar esse objetivo; nos debates o ciro só tinha uma pergunta para o serra: onde foi para o dinheiroo das privatizações, da qual o serra enrolava e não respondia; hoje, se fosse  a Dilma só teria uma pergunta para o candidato, que com certeza esse senhor ai de cima votaria: quais são as  medidas impopulares as quais se referiu a um grupo de milionarios que os deixou satisfeitos? Explique-as. Eu, como eleitor, tenho direito de saber.

Motta Araujo

- 2014-10-14 13:16:32

Ron Paul foi pre-candidato

Ron Paul foi pre-candidato Republicano nas eleições de 2012, uma figura caricata, nunca foi um candidato potencial como Newt Gingricht, inteiramente desconectado dos prolemas do seu Pais e do mundo. Apenas um bom homm, na linha do Senador Suplicy mas suas teses não sãp levadas a serio nos EUA. Agora tem o filho dele como sucessor na mesma linha.

Só tolos podem aplaudir esse tipo de tese fora da realidade, lembra os isolacionistas da Segunda Guerra, um grupo ruidoso,  diziam que os EUA não deveriam intervir no conflito entre Inglaterra e Alemanha. Foram implodidos quando o Japão atacou Pearl Harbor e desapareceram.

Tal qual velhos cantores que já não tem publico nos EUA e fazem continuas tournés na America Latina,  Paul agora "encanta" bocós estrangeiros, é impressionante.

Cláudio José

- 2014-10-14 13:11:19

PROJETO EDUCACIONAL: CIDADANIA E SOLIDARIEDADE
Rio de Janeiro 13 de outubro de 2014 PROJETO EDUCACIONAL: CIDADANIA E SOLIDARIEDADE Caros amigos (as) só vamos melhorar esse mundo, que vivemos, se plantarmos o bem, desde bem cedo. Pensando nisso gostaria de sugerir um projeto escolar, uma nova matéria, para se implantada nas escolas do Brasil e do mundo inteiro, CIDADANIA E SOLIDARIEDADE, onde os professores tentariam com ajuda de seus alunos melhorar esse mundo complicado que vimemos, passando tarefas e trabalhos nesse sentido. Amigos (as) tenho certeza, que se essa sementinha do bem for plantada vai dar bons frutos, para o nosso país e no mundo inteiro. De que adianta só saber fazer contas, se a pessoa não sabe ser solidária? Ambas matérias são importantes, para as nossas crianças, vamos fazer a diferença e pensar num mundo e futuro melhor para todos.  Atenciosamente:
Cláudio José, um amigo do povo e da paz

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