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Antonio Palocci

Uma carta que não representa Palocci, de Gustavo Conde

Uma carta que não representa Palocci

de Gustavo Conde

A se ponderar.

Acabo de ler a carta de Palocci na íntegra. 

Posso dizer com toda a segurança e com toda a técnica que a ciência linguística da interpretação de textos pôde me deixar em 12 anos de estudo e pesquisa: trata-se de uma das maiores fraudes que já testemunhei. 

A carta não apenas NÃO é da autoria de Palocci: é pessimamente redigida (redigida às pressas), composta por compilações igualmente mal redigidas de senso comum plantado anos a fio em editoriais de jornal.  Leia mais »

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Por benefícios, Palocci rompeu com sua própria história, diz Gleisi


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A polêmica carta escrita pelo ex-ministro preso na Operação Lava Jato, Antonio Palocci, que se alastrou pelas redes sociais em poucas horas, tentando fazer um acerto de contas com o PT após pedir a desfiliação do partido e atacando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu resposta direta e objetiva da sigla: "política e moralmente, Palocci já está fora do PT".
 
A declaração é da presidente do partido, a senadora Gleisi Hoffmann, que alertou que a carta escrita pelo ex-ministro, apesar de aparentemente dirigida ao PT, era destinada aos procuradores da República membros da força-tarefa da Lava Jato, com a única pretensão de fechar um acordo de delação.
 
"A carta divulgada hoje (26) por Antônio Palocci e seus advogados não se destina verdadeiramente ao PT, mas aos procuradores da Lava Jato. É a mensagem de um condenado que desistiu de se defender e quer fechar negócio com o MPF, oferecendo mentiras em troca de benefícios penais e financeiros", assim descreveu Glesisi. 

Arquivo

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O que a mídia esconde sobre o segundo processo contra Lula nas mãos de Moro

Jornalões preferem fazer estardalhaço com depoimentos como o de Palocci a colocar em xeque a atuação da Lava Jato de Curitiba, expondo tropeços e abusos
 
 
Jornal GGN - Entrou na reta final a ação penal que definirá se a Odebrecht bancou com recursos ilícitos dois imóveis que teriam a finalidade de beneficiar Lula. Roberto Teixeira, advogado e compadre do ex-presidente, foi o último réu a ser ouvido, na terça (19), no âmbito deste que é o segundo processo contra o petista nas mãos de Sergio Moro.
 
Até aqui, o noticiário destacou os depoimentos de Lula, Marcelo Odebrecht e Antonio Palocci, sendo que este último - desesperadamente interessado num acordo de delação - foi o mais midiático, na visão da banca que defende o ex-presidente.
 
O que a grande mídia não tem destacado é que este é mais um processo que, a julgar pelas provas colhidas até o momento, não deveria sequer estar tramitando na jurisdição de Moro, pois os procuradores não conseguiram estabelecer qualquer elo entre o suposto favorecimento a Lula e dinheiro desviado da Petrobras.
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Palocci: a cada depoimento, uma sentença

Jornal GGN - Antonio Palocci, em depoimento no dia 6 de setembro, disse que não operava pagamentos. Depois, em novo depoimento, mudou versão. Assista ao trecho do depoimento.

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Quanto vale a delação de Palocci? Por Ricardo Amaral


Fotos Públicas

Quanto vale a delação de Palocci? Nada

Por Ricardo Amaral

O depoimento de Antonio Palocci ao juiz Sergio Moro, tão festejado pela Globo, tem o mesmo valor jurídico da delação recentemente desmoralizada de Delcídio do Amaral: rigorosamente nenhum. Serve, como serviu o ex-senador, para dar verossimilhança à ficção contra Lula que a TV dirige e a Lava Jato encena. São atores que valem mais pelo currículo passado que pelas falas de hoje. Ícones de uma farsa.

Palocci está preso ilegalmente há quase um ano, condenado a 12 anos de prisão. Está sob controle de Sergio Moro e seus carcereiros. Assim como outros réus, desistiu de se defender e passou a acusar Lula, orientado pelos advogados de porta de cadeia que Moro arregimenta a peso de ouro em Curitiba. Com garantia de benefícios, orientam o cliente a mentir para preencher as lacunas das denúncias porcas do MPF.

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Na delação de Palocci, a Lava Jato preserva os operadores financeiros, por Luis Nassif

O ensaio de delação do ex-Ministro Antonio Palocci é a demonstração cabal de como funciona a Lava Jato. Sua missão não é prender e punir corruptos e corruptores. É usar o poder de prender e punir corruptos e corruptores para livrar corruptos e corruptores, desde que atendam aos objetivos políticos da operação.

É o caso de Palocci.

Palocci tinha duas formas de operar. Uma delas, era para o PT, as conversas informais com financiadores de campanha.  Nessa ponta, conversava com empreiteiras e frigoríficos. Na outra, atuava em benefício próprio agindo preferencialmente com investidores e bancos de investimento.

Havia dois terrenos preferenciais para operar. Um deles, histórico, era o insider information sobre o comportamento das taxas de juros nas reuniões do Copom (Conselho de Política Monetária do Banco Central) e nos leilões de títulos públicos.

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Palocci diz que ex-presidente do STJ recebeu propina para anular Castelo de Areia

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Preso na Lava Jato, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci teria dito aos procuradores da Lava Jato, em acordo de delação, que o ex-presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Cesar Asfor Rocha recebeu propina de pelo menos R$ 5 milhões para barrar a Operação Castelo de Areia, que atingiu a Camargo Corrêa e poderia respingar em outras construtoras. A informação é da Folha de S. Paulo deste sábado (26).

Segundo a reportagem, "Palocci disse que o acerto com Rocha foi comandado pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, morto em 2014, e incluía também a promessa de apoio para que o então magistrado fosse indicado para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) – o que acabou não acontecendo."

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2 anos depois, PF revela que delações usadas contra Palocci não têm provas

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - O delegado Filipe Hille Pace enviou um ofício ao juiz Sergio Moro, em abril passado, reclamando do fato do Ministério Público Federal ter negociado benefícios a 3 delatores que foram usados contra Antonio Palocci e que não provaram nada do que disseram sobre o ex-ministro. O Estadão só revelou a existência do documento nesta segunda, 7 de agosto, tratando o episódio como mais uma "queda de braço" entre PF e procuradores por causa dos acordos.
 
“É temerário que inquérito policial tenha tramitado por quase dois anos em função de três versões de fatos diferentes apresentadas por três criminosos que celebraram acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República e que a partir disso obtiveram inegáveis benefícios. Em outras palavras, no presente caso, os colaboradores em nada auxiliaram os trabalhos investigativos, muito embora tenham sido beneficiados para tanto. Leia mais »
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STJ mantém prisão de Palocci

Jornal GGN – A ministra Laurita Vaz, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou pedido de liberdade de Antonio Palocci, ex-ministro, que está preso desde setembro do ano passado por decisão da Operação Lava Jato.

A ministra manteve a decisão do juiz de primeira instância Sergio Moro, que determinou cumprimento imediato da pena de Palocci em regime fechado. Palocci foi condenado a 12 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos que responde na Lava Jato.

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As relações de Palocci e do BTG Pactual, por Luis Nassif

Não tenho motivos pessoais para gostar de Guido Mantega. Pequeno, mesquinho, inseguro, foi o primeiro Ministro da Fazenda, desde que iniciei a carreira de jornalista econômico, a me colocar na lista negra. Ele e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central.

Mas não bate bem esta história de Antônio Pallocci, de que Mantega montara uma central de vazamento de informações financeiras.

Vamos entender um pouco mais esse jogo.

Desde que se criou o chamado Open Market brasileiro – venda diária de títulos públicos e privados – há vazamentos de informação. No governo Sarney, Maílson da Nóbrega tinha um esquema de vazamento de informações, não apenas no Banco Central, mas na Receita Federal – que dispunha de um índice de correção.

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Delação de Palocci mira Mantega e Lula

Jornal GGN – A colaboração premiada de Antonio Palocci passa por Guido Mantega, que o sucedeu na pasta da Fazenda, e Lula. Segundo a Folha, em matéria de Mônica Bergamo, Daniela Lima e Marina Dias, Mantega montou “uma espécie de central de venda de informações para o setor financeiro durante os governos petistas”.

Palocci coloca Mantega em suposto esquema de repasse de informações privilegiadas que anteciparia dados de medidas que eram de interesse de bancos. A moeda de troca seria o apoio ao PT. Segundo apurado pela Folha, o esquema começou no governo Lula, em 2006, e teria seguido pelo governo Dilma, até 2015, com Mantega ministro. O detalhe era que quem comandava a pasta até a posse de Mantega no governo Lula era justamente Palocci. Mantega assumiu a pasta em março de 2006.

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MPF quer aumento de pena para Palocci e Vaccari

Jornal GGN – O Ministério Público Federal (MPF) que representa a força-tarefa da Lava Jato, afirmou que vai recorrer da sentença do juiz de primeira instância Sergio Moro anunciada ontem, dia 26. Moro condenou o ex-ministro Antonio Palocci a mais de 12 anos de prisão. Os procuradores já trabalham no recurso a ser enviado ao Tribunal Regional Federal da 4a. Região.

Segundo anunciado, a força-tarefa vai pedir aumenta da pena de Palocci e do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, também condenado no mesmo processo. Os procuradores também questionam a absolvição do assistente de Palocci, Branislav Kontic, e o benefício concedido por Moro a Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, que poderá sair da prisão após cinco anos cumpridos. Leia mais »

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Da prisão, Palocci deve estar dizendo: Bancos não podem ditar o governo para o Brasil, por Jorge Folena

Da prisão, Palocci deve estar dizendo: Bancos não podem ditar o governo para o Brasil

por Jorge Rubem Folena de Oliveira

De uma hora para outra, as Organizações Globo (Jornal e Televisão) liberaram delações que atingiram seus protegidos, Michel Temer e Aécio Neves, e envolveram o juiz Sérgio Moro em acusações de utilização de dinheiro de empresários para obstaculizar as atividades da justiça, a fim de calar Eduardo Cunha, antes também protegido pela mesma organização e utilizado para afastar Dilma Rousseff do cargo de presidenta da República.

A sociedade brasileira ficou perplexa com as graves acusações contra todos os envolvidos, que teriam praticado no exercício de seus cargos públicos os delitos pelos quais estão sendo investigados por decisão do STF.

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Novo advogado de Palocci nega que Lava Jato pediu renúncia de recursos


Ex-advogado de Palocci, Batochio, e o juiz Sergio Moro - Montagem: Blog do Esmael
 
Jornal GGN - Após deixar a defesa do criminalista José Roberto Batochio, de São Paulo, que também advoga para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que sofreu críticas por ser contrário ao instituto da delação premiada, o ex-ministro Antonio Palocci trocou o quadro de defesa. Em nota após a repercussão, os novos advogados afirmaram que a Operação Lava Jato não fez "qualquer exigência" para a delação de Palocci e que a decisão foi do ex-ministro.
 
Desde o início das investigações da Operação que miraram contra o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil dos governos de Lula e de Dilma Rousseff, Palocci era representado por Batochio. O reconhecido criminalista também já atuava na defesa do ex-presidente Lula e do ex-ministro Guido Mantega.
 
Mas passou a enfrentar um dilema e ser alvo de duras críticas desde que Palocci mostrou interesse em fechar acordo de delação premiada com os investigadores da Lava Jato, que em troca traz ao réu a possibilidade de reduzir a pena em condenação e ver-se livre da prisão temporária. O custo é que automaticamente o delator admite o cometimento dos crimes.
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Fachin prepara inquérito sobre delações da Odebrecht que citam Judiciário

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Foto: Senado Federal
 
Jornal GGN - É destaque na coluna Painel da edição de hoje (14) da Folha de S. Paulo que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) mantém sob sigilo delações da Odebrecht que citam integrantes do Poder Judiciário. 
 
Entre os 25 pedidos de inquérito da Procuradoria-Geral da República que ainda não foram divulgados por Fachin, estão informações de delatores sobre nomes da Justiça e também seus parentes.
 
Segundo a Folha, os inquéritos já causam “insegurança” no Tribunal de Contas da União (TCU) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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