Revista GGN

Assine

Brasilianas

Brasilianas: o papel da organização popular na distribuição de políticas em SP

Dirce Koga avalia que exclusão identificada em bairros da cidade é determinada pela atuação de diferentes atores. A vontade política colabora bastante, mas existe um jogo mais complexo onde o mercado tem papel importante assim como a organização da sociedade
 
materia_dirce_koga.jpg
 
Do Brasilianas
 
O que determina que um distrito da periferia em São Paulo tenha mais serviços básicos e estrutura de urbanização? A vontade política colabora bastante, mas existe um jogo mais complexo onde o mercado tem papel importante assim como a organização popular que, se bem realizada para pressionar o poder público, pode garantir a instalação de equipamentos públicos e serviços urbanos básicos. 
 
A avaliação é da pesquisadora socioterritorial, Dirce Koga, coautora do Mapa da Exclusão e Inclusão Social de São Paulo (MEIS), coordenado pela Profª Aldaíza Sposati e realizado pela PUC de São Paulo em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE). 
 
Em entrevista para Luis Nassif no programa Brasilianas, uma realização GGN e TV PUC, a pesquisadora apontou que a série histórica do MEIS comprova que não existe uma lógica na cidade que privilegie os distritos mais excluídos, entretanto observa que, nos locais afastados dos centros privilegiados e que se destacaram com a oferta de alguns serviços, existe uma organização popular que consegue fazer pressão sobre a administração pública. Esse, por exemplo, é o caso de Guaianases que, apesar de estar dentro do grupo dos distritos com exclusão grave, apresenta maior presença de creches, comparativamente a outras regiões.
Leia mais »
Média: 5 (2 votos)

O impacto da Reforma da Previdência nas aposentadorias

Brasilianas: economista Eduardo Fagnani mostra ponto a ponto o que muda com a proposta defendida pelo governo Temer
 
Reforma da Previdência e aposentadorias propostas por Temer
 
Do Brasilianas 
 
Apesar do governo Temer ter retrocedido em relação à primeira versão, apresentada em dezembro de 2016, o novo texto da Reforma da Previdência, divulgado em novembro, produzirá alterações significativas que, se aprovadas, vão impactar a vida da maior parcela da população. 
 
Em entrevista para Luis Nassif, no Brasilianas realizado em parceria com a TV PUC, o professor do Instituto de Economia da Unicamp, Eduardo Fagnani, especialista no tema, faz um balanço das mudanças propostas pelo Executivo, os prejuízos para o grosso dos trabalhadores e conclui onde, de fato, o governo deveria realizar reformas para reequilibrar as contas da Previdência Social. 
 
Segundo o professor, a aposentadoria média no Brasil - excluindo os servidores públicos - é de R$ 1500. Quando se trata então de pensionistas do regime Rural e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) o valor recebido por 100% dos aposentados é um salário mínimo. Lembrando que, no BPC, entram pessoas com mais de 65 anos que nunca contribuíram para o INSS ou deficientes com incapacidade comprovada de atuar no mercado de trabalho e, nos dois casos, com renda per capita mínima familiar média de um quarto do salário mínimo. 
 
O economista também preocupa-se com os discursos reverberados pela mídia sendo o mais recente deles apoiados em um estudo divulgado pelo Banco Mundial afirmando que a maior parte do gasto social do Brasil é com os mais ricos.  
Leia mais »
Média: 2.8 (5 votos)

Hoje: Seminário de lançamento da Plataforma de Políticas Públicas - PUC-SP e GGN

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

PUC e GGN lançam novo Projeto Brasilianas

Seminário para marcar lançamento acontece dia 6 de novembro na PUC-SP, com participação das reitoras da PUC e da Unifesp
 
Seminário de lançamento do Brasilianas contará com as reitoras Maria Amália, Soraya Smaili e o ex-Ministro da Educação Fernando Haddad na abertura
 
Jornal GGN - Um site que agrega produções acadêmicas desenvolvidas pelos principais debatedores da conjuntura política e econômica do Brasil, tendo como denominador a redução da desigualdade. Essa é a missão da plataforma Brasilianas, coordenada pelo GGN com apoio da PUC de São Paulo.
 
"A nossa proposta é ampliar para o público em geral o acesso a relatórios e trabalhos desenvolvidos dentro das universidades e centros de pesquisa. O portal não tem objetivo de competir com nenhum outro projeto de políticas públicas em andamento, pelo contrário, queremos ser uma plataforma onde possam conviver todas as discussões que estão sendo fomentadas e que, muitas vezes, acabam morrendo por falta de visibilidade e troca de ideias", destaca Luis Nassif, idealizador do Brasilianas. 
 
O evento de lançamento do novo portal será realizado na próxima segunda, dia 6 de novembro, no Auditório 333, da Pontifícia Universidade e contará com a participação das reitoras Maria Amália (PUC-SP), Soraya Smaili (Unifesp) e do ex-ministro da Educação Fernando Haddad, na abertura para debater o papel das universidades na construção do país. 
 
O seminário segue com três mesas para discutir, respectivamente, os desafios da desigualdade nas metrópoles, Justiça e sociedade, e a retomada do desenvolvimento com a participação de economistas, sociólogos e juristas, dentre eles: Ladislau Dowbor, Fernando Nogueira da Costa, Pedro Serrano, Luciana Zaffalon e Américo Sampaio. 
 
Veja a programação completa a seguir.
Interessados poderão se inscrever mandando nome completo para [email protected]
Média: 5 (6 votos)

Brasilianas: a discussão do modelo elétrico

Brasilianas, um projeto GGN-PUCSP abre as discussões sobre o modelo elétrico. Envie seus trabalhos nos comentários ou através do e-mail do GGN

Desenhar um modelo eficiente do setor elétrico significa combinar as diversas características do setor de maneira a otimizar o alcance dos objetivos propostos.

Os objetivos

Há dois objetivos no desenho de bum modelo elétrico:

1. Universalização do fornecimento de energia.

2. Atração de investimentos.

Por seus impactos sociais e econômicos, como um dos preços centrais da economia, nos países desenvolvidos a questão energética é tratada como segurança nacional.

Leia mais »

Média: 5 (6 votos)

Catching-up

Tema

Catching-up
Políticas bem-sucedidas em outros países que podem servir de modelo para o Brasil

Polícia Federal

Tema

Polícia Federal
Notícias e trabalhos acadêmicos sobre Polícia Federal

TCU

Tema

TCU
Notícias e trabalhos acadêmicos sobre Tribunal de Contas da União | TCU

Indústria da Saúde

Tema

Indústria da Saúde
Notícias e trabalhos acadêmicos sobre a indústria da saúde.

Acordos Comerciais

Tema

Acordos Comerciais
Editoria criada para reunir os principais artigos jornalísticos e trabalhos acadêmicos sobre os acordos comerciais do Brasil.

Contas Externas

Tema

Contas Externas
Notícias e trabalhos acadêmicos sobre contas externas do Brasil

teste - Mobilidade Urbana

Debates Brasilianas no Bar do Alemão: balanço de um país em crise

Especialistas avançam discussão sobre as raízes da crise econômica, descrédito dos partidos e enfraquecimento da democracia 
Leia mais »
Média: 3.7 (3 votos)

A reportagem da Folha sobre o Brasilianas na TV Brasil

Hoje o repórter Julio Wiziak, da Folha, repete o mantra de taxar meu programa na TV Brasil de governista (http://goo.gl/3b9PKw).

Sua fonte é um suposto diretor da EBC, a quem ele deu o direito de atacar colegas sem precisar se identificar. Nada se sabe da fonte em off, se é diretor indicado pela atual administração, se é um diretor antigo lutando pela sobrevivência, ou se o julgamento foi do próprio Julio, valendo-se de uma fonte em off para validá-lo.

No artigo sou apresentado como um jornalista que, na EBC, falava só a favor do governo, ao lado de outros colegas como Sidney Rezende.

Sidney montou uma bela programação na rádio Nacional, que não durou duas semanas. Era um jornalismo objetivo, dinâmico, sem um pingo de oficialismo, assim como os demais programas da emissora.

Da parte do Brasilianas - do qual fui titular - há na Internet mais de 200  programas compondo provavelmente o mais completo mapa contemporâneo do país. Consultando, Julio poderia conferir matérias sobre indústria naval, sobre as passeatas de 2013, sobre a geopolítica internacional, sobre a nova cultura digital, sobre a falência dos partidos políticos, sobre os erros do governo Dilma, sobre os acertos das políticas sociais. Enfim, uma pauta ampla que dificilmente teria condições de divulgar através de uma rede comercial.

Leia mais »

Média: 4.5 (43 votos)

Fernando Haddad é o entrevistado do Brasilianas.org

Prefeito aborda os desafios de governar em uma sociedade cada vez mais plural 
 
 
Brasilianas.org - Nesta segunda (23) o apresentador do Brasilianas, Luis Nassif, recebe o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, para discutir erros e acertos do modelo desenvolvimentista aplicado pelos governos do PT na presidência, os desafios da administração pública em uma sociedade cada vez mais plural e com novos valores e, ainda, a ideia o Estado de Bem-Estar aplicado às realidades sociais e econômicas do Brasil.
 
Participe enviando perguntas para o entrevistado de hoje. Clique aqui*. E acompanhe a exibição hoje, a partir das 11h da noite, na TV Brasil. 
 
Saiba como sintonizar a TV Brasil aqui.
*Como o programa é gravado horas antes, as perguntas serão selecionadas até às 14h30. 
 
Sobre o Entrevistado
Fernando Haddad, hoje prefeito da cidade de São Paulo, é também professor do curso de pós-graduação em Ciência Política na Universidade de São Paulo (USP), onde ministra aulas quinzenais sobre "Economia e Política da Cidade". Foi ministro da Educação nos governos de Lula e Dilma entre julho de 2005 e janeiro de 2012. Trabalhou como subsecretário de Finanças e Desenvolvimento econômico de 2001 a 2003, na prefeitura de São Paulo, durante a gestão de Marta Suplicy. Ele integrou também o Ministério do Planejamento durante a gestão Guido Mantega (2003-2004) sendo responsável pela elaboração do projeto de lei que originou as Parcerias Público-Privadas (PPPs). Haddad é advogado de formação (admitido em 1985 no exame da OAB), mestre em economia e doutor em filosofia, todos os graus obtidos na Universidade de São Paulo. A sua tese de doutorado (chamada Marx a Habermas - O Materialismo Histórico e seu paradigma adequado, sob a orientação de Paulo Arantes) foi defendida em 1996. 
Média: 4 (6 votos)